Leitura diária da Bíblia em 365 dias, o Novo Testamento em 260 dias e o Antigo Testamento em 324 dias. Tudo no automático!

Assim diz o SENHOR: O céu é o meu trono, e a terra o escabelo dos meus pés; que casa me edificaríeis vós? E qual seria o lugar do meu descanso? Porque a minha mão fez todas estas coisas, e assim todas elas foram feitas, diz o SENHOR; mas para esse olharei, para o pobre e abatido de espírito, e que treme da minha palavra. [Isaías 66: 1-2]

Leitura da Bíblia

Central de Leitura Bíblica

Aqui você acompanha automaticamente o dia atual da leitura da Bíblia, mas você pode navegar livremente entre os dias, versões e planos conforme sua necessidade. Esta página foi criada para ser seu ponto de partida diário — simples, direta e sempre ao seu alcance.

Bíblia Completa (365 dias)

Nova Versão Internacional: 46 de 365 dias

Gênesis: 47
1. José foi dar as notícias ao faraó: “Meu pai e meus irmãos chegaram de Canaã com suas ovelhas, seus bois e tudo o que lhes pertence, e estão agora em Gósen”.
2. Depois escolheu cinco de seus irmãos e os apresentou ao faraó.
3. Perguntou-lhes o faraó: “Em que vocês trabalham?” Eles lhe responderam: “Teus servos são pastores, como os nossos antepassados”.
4. Disseram-lhe ainda: “Viemos morar aqui por uns tempos, porque a fome é rigorosa em Canaã, e os rebanhos de teus servos não têm pastagem. Agora, por favor, permite que teus servos se estabeleçam em Gósen”.
5. Então o faraó disse a José: “Seu pai e seus irmãos vieram a você,
6. e a terra do Egito está a sua disposição; faça com que seu pai e seus irmãos habitem na melhor parte da terra. Deixe-os morar em Gósen. E, se você vê que alguns deles são competentes, ponha-os como responsáveis por meu rebanho”.
7. Então José levou seu pai Jacó ao faraó e o apresentou a ele. Depois Jacó abençoou o faraó,
8. e este lhe perguntou: “Quantos anos o senhor tem?”
9. Jacó respondeu ao faraó: “São cento e trinta os anos da minha peregrinação. Foram poucos e difíceis e não chegam aos anos da peregrinação dos meus antepassados”.
10. Então, Jacó abençoou o faraó e retirou-se.
11. José instalou seu pai e seus irmãos e deu-lhes propriedade na melhor parte das terras do Egito, na região de Ramessés, conforme a ordem do faraó.
12. Providenciou também sustento para seu pai, para seus irmãos e para toda a sua família, de acordo com o número de filhos de cada um.
13. Não havia mantimento em toda a região, pois a fome era rigorosa; tanto o Egito como Canaã desfaleciam por causa da fome.
14. José recolheu toda a prata que circulava no Egito e em Canaã, dada como pagamento do trigo que o povo comprava, e levou-a ao palácio do faraó.
15. Quando toda a prata do Egito e de Canaã se esgotou, todos os egípcios foram suplicar a José: “Dá-nos comida! Não nos deixes morrer só porque a nossa prata acabou”.
16. E José lhes disse: “Tragam então os seus rebanhos, e em troca lhes darei trigo, uma vez que a prata de vocês acabou”.
17. E trouxeram a José os rebanhos, e ele deu-lhes trigo em troca de cavalos, ovelhas, bois e jumentos. Durante aquele ano inteiro ele os sustentou em troca de todos os seus rebanhos.
18. O ano passou, e no ano seguinte voltaram a José, dizendo: “Não temos como esconder de ti, meu senhor, que uma vez que a nossa prata acabou e os nossos rebanhos lhe pertencem, nada mais nos resta para oferecer, a não ser os nossos próprios corpos e as nossas terras.
19. Não deixes que morramos e que as nossas terras pereçam diante dos teus olhos! Compra-nos, e compra as nossas terras, em troca de trigo, e nós, com as nossas terras, seremos escravos do faraó. Dá-nos sementes para que sobrevivamos e não morramos de fome, a fim de que a terra não fique desolada”.
20. Assim, José comprou todas as terras do Egito para o faraó. Todos os egípcios tiveram que vender os seus campos, pois a fome os obrigou a isso. A terra tornou-se propriedade do faraó.
21. Quanto ao povo, José o reduziu à servidão , de uma à outra extremidade do Egito.
22. Somente as terras dos sacerdotes não foram compradas, porque, por lei, esses recebiam sustento regular do faraó, e disso viviam. Por isso não tiveram que vender as suas terras.
23. Então José disse ao povo: “Ouçam! Hoje comprei vocês e suas terras para o faraó; aqui estão as sementes para que cultivem a terra.
