Assim diz o SENHOR: O céu é o meu trono, e a terra o escabelo dos meus pés; que casa me edificaríeis vós? E qual seria o lugar do meu descanso? Porque a minha mão fez todas estas coisas, e assim todas elas foram feitas, diz o SENHOR; mas para esse olharei, para o pobre e abatido de espírito, e que treme da minha palavra. [Isaías 66: 1-2]
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Bíblia Completa (365 dias)
Almeida Revista e Atualizada: 149 de 365 dias
| Deuteronômio: 2 |
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| 1. Depois, viramo-nos, e seguimos para o deserto, caminho do mar Vermelho como o SENHOR me dissera, e muitos dias rodeamos a montanha de Seir. |
| 2. Então, o SENHOR me falou, dizendo: |
| 3. Tendes já rodeado bastante esta montanha; virai-vos para o norte. |
| 4. Ordena ao povo, dizendo: Passareis pelos limites de vossos irmãos, os filhos de Esaú, que habitam em Seir; e eles terão medo de vós; portanto, guardai-vos bem. |
| 5. Não vos entremetais com eles, porque vos não darei da sua terra nem ainda a pisada da planta de um pé; pois a Esaú dei por possessão a montanha de Seir. |
| 6. Comprareis deles, por dinheiro, comida que comais; também água que bebais comprareis por dinheiro. |
| 7. Pois o SENHOR, teu Deus, te abençoou em toda a obra das tuas mãos; ele sabe que andas por este grande deserto; estes quarenta anos o SENHOR, teu Deus, esteve contigo; coisa nenhuma te faltou. |
| 8. Passamos, pois, flanqueando assim nossos irmãos, os filhos de Esaú, que habitavam em Seir, como o caminho da Arabá, de Elate e de Eziom-Geber, viramo-nos e seguimos o caminho do deserto de Moabe. |
| 9. Então, o SENHOR me disse: Não molestes Moabe e não contendas com eles em peleja, porque te não darei possessão da sua terra; pois dei Ar em possessão aos filhos de Ló. |
| 10. (Os emins, dantes, habitavam nela, povo grande, numeroso e alto como os anaquins; |
| 11. também eles foram considerados refains, como os anaquins; e os moabitas lhes chamavam emins. |
| 12. Os horeus também habitavam, outrora, em Seir; porém os filhos de Esaú os desapossaram, e os destruíram de diante de si, e habitaram no lugar deles, assim como Israel fez à terra da sua possessão, que o SENHOR lhes tinha dado.) |
| 13. Levantai-vos, agora, e passai o ribeiro de Zerede; assim, passamos o ribeiro de Zerede. |
| 14. O tempo que caminhamos, desde Cades-Barneia até passarmos o ribeiro de Zerede, foram trinta e oito anos, até que toda aquela geração dos homens de guerra se consumiu do meio do arraial, como o SENHOR lhes jurara. |
| 15. Também foi contra eles a mão do SENHOR, para os destruir do meio do arraial, até os haver consumido. |
| 16. Sucedeu que, consumidos já todos os homens de guerra pela morte, do meio do povo, |
| 17. o SENHOR me falou, dizendo: |
| 18. Hoje, passarás por Ar, pelos limites de Moabe, |
| 19. e chegarás até defronte dos filhos de Amom; não os molestes e com eles não contendas, porque da terra dos filhos de Amom te não darei possessão, porquanto aos filhos de Ló a tenho dado por possessão. |
| 20. (Também esta é considerada terra dos refains; dantes, habitavam nela refains, e os amonitas lhes chamavam zanzumins, |
| 21. povo grande, numeroso e alto como os anaquins; o SENHOR os destruiu diante dos amonitas; e estes, tendo-os desapossado, habitaram no lugar deles; |
