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Assim diz o SENHOR: O céu é o meu trono, e a terra o escabelo dos meus pés; que casa me edificaríeis vós? E qual seria o lugar do meu descanso? Porque a minha mão fez todas estas coisas, e assim todas elas foram feitas, diz o SENHOR; mas para esse olharei, para o pobre e abatido de espírito, e que treme da minha palavra. [Isaías 66: 1-2]

    Gênesis 40

  • 1. E aconteceu, depois destas coisas, que o copeiro do rei do Egito, e o seu padeiro, ofenderam o seu senhor, o rei do Egito.
  • 2. E indignou-se Faraó muito contra os seus dois oficiais, contra o copeiro-mor e contra o padeiro-mor.
  • 3. E entregou-os à prisão, na casa do capitão da guarda, na casa do cárcere, no lugar onde José estava preso.
  • 4. E o capitão da guarda pô-los a cargo de José, para que os servisse; e estiveram muitos dias na prisão.
  • 5. E ambos tiveram um sonho, cada um seu sonho, na mesma noite, cada um conforme a interpretação do seu sonho, o copeiro e o padeiro do rei do Egito, que estavam presos na casa do cárcere.
  • 6. E veio José a eles pela manhã, e olhou para eles, e viu que estavam perturbados.
  • 7. Então perguntou aos oficiais de Faraó, que com ele estavam no cárcere da casa de seu senhor, dizendo: Por que estão hoje tristes os vossos semblantes?
  • 8. E eles lhe disseram: Tivemos um sonho, e ninguém há que o interprete. E José disse-lhes: Não são de Deus as interpretações? Contai-mo, peço-vos.
  • 9. Então contou o copeiro-mor o seu sonho a José, e disse-lhe: Eis que em meu sonho havia uma vide diante da minha face.
  • 10. E na vide três ramos, e brotando ela, a sua flor saía, e os seus cachos amadureciam em uvas;
  • 11. E o copo de Faraó estava na minha mão, e eu tomava as uvas, e as espremia no copo de Faraó, e dava o copo na mão de Faraó.
  • 12. Então disse-lhe José: Esta é a sua interpretação: Os três ramos são três dias;
  • 13. Dentro ainda de três dias Faraó levantará a tua cabeça, e te restaurará ao teu estado, e darás o copo de Faraó na sua mão, conforme o costume antigo, quando eras seu copeiro.
  • 14. Porém lembra-te de mim, quando te for bem; e rogo-te que uses comigo de compaixão, e que faças menção de mim a Faraó, e faze-me sair desta casa;
  • 15. Porque, de fato, fui roubado da terra dos hebreus; e tampouco aqui nada tenho feito para que me pusessem nesta cova.
  • 16. Vendo então o padeiro-mor que tinha interpretado bem, disse a José: Eu também sonhei, e eis que três cestos brancos estavam sobre a minha cabeça;
  • 17. E no cesto mais alto havia de todos os manjares de Faraó, obra de padeiro; e as aves o comiam do cesto, de sobre a minha cabeça.
  • 18. Então respondeu José, e disse: Esta é a sua interpretação: Os três cestos são três dias;
  • 19. Dentro ainda de três dias Faraó tirará a tua cabeça e te pendurará num pau, e as aves comerão a tua carne de sobre ti.
  • 20. E aconteceu ao terceiro dia, o dia do nascimento de Faraó, que fez um banquete a todos os seus servos; e levantou a cabeça do copeiro-mor, e a cabeça do padeiro-mor, no meio dos seus servos.
  • 21. E fez tornar o copeiro-mor ao seu ofício de copeiro, e este deu o copo na mão de Faraó,
  • 22. Mas ao padeiro-mor enforcou, como José havia interpretado.
  • 23. O copeiro-mor, porém, não se lembrou de José, antes se esqueceu dele.
  • Marcos 11

