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Assim diz o SENHOR: O céu é o meu trono, e a terra o escabelo dos meus pés; que casa me edificaríeis vós? E qual seria o lugar do meu descanso? Porque a minha mão fez todas estas coisas, e assim todas elas foram feitas, diz o SENHOR; mas para esse olharei, para o pobre e abatido de espírito, e que treme da minha palavra. [Isaías 66: 1-2]

    Êxodo 8

  • 1. Depois, disse o SENHOR a Moisés: Chega-te a Faraó e dize-lhe: Assim diz o SENHOR: Deixa ir o meu povo, para que me sirva.
  • 2. Se recusares deixá-lo ir, eis que castigarei com rãs todos os teus territórios.
  • 3. O rio produzirá rãs em abundância, que subirão e entrarão em tua casa, e no teu quarto de dormir, e sobre o teu leito, e nas casas dos teus oficiais, e sobre o teu povo, e nos teus fornos, e nas tuas amassadeiras.
  • 4. As rãs virão sobre ti, sobre o teu povo e sobre todos os teus oficiais.
  • 5. Disse mais o SENHOR a Moisés: Dize a Arão: Estende a mão com o teu bordão sobre os rios, sobre os canais e sobre as lagoas e faze subir rãs sobre a terra do Egito.
  • 6. Arão estendeu a mão sobre as águas do Egito, e subiram rãs e cobriram a terra do Egito.
  • 7. Então, os magos fizeram o mesmo com suas ciências ocultas e fizeram aparecer rãs sobre a terra do Egito.
  • 8. Chamou Faraó a Moisés e a Arão e lhes disse: Rogai ao SENHOR que tire as rãs de mim e do meu povo; então, deixarei ir o povo, para que ofereça sacrifícios ao SENHOR.
  • 9. Falou Moisés a Faraó: Digna-te dizer-me quando é que hei de rogar por ti, pelos teus oficiais e pelo teu povo, para que as rãs sejam retiradas de ti e das tuas casas e fiquem somente no rio.
  • 10. Ele respondeu: Amanhã. Moisés disse: Seja conforme a tua palavra, para que saibas que ninguém há como o SENHOR, nosso Deus.
  • 11. Retirar-se-ão as rãs de ti, e das tuas casas, e dos teus oficiais, e do teu povo; ficarão somente no rio.
  • 12. Então, saíram Moisés e Arão da presença de Faraó; e Moisés clamou ao SENHOR por causa das rãs, conforme combinara com Faraó.
  • 13. E o SENHOR fez conforme a palavra de Moisés; morreram as rãs nas casas, nos pátios e nos campos.
  • 14. Ajuntaram-nas em montões e montões, e a terra cheirou mal.
  • 15. Vendo, porém, Faraó que havia alívio, continuou de coração endurecido e não os ouviu, como o SENHOR tinha dito.
  • 16. Disse o SENHOR a Moisés: Dize a Arão: Estende o teu bordão e fere o pó da terra, para que se torne em piolhos por toda a terra do Egito.
  • 17. Fizeram assim; Arão estendeu a mão com seu bordão e feriu o pó da terra, e houve muitos piolhos nos homens e no gado; todo o pó da terra se tornou em piolhos por toda a terra do Egito.
  • 18. E fizeram os magos o mesmo com suas ciências ocultas para produzirem piolhos, porém não o puderam; e havia piolhos nos homens e no gado.
  • 19. Então, disseram os magos a Faraó: Isto é o dedo de Deus. Porém o coração de Faraó se endureceu, e não os ouviu, como o SENHOR tinha dito.
  • 20. Disse o SENHOR a Moisés: Levanta-te pela manhã cedo e apresenta-te a Faraó; eis que ele sairá às águas; e dize-lhe: Assim diz o SENHOR: Deixa ir o meu povo, para que me sirva.
  • 21. Do contrário, se tu não deixares ir o meu povo, eis que eu enviarei enxames de moscas sobre ti, e sobre os teus oficiais, e sobre o teu povo, e nas tuas casas; e as casas dos egípcios se encherão destes enxames, e também a terra em que eles estiverem.
  • 22. Naquele dia, separarei a terra de Gósen, em que habita o meu povo, para que nela não haja enxames de moscas, e saibas que eu sou o SENHOR no meio desta terra.
  • 23. Farei distinção entre o meu povo e o teu povo; amanhã se dará este sinal.
  • 24. Assim fez o SENHOR; e vieram grandes enxames de moscas à casa de Faraó, e às casas dos seus oficiais, e sobre toda a terra do Egito; e a terra ficou arruinada com estes enxames.
  • 25. Chamou Faraó a Moisés e a Arão e disse: Ide, oferecei sacrifícios ao vosso Deus nesta terra.
  • 26. Respondeu Moisés: Não convém que façamos assim porque ofereceríamos ao SENHOR, nosso Deus, sacrifícios abomináveis aos egípcios; eis que, se oferecermos tais sacrifícios perante os seus olhos, não nos apedrejarão eles?
  • 27. Temos de ir caminho de três dias ao deserto e ofereceremos sacrifícios ao SENHOR, nosso Deus, como ele nos disser.
  • 28. Então, disse Faraó: Deixar-vos-ei ir, para que ofereçais sacrifícios ao SENHOR, vosso Deus, no deserto; somente que, saindo, não vades muito longe; orai também por mim.
  • 29. Respondeu-lhe Moisés: Eis que saio da tua presença e orarei ao SENHOR; amanhã, estes enxames de moscas se retirarão de Faraó, dos seus oficiais e do seu povo; somente que Faraó não mais me engane, não deixando ir o povo para que ofereça sacrifícios ao SENHOR.
  • 30. Então, saiu Moisés da presença de Faraó e orou ao SENHOR.
  • 31. E fez o SENHOR conforme a palavra de Moisés, e os enxames de moscas se retiraram de Faraó, dos seus oficiais e do seu povo; não ficou uma só mosca.
  • 32. Mas ainda esta vez endureceu Faraó o coração e não deixou ir o povo.
  • Lucas 13

