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Assim diz o SENHOR: O céu é o meu trono, e a terra o escabelo dos meus pés; que casa me edificaríeis vós? E qual seria o lugar do meu descanso? Porque a minha mão fez todas estas coisas, e assim todas elas foram feitas, diz o SENHOR; mas para esse olharei, para o pobre e abatido de espírito, e que treme da minha palavra. [Isaías 66: 1-2]

    Gênesis 30

  • 1. Vendo Raquel que não dava filhos a Jacó, teve Raquel inveja de sua irmã, e disse a Jacó: Dá-me filhos, se não morro.
  • 2. Então se acendeu a ira de Jacó contra Raquel, e disse: Estou eu no lugar de Deus, que te impediu o fruto de teu ventre?
  • 3. E ela disse: Eis aqui minha serva Bila; coabita com ela, para que dê à luz sobre meus joelhos, e eu assim receba filhos por ela.
  • 4. Assim lhe deu a Bila, sua serva, por mulher; e Jacó a possuiu.
  • 5. E concebeu Bila, e deu a Jacó um filho.
  • 6. Então disse Raquel: Julgou-me Deus, e também ouviu a minha voz, e me deu um filho; por isso chamou o seu nome Dã.
  • 7. E Bila, serva de Raquel, concebeu outra vez, e deu a Jacó o segundo filho.
  • 8. Então disse Raquel: Com grandes lutas tenho lutado com minha irmã; também venci; e chamou o seu nome Naftali.
  • 9. Vendo, pois, Lia que cessava de ter filhos, tomou também a Zilpa, sua serva, e deu-a a Jacó por mulher.
  • 10. E deu Zilpa, serva de Lia, um filho a Jacó.
  • 11. Então disse Lia: Afortunada! e chamou o seu nome Gade.
  • 12. Depois deu Zilpa, serva de Lia, um segundo filho a Jacó.
  • 13. Então disse Lia: Para minha ventura; porque as filhas me terão por bem-aventurada; e chamou o seu nome Aser.
  • 14. E foi Rúben nos dias da ceifa do trigo, e achou mandrágoras no campo. E trouxe-as a Lia sua mãe. Então disse Raquel a Lia: Ora dá-me das mandrágoras de teu filho.
  • 15. E ela lhe disse: É já pouco que hajas tomado o meu marido, tomarás também as mandrágoras do meu filho? Então disse Raquel: Por isso ele se deitará contigo esta noite pelas mandrágoras de teu filho.
  • 16. Vindo, pois, Jacó à tarde do campo, saiu-lhe Lia ao encontro, e disse: A mim possuirás, esta noite, porque certamente te aluguei com as mandrágoras do meu filho. E deitou-se com ela aquela noite.
  • 17. E ouviu Deus a Lia, e concebeu, e deu à luz um quinto filho a Jacó.
  • 18. Então disse Lia: Deus me tem dado o meu galardão, pois tenho dado minha serva ao meu marido. E chamou o seu nome Issacar.
  • 19. E Lia concebeu outra vez, e deu a Jacó um sexto filho.
  • 20. E disse Lia: Deus me deu uma boa dádiva; desta vez morará o meu marido comigo, porque lhe tenho dado seis filhos. E chamou o seu nome Zebulom.
  • 21. E depois teve uma filha, e chamou o seu nome Diná.
  • 22. E lembrou-se Deus de Raquel; e Deus a ouviu, e abriu a sua madre.
  • 23. E ela concebeu, e deu à luz um filho, e disse: Tirou-me Deus a minha vergonha.
  • 24. E chamou o seu nome José, dizendo: O Senhor me acrescente outro filho.
  • 25. E aconteceu que, como Raquel deu à luz a José, disse Jacó a Labão: Deixa-me ir, que me vá ao meu lugar, e à minha terra.
  • 26. Dá-me as minhas mulheres, e os meus filhos, pelas quais te tenho servido, e ir-me-ei; pois tu sabes o serviço que te tenho feito.
  • 27. Então lhe disse Labão: Se agora tenho achado graça em teus olhos, fica comigo. Tenho experimentado que o Senhor me abençoou por amor de ti.
  • 28. E disse mais: Determina-me o teu salário, que to darei.
  • 29. Então lhe disse: Tu sabes como te tenho servido, e como passou o teu gado comigo.
  • 30. Porque o pouco que tinhas antes de mim tem aumentado em grande número; e o Senhor te tem abençoado por meu trabalho. Agora, pois, quando hei de trabalhar também por minha casa?
  • 31. E disse ele: Que te darei? Então disse Jacó: Nada me darás. Se me fizeres isto, tornarei a apascentar e a guardar o teu rebanho;
  • 32. Passarei hoje por todo o teu rebanho, separando dele todos os salpicados e malhados, e todos os morenos entre os cordeiros, e os malhados e salpicados entre as cabras; e isto será o meu salário.
  • 33. Assim testificará por mim a minha justiça no dia de amanhã, quando vieres e o meu salário estiver diante de tua face; tudo o que não for salpicado e malhado entre as cabras e moreno entre os cordeiros, ser-me-á por furto.
  • 34. Então disse Labão: Quem dera seja conforme a tua palavra.
  • 35. E separou naquele mesmo dia os bodes listrados e malhados e todas as cabras salpicadas e malhadas, todos em que havia brancura, e todos os morenos entre os cordeiros; e deu-os nas mãos dos seus filhos.
  • 36. E pôs três dias de caminho entre si e Jacó; e Jacó apascentava o restante dos rebanhos de Labão.
  • 37. Então tomou Jacó varas verdes de álamo e de aveleira e de castanheiro, e descascou nelas riscas brancas, descobrindo a brancura que nas varas havia,
  • 38. E pôs estas varas, que tinha descascado, em frente aos rebanhos, nos canos e nos bebedouros de água, aonde os rebanhos vinham beber, para que concebessem quando vinham beber.
  • 39. E concebiam os rebanhos diante das varas, e as ovelhas davam crias listradas, salpicadas e malhadas.
  • 40. Então separou Jacó os cordeiros, e pôs as faces do rebanho para os listrados, e todo o moreno entre o rebanho de Labão; e pôs o seu rebanho à parte, e não o pôs com o rebanho de Labão.
  • 41. E sucedia que cada vez que concebiam as ovelhas fortes, punha Jacó as varas nos canos, diante dos olhos do rebanho, para que concebessem diante das varas.
  • 42. Mas, quando era fraco o rebanho, não as punha. Assim as fracas eram de Labão, e as fortes de Jacó.
  • 43. E cresceu o homem em grande maneira, e teve muitos rebanhos, e servas, e servos, e camelos e jumentos.
  • Marcos 1