  • 1. E, logo que se aproximaram de Jerusalém, de Betfagé e de Betânia, junto do Monte das Oliveiras, enviou dois dos seus discípulos,
  • 2. E disse-lhes: Ide à aldeia que está defronte de vós; e, logo que ali entrardes, encontrareis preso um jumentinho, sobre o qual ainda não montou homem algum; soltai-o, e trazei-mo.
  • 3. E, se alguém vos disser: Por que fazeis isso? Dizei-lhe que o Senhor precisa dele, e logo o deixará trazer para aqui.
  • 4. E foram, e encontraram o jumentinho preso fora da porta, entre dois caminhos, e o soltaram.
  • 5. E alguns dos que ali estavam lhes disseram: Que fazeis, soltando o jumentinho?
  • 6. Eles, porém, disseram-lhes como Jesus lhes tinha mandado; e deixaram-nos ir.
  • 7. E levaram o jumentinho a Jesus, e lançaram sobre ele as suas vestes, e assentou-se sobre ele.
  • 8. E muitos estendiam as suas vestes pelo caminho, e outros cortavam ramos das árvores, e os espalhavam pelo caminho.
  • 9. E aqueles que iam adiante, e os que seguiam, clamavam, dizendo: Hosana, bendito o que vem em nome do Senhor;
  • 10. Bendito o reino do nosso pai Davi, que vem em nome do Senhor. Hosana nas alturas.
  • 11. E Jesus entrou em Jerusalém, no templo e, tendo visto tudo em redor, como fosse já tarde, saiu para Betânia com os doze.
  • 12. E, no dia seguinte, quando saíram de Betânia, teve fome.
  • 13. E, vendo de longe uma figueira que tinha folhas, foi ver se nela acharia alguma coisa; e, chegando a ela, não achou senão folhas, porque não era tempo de figos.
  • 14. E Jesus, falando, disse-lhe: Nunca mais coma alguém fruto de ti, para sempre. E os seus discípulos ouviram isto.
  • 15. E vieram a Jerusalém; e Jesus, entrando no templo, começou a expulsar os que vendiam e compravam no templo; e derrubou as mesas dos cambistas e as cadeiras dos que vendiam pombas.
  • 16. E não consentia que alguém levasse algum vaso pelo templo.
  • 17. E os ensinava, dizendo: Não está escrito: A minha casa será chamada, por todas as nações, casa de oração? Mas vós a tendes feito covil de ladrões.
  • 18. E os escribas e principais sacerdotes, tendo ouvido isto, buscavam ocasião para o matar; pois eles o temiam, porque toda a multidão estava admirada acerca da sua doutrina.
  • 19. E, sendo já tarde, saiu para fora da cidade.
  • 20. E eles, passando pela manhã, viram que a figueira se tinha secado desde as raízes.
  • 21. E Pedro, lembrando-se, disse-lhe: Mestre, eis que a figueira, que tu amaldiçoaste, se secou.
  • 22. E Jesus, respondendo, disse-lhes: Tende fé em Deus;
  • 23. Porque em verdade vos digo que qualquer que disser a este monte: Ergue-te e lança-te no mar, e não duvidar em seu coração, mas crer que se fará aquilo que diz, tudo o que disser lhe será feito.
  • 24. Por isso vos digo que todas as coisas que pedirdes, orando, crede receber, e tê-las-eis.
  • 25. E, quando estiverdes orando, perdoai, se tendes alguma coisa contra alguém, para que vosso Pai, que está nos céus, vos perdoe as vossas ofensas.
  • 26. Mas, se vós não perdoardes, também vosso Pai, que está nos céus, vos não perdoará as vossas ofensas.
  • 27. E tornaram a Jerusalém, e, andando ele pelo templo, os principais sacerdotes, e os escribas, e os anciãos, se aproximaram dele.
  • 28. E lhe disseram: Com que autoridade fazes tu estas coisas? Ou quem te deu tal autoridade para fazer estas coisas?
  • 29. Mas Jesus, respondendo, disse-lhes: Também eu vos perguntarei uma coisa, e respondei-me; e então vos direi com que autoridade faço estas coisas:
  • 30. O batismo de João era do céu ou dos homens? Respondei-me.
  • 31. E eles arrazoavam entre si, dizendo: Se dissermos: Do céu, ele nos dirá: Então por que o não crestes?
  • 32. Se, porém, dissermos: Dos homens, tememos o povo. Porque todos sustentavam que João verdadeiramente era profeta.
  • 33. E, respondendo, disseram a Jesus: Não sabemos. E Jesus lhes replicou: Também eu vos não direi com que autoridade faço estas coisas.
  • Jó 7

  • 1. Porventura não tem o homem guerra sobre a terra? E não são os seus dias como os dias do jornaleiro?
  • 2. Como o servo que suspira pela sombra, e como o jornaleiro que espera pela sua paga,
  • 3. Assim me deram por herança meses de vaidade; e noites de trabalho me prepararam.
  • 4. Deitando-me a dormir, então digo: Quando me levantarei? Mas comprida é a noite, e farto-me de me revolver na cama até à alva.
  • 5. A minha carne se tem vestido de vermes e de torrões de pó; a minha pele está gretada, e se fez abominável.
  • 6. Os meus dias são mais velozes do que a lançadeira do tecelão, e acabam-se, sem esperança.
  • 7. Lembra-te de que a minha vida é como o vento; os meus olhos não tornarão a ver o bem.
  • 8. Os olhos dos que agora me veem não me verão mais; os teus olhos estarão sobre mim, porém não serei mais.
  • 9. Assim como a nuvem se desfaz e passa, assim aquele que desce à sepultura nunca tornará a subir.
  • 10. Nunca mais tornará à sua casa, nem o seu lugar jamais o conhecerá.
  • 11. Por isso não reprimirei a minha boca; falarei na angústia do meu espírito; queixar-me-ei na amargura da minha alma.
  • 12. Sou eu porventura o mar, ou a baleia, para que me ponhas uma guarda?
  • 13. Dizendo eu: Consolar-me-á a minha cama; meu leito aliviará a minha ânsia;
  • 14. Então me espantas com sonhos, e com visões me assombras;
  • 15. Assim a minha alma escolheria antes a estrangulação; e antes a morte do que a vida.
  • 16. A minha vida abomino, pois não viveria para sempre; retira-te de mim; pois vaidade são os meus dias.
  • 17. Que é o homem, para que tanto o engrandeças, e ponhas nele o teu coração,
  • 18. E cada manhã o visites, e cada momento o proves?
  • 19. Até quando não apartarás de mim, nem me largarás, até que engula a minha saliva?
  • 20. Se pequei, que te farei, ó Guarda dos homens? Por que fizeste de mim um alvo para ti, para que a mim mesmo me seja pesado?
  • 21. E por que não perdoas a minha transgressão, e não tiras a minha iniquidade? Porque agora me deitarei no pó, e de madrugada me buscarás, e não existirei mais.

Almeida Corrigida Fiel

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