| 22. assim como fez com os filhos de Esaú que habitavam em Seir, de diante dos quais destruiu os horeus. Os filhos de Esaú, tendo-os desapossado, habitaram no lugar deles até este dia; |
| 23. também os caftorins que saíram de Caftor destruíram os aveus, que habitavam em vilas até Gaza, e habitaram no lugar deles.) |
| 24. Levantai-vos, parti e passai o ribeiro de Arnom; eis aqui na tua mão tenho dado a Seom, amorreu, rei de Hesbom, e a sua terra; passa a possuí-la e contende com eles em peleja. |
| 25. Hoje, começarei a meter o terror e o medo de ti aos povos que estão debaixo de todo o céu; os que ouvirem a tua fama tremerão diante de ti e se angustiarão. |
| 26. Então, mandei mensageiros desde o deserto de Quedemote a Seom, rei de Hesbom, com palavras de paz, dizendo: |
| 27. deixa-me passar pela tua terra; somente pela estrada irei; não me desviarei para a direita nem para a esquerda. |
| 28. A comida que eu coma vender-me-ás por dinheiro e dar-me-ás também por dinheiro a água que beba; tão somente deixa-me passar a pé, |
| 29. como fizeram comigo os filhos de Esaú, que habitam em Seir, e os moabitas, que habitam em Ar; até que eu passe o Jordão, à terra que o SENHOR, nosso Deus, nos dá. |
| 30. Mas Seom, rei de Hesbom, não nos quis deixar passar por sua terra, porquanto o SENHOR, teu Deus, endurecera o seu espírito e fizera obstinado o seu coração, para to dar nas mãos, como hoje se vê. |
| 31. Disse-me, pois, o SENHOR: Eis aqui, tenho começado a dar-te Seom e a sua terra; passa a desapossá-lo, para lhe ocupares o país. |
| 32. Então, Seom saiu-nos ao encontro, ele e todo o seu povo, à peleja em Jasa. |
| 33. E o SENHOR, nosso Deus, no-lo entregou, e o derrotamos, a ele, e a seus filhos, e a todo o seu povo. |
| 34. Naquele tempo, tomamos todas as suas cidades e a cada uma destruímos com os seus homens, mulheres e crianças; não deixamos sobrevivente algum. |
| 35. Somente tomamos, por presa, o gado para nós e o despojo das cidades que tínhamos tomado. |
| 36. Desde Aroer, que está à borda do vale de Arnom, e a cidade que nele está, até Gileade, nenhuma cidade houve alta demais para nós; tudo isto o SENHOR, nosso Deus, nos entregou. |
| 37. Somente à terra dos filhos de Amom não chegaste; nem a toda a borda do ribeiro de Jaboque, nem às cidades da região montanhosa, nem a lugar algum que nos proibira o SENHOR, nosso Deus. |
| Salmos: 83 |
| 1. Ó Deus, não te cales; não te emudeças, nem fiques inativo, ó Deus! |
| 2. Os teus inimigos se alvoroçam, e os que te odeiam levantam a cabeça. |
| 3. Tramam astutamente contra o teu povo e conspiram contra os teus protegidos. |
| 4. Dizem: Vinde, risquemo-los de entre as nações; e não haja mais memória do nome de Israel. |
| 5. Pois tramam concordemente e firmam aliança contra ti |
| 6. as tendas de Edom e os ismaelitas, Moabe e os hagarenos, |
| 7. Gebal, Amom e Amaleque, a Filístia como os habitantes de Tiro; |
| 8. também a Assíria se alia com eles, e se constituem braço forte aos filhos de Ló. |
| 9. Faze-lhes como fizeste a Midiã, como a Sísera, como a Jabim na ribeira de Quisom; |
| 10. os quais pereceram em En-Dor; tornaram-se adubo para a terra. |
| 11. Sejam os seus nobres como Orebe e como Zeebe, e os seus príncipes, como Zeba e como Zalmuna, |
| 12. que disseram: Apoderemo-nos das habitações de Deus. |
| 13. Deus meu, faze-os como folhas impelidas por um remoinho, como a palha ao léu do vento. |
| 14. Como o fogo devora um bosque e a chama abrasa os montes, |