  • 1. Princípio do Evangelho de Jesus Cristo, Filho de Deus;
  • 2. Como está escrito nos profetas: Eis que eu envio o meu anjo ante a tua face, o qual preparará o teu caminho diante de ti.
  • 3. Voz do que clama no deserto: Preparai o caminho do Senhor, Endireitai as suas veredas.
  • 4. Apareceu João batizando no deserto, e pregando o batismo de arrependimento, para remissão dos pecados.
  • 5. E toda a província da Judeia e os de Jerusalém iam ter com ele; e todos eram batizados por ele no rio Jordão, confessando os seus pecados.
  • 6. E João andava vestido de pelos de camelo, e com um cinto de couro em redor de seus lombos, e comia gafanhotos e mel silvestre.
  • 7. E pregava, dizendo: Após mim vem aquele que é mais forte do que eu, do qual não sou digno de, abaixando-me, desatar a correia das suas sandálias.
  • 8. Eu, em verdade, tenho-vos batizado com água; ele, porém, vos batizará com o Espírito Santo.
  • 9. E aconteceu naqueles dias que Jesus, tendo ido de Nazaré da Galileia, foi batizado por João, no Jordão.
  • 10. E, logo que saiu da água, viu os céus abertos, e o Espírito, que como pomba descia sobre ele.
  • 11. E ouviu-se uma voz dos céus, que dizia: Tu és o meu Filho amado em quem me comprazo.
  • 12. E logo o Espírito o impeliu para o deserto.
  • 13. E ali esteve no deserto quarenta dias, tentado por Satanás. E vivia entre as feras, e os anjos o serviam.
  • 14. E, depois que João foi entregue à prisão, veio Jesus para a Galileia, pregando o evangelho do reino de Deus,
  • 15. E dizendo: O tempo está cumprido, e o reino de Deus está próximo. Arrependei-vos, e crede no evangelho.
  • 16. E, andando junto do mar da Galileia, viu Simão, e André, seu irmão, que lançavam a rede ao mar, pois eram pescadores.
  • 17. E Jesus lhes disse: Vinde após mim, e eu farei que sejais pescadores de homens.
  • 18. E, deixando logo as suas redes, o seguiram.
  • 19. E, passando dali um pouco mais adiante, viu Tiago, filho de Zebedeu, e João, seu irmão, que estavam no barco consertando as redes,
  • 20. E logo os chamou. E eles, deixando o seu pai Zebedeu no barco com os jornaleiros, foram após ele.
  • 21. Entraram em Cafarnaum e, logo no sábado, indo ele à sinagoga, ali ensinava.
  • 22. E maravilharam-se da sua doutrina, porque os ensinava como tendo autoridade, e não como os escribas.
  • 23. E estava na sinagoga deles um homem com um espírito imundo, o qual exclamou,
  • 24. Dizendo: Ah! Que temos contigo, Jesus Nazareno? Vieste destruir-nos? Bem sei quem és: O Santo de Deus.
  • 25. E repreendeu-o Jesus, dizendo: Cala-te, e sai dele.
  • 26. Então o espírito imundo, convulsionando-o, e clamando com grande voz, saiu dele.
  • 27. E todos se admiraram, a ponto de perguntarem entre si, dizendo: Que é isto? Que nova doutrina é esta? Pois com autoridade ordena aos espíritos imundos, e eles lhe obedecem!
  • 28. E logo correu a sua fama por toda a província da Galileia.
  • 29. E logo, saindo da sinagoga, foram à casa de Simão e de André com Tiago e João.
  • 30. E a sogra de Simão estava deitada com febre; e logo lhe falaram dela.
  • 31. Então, chegando-se a ela, tomou-a pela mão, e levantou-a; e imediatamente a febre a deixou, e servia-os.
  • 32. E, tendo chegado a tarde, quando já se estava pondo o sol, trouxeram-lhe todos os que se achavam enfermos, e os endemoninhados.
  • 33. E toda a cidade se ajuntou à porta.
  • 34. E curou muitos que se achavam enfermos de diversas enfermidades, e expulsou muitos demônios, porém não deixava falar os demônios, porque o conheciam.
  • 35. E, levantando-se de manhã, muito cedo, fazendo ainda escuro, saiu, e foi para um lugar deserto, e ali orava.
  • 36. E seguiram-no Simão e os que com ele estavam.
  • 37. E, achando-o, lhe disseram: Todos te buscam.
  • 38. E ele lhes disse: Vamos às aldeias vizinhas, para que eu ali também pregue; porque para isso vim.
  • 39. E pregava nas sinagogas deles, por toda a Galileia, e expulsava os demônios.
  • 40. E aproximou-se dele um leproso que, rogando-lhe, e pondo-se de joelhos diante dele, lhe dizia: Se queres, bem podes limpar-me.
  • 41. E Jesus, movido de grande compaixão, estendeu a mão, e tocou-o, e disse-lhe: Quero, sê limpo.
  • 42. E, tendo ele dito isto, logo a lepra desapareceu, e ficou limpo.
  • 43. E, advertindo-o severamente, logo o despediu.
  • 44. E disse-lhe: Olha, não digas nada a ninguém; porém vai, mostra-te ao sacerdote, e oferece pela tua purificação o que Moisés determinou, para lhes servir de testemunho.
  • 45. Mas, tendo ele saído, começou a apregoar muitas coisas, e a divulgar o que acontecera; de sorte que Jesus já não podia entrar publicamente na cidade, mas conservava-se fora em lugares desertos; e de todas as partes iam ter com ele.
  • Ester 6

