Leitura diária da Bíblia em 365 dias, o Novo Testamento em 260 dias e o Antigo Testamento em 324 dias. Tudo no automático!

Assim diz o SENHOR: O céu é o meu trono, e a terra o escabelo dos meus pés; que casa me edificaríeis vós? E qual seria o lugar do meu descanso? Porque a minha mão fez todas estas coisas, e assim todas elas foram feitas, diz o SENHOR; mas para esse olharei, para o pobre e abatido de espírito, e que treme da minha palavra. [Isaías 66: 1-2]

Leitura da Bíblia

Central de Leitura Bíblica

Aqui você acompanha automaticamente o dia atual da leitura da Bíblia, mas você pode navegar livremente entre os dias, versões e planos conforme sua necessidade. Esta página foi criada para ser seu ponto de partida diário — simples, direta e sempre ao seu alcance.

Bíblia Completa (365 dias)

Almeida Revista e Atualizada: 64 de 365 dias

Êxodo: 15
1. Então, entoou Moisés e os filhos de Israel este cântico ao SENHOR, e disseram: Cantarei ao SENHOR, porque triunfou gloriosamente; lançou no mar o cavalo e o seu cavaleiro.
2. O SENHOR é a minha força e o meu cântico; ele me foi por salvação; este é o meu Deus; portanto, eu o louvarei; ele é o Deus de meu pai; por isso, o exaltarei.
3. O SENHOR é homem de guerra; SENHOR é o seu nome.
4. Lançou no mar os carros de Faraó e o seu exército; e os seus capitães afogaram-se no mar Vermelho.
5. Os vagalhões os cobriram; desceram às profundezas como pedra.
6. A tua destra, ó SENHOR, é gloriosa em poder; a tua destra, ó SENHOR, despedaça o inimigo.
7. Na grandeza da tua excelência, derribas os que se levantam contra ti; envias o teu furor, que os consome como restolho.
8. Com o resfolgar das tuas narinas, amontoaram-se as águas, as correntes pararam em montão; os vagalhões coalharam-se no coração do mar.
9. O inimigo dizia: Perseguirei, alcançarei, repartirei os despojos; a minha alma se fartará deles, arrancarei a minha espada, e a minha mão os destruirá.
10. Sopraste com o teu vento, e o mar os cobriu; afundaram-se como chumbo em águas impetuosas.
11. Ó SENHOR, quem é como tu entre os deuses? Quem é como tu, glorificado em santidade, terrível em feitos gloriosos, que operas maravilhas?
12. Estendeste a destra; e a terra os tragou.
13. Com a tua beneficência guiaste o povo que salvaste; com a tua força o levaste à habitação da tua santidade.
14. Os povos o ouviram, eles estremeceram; agonias apoderaram-se dos habitantes da Filístia.
15. Ora, os príncipes de Edom se perturbam, dos poderosos de Moabe se apodera temor, esmorecem todos os habitantes de Canaã.
16. Sobre eles cai espanto e pavor; pela grandeza do teu braço, emudecem como pedra; até que passe o teu povo, ó SENHOR, até que passe o povo que adquiriste.
17. Tu o introduzirás e o plantarás no monte da tua herança, no lugar que aparelhaste, ó SENHOR, para a tua habitação, no santuário, ó Senhor, que as tuas mãos estabeleceram.
18. O SENHOR reinará por todo o sempre.
19. Porque os cavalos de Faraó, com os seus carros e com os seus cavalarianos, entraram no mar, e o SENHOR fez tornar sobre eles as águas do mar; mas os filhos de Israel passaram a pé enxuto pelo meio do mar.
20. A profetisa Miriã, irmã de Arão, tomou um tamborim, e todas as mulheres saíram atrás dela com tamborins e com danças.
21. E Miriã lhes respondia: Cantai ao SENHOR, porque gloriosamente triunfou e precipitou no mar o cavalo e o seu cavaleiro.
22. Fez Moisés partir a Israel do mar Vermelho, e saíram para o deserto de Sur; caminharam três dias no deserto e não acharam água.
23. Afinal, chegaram a Mara; todavia, não puderam beber as águas de Mara, porque eram amargas; por isso, chamou-se-lhe Mara.
24. E o povo murmurou contra Moisés, dizendo: Que havemos de beber?
25. Então, Moisés clamou ao SENHOR, e o SENHOR lhe mostrou uma árvore; lançou-a Moisés nas águas, e as águas se tornaram doces. Deu-lhes ali estatutos e uma ordenação, e ali os provou,
26. e disse: Se ouvires atento a voz do SENHOR, teu Deus, e fizeres o que é reto diante dos seus olhos, e deres ouvido aos seus mandamentos, e guardares todos os seus estatutos, nenhuma enfermidade virá sobre ti, das que enviei sobre os egípcios; pois eu sou o SENHOR, que te sara.
