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Assim diz o SENHOR: O céu é o meu trono, e a terra o escabelo dos meus pés; que casa me edificaríeis vós? E qual seria o lugar do meu descanso? Porque a minha mão fez todas estas coisas, e assim todas elas foram feitas, diz o SENHOR; mas para esse olharei, para o pobre e abatido de espírito, e que treme da minha palavra. [Isaías 66: 1-2]

    Êxodo 9

  • 1. Disse o SENHOR a Moisés: Apresenta-te a Faraó e dize-lhe: Assim diz o SENHOR, o Deus dos hebreus: Deixa ir o meu povo, para que me sirva.
  • 2. Porque, se recusares deixá-los ir e ainda por força os detiveres,
  • 3. eis que a mão do SENHOR será sobre o teu rebanho, que está no campo, sobre os cavalos, sobre os jumentos, sobre os camelos, sobre o gado e sobre as ovelhas, com pestilência gravíssima.
  • 4. E o SENHOR fará distinção entre os rebanhos de Israel e o rebanho do Egito, para que nada morra de tudo o que pertence aos filhos de Israel.
  • 5. O SENHOR designou certo tempo, dizendo: Amanhã, fará o SENHOR isto na terra.
  • 6. E o SENHOR o fez no dia seguinte, e todo o rebanho dos egípcios morreu; porém, do rebanho dos israelitas, não morreu nem um.
  • 7. Faraó mandou ver, e eis que do rebanho de Israel não morrera nem um sequer; porém o coração de Faraó se endureceu, e não deixou ir o povo.
  • 8. Então, disse o SENHOR a Moisés e a Arão: Apanhai mãos cheias de cinza de forno, e Moisés atire-a para o céu diante de Faraó.
  • 9. Ela se tornará em pó miúdo sobre toda a terra do Egito e se tornará em tumores que se arrebentem em úlceras nos homens e nos animais, por toda a terra do Egito.
  • 10. Eles tomaram cinza de forno e se apresentaram a Faraó; Moisés atirou-a para o céu, e ela se tornou em tumores que se arrebentavam em úlceras nos homens e nos animais,
  • 11. de maneira que os magos não podiam permanecer diante de Moisés, por causa dos tumores; porque havia tumores nos magos e em todos os egípcios.
  • 12. Porém o SENHOR endureceu o coração de Faraó, e este não os ouviu, como o SENHOR tinha dito a Moisés.
  • 13. Disse o SENHOR a Moisés: Levanta-te pela manhã cedo, apresenta-te a Faraó e dize-lhe: Assim diz o SENHOR, o Deus dos hebreus: Deixa ir o meu povo, para que me sirva.
  • 14. Pois esta vez enviarei todas as minhas pragas sobre o teu coração, e sobre os teus oficiais, e sobre o teu povo, para que saibas que não há quem me seja semelhante em toda a terra.
  • 15. Pois já eu poderia ter estendido a mão para te ferir a ti e o teu povo com pestilência, e terias sido cortado da terra;
  • 16. mas, deveras, para isso te hei mantido, a fim de mostrar-te o meu poder, e para que seja o meu nome anunciado em toda a terra.
  • 17. Ainda te levantas contra o meu povo, para não deixá-lo ir?
  • 18. Eis que amanhã, por este tempo, farei cair mui grave chuva de pedras, como nunca houve no Egito, desde o dia em que foi fundado até hoje.
  • 19. Agora, pois, manda recolher o teu gado e tudo o que tens no campo; todo homem e animal que se acharem no campo e não se recolherem a casa, em caindo sobre eles a chuva de pedras, morrerão.
  • 20. Quem dos oficiais de Faraó temia a palavra do SENHOR fez fugir os seus servos e o seu gado para as casas;
  • 21. aquele, porém, que não se importava com a palavra do SENHOR deixou ficar no campo os seus servos e o seu gado.
  • 22. Então, disse o SENHOR a Moisés: Estende a mão para o céu, e cairá chuva de pedras em toda a terra do Egito, sobre homens, sobre animais e sobre toda planta do campo na terra do Egito.
  • 23. E Moisés estendeu o seu bordão para o céu; o SENHOR deu trovões e chuva de pedras, e fogo desceu sobre a terra; e fez o SENHOR cair chuva de pedras sobre a terra do Egito.
  • 24. De maneira que havia chuva de pedras e fogo misturado com a chuva de pedras tão grave, qual nunca houve em toda a terra do Egito, desde que veio a ser uma nação.
  • 25. Por toda a terra do Egito a chuva de pedras feriu tudo quanto havia no campo, tanto homens como animais; feriu também a chuva de pedras toda planta do campo e quebrou todas as árvores do campo.
  • 26. Somente na terra de Gósen, onde estavam os filhos de Israel, não havia chuva de pedras.
  • 27. Então, Faraó mandou chamar a Moisés e a Arão e lhes disse: Esta vez pequei; o SENHOR é justo, porém eu e o meu povo somos ímpios.
  • 28. Orai ao SENHOR; pois já bastam estes grandes trovões e a chuva de pedras. Eu vos deixarei ir, e não ficareis mais aqui.
  • 29. Respondeu-lhe Moisés: Em saindo eu da cidade, estenderei as mãos ao SENHOR; os trovões cessarão, e já não haverá chuva de pedras; para que saibas que a terra é do SENHOR.
  • 30. Quanto a ti, porém, e aos teus oficiais, eu sei que ainda não temeis ao SENHOR Deus.
  • 31. (O linho e a cevada foram feridos, pois a cevada já estava na espiga, e o linho, em flor.
  • 32. Porém o trigo e o centeio não sofreram dano, porque ainda não haviam nascido.)
  • 33. Saiu, pois, Moisés da presença de Faraó e da cidade e estendeu as mãos ao SENHOR; cessaram os trovões e a chuva de pedras, e não caiu mais chuva sobre a terra.
  • 34. Tendo visto Faraó que cessaram as chuvas, as pedras e os trovões, tornou a pecar e endureceu o coração, ele e os seus oficiais.
  • 35. E assim Faraó, de coração endurecido, não deixou ir os filhos de Israel, como o SENHOR tinha dito a Moisés.
  • Lucas 14