| 15. assim, persegue-os com a tua tempestade e amedronta-os com o teu vendaval. |
| 16. Enche-lhes o rosto de ignomínia, para que busquem o teu nome, SENHOR. |
| 17. Sejam envergonhados e confundidos perpetuamente; perturbem-se e pereçam. |
| 18. E reconhecerão que só tu, cujo nome é SENHOR, és o Altíssimo sobre toda a terra. |
| Salmos: 84 |
| 1. Quão amáveis são os teus tabernáculos, SENHOR dos Exércitos! |
| 2. A minha alma suspira e desfalece pelos átrios do SENHOR; o meu coração e a minha carne exultam pelo Deus vivo! |
| 3. O pardal encontrou casa, e a andorinha, ninho para si, onde acolha os seus filhotes; eu, os teus altares, SENHOR dos Exércitos, Rei meu e Deus meu! |
| 4. Bem-aventurados os que habitam em tua casa; louvam-te perpetuamente. |
| 5. Bem-aventurado o homem cuja força está em ti, em cujo coração se encontram os caminhos aplanados, |
| 6. o qual, passando pelo vale árido, faz dele um manancial; de bênçãos o cobre a primeira chuva. |
| 7. Vão indo de força em força; cada um deles aparece diante de Deus em Sião. |
| 8. SENHOR, Deus dos Exércitos, escuta-me a oração; presta ouvidos, ó Deus de Jacó! |
| 9. Olha, ó Deus, escudo nosso, e contempla o rosto do teu ungido. |
| 10. Pois um dia nos teus átrios vale mais que mil; prefiro estar à porta da casa do meu Deus, a permanecer nas tendas da perversidade. |
| 11. Porque o SENHOR Deus é sol e escudo; o SENHOR dá graça e glória; nenhum bem sonega aos que andam retamente. |
| 12. Ó SENHOR dos Exércitos, feliz o homem que em ti confia. |
| Isaías: 30 |
| 1. Ai dos filhos rebeldes, diz o SENHOR, que executam planos que não procedem de mim e fazem aliança sem a minha aprovação, para acrescentarem pecado sobre pecado! |
| 2. Que descem ao Egito sem me consultar, buscando refúgio em Faraó e abrigo, à sombra do Egito! |
| 3. Mas o refúgio de Faraó se vos tornará em vergonha, e o abrigo na sombra do Egito, em confusão. |
| 4. Porque os príncipes de Judá já estão em Zoã, e os seus embaixadores já chegaram a Hanes. |
| 5. Todos se envergonharão de um povo que de nada lhes valerá, não servirá nem de ajuda nem de proveito, porém de vergonha e de opróbrio. |
| 6. Sentença contra a Besta do Sul. Através da terra da aflição e angústia de onde vêm a leoa, o leão, a víbora e a serpente volante, levam a lombos de jumento as suas riquezas e sobre as corcovas de camelos, os seus tesouros, a um povo que de nada lhes aproveitará. |
| 7. Pois, quanto ao Egito, vão e inútil é o seu auxílio; por isso, lhe chamei Gabarola que nada faz. |
| 8. Vai, pois, escreve isso numa tabuinha perante eles, escreve-o num livro, para que fique registrado para os dias vindouros, para sempre, perpetuamente. |
| 9. Porque povo rebelde é este, filhos mentirosos, filhos que não querem ouvir a lei do SENHOR. |
| 10. Eles dizem aos videntes: Não tenhais visões; e aos profetas: Não profetizeis para nós o que é reto; dizei-nos coisas aprazíveis, profetizai-nos ilusões; |
| 11. desviai-vos do caminho, apartai-vos da vereda; não nos faleis mais do Santo de Israel. |
| 12. Pelo que assim diz o Santo de Israel: Visto que rejeitais esta palavra, confiais na opressão e na perversidade e sobre isso vos estribais, |
| 13. portanto, esta maldade vos será como a brecha de um muro alto, que, formando uma barriga, está prestes a cair, e cuja queda vem de repente, num momento. |
