Assim diz o SENHOR: O céu é o meu trono, e a terra o escabelo dos meus pés; que casa me edificaríeis vós? E qual seria o lugar do meu descanso? Porque a minha mão fez todas estas coisas, e assim todas elas foram feitas, diz o SENHOR; mas para esse olharei, para o pobre e abatido de espírito, e que treme da minha palavra. [Isaías 66: 1-2]
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Novo Testamento (260 dias)
Almeida Revista e Atualizada: 35 de 260 dias
Hoje
| Marcos: 7 |
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| 1. Ora, reuniram-se a Jesus os fariseus e alguns escribas, vindos de Jerusalém. |
| 2. E, vendo que alguns dos discípulos dele comiam pão com as mãos impuras, isto é, por lavar |
| 3. (pois os fariseus e todos os judeus, observando a tradição dos anciãos, não comem sem lavar cuidadosamente as mãos; |
| 4. quando voltam da praça, não comem sem se aspergirem; e há muitas outras coisas que receberam para observar, como a lavagem de copos, jarros e vasos de metal [e camas]), |
| 5. interpelaram-no os fariseus e os escribas: Por que não andam os teus discípulos de conformidade com a tradição dos anciãos, mas comem com as mãos por lavar? |
| 6. Respondeu-lhes: Bem profetizou Isaías a respeito de vós, hipócritas, como está escrito: Este povo honra-me com os lábios, mas o seu coração está longe de mim. |
| 7. E em vão me adoram, ensinando doutrinas que são preceitos de homens. |
| 8. Negligenciando o mandamento de Deus, guardais a tradição dos homens. |
| 9. E disse-lhes ainda: Jeitosamente rejeitais o preceito de Deus para guardardes a vossa própria tradição. |
| 10. Pois Moisés disse: Honra a teu pai e a tua mãe; e: Quem maldisser a seu pai ou a sua mãe seja punido de morte. |
| 11. Vós, porém, dizeis: Se um homem disser a seu pai ou a sua mãe: Aquilo que poderias aproveitar de mim é Corbã, isto é, oferta para o Senhor, |
| 12. então, o dispensais de fazer qualquer coisa em favor de seu pai ou de sua mãe, |
| 13. invalidando a palavra de Deus pela vossa própria tradição, que vós mesmos transmitistes; e fazeis muitas outras coisas semelhantes. |
| 14. Convocando ele, de novo, a multidão, disse-lhes: Ouvi-me, todos, e entendei. |
| 15. Nada há fora do homem que, entrando nele, o possa contaminar; mas o que sai do homem é o que o contamina. |
| 16. [Se alguém tem ouvidos para ouvir, ouça.] |
| 17. Quando entrou em casa, deixando a multidão, os seus discípulos o interrogaram acerca da parábola. |
| 18. Então, lhes disse: Assim vós também não entendeis? Não compreendeis que tudo o que de fora entra no homem não o pode contaminar, |
| 19. porque não lhe entra no coração, mas no ventre, e sai para lugar escuso? E, assim, considerou ele puros todos os alimentos. |
| 20. E dizia: O que sai do homem, isso é o que o contamina. |
| 21. Porque de dentro, do coração dos homens, é que procedem os maus desígnios, a prostituição, os furtos, os homicídios, os adultérios, |
| 22. a avareza, as malícias, o dolo, a lascívia, a inveja, a blasfêmia, a soberba, a loucura. |
| 23. Ora, todos estes males vêm de dentro e contaminam o homem. |
| 24. Levantando-se, partiu dali para as terras de Tiro [e Sidom]. Tendo entrado numa casa, queria que ninguém o soubesse; no entanto, não pôde ocultar-se, |
| 25. porque uma mulher, cuja filhinha estava possessa de espírito imundo, tendo ouvido a respeito dele, veio e prostrou-se-lhe aos pés. |
| 26. Esta mulher era grega, de origem siro-fenícia, e rogava-lhe que expelisse de sua filha o demônio. |
| 27. Mas Jesus lhe disse: Deixa primeiro que se fartem os filhos, porque não é bom tomar o pão dos filhos e lançá-lo aos cachorrinhos. |
| 28. Ela, porém, lhe respondeu: Sim, Senhor; mas os cachorrinhos, debaixo da mesa, comem das migalhas das crianças. |
| 29. Então, lhe disse: Por causa desta palavra, podes ir; o demônio já saiu de tua filha. |
| 30. Voltando ela para casa, achou a menina sobre a cama, pois o demônio a deixara. |
| 31. De novo, se retirou das terras de Tiro e foi por Sidom até ao mar da Galileia, através do território de Decápolis. |
| 32. Então, lhe trouxeram um surdo e gago e lhe suplicaram que impusesse as mãos sobre ele. |
| 33. Jesus, tirando-o da multidão, à parte, pôs-lhe os dedos nos ouvidos e lhe tocou a língua com saliva; |
| 34. depois, erguendo os olhos ao céu, suspirou e disse: Efatá!, que quer dizer: Abre-te! |
| 35. Abriram-se-lhe os ouvidos, e logo se lhe soltou o empecilho da língua, e falava desembaraçadamente. |
| 36. Mas lhes ordenou que a ninguém o dissessem; contudo, quanto mais recomendava, tanto mais eles o divulgavam. |
| 37. Maravilhavam-se sobremaneira, dizendo: Tudo ele tem feito esplendidamente bem; não somente faz ouvir os surdos, como falar os mudos. |
Almeida Revista e Atualizada: 35 de 260 dias