Assim diz o SENHOR: O céu é o meu trono, e a terra o escabelo dos meus pés; que casa me edificaríeis vós? E qual seria o lugar do meu descanso? Porque a minha mão fez todas estas coisas, e assim todas elas foram feitas, diz o SENHOR; mas para esse olharei, para o pobre e abatido de espírito, e que treme da minha palavra. [Isaías 66: 1-2]
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Novo Testamento (260 dias)
Nova Versão Internacional: 27 de 260 dias
| Mateus: 27 |
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| 1. De manhã cedo, todos os chefes dos sacerdotes e líderes religiosos do povo tomaram a decisão de condenar Jesus à morte. |
| 2. E, amarrando-o, levaram-no e o entregaram a Pilatos, o governador. |
| 3. Quando Judas, que o havia traído, viu que Jesus fora condenado, foi tomado de remorso e devolveu aos chefes dos sacerdotes e aos líderes religiosos as trinta moedas de prata. |
| 4. E disse: “Pequei, pois traí sangue inocente”. E eles retrucaram: “Que nos importa? A responsabilidade é sua”. |
| 5. Então Judas jogou o dinheiro dentro do templo e, saindo, foi e enforcou-se. |
| 6. Os chefes dos sacerdotes ajuntaram as moedas e disseram: “É contra a lei colocar este dinheiro no tesouro, visto que é preço de sangue”. |
| 7. Então decidiram usar aquele dinheiro para comprar o campo do Oleiro, para cemitério de estrangeiros. |
| 8. Por isso ele se chama campo de Sangue até o dia de hoje. |
| 9. Então se cumpriu o que fora dito pelo profeta Jeremias: “Tomaram as trinta moedas de prata, preço em que foi avaliado pelo povo de Israel, |
| 10. e as usaram para comprar o campo do Oleiro, como o Senhor me havia ordenado”. |
| 11. Jesus foi posto diante do governador, e este lhe perguntou: “Você é o rei dos judeus?” Respondeu-lhe Jesus: “Tu o dizes”. |
| 12. Acusado pelos chefes dos sacerdotes e pelos líderes religiosos, ele nada respondeu. |
| 13. Então Pilatos lhe perguntou: “Você não ouve a acusação que eles estão fazendo contra você?” |
| 14. Mas Jesus não lhe respondeu nenhuma palavra, de modo que o governador ficou muito impressionado. |
| 15. Por ocasião da festa era costume do governador soltar um prisioneiro escolhido pela multidão. |
| 16. Eles tinham, naquela ocasião, um prisioneiro muito conhecido, chamado Barrabás. |
| 17. Pilatos perguntou à multidão que ali se havia reunido: “Qual destes vocês querem que solte: Barrabás ou Jesus, chamado Cristo?” |
| 18. Porque sabia que o haviam entregado por inveja. |
| 19. Estando Pilatos sentado no tribunal, sua mulher lhe enviou esta mensagem: “Não se envolva com este inocente, porque hoje, em sonho, sofri muito por causa dele”. |
| 20. Mas os chefes dos sacerdotes e os líderes religiosos convenceram a multidão a que pedisse Barrabás e mandasse executar Jesus. |
| 21. Então perguntou o governador: “Qual dos dois vocês querem que eu solte?” Responderam eles: “Barrabás!” |
| 22. Perguntou Pilatos: “Que farei então com Jesus, chamado Cristo?” Todos responderam: “Crucifica-o!” |
| 23. “Por quê? Que crime ele cometeu?”, perguntou Pilatos. Mas eles gritavam ainda mais: “Crucifica-o!” |
| 24. Quando Pilatos percebeu que não estava obtendo nenhum resultado, mas, ao contrário, estava se iniciando um tumulto, mandou trazer água, lavou as mãos diante da multidão e disse: “Estou inocente do sangue deste homem; a responsabilidade é de vocês”. |
| 25. Todo o povo respondeu: “Que o sangue dele caia sobre nós e sobre nossos filhos!” |
| 26. Então Pilatos soltou-lhes Barrabás, mandou açoitar Jesus e o entregou para ser crucificado. |
| 27. Então, os soldados do governador levaram Jesus ao Pretório e reuniram toda a tropa ao seu redor. |
| 28. Tiraram-lhe as vestes e puseram nele um manto vermelho; |
| 29. fizeram uma coroa de espinhos e a colocaram em sua cabeça. Puseram uma vara em sua mão direita e, ajoelhando-se diante dele, zombavam: “Salve, rei dos judeus!” |
| 30. Cuspiram nele e, tirando-lhe a vara, batiam-lhe com ela na cabeça. |