  • 1. Aconteceu que, ao entrar ele num sábado na casa de um dos principais fariseus para comer pão, eis que o estavam observando.
  • 2. Ora, diante dele se achava um homem hidrópico.
  • 3. Então, Jesus, dirigindo-se aos intérpretes da Lei e aos fariseus, perguntou-lhes: É ou não é lícito curar no sábado?
  • 4. Eles, porém, nada disseram. E, tomando-o, o curou e o despediu.
  • 5. A seguir, lhes perguntou: Qual de vós, se o filho ou o boi cair num poço, não o tirará logo, mesmo em dia de sábado?
  • 6. A isto nada puderam responder.
  • 7. Reparando como os convidados escolhiam os primeiros lugares, propôs-lhes uma parábola:
  • 8. Quando por alguém fores convidado para um casamento, não procures o primeiro lugar; para não suceder que, havendo um convidado mais digno do que tu,
  • 9. vindo aquele que te convidou e também a ele, te diga: Dá o lugar a este. Então, irás, envergonhado, ocupar o último lugar.
  • 10. Pelo contrário, quando fores convidado, vai tomar o último lugar; para que, quando vier o que te convidou, te diga: Amigo, senta-te mais para cima. Ser-te-á isto uma honra diante de todos os mais convivas.
  • 11. Pois todo o que se exalta será humilhado; e o que se humilha será exaltado.
  • 12. Disse também ao que o havia convidado: Quando deres um jantar ou uma ceia, não convides os teus amigos, nem teus irmãos, nem teus parentes, nem vizinhos ricos; para não suceder que eles, por sua vez, te convidem e sejas recompensado.
  • 13. Antes, ao dares um banquete, convida os pobres, os aleijados, os coxos e os cegos;
  • 14. e serás bem-aventurado, pelo fato de não terem eles com que recompensar-te; a tua recompensa, porém, tu a receberás na ressurreição dos justos.
  • 15. Ora, ouvindo tais palavras, um dos que estavam com ele à mesa, disse-lhe: Bem-aventurado aquele que comer pão no reino de Deus.
  • 16. Ele, porém, respondeu: Certo homem deu uma grande ceia e convidou muitos.
  • 17. À hora da ceia, enviou o seu servo para avisar aos convidados: Vinde, porque tudo já está preparado.
  • 18. Não obstante, todos, à uma, começaram a escusar-se. Disse o primeiro: Comprei um campo e preciso ir vê-lo; rogo-te que me tenhas por escusado.
  • 19. Outro disse: Comprei cinco juntas de bois e vou experimentá-las; rogo-te que me tenhas por escusado.
  • 20. E outro disse: Casei-me e, por isso, não posso ir.
  • 21. Voltando o servo, tudo contou ao seu senhor. Então, irado, o dono da casa disse ao seu servo: Sai depressa para as ruas e becos da cidade e traze para aqui os pobres, os aleijados, os cegos e os coxos.
  • 22. Depois, lhe disse o servo: Senhor, feito está como mandaste, e ainda há lugar.
  • 23. Respondeu-lhe o senhor: Sai pelos caminhos e atalhos e obriga a todos a entrar, para que fique cheia a minha casa.
  • 24. Porque vos declaro que nenhum daqueles homens que foram convidados provará a minha ceia.
  • 25. Grandes multidões o acompanhavam, e ele, voltando-se, lhes disse:
  • 26. Se alguém vem a mim e não aborrece a seu pai, e mãe, e mulher, e filhos, e irmãos, e irmãs e ainda a sua própria vida, não pode ser meu discípulo.
  • 27. E qualquer que não tomar a sua cruz e vier após mim não pode ser meu discípulo.
  • 28. Pois qual de vós, pretendendo construir uma torre, não se assenta primeiro para calcular a despesa e verificar se tem os meios para a concluir?
  • 29. Para não suceder que, tendo lançado os alicerces e não a podendo acabar, todos os que a virem zombem dele,
  • 30. dizendo: Este homem começou a construir e não pôde acabar.
  • 31. Ou qual é o rei que, indo para combater outro rei, não se assenta primeiro para calcular se com dez mil homens poderá enfrentar o que vem contra ele com vinte mil?
  • 32. Caso contrário, estando o outro ainda longe, envia-lhe uma embaixada, pedindo condições de paz.
  • 33. Assim, pois, todo aquele que dentre vós não renuncia a tudo quanto tem não pode ser meu discípulo.
  • 34. O sal é certamente bom; caso, porém, se torne insípido, como restaurar-lhe o sabor?
  • 35. Nem presta para a terra, nem mesmo para o monturo; lançam-no fora. Quem tem ouvidos para ouvir, ouça.
  • Jó 28

