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Assim diz o SENHOR: O céu é o meu trono, e a terra o escabelo dos meus pés; que casa me edificaríeis vós? E qual seria o lugar do meu descanso? Porque a minha mão fez todas estas coisas, e assim todas elas foram feitas, diz o SENHOR; mas para esse olharei, para o pobre e abatido de espírito, e que treme da minha palavra. [Isaías 66: 1-2]

    Gênesis 25

  • 1. E Abraão tomou outra mulher; e o seu nome era Quetura;
  • 2. E deu-lhe à luz Zinrã, Jocsã, Medã, Midiã, Jisbaque e Suá.
  • 3. E Jocsã gerou Seba e Dedã; e os filhos de Dedã foram Assurim, Letusim e Leumim.
  • 4. E os filhos de Midiã foram Efá, Efer, Enoque, Abida e Elda. Estes todos foram filhos de Quetura.
  • 5. Porém Abraão deu tudo o que tinha a Isaque;
  • 6. Mas aos filhos das concubinas que Abraão tinha, deu Abraão presentes e, vivendo ele ainda, despediu-os do seu filho Isaque, enviando-os ao oriente, para a terra oriental.
  • 7. Estes, pois, são os dias dos anos da vida de Abraão, que viveu cento e setenta e cinco anos.
  • 8. E Abraão expirou, morrendo em boa velhice, velho e farto de dias; e foi congregado ao seu povo;
  • 9. E Isaque e Ismael, seus filhos, sepultaram-no na cova de Macpela, no campo de Efrom, filho de Zoar, heteu, que estava em frente de Manre,
  • 10. O campo que Abraão comprara aos filhos de Hete. Ali está sepultado Abraão e Sara, sua mulher.
  • 11. E aconteceu depois da morte de Abraão, que Deus abençoou a Isaque seu filho; e habitava Isaque junto ao poço Beer-Laai-Rói.
  • 12. Estas, porém, são as gerações de Ismael filho de Abraão, que a serva de Sara, Agar, egípcia, deu a Abraão.
  • 13. E estes são os nomes dos filhos de Ismael, pelos seus nomes, segundo as suas gerações: O primogênito de Ismael era Nebaiote, depois Quedar, Adbeel e Mibsão,
  • 14. Misma, Dumá, Massá,
  • 15. Hadade, Tema, Jetur, Nafis e Quedemá.
  • 16. Estes são os filhos de Ismael, e estes são os seus nomes pelas suas vilas e pelos seus castelos; doze príncipes segundo as suas famílias.
  • 17. E estes são os anos da vida de Ismael, cento e trinta e sete anos, e ele expirou e, morrendo, foi congregado ao seu povo.
  • 18. E habitaram desde Havilá até Sur, que está em frente do Egito, como quem vai para a Assíria; e fez o seu assento diante da face de todos os seus irmãos.
  • 19. E estas são as gerações de Isaque, filho de Abraão: Abraão gerou a Isaque;
  • 20. E era Isaque da idade de quarenta anos, quando tomou por mulher a Rebeca, filha de Betuel, arameu de Padã-Arã, irmã de Labão, arameu.
  • 21. E Isaque orou insistentemente ao Senhor por sua mulher, porquanto era estéril; e o Senhor ouviu as suas orações, e Rebeca sua mulher concebeu.
  • 22. E os filhos lutavam dentro dela; então disse: Se assim é, por que sou eu assim? E foi perguntar ao Senhor.
  • 23. E o Senhor lhe disse: Duas nações há no teu ventre, e dois povos se dividirão das tuas entranhas, e um povo será mais forte do que o outro povo, e o maior servirá ao menor.
  • 24. E cumprindo-se os seus dias para dar à luz, eis gêmeos no seu ventre.
  • 25. E saiu o primeiro ruivo e todo como um vestido de pelo; por isso chamaram o seu nome Esaú.
  • 26. E depois saiu o seu irmão, agarrada sua mão ao calcanhar de Esaú; por isso se chamou o seu nome Jacó. E era Isaque da idade de sessenta anos quando os gerou.
  • 27. E cresceram os meninos, e Esaú foi homem perito na caça, homem do campo; mas Jacó era homem simples, habitando em tendas.
  • 28. E amava Isaque a Esaú, porque a caça era de seu gosto, mas Rebeca amava a Jacó.
  • 29. E Jacó cozera um guisado; e veio Esaú do campo, e estava ele cansado;
  • 30. E disse Esaú a Jacó: Deixa-me, peço-te, comer desse guisado vermelho, porque estou cansado. Por isso se chamou Edom.
  • 31. Então disse Jacó: Vende-me hoje a tua primogenitura.
  • 32. E disse Esaú: Eis que estou a ponto de morrer; para que me servirá a primogenitura?
  • 33. Então disse Jacó: Jura-me hoje. E jurou-lhe e vendeu a sua primogenitura a Jacó.
  • 34. E Jacó deu pão a Esaú e o guisado de lentilhas; e ele comeu, e bebeu, e levantou-se, e saiu. Assim desprezou Esaú a sua primogenitura.
  • Mateus 24

