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Assim diz o SENHOR: O céu é o meu trono, e a terra o escabelo dos meus pés; que casa me edificaríeis vós? E qual seria o lugar do meu descanso? Porque a minha mão fez todas estas coisas, e assim todas elas foram feitas, diz o SENHOR; mas para esse olharei, para o pobre e abatido de espírito, e que treme da minha palavra. [Isaías 66: 1-2]

    Êxodo 10

  • 1. Disse o SENHOR a Moisés: Vai ter com Faraó, porque lhe endureci o coração e o coração de seus oficiais, para que eu faça estes meus sinais no meio deles,
  • 2. e para que contes a teus filhos e aos filhos de teus filhos como zombei dos egípcios e quantos prodígios fiz no meio deles, e para que saibais que eu sou o SENHOR.
  • 3. Apresentaram-se, pois, Moisés e Arão perante Faraó e lhe disseram: Assim diz o SENHOR, o Deus dos hebreus: Até quando recusarás humilhar-te perante mim? Deixa ir o meu povo, para que me sirva.
  • 4. Do contrário, se recusares deixar ir o meu povo, eis que amanhã trarei gafanhotos ao teu território;
  • 5. eles cobrirão de tal maneira a face da terra, que dela nada aparecerá; eles comerão o restante que escapou, o que vos resta da chuva de pedras, e comerão toda árvore que vos cresce no campo;
  • 6. e encherão as tuas casas, e as casas de todos os teus oficiais, e as casas de todos os egípcios, como nunca viram teus pais, nem os teus antepassados desde o dia em que se acharam na terra até ao dia de hoje. Virou-se e saiu da presença de Faraó.
  • 7. Então, os oficiais de Faraó lhe disseram: Até quando nos será por cilada este homem? Deixa ir os homens, para que sirvam ao SENHOR, seu Deus. Acaso, não sabes ainda que o Egito está arruinado?
  • 8. Então, Moisés e Arão foram conduzidos à presença de Faraó; e este lhes disse: Ide, servi ao SENHOR, vosso Deus; porém quais são os que hão de ir?
  • 9. Respondeu-lhe Moisés: Havemos de ir com os nossos jovens, e com os nossos velhos, e com os filhos, e com as filhas, e com os nossos rebanhos, e com os nossos gados; havemos de ir, porque temos de celebrar festa ao SENHOR.
  • 10. Replicou-lhes Faraó: Seja o SENHOR convosco, caso eu vos deixe ir e as crianças. Vede, pois tendes conosco más intenções.
  • 11. Não há de ser assim; ide somente vós, os homens, e servi ao SENHOR; pois isso é o que pedistes. E os expulsaram da presença de Faraó.
  • 12. Então, disse o SENHOR a Moisés: Estende a mão sobre a terra do Egito, para que venham os gafanhotos sobre a terra do Egito e comam toda a erva da terra, tudo o que deixou a chuva de pedras.
  • 13. Estendeu, pois, Moisés o seu bordão sobre a terra do Egito, e o SENHOR trouxe sobre a terra um vento oriental todo aquele dia e toda aquela noite; quando amanheceu, o vento oriental tinha trazido os gafanhotos.
  • 14. E subiram os gafanhotos por toda a terra do Egito e pousaram sobre todo o seu território; eram mui numerosos; antes destes, nunca houve tais gafanhotos, nem depois deles virão outros assim.
  • 15. Porque cobriram a superfície de toda a terra, de modo que a terra se escureceu; devoraram toda a erva da terra e todo fruto das árvores que deixara a chuva de pedras; e não restou nada verde nas árvores, nem na erva do campo, em toda a terra do Egito.
  • 16. Então, se apressou Faraó em chamar a Moisés e a Arão e lhes disse: Pequei contra o SENHOR, vosso Deus, e contra vós outros.
  • 17. Agora, pois, peço-vos que me perdoeis o pecado esta vez ainda e que oreis ao SENHOR, vosso Deus, que tire de mim esta morte.
  • 18. E Moisés, tendo saído da presença de Faraó, orou ao SENHOR.
  • 19. Então, o SENHOR fez soprar fortíssimo vento ocidental, o qual levantou os gafanhotos e os lançou no mar Vermelho; nem ainda um só gafanhoto restou em todo o território do Egito.
  • 20. O SENHOR, porém, endureceu o coração de Faraó, e este não deixou ir os filhos de Israel.
  • 21. Então, disse o SENHOR a Moisés: Estende a mão para o céu, e virão trevas sobre a terra do Egito, trevas que se possam apalpar.
  • 22. Estendeu, pois, Moisés a mão para o céu, e houve trevas espessas sobre toda a terra do Egito por três dias;
  • 23. não viram uns aos outros, e ninguém se levantou do seu lugar por três dias; porém todos os filhos de Israel tinham luz nas suas habitações.
  • 24. Então, Faraó chamou a Moisés e lhe disse: Ide, servi ao SENHOR. Fiquem somente os vossos rebanhos e o vosso gado; as vossas crianças irão também convosco.
  • 25. Respondeu Moisés: Também tu nos tens de dar em nossas mãos sacrifícios e holocaustos, que ofereçamos ao SENHOR, nosso Deus.
  • 26. E também os nossos rebanhos irão conosco, nem uma unha ficará; porque deles havemos de tomar, para servir ao SENHOR, nosso Deus, e não sabemos com que havemos de servir ao SENHOR, até que cheguemos lá.
  • 27. O SENHOR, porém, endureceu o coração de Faraó, e este não quis deixá-los ir.
  • 28. Disse, pois, Faraó a Moisés: Retira-te de mim e guarda-te que não mais vejas o meu rosto; porque, no dia em que vires o meu rosto, morrerás.
  • 29. Respondeu-lhe Moisés: Bem disseste; nunca mais tornarei eu a ver o teu rosto.
  • Jó 29