  • 1. Naquela mesma ocasião, chegando alguns, falavam a Jesus a respeito dos galileus cujo sangue Pilatos misturara com os sacrifícios que os mesmos realizavam.
  • 2. Ele, porém, lhes disse: Pensais que esses galileus eram mais pecadores do que todos os outros galileus, por terem padecido estas coisas?
  • 3. Não eram, eu vo-lo afirmo; se, porém, não vos arrependerdes, todos igualmente perecereis.
  • 4. Ou cuidais que aqueles dezoito sobre os quais desabou a torre de Siloé e os matou eram mais culpados que todos os outros habitantes de Jerusalém?
  • 5. Não eram, eu vo-lo afirmo; mas, se não vos arrependerdes, todos igualmente perecereis.
  • 6. Então, Jesus proferiu a seguinte parábola: Certo homem tinha uma figueira plantada na sua vinha e, vindo procurar fruto nela, não achou.
  • 7. Pelo que disse ao viticultor: Há três anos venho procurar fruto nesta figueira e não acho; podes cortá-la; para que está ela ainda ocupando inutilmente a terra?
  • 8. Ele, porém, respondeu: Senhor, deixa-a ainda este ano, até que eu escave ao redor dela e lhe ponha estrume.
  • 9. Se vier a dar fruto, bem está; se não, mandarás cortá-la.
  • 10. Ora, ensinava Jesus no sábado numa das sinagogas.
  • 11. E veio ali uma mulher possessa de um espírito de enfermidade, havia já dezoito anos; andava ela encurvada, sem de modo algum poder endireitar-se.
  • 12. Vendo-a Jesus, chamou-a e disse-lhe: Mulher, estás livre da tua enfermidade;
  • 13. e, impondo-lhe as mãos, ela imediatamente se endireitou e dava glória a Deus.
  • 14. O chefe da sinagoga, indignado de ver que Jesus curava no sábado, disse à multidão: Seis dias há em que se deve trabalhar; vinde, pois, nesses dias para serdes curados e não no sábado.
  • 15. Disse-lhe, porém, o Senhor: Hipócritas, cada um de vós não desprende da manjedoura, no sábado, o seu boi ou o seu jumento, para levá-lo a beber?
  • 16. Por que motivo não se devia livrar deste cativeiro, em dia de sábado, esta filha de Abraão, a quem Satanás trazia presa há dezoito anos?
  • 17. Tendo ele dito estas palavras, todos os seus adversários se envergonharam. Entretanto, o povo se alegrava por todos os gloriosos feitos que Jesus realizava.
  • 18. E dizia: A que é semelhante o reino de Deus, e a que o compararei?
  • 19. É semelhante a um grão de mostarda que um homem plantou na sua horta; e cresceu e fez-se árvore; e as aves do céu aninharam-se nos seus ramos.
  • 20. Disse mais: A que compararei o reino de Deus?
  • 21. É semelhante ao fermento que uma mulher tomou e escondeu em três medidas de farinha, até ficar tudo levedado.
  • 22. Passava Jesus por cidades e aldeias, ensinando e caminhando para Jerusalém.
  • 23. E alguém lhe perguntou: Senhor, são poucos os que são salvos?
  • 24. Respondeu-lhes: Esforçai-vos por entrar pela porta estreita, pois eu vos digo que muitos procurarão entrar e não poderão.
  • 25. Quando o dono da casa se tiver levantado e fechado a porta, e vós, do lado de fora, começardes a bater, dizendo: Senhor, abre-nos a porta, ele vos responderá: Não sei donde sois.
  • 26. Então, direis: Comíamos e bebíamos na tua presença, e ensinavas em nossas ruas.
  • 27. Mas ele vos dirá: Não sei donde vós sois; apartai-vos de mim, vós todos os que praticais iniquidades.
  • 28. Ali haverá choro e ranger de dentes, quando virdes, no reino de Deus, Abraão, Isaque, Jacó e todos os profetas, mas vós, lançados fora.
  • 29. Muitos virão do Oriente e do Ocidente, do Norte e do Sul e tomarão lugares à mesa no reino de Deus.
  • 30. Contudo, há últimos que virão a ser primeiros, e primeiros que serão últimos.
  • 31. Naquela mesma hora, alguns fariseus vieram para dizer-lhe: Retira-te e vai-te daqui, porque Herodes quer matar-te.
  • 32. Ele, porém, lhes respondeu: Ide dizer a essa raposa que, hoje e amanhã, expulso demônios e curo enfermos e, no terceiro dia, terminarei.
  • 33. Importa, contudo, caminhar hoje, amanhã e depois, porque não se espera que um profeta morra fora de Jerusalém.
  • 34. Jerusalém, Jerusalém, que matas os profetas e apedrejas os que te foram enviados! Quantas vezes quis eu reunir teus filhos como a galinha ajunta os do seu próprio ninho debaixo das asas, e vós não o quisestes!
  • 35. Eis que a vossa casa vos ficará deserta. E em verdade vos digo que não mais me vereis até que venhais a dizer: Bendito o que vem em nome do Senhor!
  • Jó 27