  • 1. E, quando Jesus ia saindo do templo, aproximaram-se dele os seus discípulos para lhe mostrarem a estrutura do templo.
  • 2. Jesus, porém, lhes disse: Não vedes tudo isto? Em verdade vos digo que não ficará aqui pedra sobre pedra que não seja derrubada.
  • 3. E, estando assentado no Monte das Oliveiras, chegaram-se a ele os seus discípulos em particular, dizendo: Dize-nos, quando serão essas coisas, e que sinal haverá da tua vinda e do fim do mundo?
  • 4. E Jesus, respondendo, disse-lhes: Acautelai-vos, que ninguém vos engane;
  • 5. Porque muitos virão em meu nome, dizendo: Eu sou o Cristo; e enganarão a muitos.
  • 6. E ouvireis de guerras e de rumores de guerras; olhai, não vos assusteis, porque é mister que isso tudo aconteça, mas ainda não é o fim.
  • 7. Porquanto se levantará nação contra nação, e reino contra reino, e haverá fomes, e pestes, e terremotos, em vários lugares.
  • 8. Mas todas estas coisas são o princípio de dores.
  • 9. Então vos hão de entregar para serdes atormentados, e matar-vos-ão; e sereis odiados de todas as nações por causa do meu nome.
  • 10. Nesse tempo muitos serão escandalizados, e trair-se-ão uns aos outros, e uns aos outros se odiarão.
  • 11. E surgirão muitos falsos profetas, e enganarão a muitos.
  • 12. E, por se multiplicar a iniquidade, o amor de muitos esfriará.
  • 13. Mas aquele que perseverar até ao fim, esse será salvo.
  • 14. E este evangelho do reino será pregado em todo o mundo, em testemunho a todas as nações, e então virá o fim.
  • 15. Quando, pois, virdes que a abominação da desolação, de que falou o profeta Daniel, está no lugar santo; quem lê, entenda;
  • 16. Então, os que estiverem na Judeia, fujam para os montes;
  • 17. E quem estiver sobre o telhado não desça a tirar alguma coisa de sua casa;
  • 18. E quem estiver no campo não volte atrás a buscar as suas vestes.
  • 19. Mas ai das grávidas e das que amamentarem naqueles dias!
  • 20. E orai para que a vossa fuga não aconteça no inverno nem no sábado;
  • 21. Porque haverá então grande aflição, como nunca houve desde o princípio do mundo até agora, nem tampouco há de haver.
  • 22. E, se aqueles dias não fossem abreviados, nenhuma carne se salvaria; mas por causa dos escolhidos serão abreviados aqueles dias.
  • 23. Então, se alguém vos disser: Eis que o Cristo está aqui, ou ali, não lhe deis crédito;
  • 24. Porque surgirão falsos cristos e falsos profetas, e farão tão grandes sinais e prodígios que, se possível fora, enganariam até os escolhidos.
  • 25. Eis que eu vo-lo tenho predito.
  • 26. Portanto, se vos disserem: Eis que ele está no deserto, não saiais. Eis que ele está no interior da casa; não acrediteis.
  • 27. Porque, assim como o relâmpago sai do oriente e se mostra até ao ocidente, assim será também a vinda do Filho do homem.
  • 28. Porque onde quer que estiver o cadáver, ali se ajuntarão as águias.
  • 29. E, logo depois da aflição daqueles dias, o sol escurecerá, e a lua não dará a sua luz, e as estrelas cairão do céu, e as potências dos céus serão abaladas.
  • 30. Então aparecerá no céu o sinal do Filho do homem; e todas as tribos da terra se lamentarão, e verão o Filho do homem, vindo sobre as nuvens do céu, com poder e grande glória.
  • 31. E ele enviará os seus anjos com rijo clamor de trombeta, os quais ajuntarão os seus escolhidos desde os quatro ventos, de uma à outra extremidade dos céus.
  • 32. Aprendei, pois, esta parábola da figueira: Quando já os seus ramos se tornam tenros e brotam folhas, sabeis que está próximo o verão.
  • 33. Igualmente, quando virdes todas estas coisas, sabei que ele está próximo, às portas.
  • 34. Em verdade vos digo que não passará esta geração sem que todas estas coisas aconteçam.
  • 35. O céu e a terra passarão, mas as minhas palavras não hão de passar.
  • 36. Mas daquele dia e hora ninguém sabe, nem os anjos do céu, mas unicamente meu Pai.
  • 37. E, como foi nos dias de Noé, assim será também a vinda do Filho do homem.
  • 38. Porquanto, assim como, nos dias anteriores ao dilúvio, comiam, bebiam, casavam e davam-se em casamento, até ao dia em que Noé entrou na arca,
  • 39. E não o perceberam, até que veio o dilúvio, e os levou a todos, assim será também a vinda do Filho do homem.
  • 40. Então, estando dois no campo, será levado um, e deixado o outro;
  • 41. Estando duas moendo no moinho, será levada uma, e deixada outra.
  • 42. Vigiai, pois, porque não sabeis a que hora há de vir o vosso Senhor.
  • 43. Mas considerai isto: Se o pai de família soubesse a que vigília da noite havia de vir o ladrão, vigiaria e não deixaria minar a sua casa.
  • 44. Por isso, estai vós preparados também; porque o Filho do homem há de vir à hora em que não penseis.
  • 45. Quem é, pois, o servo fiel e prudente, a quem o seu senhor constituiu sobre os seus servos, para dar-lhes o sustento a seu tempo?
  • 46. Bem-aventurado aquele servo que o seu senhor, quando vier, achar fazendo assim.
  • 47. Em verdade vos digo que o porá sobre todos os seus bens.
  • 48. Mas se aquele mau servo disser no seu coração: O meu senhor tarde virá;
  • 49. E começar a espancar os seus conservos, e a comer e a beber com os ébrios,
  • 50. Virá o senhor daquele servo num dia em que o não espera, e à hora em que ele não sabe,
  • 51. E separá-lo-á, e destinará a sua parte com os hipócritas; ali haverá pranto e ranger de dentes.
  • Ester 1