27. Então, chegaram a Elim, onde havia doze fontes de água e setenta palmeiras; e se acamparam junto das águas.
Lucas: 19
1. Entrando em Jericó, atravessava Jesus a cidade.
2. Eis que um homem, chamado Zaqueu, maioral dos publicanos e rico,
3. procurava ver quem era Jesus, mas não podia, por causa da multidão, por ser ele de pequena estatura.
4. Então, correndo adiante, subiu a um sicômoro a fim de vê-lo, porque por ali havia de passar.
5. Quando Jesus chegou àquele lugar, olhando para cima, disse-lhe: Zaqueu, desce depressa, pois me convém ficar hoje em tua casa.
6. Ele desceu a toda a pressa e o recebeu com alegria.
7. Todos os que viram isto murmuravam, dizendo que ele se hospedara com homem pecador.
8. Entrementes, Zaqueu se levantou e disse ao Senhor: Senhor, resolvo dar aos pobres a metade dos meus bens; e, se nalguma coisa tenho defraudado alguém, restituo quatro vezes mais.
9. Então, Jesus lhe disse: Hoje, houve salvação nesta casa, pois que também este é filho de Abraão.
10. Porque o Filho do Homem veio buscar e salvar o perdido.
11. Ouvindo eles estas coisas, Jesus propôs uma parábola, visto estar perto de Jerusalém e lhes parecer que o reino de Deus havia de manifestar-se imediatamente.
12. Então, disse: Certo homem nobre partiu para uma terra distante, com o fim de tomar posse de um reino e voltar.
13. Chamou dez servos seus, confiou-lhes dez minas e disse-lhes: Negociai até que eu volte.
14. Mas os seus concidadãos o odiavam e enviaram após ele uma embaixada, dizendo: Não queremos que este reine sobre nós.
15. Quando ele voltou, depois de haver tomado posse do reino, mandou chamar os servos a quem dera o dinheiro, a fim de saber que negócio cada um teria conseguido.
16. Compareceu o primeiro e disse: Senhor, a tua mina rendeu dez.
17. Respondeu-lhe o senhor: Muito bem, servo bom; porque foste fiel no pouco, terás autoridade sobre dez cidades.
18. Veio o segundo, dizendo: Senhor, a tua mina rendeu cinco.
19. A este disse: Terás autoridade sobre cinco cidades.
20. Veio, então, outro, dizendo: Eis aqui, senhor, a tua mina, que eu guardei embrulhada num lenço.
21. Pois tive medo de ti, que és homem rigoroso; tiras o que não puseste e ceifas o que não semeaste.
22. Respondeu-lhe: Servo mau, por tua própria boca te condenarei. Sabias que eu sou homem rigoroso, que tiro o que não pus e ceifo o que não semeei;
23. por que não puseste o meu dinheiro no banco? E, então, na minha vinda, o receberia com juros.
24. E disse aos que o assistiam: Tirai-lhe a mina e dai-a ao que tem as dez.
25. Eles ponderaram: Senhor, ele já tem dez.
26. Pois eu vos declaro: a todo o que tem dar-se-lhe-á; mas ao que não tem, o que tem lhe será tirado.
27. Quanto, porém, a esses meus inimigos, que não quiseram que eu reinasse sobre eles, trazei-os aqui e executai-os na minha presença.
28. E, dito isto, prosseguia Jesus subindo para Jerusalém.
29. Ora, aconteceu que, ao aproximar-se de Betfagé e de Betânia, junto ao monte das Oliveiras, enviou dois de seus discípulos,
30. dizendo-lhes: Ide à aldeia fronteira e ali, ao entrardes, achareis preso um jumentinho que jamais homem algum montou; soltai-o e trazei-o.
31. Se alguém vos perguntar: Por que o soltais? Respondereis assim: Porque o Senhor precisa dele.
32. E, indo os que foram mandados, acharam segundo lhes dissera Jesus.
33. Quando eles estavam soltando o jumentinho, seus donos lhes disseram: Por que o soltais?
34. Responderam: Porque o Senhor precisa dele.
35. Então, o trouxeram e, pondo as suas vestes sobre ele, ajudaram Jesus a montar.
36. Indo ele, estendiam no caminho as suas vestes.
37. E, quando se aproximava da descida do monte das Oliveiras, toda a multidão dos discípulos passou, jubilosa, a louvar a Deus em alta voz, por todos os milagres que tinham visto,
38. dizendo: Bendito é o Rei que vem em nome do Senhor! Paz no céu e glória nas maiores alturas!
39. Ora, alguns dos fariseus lhe disseram em meio à multidão: Mestre, repreende os teus discípulos!
40. Mas ele lhes respondeu: Asseguro-vos que, se eles se calarem, as próprias pedras clamarão.