24. Mas vocês darão a quinta parte das suas colheitas ao faraó. Os outros quatro quintos ficarão para vocês como sementes para os campos e como alimento para vocês, seus filhos e os que vivem em suas casas”.
25. Eles disseram: “Meu senhor, tu nos salvaste a vida. Visto que nos favoreceste, seremos escravos do faraó”.
26. Assim, quanto à terra, José estabeleceu o seguinte decreto no Egito, que permanece até hoje: um quinto da produção pertence ao faraó. Somente as terras dos sacerdotes não se tornaram propriedade do faraó.
27. Os israelitas se estabeleceram no Egito, na região de Gósen. Lá adquiriram propriedades, foram prolíferos e multiplicaram-se muito.
28. Jacó viveu dezessete anos no Egito, e os anos da sua vida chegaram a cento e quarenta e sete.
29. Aproximando-se a hora da sua morte, Israel chamou seu filho José e lhe disse: “Se quer agradar-me, ponha a mão debaixo da minha coxa e prometa que será bondoso e fiel comigo: Não me sepulte no Egito.
30. Quando eu descansar com meus pais, leve-me daqui do Egito e sepulte-me junto a eles”. José respondeu: “Farei como o senhor me pede”.
31. Mas Jacó insistiu: “Jure-me”. E José lhe jurou, e Israel curvou-se apoiado em seu bordão.
Lucas: 2
1. Naqueles dias, César Augusto publicou um decreto ordenando o recenseamento de todo o império romano.
2. Este foi o primeiro recenseamento feito quando Quirino era governador da Síria.
3. E todos iam para a sua cidade natal, a fim de alistar-se.
4. Assim, José também foi da cidade de Nazaré da Galileia para a Judeia, para Belém, cidade de Davi, porque pertencia à casa e à linhagem de Davi.
5. Ele foi a fim de alistar-se, com Maria, que lhe estava prometida em casamento e esperava um filho.
6. Enquanto estavam lá, chegou o tempo de nascer o bebê,
7. e ela deu à luz o seu primogênito. Envolveu-o em panos e o colocou numa manjedoura, porque não havia lugar para eles na hospedaria.
8. Havia pastores que estavam nos campos próximos e durante a noite tomavam conta dos seus rebanhos.
9. E aconteceu que um anjo do Senhor apareceu-lhes e a glória do Senhor resplandeceu ao redor deles; e ficaram aterrorizados.
10. Mas o anjo lhes disse: “Não tenham medo. Estou trazendo boas-novas de grande alegria para vocês, que são para todo o povo:
11. Hoje, na cidade de Davi, nasceu o Salvador, que é Cristo , o Senhor.
12. Isto servirá de sinal para vocês: encontrarão o bebê envolto em panos e deitado numa manjedoura”.
13. De repente, uma grande multidão do exército celestial apareceu com o anjo, louvando a Deus e dizendo:
14. “Glória a Deus nas alturas, e paz na terra aos homens aos quais ele concede o seu favor”.
15. Quando os anjos os deixaram e foram para os céus, os pastores disseram uns aos outros: “Vamos a Belém, e vejamos isso que aconteceu, e que o Senhor nos deu a conhecer”.
16. Então correram para lá e encontraram Maria e José e o bebê deitado na manjedoura.
17. Depois de o verem, contaram a todos o que lhes fora dito a respeito daquele menino,
18. e todos os que ouviram o que os pastores diziam ficaram admirados.
19. Maria, porém, guardava todas essas coisas e sobre elas refletia em seu coração.
20. Os pastores voltaram glorificando e louvando a Deus por tudo o que tinham visto e ouvido, como lhes fora dito.
21. Completando-se os oito dias para a circuncisão do menino, foi-lhe posto o nome de Jesus, o qual lhe tinha sido dado pelo anjo antes de ele nascer.
22. Completando-se o tempo da purificação deles, de acordo com a Lei de Moisés, José e Maria o levaram a Jerusalém para apresentá-lo ao Senhor
23. (como está escrito na Lei do Senhor: “Todo primogênito do sexo masculino será consagrado ao Senhor”)
24. e para oferecer um sacrifício, de acordo com o que diz a Lei do Senhor: “duas rolinhas ou dois pombinhos”.
25. Havia em Jerusalém um homem chamado Simeão, que era justo e piedoso, e que esperava a consolação de Israel; e o Espírito Santo estava sobre ele.
26. Fora-lhe revelado pelo Espírito Santo que ele não morreria antes de ver o Cristo do Senhor.
27. Movido pelo Espírito, ele foi ao templo. Quando os pais trouxeram o menino Jesus para lhe fazerem o que requeria o costume da Lei,
28. Simeão o tomou nos braços e louvou a Deus, dizendo:
29. “Ó Soberano, como prometeste, agora podes despedir em paz o teu servo.
30. Pois os meus olhos já viram a tua salvação,
31. que preparaste à vista de todos os povos:
32. luz para revelação aos gentios e para a glória de Israel, teu povo”.
