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Assim diz o SENHOR: O céu é o meu trono, e a terra o escabelo dos meus pés; que casa me edificaríeis vós? E qual seria o lugar do meu descanso? Porque a minha mão fez todas estas coisas, e assim todas elas foram feitas, diz o SENHOR; mas para esse olharei, para o pobre e abatido de espírito, e que treme da minha palavra. [Isaías 66: 1-2]

    Êxodo 7

  • 1. Então, disse o SENHOR a Moisés: Vê que te constituí como Deus sobre Faraó, e Arão, teu irmão, será teu profeta.
  • 2. Tu falarás tudo o que eu te ordenar; e Arão, teu irmão, falará a Faraó, para que deixe ir da sua terra os filhos de Israel.
  • 3. Eu, porém, endurecerei o coração de Faraó e multiplicarei na terra do Egito os meus sinais e as minhas maravilhas.
  • 4. Faraó não vos ouvirá; e eu porei a mão sobre o Egito e farei sair as minhas hostes, o meu povo, os filhos de Israel, da terra do Egito, com grandes manifestações de julgamento.
  • 5. Saberão os egípcios que eu sou o SENHOR, quando estender eu a mão sobre o Egito e tirar do meio deles os filhos de Israel.
  • 6. Assim fez Moisés e Arão; como o SENHOR lhes ordenara, assim fizeram.
  • 7. Era Moisés de oitenta anos, e Arão, de oitenta e três, quando falaram a Faraó.
  • 8. Falou o SENHOR a Moisés e a Arão:
  • 9. Quando Faraó vos disser: Fazei milagres que vos acreditem, dirás a Arão: Toma o teu bordão e lança-o diante de Faraó; e o bordão se tornará em serpente.
  • 10. Então, Moisés e Arão se chegaram a Faraó e fizeram como o SENHOR lhes ordenara; lançou Arão o seu bordão diante de Faraó e diante dos seus oficiais, e ele se tornou em serpente.
  • 11. Faraó, porém, mandou vir os sábios e encantadores; e eles, os sábios do Egito, fizeram também o mesmo com as suas ciências ocultas.
  • 12. Pois lançaram eles cada um o seu bordão, e eles se tornaram em serpentes; mas o bordão de Arão devorou os bordões deles.
  • 13. Todavia, o coração de Faraó se endureceu, e não os ouviu, como o SENHOR tinha dito.
  • 14. Disse o SENHOR a Moisés: O coração de Faraó está obstinado; recusa deixar ir o povo.
  • 15. Vai ter com Faraó pela manhã; ele sairá às águas; estarás à espera dele na beira do rio, tomarás na mão o bordão que se tornou em serpente
  • 16. e lhe dirás: O SENHOR, o Deus dos hebreus, me enviou a ti para te dizer: Deixa ir o meu povo, para que me sirva no deserto; e, até agora, não tens ouvido.
  • 17. Assim diz o SENHOR: Nisto saberás que eu sou o SENHOR: com este bordão que tenho na mão ferirei as águas do rio, e se tornarão em sangue.
  • 18. Os peixes que estão no rio morrerão, o rio cheirará mal, e os egípcios terão nojo de beber água do rio.
  • 19. Disse mais o SENHOR a Moisés: Dize a Arão: toma o teu bordão e estende a mão sobre as águas do Egito, sobre os seus rios, sobre os seus canais, sobre as suas lagoas e sobre todos os seus reservatórios, para que se tornem em sangue; haja sangue em toda a terra do Egito, tanto nos vasos de madeira como nos de pedra.
  • 20. Fizeram Moisés e Arão como o SENHOR lhes havia ordenado: Arão, levantando o bordão, feriu as águas que estavam no rio, à vista de Faraó e seus oficiais; e toda a água do rio se tornou em sangue.
  • 21. De sorte que os peixes que estavam no rio morreram, o rio cheirou mal, e os egípcios não podiam beber a água do rio; e houve sangue por toda a terra do Egito.
  • 22. Porém os magos do Egito fizeram também o mesmo com as suas ciências ocultas; de maneira que o coração de Faraó se endureceu, e não os ouviu, como o SENHOR tinha dito.
  • 23. Virou-se Faraó e foi para casa; nem ainda isso considerou o seu coração.
  • 24. Todos os egípcios cavaram junto ao rio para encontrar água que beber, pois das águas do rio não podiam beber.
  • 25. Assim se passaram sete dias, depois que o SENHOR feriu o rio.
  • Lucas 12