  • 1. Na verdade, a prata tem suas minas, e o ouro, que se refina, o seu lugar.
  • 2. O ferro tira-se da terra, e da pedra se funde o cobre.
  • 3. Os homens põem termo à escuridão e até aos últimos confins procuram as pedras ocultas nas trevas e na densa escuridade.
  • 4. Abrem entrada para minas longe da habitação dos homens, esquecidos dos transeuntes; e, assim, longe deles, dependurados, oscilam de um lado para outro.
  • 5. Da terra procede o pão, mas embaixo é revolvida como por fogo.
  • 6. Nas suas pedras se encontra safira, e há pó que contém ouro.
  • 7. Essa vereda, a ave de rapina a ignora, e jamais a viram os olhos do falcão.
  • 8. Nunca a pisaram feras majestosas, nem o leãozinho passou por ela.
  • 9. Estende o homem a mão contra o rochedo e revolve os montes desde as suas raízes.
  • 10. Abre canais nas pedras, e os seus olhos veem tudo o que há de mais precioso.
  • 11. Tapa os veios de água, e nem uma gota sai deles, e traz à luz o que estava escondido.
  • 12. Mas onde se achará a sabedoria? E onde está o lugar do entendimento?
  • 13. O homem não conhece o valor dela, nem se acha ela na terra dos viventes.
  • 14. O abismo diz: Ela não está em mim; e o mar diz: Não está comigo.
  • 15. Não se dá por ela ouro fino, nem se pesa prata em câmbio dela.
  • 16. O seu valor não se pode avaliar pelo ouro de Ofir, nem pelo precioso ônix, nem pela safira.
  • 17. O ouro não se iguala a ela, nem o cristal; ela não se trocará por joia de ouro fino;
  • 18. ela faz esquecer o coral e o cristal; a aquisição da sabedoria é melhor que a das pérolas.
  • 19. Não se lhe igualará o topázio da Etiópia, nem se pode avaliar por ouro puro.
  • 20. Donde, pois, vem a sabedoria, e onde está o lugar do entendimento?
  • 21. Está encoberta aos olhos de todo vivente e oculta às aves do céu.
  • 22. O abismo e a morte dizem: Ouvimos com os nossos ouvidos a sua fama.
  • 23. Deus lhe entende o caminho, e ele é quem sabe o seu lugar.
  • 24. Porque ele perscruta até as extremidades da terra, vê tudo o que há debaixo dos céus.
  • 25. Quando regulou o peso do vento e fixou a medida das águas;
  • 26. quando determinou leis para a chuva e caminho para o relâmpago dos trovões,
  • 27. então, viu ele a sabedoria e a manifestou; estabeleceu-a e também a esquadrinhou.
  • 28. E disse ao homem: Eis que o temor do Senhor é a sabedoria, e o apartar-se do mal é o entendimento.

Almeida Revista e Atualizada

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