| 31. Depois de terem zombado dele, tiraram-lhe o manto e vestiram-lhe suas próprias roupas. Então o levaram para crucificá-lo. |
| 32. Ao saírem, encontraram um homem de Cirene, chamado Simão, e o forçaram a carregar a cruz. |
| 33. Chegaram a um lugar chamado Gólgota, que quer dizer lugar da Caveira, |
| 34. e lhe deram para beber vinho misturado com fel; mas ele, depois de prová-lo, recusou-se a beber. |
| 35. Depois de o crucificarem, dividiram as roupas dele, tirando sortes. |
| 36. E, sentando-se, vigiavam-no ali. |
| 37. Por cima de sua cabeça, colocaram por escrito a acusação feita contra ele: ESTE É JESUS, O REI DOS JUDEUS. |
| 38. Dois ladrões foram crucificados com ele, um à sua direita e outro à sua esquerda. |
| 39. Os que passavam lançavam-lhe insultos, balançando a cabeça |
| 40. e dizendo: “Você que destrói o templo e o reedifica em três dias, salve-se! Desça da cruz se é Filho de Deus!” |
| 41. Da mesma forma, os chefes dos sacerdotes, os mestres da lei e os líderes religiosos zombavam dele, |
| 42. dizendo: “Salvou os outros, mas não é capaz de salvar a si mesmo! E é o rei de Israel! Desça agora da cruz, e creremos nele. |
| 43. Ele confiou em Deus. Que Deus o salve agora se dele tem compaixão, pois disse: ‘Sou o Filho de Deus!’ ” |
| 44. Igualmente o insultavam os ladrões que haviam sido crucificados com ele. |
| 45. E houve trevas sobre toda a terra, do meio-dia às três horas da tarde. |
| 46. Por volta das três horas da tarde, Jesus bradou em alta voz: “Eloí, Eloí, lamá sabactâni?”, que significa “Meu Deus! Meu Deus! Por que me abandonaste?” |
| 47. Quando alguns dos que estavam ali ouviram isso, disseram: “Ele está chamando Elias”. |
| 48. Imediatamente, um deles correu em busca de uma esponja, embebeu-a em vinagre, colocou-a na ponta de uma vara e deu-a a Jesus para beber. |
| 49. Mas os outros disseram: “Deixem-no. Vejamos se Elias vem salvá-lo”. |
| 50. Depois de ter bradado novamente em alta voz, Jesus entregou o espírito. |
| 51. Naquele momento, o véu do santuário rasgou-se em duas partes, de alto a baixo. A terra tremeu, e as rochas se partiram. |
| 52. Os sepulcros se abriram, e os corpos de muitos santos que tinham morrido foram ressuscitados. |
| 53. E, saindo dos sepulcros, depois da ressurreição de Jesus, entraram na cidade santa e apareceram a muitos. |
| 54. Quando o centurião e os que com ele vigiavam Jesus viram o terremoto e tudo o que havia acontecido, ficaram aterrorizados e exclamaram: “Verdadeiramente este era o Filho de Deus!” |
| 55. Muitas mulheres estavam ali, observando de longe. Elas haviam seguido Jesus desde a Galileia, para o servir. |
| 56. Entre elas estavam Maria Madalena; Maria, mãe de Tiago e de José; e a mãe dos filhos de Zebedeu. |
| 57. Ao cair da tarde chegou um homem rico, de Arimateia, chamado José, que se tornara discípulo de Jesus. |
| 58. Dirigindo-se a Pilatos, pediu o corpo de Jesus, e Pilatos ordenou que lhe fosse entregue. |
| 59. José tomou o corpo, envolveu-o num lençol limpo de linho |
| 60. e o colocou num sepulcro novo, que ele havia mandado cavar na rocha. E, fazendo rolar uma grande pedra sobre a entrada do sepulcro, retirou-se. |
| 61. Maria Madalena e a outra Maria estavam assentadas ali, em frente do sepulcro. |
| 62. No dia seguinte, isto é, no sábado, os chefes dos sacerdotes e os fariseus dirigiram-se a Pilatos |
| 63. e disseram: “Senhor, lembramos que, enquanto ainda estava vivo, aquele impostor disse: ‘Depois de três dias ressuscitarei’. |
| 64. Ordena, pois, que o sepulcro dele seja guardado até o terceiro dia, para que não venham seus discípulos e, roubando o corpo, digam ao povo que ele ressuscitou dentre os mortos. Este último engano será pior do que o primeiro”. |
| 65. “Levem um destacamento” , respondeu Pilatos. “Podem ir, e mantenham o sepulcro em segurança como acharem melhor”. |
| 66. Eles foram e armaram um esquema de segurança no sepulcro; e além de deixarem um destacamento montando guarda, lacraram a pedra. |
Nova Versão Internacional: 27 de 260 dias