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Assim diz o SENHOR: O céu é o meu trono, e a terra o escabelo dos meus pés; que casa me edificaríeis vós? E qual seria o lugar do meu descanso? Porque a minha mão fez todas estas coisas, e assim todas elas foram feitas, diz o SENHOR; mas para esse olharei, para o pobre e abatido de espírito, e que treme da minha palavra. [Isaías 66: 1-2]

    Gênesis 44

  • 1. E deu ordem ao que estava sobre a sua casa, dizendo: Enche de mantimento os sacos destes homens, quanto puderem levar, e põe o dinheiro de cada um na boca do seu saco.
  • 2. E o meu copo, o copo de prata, porás na boca do saco do mais novo, com o dinheiro do seu trigo. E fez conforme a palavra que José tinha dito.
  • 3. Vinda a luz da manhã, despediram-se estes homens, eles com os seus jumentos.
  • 4. Saindo eles da cidade, e não se havendo ainda distanciado, disse José ao que estava sobre a sua casa: Levanta-te, e persegue aqueles homens; e, alcançando-os, lhes dirás: Por que pagastes mal por bem?
  • 5. Não é este o copo em que bebe meu senhor e pelo qual bem adivinha? Procedestes mal no que fizestes.
  • 6. E alcançou-os, e falou-lhes as mesmas palavras.
  • 7. E eles disseram-lhe: Por que diz meu senhor tais palavras? Longe estejam teus servos de fazerem semelhante coisa.
  • 8. Eis que o dinheiro, que temos achado nas bocas dos nossos sacos, te tornamos a trazer desde a terra de Canaã; como, pois, furtaríamos da casa do teu senhor prata ou ouro?
  • 9. Aquele, com quem de teus servos for achado, morra; e ainda nós seremos escravos do meu senhor.
  • 10. E ele disse: Ora seja também assim conforme as vossas palavras; aquele com quem se achar será meu escravo, porém vós sereis desculpados.
  • 11. E eles apressaram-se e cada um pôs em terra o seu saco, e cada um abriu o seu saco.
  • 12. E buscou, começando do maior, e acabando no mais novo; e achou-se o copo no saco de Benjamim.
  • 13. Então rasgaram as suas vestes, e carregou cada um o seu jumento, e tornaram à cidade.
  • 14. E veio Judá com os seus irmãos à casa de José, porque ele ainda estava ali; e prostraram-se diante dele em terra.
  • 15. E disse-lhes José: Que é isto que fizestes? Não sabeis vós que um homem como eu pode, muito bem, adivinhar?
  • 16. Então disse Judá: Que diremos a meu senhor? Que falaremos? E como nos justificaremos? Achou Deus a iniquidade de teus servos; eis que somos escravos de meu senhor, tanto nós como aquele em cuja mão foi achado o copo.
  • 17. Mas ele disse: Longe de mim que eu tal faça; o homem em cuja mão o copo foi achado, esse será meu servo; porém vós, subi em paz para vosso pai.
  • 18. Então Judá se chegou a ele, e disse: Ai! senhor meu, deixa, peço-te, o teu servo dizer uma palavra aos ouvidos de meu senhor, e não se acenda a tua ira contra o teu servo; porque tu és como Faraó.
  • 19. Meu senhor perguntou a seus servos, dizendo: Tendes vós pai, ou irmão?
  • 20. E dissemos a meu senhor: Temos um velho pai, e um filho da sua velhice, o mais novo, cujo irmão é morto; e só ele ficou de sua mãe, e seu pai o ama.
  • 21. Então tu disseste a teus servos: Trazei-mo a mim, e porei os meus olhos sobre ele.
  • 22. E nós dissemos a meu senhor: Aquele moço não poderá deixar a seu pai; se deixar a seu pai, este morrerá.
  • 23. Então tu disseste a teus servos: Se vosso irmão mais novo não descer convosco, nunca mais vereis a minha face.
  • 24. E aconteceu que, subindo nós a teu servo meu pai, e contando-lhe as palavras de meu senhor,
  • 25. Disse nosso pai: Voltai, comprai-nos um pouco de mantimento.
  • 26. E nós dissemos: Não poderemos descer; mas, se nosso irmão menor for conosco, desceremos; pois não poderemos ver a face do homem se este nosso irmão menor não estiver conosco.
  • 27. Então disse-nos teu servo, meu pai: Vós sabeis que minha mulher me deu dois filhos;
  • 28. E um ausentou-se de mim, e eu disse: Certamente foi despedaçado, e não o tenho visto até agora;
  • 29. Se agora também tirardes a este da minha face, e lhe acontecer algum desastre, fareis descer os meus cabelos brancos com aflição à sepultura.
  • 30. Agora, pois, indo eu a teu servo, meu pai, e o moço não indo conosco, como a sua alma está ligada com a alma dele,
  • 31. Acontecerá que, vendo ele que o moço ali não está, morrerá; e teus servos farão descer os cabelos brancos de teu servo, nosso pai, com tristeza à sepultura.
  • 32. Porque teu servo se deu por fiador por este moço para com meu pai, dizendo: Se eu o não tornar para ti, serei culpado para com meu pai por todos os dias.
  • 33. Agora, pois, fique teu servo em lugar deste moço por escravo de meu senhor, e que suba o moço com os seus irmãos.
  • 34. Porque, como subirei eu a meu pai, se o moço não for comigo? para que não veja eu o mal que sobrevirá a meu pai.
  • Marcos 15