33. O pai e a mãe do menino estavam admirados com o que fora dito a respeito dele.
34. E Simeão os abençoou e disse a Maria, mãe de Jesus: “Este menino está destinado a causar a queda e o soerguimento de muitos em Israel, e a ser um sinal de contradição,
35. de modo que o pensamento de muitos corações será revelado. Quanto a você, uma espada atravessará a sua alma”.
36. Estava ali a profetisa Ana, filha de Fanuel, da tribo de Aser. Era muito idosa; tinha vivido com seu marido sete anos depois de se casar
37. e então permanecera viúva até a idade de oitenta e quatro anos. Nunca deixava o templo: adorava a Deus jejuando e orando dia e noite.
38. Tendo chegado ali naquele exato momento, deu graças a Deus e falava a respeito do menino a todos os que esperavam a redenção de Jerusalém.
39. Depois de terem feito tudo o que era exigido pela Lei do Senhor, voltaram para a sua própria cidade, Nazaré, na Galileia.
40. O menino crescia e se fortalecia, enchendo-se de sabedoria; e a graça de Deus estava sobre ele.
41. Todos os anos seus pais iam a Jerusalém para a festa da Páscoa.
42. Quando ele completou doze anos de idade, eles subiram à festa, conforme o costume.
43. Terminada a festa, voltando seus pais para casa, o menino Jesus ficou em Jerusalém, sem que eles percebessem.
44. Pensando que ele estava entre os companheiros de viagem, caminharam o dia todo. Então começaram a procurá-lo entre seus parentes e conhecidos.
45. Não o encontrando, voltaram a Jerusalém para procurá-lo.
46. Depois de três dias o encontraram no templo, sentado entre os mestres, ouvindo-os e fazendo-lhes perguntas.
47. Todos os que o ouviam ficavam maravilhados com o seu entendimento e com as suas respostas.
48. Quando seus pais o viram, ficaram perplexos. Sua mãe lhe disse: “Filho, por que você nos fez isto? Seu pai e eu estávamos aflitos, à sua procura”.
49. Ele perguntou: “Por que vocês estavam me procurando? Não sabiam que eu devia estar na casa de meu Pai?”
50. Mas eles não compreenderam o que lhes dizia.
51. Então foi com eles para Nazaré e era-lhes obediente. Sua mãe, porém, guardava todas essas coisas em seu coração.
52. Jesus ia crescendo em sabedoria, estatura e graça diante de Deus e dos homens.
Jó: 14
1. “O homem nascido de mulher vive pouco tempo e passa por muitas dificuldades.
2. Brota como a flor e murcha. Vai-se como a sombra passageira; não dura muito.
3. Fixas o olhar num homem desses? E o trarás à tua presença para julgamento?
4. Quem pode extrair algo puro da impureza? Ninguém!
5. Os dias do homem estão determinados; tu decretaste o número de seus meses e estabeleceste limites que ele não pode ultrapassar.
6. Por isso desvia dele o teu olhar e deixa-o até que ele cumpra o seu tempo como o trabalhador contratado.
7. “Para a árvore pelo menos há esperança: se é cortada, torna a brotar, e os seus renovos vingam.
8. Suas raízes poderão envelhecer no solo e seu tronco morrer no chão;
9. ainda assim, com o cheiro de água ela brotará e dará ramos como se fosse muda plantada.
10. Mas o homem morre e morto permanece; dá o último suspiro e deixa de existir.
11. Assim como a água do mar evapora e o leito do rio perde as águas e seca,
12. assim o homem se deita e não se levanta; até quando os céus já não existirem, os homens não acordarão e não serão despertados do seu sono.
13. “Se tão somente me escondesses na sepultura e me ocultasses até passar a tua ira! Se tão somente me impusesses um prazo e depois te lembrasses de mim!
14. Quando um homem morre, acaso tornará a viver? Durante todos os dias do meu árduo labor esperarei pela minha dispensa.
15. Chamarás, e eu te responderei; terás anelo pela criatura que as tuas mãos fizeram.
16. Por certo contarás então os meus passos, mas não tomarás conhecimento do meu pecado.
17. Minhas faltas serão encerradas num saco; tu esconderás a minha iniquidade.
18. “Mas, assim como a montanha sofre erosão e se desmorona, e a rocha muda de lugar;
19. e assim como a água desgasta as pedras e as torrentes arrastam terra, assim destróis a esperança do homem.
20. Tu o subjugas de uma vez por todas, e ele se vai; alteras a sua fisionomia e o mandas embora.
21. Se honram os seus filhos, ele não fica sabendo; se os humilham, ele não o vê.
22. Só sente a dor do seu próprio corpo; só pranteia por si mesmo”.

Nova Versão Internacional: 46 de 365 dias


... Igreja Jesus Cristo Brasil, 2008 © 2026