  • 1. Prosseguindo Jó em seu discurso, disse:
  • 2. Tão certo como vive Deus, que me tirou o direito, e o Todo-Poderoso, que amargurou a minha alma,
  • 3. enquanto em mim estiver a minha vida, e o sopro de Deus nos meus narizes,
  • 4. nunca os meus lábios falarão injustiça, nem a minha língua pronunciará engano.
  • 5. Longe de mim que eu vos dê razão! Até que eu expire, nunca afastarei de mim a minha integridade.
  • 6. À minha justiça me apegarei e não a largarei; não me reprova a minha consciência por qualquer dia da minha vida.
  • 7. Seja como o perverso o meu inimigo, e o que se levantar contra mim, como o injusto.
  • 8. Porque qual será a esperança do ímpio, quando lhe for cortada a vida, quando Deus lhe arrancar a alma?
  • 9. Acaso, ouvirá Deus o seu clamor, em lhe sobrevindo a tribulação?
  • 10. Deleitar-se-á o perverso no Todo-Poderoso e invocará a Deus em todo o tempo?
  • 11. Ensinar-vos-ei o que encerra a mão de Deus e não vos ocultarei o que está com o Todo-Poderoso.
  • 12. Eis que todos vós já vistes isso; por que, pois, alimentais vãs noções?
  • 13. Eis qual será da parte de Deus a porção do perverso e a herança que os opressores receberão do Todo-Poderoso:
  • 14. Se os seus filhos se multiplicarem, será para a espada, e a sua prole não se fartará de pão.
  • 15. Os que ficarem dela, a peste os enterrará, e as suas viúvas não chorarão.
  • 16. Se o perverso amontoar prata como pó e acumular vestes como barro,
  • 17. ele os acumulará, mas o justo é que os vestirá, e o inocente repartirá a prata.
  • 18. Ele edifica a sua casa como a da traça e como a choça que o vigia constrói.
  • 19. Rico se deita com a sua riqueza, abre os seus olhos e já não a vê.
  • 20. Pavores se apoderam dele como inundação, de noite a tempestade o arrebata.
  • 21. O vento oriental o leva, e ele se vai; varre-o com ímpeto do seu lugar.
  • 22. Deus lança isto sobre ele e não o poupa, a ele que procura fugir precipitadamente da sua mão;
  • 23. à sua queda lhe batem palmas, à saída o apupam com assobios.

Almeida Revista e Atualizada

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