  • 1. E sucedeu nos dias de Assuero, o Assuero que reinou desde a Índia até a Etiópia, sobre cento e vinte e sete províncias,
  • 2. Que, naqueles dias, assentando-se o rei Assuero no trono do seu reino, que estava na fortaleza de Susã,
  • 3. No terceiro ano do seu reinado, fez um banquete a todos os seus príncipes e seus servos, estando assim perante ele o poder da Pérsia e Média e os nobres e príncipes das províncias,
  • 4. Para mostrar as riquezas da glória do seu reino, e o esplendor da sua excelente grandeza, por muitos dias, a saber: cento e oitenta dias.
  • 5. E, acabados aqueles dias, fez o rei um banquete a todo o povo que se achava na fortaleza de Susã, desde o maior até ao menor, por sete dias, no pátio do jardim do palácio real.
  • 6. As tapeçarias eram de pano branco, verde, e azul celeste, pendentes de cordões de linho fino e púrpura, e argolas de prata, e colunas de mármore; os leitos de ouro e de prata, sobre um pavimento de mármore vermelho, e azul, e branco, e preto.
  • 7. E dava-se de beber em copos de ouro, e os copos eram diferentes uns dos outros; e havia muito vinho real, segundo a generosidade do rei.
  • 8. E o beber era por lei, sem constrangimento; porque assim tinha ordenado o rei expressamente a todos os oficiais da sua casa, que fizessem conforme a vontade de cada um.
  • 9. Também a rainha Vasti deu um banquete às mulheres, na casa real do rei Assuero.
  • 10. E ao sétimo dia, estando já o coração do rei alegre do vinho, mandou a Meumã, Bizta, Harbona, Bigtá, Abagta, Zetar e Carcas, os sete camareiros que serviam na presença do rei Assuero,
  • 11. Que introduzissem na presença do rei a rainha Vasti, com a coroa real, para mostrar aos povos e aos príncipes a sua beleza, porque era formosa à vista.
  • 12. Porém a rainha Vasti recusou vir conforme a palavra do rei, por meio dos camareiros; assim o rei muito se enfureceu, e acendeu nele a sua ira.
  • 13. Então perguntou o rei aos sábios que entendiam dos tempos (porque assim se tratavam os negócios do rei na presença de todos os que sabiam a lei e o direito;
  • 14. E os mais chegados a ele eram: Carsena, Setar, Admata, Társis, Meres, Marsena, e Memucã, os sete príncipes dos persas e dos medos, que viam a face do rei, e se assentavam como principais no reino),
  • 15. O que, segundo a lei, se devia fazer à rainha Vasti, por não ter obedecido ao mandado do rei Assuero, por meio dos camareiros.
  • 16. Então disse Memucã na presença do rei e dos príncipes: Não somente contra o rei pecou a rainha Vasti, porém também contra todos os príncipes, e contra todos os povos que há em todas as províncias do rei Assuero.
  • 17. Porque a notícia do que fez a rainha chegará a todas as mulheres, de modo que aos seus olhos desprezarão a seus maridos quando ouvirem dizer: Mandou o rei Assuero que introduzissem à sua presença a rainha Vasti, porém ela não veio.
  • 18. E neste mesmo dia as senhoras da Pérsia e da Média, ouvindo o que fez a rainha, dirão o mesmo a todos os príncipes do rei; e assim haverá muito desprezo e indignação.
  • 19. Se bem parecer ao rei, saia da sua parte um edito real, e escreva-se nas leis dos persas e dos medos, e não se revogue, a saber: que Vasti não entre mais na presença do rei Assuero, e o rei dê o reino dela a outra que seja melhor do que ela.
  • 20. E, ouvindo-se o mandado, que o rei decretará em todo o seu reino (porque é grande), todas as mulheres darão honra a seus maridos, desde a maior até à menor.
  • 21. E pareceram bem estas palavras aos olhos do rei e dos príncipes; e fez o rei conforme a palavra de Memucã.
  • 22. Então enviou cartas a todas as províncias do rei, a cada província segundo a sua escrita, e a cada povo segundo a sua língua; que cada homem fosse senhor em sua casa, e que se falasse conforme a língua do seu povo.

Almeida Corrigida Fiel

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