  • 1. E, logo ao amanhecer, os principais sacerdotes, com os anciãos, e os escribas, e todo o Sinédrio, tiveram conselho; e, amarrando Jesus, o levaram e entregaram a Pilatos.
  • 2. E Pilatos lhe perguntou: Tu és o Rei dos Judeus? E ele, respondendo, disse-lhe: Tu o dizes.
  • 3. E os principais sacerdotes o acusavam de muitas coisas; porém ele nada respondia.
  • 4. E Pilatos o interrogou outra vez, dizendo: Nada respondes? Vê quantas coisas testificam contra ti.
  • 5. Mas Jesus nada mais respondeu, de maneira que Pilatos se maravilhava.
  • 6. Ora, no dia da festa costumava soltar-lhes um preso qualquer que eles pedissem.
  • 7. E havia um chamado Barrabás, que, preso com outros amotinadores, tinha num motim cometido uma morte.
  • 8. E a multidão, dando gritos, começou a pedir que fizesse como sempre lhes tinha feito.
  • 9. E Pilatos lhes respondeu, dizendo: Quereis que vos solte o Rei dos Judeus?
  • 10. Porque ele bem sabia que por inveja os principais sacerdotes o tinham entregado.
  • 11. Mas os principais sacerdotes incitaram a multidão para que fosse solto antes Barrabás.
  • 12. E Pilatos, respondendo, lhes disse outra vez: Que quereis, pois, que faça daquele a quem chamais Rei dos Judeus?
  • 13. E eles tornaram a clamar: Crucifica-o.
  • 14. Mas Pilatos lhes disse: Mas que mal fez? E eles cada vez clamavam mais: Crucifica-o.
  • 15. Então Pilatos, querendo satisfazer a multidão, soltou-lhe Barrabás e, açoitado Jesus, o entregou para ser crucificado.
  • 16. E os soldados o levaram dentro à sala, que é a da audiência, e convocaram toda a coorte.
  • 17. E vestiram-no de púrpura, e tecendo uma coroa de espinhos, lha puseram na cabeça.
  • 18. E começaram a saudá-lo, dizendo: Salve, Rei dos Judeus!
  • 19. E feriram-no na cabeça com uma cana, e cuspiram nele e, postos de joelhos, o adoraram.
  • 20. E, havendo-o escarnecido, despiram-lhe a púrpura, e o vestiram com as suas próprias vestes; e o levaram para fora a fim de o crucificarem.
  • 21. E constrangeram um certo Simão, cireneu, pai de Alexandre e de Rufo, que por ali passava, vindo do campo, que levasse a sua cruz.
  • 22. E levaram-no ao lugar do Gólgota, que se traduz por lugar da Caveira.
  • 23. E deram-lhe a beber vinho com mirra, mas ele não o tomou.
  • 24. E, havendo-o crucificado, repartiram as suas vestes, lançando sobre elas sortes, para saber o que cada um levaria.
  • 25. E era a hora terceira, e o crucificaram.
  • 26. E por cima dele estava escrita a sua acusação: O REI DOS JUDEUS.
  • 27. E crucificaram com ele dois salteadores, um à sua direita, e outro à esquerda.
  • 28. E cumpriu-se a escritura que diz: E com os malfeitores foi contado.
  • 29. E os que passavam blasfemavam dele, meneando as suas cabeças, e dizendo: Ah! Tu que derrubas o templo, e em três dias o edificas,
  • 30. Salva-te a ti mesmo, e desce da cruz.
  • 31. E da mesma maneira também os principais sacerdotes, com os escribas, diziam uns para os outros, zombando: Salvou os outros, e não pode salvar-se a si mesmo.
  • 32. O Cristo, o Rei de Israel, desça agora da cruz, para que o vejamos e acreditemos. Também os que com ele foram crucificados o injuriavam.
  • 33. E, chegada a hora sexta, houve trevas sobre toda a terra até a hora nona.
  • 34. E, à hora nona, Jesus exclamou com grande voz, dizendo: Eloí, Eloí, lamá sabactâni? Que, traduzido, é: Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?
  • 35. E alguns dos que ali estavam, ouvindo isto, diziam: Eis que chama por Elias.
  • 36. E um deles correu a embeber uma esponja em vinagre e, pondo-a numa cana, deu-lho a beber, dizendo: Deixai, vejamos se virá Elias tirá-lo.
  • 37. E Jesus, dando um grande brado, expirou.
  • 38. E o véu do templo se rasgou em dois, de alto a baixo.
  • 39. E o centurião, que estava defronte dele, vendo que assim clamando expirara, disse: Verdadeiramente este homem era o Filho de Deus.
  • 40. E também ali estavam algumas mulheres, olhando de longe, entre as quais também Maria Madalena, e Maria, mãe de Tiago, o menor, e de José, e Salomé;
  • 41. As quais também o seguiam, e o serviam, quando estava na Galileia; e muitas outras, que tinham subido com ele a Jerusalém.
  • 42. E, chegada a tarde, porquanto era o dia da preparação, isto é, a véspera do sábado,
  • 43. Chegou José de Arimateia, conselheiro honrado, que também esperava o reino de Deus, e ousadamente foi a Pilatos, e pediu o corpo de Jesus.
  • 44. E Pilatos se maravilhou de que já estivesse morto. E, chamando o centurião, perguntou-lhe se já havia muito que tinha morrido.
  • 45. E, tendo-se certificado pelo centurião, deu o corpo a José;
  • 46. O qual comprara um lençol fino, e, tirando-o da cruz, envolveu-o no lençol, e o depositou num sepulcro lavrado numa rocha; e revolveu uma pedra para a porta do sepulcro.
  • 47. E Maria Madalena e Maria, mãe de José, observavam onde o punham.
  • Jó 11