  • 1. Naquela mesma noite fugiu o sono do rei; então mandou trazer o livro de registro das crônicas, as quais se leram diante do rei.
  • 2. E achou-se escrito que Mardoqueu tinha denunciado Bigtã e Teres, dois dos camareiros do rei, da guarda da porta, que tinham procurado lançar mão do rei Assuero.
  • 3. Então disse o rei: Que honra e distinção se deu por isso a Mardoqueu? E os servos do rei, que ministravam junto a ele, disseram: Coisa nenhuma se lhe fez.
  • 4. Então disse o rei: Quem está no pátio? E Hamã tinha entrado no pátio exterior da casa do rei, para dizer ao rei que enforcassem a Mardoqueu na forca que lhe tinha preparado.
  • 5. E os servos do rei lhe disseram: Eis que Hamã está no pátio. E disse o rei que entrasse.
  • 6. E, entrando Hamã, o rei lhe disse: Que se fará ao homem de cuja honra o rei se agrada? Então Hamã disse no seu coração: De quem se agradaria o rei para lhe fazer honra mais do que a mim?
  • 7. Assim disse Hamã ao rei: Para o homem, de cuja honra o rei se agrada,
  • 8. Tragam a veste real que o rei costuma vestir, como também o cavalo em que o rei costuma andar montado, e ponha-se-lhe a coroa real na sua cabeça.
  • 9. E entregue-se a veste e o cavalo à mão de um dos príncipes mais nobres do rei, e vistam delas aquele homem a quem o rei deseja honrar; e levem-no a cavalo pelas ruas da cidade, e apregoe-se diante dele: Assim se fará ao homem a quem o rei deseja honrar!
  • 10. Então disse o rei a Hamã: Apressa-te, toma a veste e o cavalo, como disseste, e faze assim para com o judeu Mardoqueu, que está assentado à porta do rei; e coisa nenhuma omitas de tudo quanto disseste.
  • 11. E Hamã tomou a veste e o cavalo, e vestiu a Mardoqueu, e o levou a cavalo pelas ruas da cidade, e apregoou diante dele: Assim se fará ao homem a quem o rei deseja honrar!
  • 12. Depois disto Mardoqueu voltou para a porta do rei; porém Hamã se retirou correndo à sua casa, triste, e de cabeça coberta.
  • 13. E contou Hamã a Zeres, sua mulher, e a todos os seus amigos, tudo quanto lhe tinha sucedido. Então os seus sábios e Zeres, sua mulher, lhe disseram: Se Mardoqueu, diante de quem já começaste a cair, é da descendência dos judeus, não prevalecerás contra ele, antes certamente cairás diante dele.
  • 14. E estando eles ainda falando com ele, chegaram os camareiros do rei, e se apressaram a levar Hamã ao banquete que Ester preparara.

Almeida Corrigida Fiel

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