  • 1. Posto que miríades de pessoas se aglomeraram, a ponto de uns aos outros se atropelarem, passou Jesus a dizer, antes de tudo, aos seus discípulos: Acautelai-vos do fermento dos fariseus, que é a hipocrisia.
  • 2. Nada há encoberto que não venha a ser revelado; e oculto que não venha a ser conhecido.
  • 3. Porque tudo o que dissestes às escuras será ouvido em plena luz; e o que dissestes aos ouvidos no interior da casa será proclamado dos eirados.
  • 4. Digo-vos, pois, amigos meus: não temais os que matam o corpo e, depois disso, nada mais podem fazer.
  • 5. Eu, porém, vos mostrarei a quem deveis temer: temei aquele que, depois de matar, tem poder para lançar no inferno. Sim, digo-vos, a esse deveis temer.
  • 6. Não se vendem cinco pardais por dois asses? Entretanto, nenhum deles está em esquecimento diante de Deus.
  • 7. Até os cabelos da vossa cabeça estão todos contados. Não temais! Bem mais valeis do que muitos pardais.
  • 8. Digo-vos ainda: todo aquele que me confessar diante dos homens, também o Filho do Homem o confessará diante dos anjos de Deus;
  • 9. mas o que me negar diante dos homens será negado diante dos anjos de Deus.
  • 10. Todo aquele que proferir uma palavra contra o Filho do Homem, isso lhe será perdoado; mas, para o que blasfemar contra o Espírito Santo, não haverá perdão.
  • 11. Quando vos levarem às sinagogas e perante os governadores e as autoridades, não vos preocupeis quanto ao modo por que respondereis, nem quanto às coisas que tiverdes de falar.
  • 12. Porque o Espírito Santo vos ensinará, naquela mesma hora, as coisas que deveis dizer.
  • 13. Nesse ponto, um homem que estava no meio da multidão lhe falou: Mestre, ordena a meu irmão que reparta comigo a herança.
  • 14. Mas Jesus lhe respondeu: Homem, quem me constituiu juiz ou partidor entre vós?
  • 15. Então, lhes recomendou: Tende cuidado e guardai-vos de toda e qualquer avareza; porque a vida de um homem não consiste na abundância dos bens que ele possui.
  • 16. E lhes proferiu ainda uma parábola, dizendo: O campo de um homem rico produziu com abundância.
  • 17. E arrazoava consigo mesmo, dizendo: Que farei, pois não tenho onde recolher os meus frutos?
  • 18. E disse: Farei isto: destruirei os meus celeiros, reconstruí-los-ei maiores e aí recolherei todo o meu produto e todos os meus bens.
  • 19. Então, direi à minha alma: tens em depósito muitos bens para muitos anos; descansa, come, bebe e regala-te.
  • 20. Mas Deus lhe disse: Louco, esta noite te pedirão a tua alma; e o que tens preparado, para quem será?
  • 21. Assim é o que entesoura para si mesmo e não é rico para com Deus.
  • 22. A seguir, dirigiu-se Jesus a seus discípulos, dizendo: Por isso, eu vos advirto: não andeis ansiosos pela vossa vida, quanto ao que haveis de comer, nem pelo vosso corpo, quanto ao que haveis de vestir.
  • 23. Porque a vida é mais do que o alimento, e o corpo, mais do que as vestes.
  • 24. Observai os corvos, os quais não semeiam, nem ceifam, não têm despensa nem celeiros; todavia, Deus os sustenta. Quanto mais valeis do que as aves!
  • 25. Qual de vós, por ansioso que esteja, pode acrescentar um côvado ao curso da sua vida?
  • 26. Se, portanto, nada podeis fazer quanto às coisas mínimas, por que andais ansiosos pelas outras?
  • 27. Observai os lírios; eles não fiam, nem tecem. Eu, contudo, vos afirmo que nem Salomão, em toda a sua glória, se vestiu como qualquer deles.
  • 28. Ora, se Deus veste assim a erva que hoje está no campo e amanhã é lançada no forno, quanto mais tratando-se de vós, homens de pequena fé!
  • 29. Não andeis, pois, a indagar o que haveis de comer ou beber e não vos entregueis a inquietações.
  • 30. Porque os gentios de todo o mundo é que procuram estas coisas; mas vosso Pai sabe que necessitais delas.
  • 31. Buscai, antes de tudo, o seu reino, e estas coisas vos serão acrescentadas.
  • 32. Não temais, ó pequenino rebanho; porque vosso Pai se agradou em dar-vos o seu reino.
  • 33. Vendei os vossos bens e dai esmola; fazei para vós outros bolsas que não desgastem, tesouro inextinguível nos céus, onde não chega o ladrão, nem a traça consome,
  • 34. porque, onde está o vosso tesouro, aí estará também o vosso coração.
  • 35. Cingido esteja o vosso corpo, e acesas, as vossas candeias.
  • 36. Sede vós semelhantes a homens que esperam pelo seu senhor, ao voltar ele das festas de casamento; para que, quando vier e bater à porta, logo lha abram.
  • 37. Bem-aventurados aqueles servos a quem o senhor, quando vier, os encontre vigilantes; em verdade vos afirmo que ele há de cingir-se, dar-lhes lugar à mesa e, aproximando-se, os servirá.
  • 38. Quer ele venha na segunda vigília, quer na terceira, bem-aventurados serão eles, se assim os achar.
  • 39. Sabei, porém, isto: se o pai de família soubesse a que hora havia de vir o ladrão, [vigiaria e] não deixaria arrombar a sua casa.
  • 40. Ficai também vós apercebidos, porque, à hora em que não cuidais, o Filho do Homem virá.
  • 41. Então, Pedro perguntou: Senhor, proferes esta parábola para nós ou também para todos?
  • 42. Disse o Senhor: Quem é, pois, o mordomo fiel e prudente, a quem o senhor confiará os seus conservos para dar-lhes o sustento a seu tempo?
  • 43. Bem-aventurado aquele servo a quem seu senhor, quando vier, achar fazendo assim.
  • 44. Verdadeiramente, vos digo que lhe confiará todos os seus bens.
  • 45. Mas, se aquele servo disser consigo mesmo: Meu senhor tarda em vir, e passar a espancar os criados e as criadas, a comer, a beber e a embriagar-se,
  • 46. virá o senhor daquele servo, em dia em que não o espera e em hora que não sabe, e castigá-lo-á, lançando-lhe a sorte com os infiéis.
  • 47. Aquele servo, porém, que conheceu a vontade de seu senhor e não se aprontou, nem fez segundo a sua vontade será punido com muitos açoites.
  • 48. Aquele, porém, que não soube a vontade do seu senhor e fez coisas dignas de reprovação levará poucos açoites. Mas àquele a quem muito foi dado, muito lhe será exigido; e àquele a quem muito se confia, muito mais lhe pedirão.
  • 49. Eu vim para lançar fogo sobre a terra e bem quisera que já estivesse a arder.
  • 50. Tenho, porém, um batismo com o qual hei de ser batizado; e quanto me angustio até que o mesmo se realize!
  • 51. Supondes que vim para dar paz à terra? Não, eu vo-lo afirmo; antes, divisão.
  • 52. Porque, daqui em diante, estarão cinco divididos numa casa: três contra dois, e dois contra três.
  • 53. Estarão divididos: pai contra filho, filho contra pai; mãe contra filha, filha contra mãe; sogra contra nora, e nora contra sogra.
  • 54. Disse também às multidões: Quando vedes aparecer uma nuvem no poente, logo dizeis que vem chuva, e assim acontece;
  • 55. e, quando vedes soprar o vento sul, dizeis que haverá calor, e assim acontece.
  • 56. Hipócritas, sabeis interpretar o aspecto da terra e do céu e, entretanto, não sabeis discernir esta época?
  • 57. E por que não julgais também por vós mesmos o que é justo?
  • 58. Quando fores com o teu adversário ao magistrado, esforça-te para te livrares desse adversário no caminho; para que não suceda que ele te arraste ao juiz, o juiz te entregue ao meirinho e o meirinho te recolha à prisão.
  • 59. Digo-te que não sairás dali enquanto não pagares o último centavo.
  • Jó 25