| 14. O SENHOR o quebrará como se quebra o vaso do oleiro, despedaçando-o sem nada lhe poupar; não se achará entre os seus cacos um que sirva para tomar fogo da lareira ou tirar água da poça. |
| 15. Porque assim diz o SENHOR Deus, o Santo de Israel: Em vos converterdes e em sossegardes, está a vossa salvação; na tranquilidade e na confiança, a vossa força, mas não o quisestes. |
| 16. Antes, dizeis: Não, sobre cavalos fugiremos; portanto, fugireis; e: Sobre cavalos ligeiros cavalgaremos; sim, ligeiros serão os vossos perseguidores. |
| 17. Mil homens fugirão pela ameaça de apenas um; pela ameaça de cinco, todos vós fugireis, até que sejais deixados como o mastro no cimo do monte e como o estandarte no outeiro. |
| 18. Por isso, o SENHOR espera, para ter misericórdia de vós, e se detém, para se compadecer de vós, porque o SENHOR é Deus de justiça; bem-aventurados todos os que nele esperam. |
| 19. Porque o povo habitará em Sião, em Jerusalém; tu não chorarás mais; certamente, se compadecerá de ti, à voz do teu clamor, e, ouvindo-a, te responderá. |
| 20. Embora o Senhor vos dê pão de angústia e água de aflição, contudo, não se esconderão mais os teus mestres; os teus olhos verão os teus mestres. |
| 21. Quando te desviares para a direita e quando te desviares para a esquerda, os teus ouvidos ouvirão atrás de ti uma palavra, dizendo: Este é o caminho, andai por ele. |
| 22. E terás por contaminados a prata que recobre as imagens esculpidas e o ouro que reveste as tuas imagens de fundição; lançá-las-ás fora como coisa imunda e a cada uma dirás: Fora daqui! |
| 23. Então, o Senhor te dará chuva sobre a tua semente, com que semeares a terra, como também pão como produto da terra, o qual será farto e nutritivo; naquele dia, o teu gado pastará em lugares espaçosos. |
| 24. Os bois e os jumentos que lavram a terra comerão forragem com sal, alimpada com pá e forquilha. |
| 25. Em todo monte alto e em todo outeiro elevado haverá ribeiros e correntes de águas, no dia da grande matança quando caírem as torres. |
| 26. A luz da lua será como a do sol, e a do sol, sete vezes maior, como a luz de sete dias, no dia em que o SENHOR atar a ferida do seu povo e curar a chaga do golpe que ele deu. |
| 27. Eis o nome do SENHOR vem de longe, ardendo na sua ira, no meio de espessas nuvens; os seus lábios estão cheios de indignação, e a sua língua é como fogo devorador. |
| 28. A sua respiração é como a torrente que transborda e chega até ao pescoço, para peneirar as nações com peneira de destruição; um freio de fazer errar estará nos queixos dos povos. |
| 29. Um cântico haverá entre vós, como na noite em que se celebra festa santa; e alegria de coração, como a daquele que sai ao som da flauta para ir ao monte do SENHOR, à Rocha de Israel. |
| 30. O SENHOR fará ouvir a sua voz majestosa e fará ver o golpe do seu braço, que desce com indignação de ira, no meio de chamas devoradoras, de chuvas torrenciais, de tempestades e de pedra de saraiva. |
| 31. Porque com a voz do SENHOR será apavorada a Assíria, quando ele a fere com a vara. |
| 32. Cada pancada castigadora, com a vara, que o SENHOR lhe der, será ao som de tamboris e harpas; e combaterá vibrando golpes contra eles. |
| 33. Porque há muito está preparada a fogueira, preparada para o rei; a pira é profunda e larga, com fogo e lenha em abundância; o assopro do SENHOR, como torrente de enxofre, a acenderá. |
Almeida Revista e Atualizada: 149 de 365 dias