41. Quando ia chegando, vendo a cidade, chorou
42. e dizia: Ah! Se conheceras por ti mesma, ainda hoje, o que é devido à paz! Mas isto está agora oculto aos teus olhos.
43. Pois sobre ti virão dias em que os teus inimigos te cercarão de trincheiras e, por todos os lados, te apertarão o cerco;
44. e te arrasarão e aos teus filhos dentro de ti; não deixarão em ti pedra sobre pedra, porque não reconheceste a oportunidade da tua visitação.
45. Depois, entrando no templo, expulsou os que ali vendiam,
46. dizendo-lhes: Está escrito: A minha casa será casa de oração. Mas vós a transformastes em covil de salteadores.
47. Diariamente, Jesus ensinava no templo; mas os principais sacerdotes, os escribas e os maiorais do povo procuravam eliminá-lo;
48. contudo, não atinavam em como fazê-lo, porque todo o povo, ao ouvi-lo, ficava dominado por ele.
Jó: 34
1. Disse mais Eliú:
2. Ouvi, ó sábios, as minhas razões; vós, instruídos, inclinai os ouvidos para mim.
3. Porque o ouvido prova as palavras, como o paladar, a comida.
4. O que é direito escolhamos para nós; conheçamos entre nós o que é bom.
5. Porque Jó disse: Sou justo, e Deus tirou o meu direito.
6. Apesar do meu direito, sou tido por mentiroso; a minha ferida é incurável, sem que haja pecado em mim.
7. Que homem há como Jó, que bebe a zombaria como água?
8. E anda em companhia dos que praticam a iniquidade e caminha com homens perversos?
9. Pois disse: De nada aproveita ao homem o comprazer-se em Deus.
10. Pelo que vós, homens sensatos, escutai-me: longe de Deus o praticar ele a perversidade, e do Todo-Poderoso o cometer injustiça.
11. Pois retribui ao homem segundo as suas obras e faz que a cada um toque segundo o seu caminho.
12. Na verdade, Deus não procede maliciosamente; nem o Todo-Poderoso perverte o juízo.
13. Quem lhe entregou o governo da terra? Quem lhe confiou o universo?
14. Se Deus pensasse apenas em si mesmo e para si recolhesse o seu espírito e o seu sopro,
15. toda a carne juntamente expiraria, e o homem voltaria para o pó.
16. Se, pois, há em ti entendimento, ouve isto; inclina os ouvidos ao som das minhas palavras.
17. Acaso, governaria o que aborrecesse o direito? E quererás tu condenar aquele que é justo e poderoso?
18. Dir-se-á a um rei: Oh! Vil? Ou aos príncipes: Oh! Perversos?
19. Quanto menos àquele que não faz acepção das pessoas de príncipes, nem estima ao rico mais do que ao pobre; porque todos são obra de suas mãos.
20. De repente, morrem; à meia-noite, os povos são perturbados e passam, e os poderosos são tomados por força invisível.
21. Os olhos de Deus estão sobre os caminhos do homem e veem todos os seus passos.
22. Não há trevas nem sombra assaz profunda, onde se escondam os que praticam a iniquidade.
23. Pois Deus não precisa observar por muito tempo o homem antes de o fazer ir a juízo perante ele.
24. Quebranta os fortes, sem os inquirir, e põe outros em seu lugar.
25. Ele conhece, pois, as suas obras; de noite, os transtorna, e ficam moídos.
26. Ele os fere como a perversos, à vista de todos;
27. porque dele se desviaram, e não quiseram compreender nenhum de seus caminhos,
28. e, assim, fizeram que o clamor do pobre subisse até Deus, e este ouviu o lamento dos aflitos.
29. Se ele aquietar-se, quem o condenará? Se encobrir o rosto, quem o poderá contemplar, seja um povo, seja um homem?
30. Para que o ímpio não reine, e não haja quem iluda o povo.
31. Se alguém diz a Deus: Sofri, não pecarei mais;
32. o que não vejo, ensina-mo tu; se cometi injustiça, jamais a tornarei a praticar,
33. acaso, deve ele recompensar-te segundo tu queres ou não queres? Acaso, deve ele dizer-te: Escolhe tu, e não eu; declara o que sabes, fala?
34. Os homens sensatos dir-me-ão, dir-me-á o sábio que me ouve:
35. Jó falou sem conhecimento, e nas suas palavras não há sabedoria.
36. Tomara fosse Jó provado até ao fim, porque ele respondeu como homem de iniquidade.
37. Pois ao seu pecado acrescenta rebelião, entre nós, com desprezo, bate ele palmas e multiplica as suas palavras contra Deus.

Almeida Revista e Atualizada: 64 de 365 dias


... Igreja Jesus Cristo Brasil, 2008 © 2026