  • 1. Prosseguiu Jó no seu discurso e disse:
  • 2. Ah! Quem me dera ser como fui nos meses passados, como nos dias em que Deus me guardava!
  • 3. Quando fazia resplandecer a sua lâmpada sobre a minha cabeça, quando eu, guiado por sua luz, caminhava pelas trevas;
  • 4. como fui nos dias do meu vigor, quando a amizade de Deus estava sobre a minha tenda;
  • 5. quando o Todo-Poderoso ainda estava comigo, e os meus filhos, em redor de mim;
  • 6. quando eu lavava os pés em leite, e da rocha me corriam ribeiros de azeite.
  • 7. Quando eu saía para a porta da cidade, e na praça me era dado sentar-me,
  • 8. os moços me viam e se retiravam; os idosos se levantavam e se punham em pé;
  • 9. os príncipes reprimiam as suas palavras e punham a mão sobre a boca;
  • 10. a voz dos nobres emudecia, e a sua língua se apegava ao paladar.
  • 11. Ouvindo-me algum ouvido, esse me chamava feliz; vendo-me algum olho, dava testemunho de mim;
  • 12. porque eu livrava os pobres que clamavam e também o órfão que não tinha quem o socorresse.
  • 13. A bênção do que estava a perecer vinha sobre mim, e eu fazia rejubilar-se o coração da viúva.
  • 14. Eu me cobria de justiça, e esta me servia de veste; como manto e turbante era a minha equidade.
  • 15. Eu me fazia de olhos para o cego e de pés para o coxo.
  • 16. Dos necessitados era pai e até as causas dos desconhecidos eu examinava.
  • 17. Eu quebrava os queixos do iníquo e dos seus dentes lhe fazia eu cair a vítima.
  • 18. Eu dizia: no meu ninho expirarei, multiplicarei os meus dias como a areia.
  • 19. A minha raiz se estenderá até às águas, e o orvalho ficará durante a noite sobre os meus ramos;
  • 20. a minha honra se renovará em mim, e o meu arco se reforçará na minha mão.
  • 21. Os que me ouviam esperavam o meu conselho e guardavam silêncio para ouvi-lo.
  • 22. Havendo eu falado, não replicavam; as minhas palavras caíam sobre eles como orvalho.
  • 23. Esperavam-me como à chuva, abriam a boca como à chuva de primavera.
  • 24. Sorria-me para eles quando não tinham confiança; e a luz do meu rosto não desprezavam.
  • 25. Eu lhes escolhia o caminho, assentava-me como chefe e habitava como rei entre as suas tropas, como quem consola os que pranteiam.

Almeida Revista e Atualizada

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