  • 1. Então, respondeu Bildade, o suíta:
  • 2. A Deus pertence o domínio e o poder; ele faz reinar a paz nas alturas celestes.
  • 3. Acaso, têm número os seus exércitos? E sobre quem não se levanta a sua luz?
  • 4. Como, pois, seria justo o homem perante Deus, e como seria puro aquele que nasce de mulher?
  • 5. Eis que até a lua não tem brilho, e as estrelas não são puras aos olhos dele.
  • 6. Quanto menos o homem, que é gusano, e o filho do homem, que é verme!
  • Jó 26

  • 1. Jó, porém, respondeu:
  • 2. Como sabes ajudar ao que não tem força e prestar socorro ao braço que não tem vigor!
  • 3. Como sabes aconselhar ao que não tem sabedoria e revelar plenitude de verdadeiro conhecimento!
  • 4. Com a ajuda de quem proferes tais palavras? E de quem é o espírito que fala em ti?
  • 5. A alma dos mortos treme debaixo das águas com seus habitantes.
  • 6. O além está desnudo perante ele, e não há coberta para o abismo.
  • 7. Ele estende o norte sobre o vazio e faz pairar a terra sobre o nada.
  • 8. Prende as águas em densas nuvens, e as nuvens não se rasgam debaixo delas.
  • 9. Encobre a face do seu trono e sobre ele estende a sua nuvem.
  • 10. Traçou um círculo à superfície das águas, até aos confins da luz e das trevas.
  • 11. As colunas do céu tremem e se espantam da sua ameaça.
  • 12. Com a sua força fende o mar e com o seu entendimento abate o adversário.
  • 13. Pelo seu sopro aclara os céus, a sua mão fere o dragão veloz.
  • 14. Eis que isto são apenas as orlas dos seus caminhos! Que leve sussurro temos ouvido dele! Mas o trovão do seu poder, quem o entenderá?

Almeida Revista e Atualizada

51 | 52 | 53 | 54 | 55 | Dia 56 | 57 | 58 | 59 | 60 | 61 |


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