  • 1. Então respondeu Zofar, o naamatita, e disse:
  • 2. Porventura não se dará resposta à multidão de palavras? E o homem falador será justificado?
  • 3. Às tuas mentiras se hão de calar os homens? E zombarás tu sem que ninguém te envergonhe?
  • 4. Pois dizes: A minha doutrina é pura, e limpo sou aos teus olhos.
  • 5. Mas na verdade, quem dera que Deus falasse e abrisse os seus lábios contra ti!
  • 6. E te fizesse saber os segredos da sabedoria, que é multíplice em eficácia; sabe, pois, que Deus exige de ti menos do que merece a tua iniquidade.
  • 7. Porventura alcançarás os caminhos de Deus, ou chegarás à perfeição do Todo-Poderoso?
  • 8. Como as alturas dos céus é a sua sabedoria; que poderás tu fazer? É mais profunda do que o inferno, que poderás tu saber?
  • 9. Mais comprida é a sua medida do que a terra, e mais larga do que o mar.
  • 10. Se ele passar, aprisionar, ou chamar a juízo, quem o impedirá?
  • 11. Porque ele conhece aos homens vãos, e vê o vício; e não o terá em consideração?
  • 12. Mas o homem vão é falto de entendimento; sim, o homem nasce como a cria do jumento montês.
  • 13. Se tu preparares o teu coração, e estenderes as tuas mãos para ele;
  • 14. Se há iniquidade na tua mão, lança-a para longe de ti e não deixes habitar a injustiça nas tuas tendas.
  • 15. Porque então o teu rosto levantarás sem mácula; e estarás firme, e não temerás.
  • 16. Porque te esquecerás do cansaço, e lembrar-te-ás dele como das águas que já passaram.
  • 17. E a tua vida mais clara se levantará do que o meio-dia; ainda que haja trevas, será como a manhã.
  • 18. E terás confiança, porque haverá esperança; olharás em volta e repousarás seguro.
  • 19. E deitar-te-ás, e ninguém te espantará; muitos suplicarão o teu favor.
  • 20. Porém os olhos dos ímpios desfalecerão, e perecerá o seu refúgio; e a sua esperança será o expirar da alma.

Almeida Corrigida Fiel

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