Assim diz o SENHOR: O céu é o meu trono, e a terra o escabelo dos meus pés; que casa me edificaríeis vós? E qual seria o lugar do meu descanso? Porque a minha mão fez todas estas coisas, e assim todas elas foram feitas, diz o SENHOR; mas para esse olharei, para o pobre e abatido de espírito, e que treme da minha palavra. [Isaías 66: 1-2]
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Bíblia Completa (365 dias)
Nova Versão Internacional: 32 de 365 dias
| Gênesis: 33 |
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| 1. Quando Jacó olhou e viu que Esaú estava se aproximando com quatrocentos homens, dividiu as crianças entre Lia, Raquel e as duas servas. |
| 2. Colocou as servas e os seus filhos à frente; Lia e seus filhos, depois; e Raquel com José, por último. |
| 3. Ele mesmo passou à frente e, ao aproximar-se do seu irmão, curvou-se até o chão sete vezes. |
| 4. Mas Esaú correu ao encontro de Jacó e abraçou-se ao seu pescoço, e o beijou. E eles choraram. |
| 5. Então Esaú ergueu o olhar e viu as mulheres e as crianças. E perguntou: “Quem são estes?” Jacó respondeu: “São os filhos que Deus concedeu ao teu servo”. |
| 6. Então as servas e os seus filhos se aproximaram e se curvaram. |
| 7. Depois, Lia e os seus filhos vieram e se curvaram. Por último, chegaram José e Raquel, e também se curvaram. |
| 8. Esaú perguntou: “O que você pretende com todos os rebanhos que encontrei pelo caminho?” “Ser bem recebido por ti, meu senhor”, respondeu Jacó. |
| 9. Disse, porém, Esaú: “Eu já tenho muito, meu irmão. Guarde para você o que é seu”. |
| 10. Mas Jacó insistiu: “Não! Se te agradaste de mim, aceita este presente de minha parte, porque ver a tua face é como contemplar a face de Deus; além disso, tu me recebeste tão bem! |
| 11. Aceita, pois, o presente que te foi trazido, pois Deus tem sido favorável para comigo, e eu já tenho tudo o que necessito”. Jacó tanto insistiu que Esaú acabou aceitando. |
| 12. Então disse Esaú: “Vamos seguir em frente. Eu o acompanharei”. |
| 13. Jacó, porém, lhe disse: “Meu senhor sabe que as crianças são frágeis e que estão sob os meus cuidados ovelhas e vacas que amamentam suas crias. Se forçá-las demais na caminhada, um só dia que seja, todo o rebanho morrerá. |
| 14. Por isso, meu senhor, vai à frente do teu servo, e eu sigo atrás, devagar, no passo dos rebanhos e das crianças, até que eu chegue ao meu senhor em Seir”. |
| 15. Esaú sugeriu: “Permita-me, então, deixar alguns homens com você”. Jacó perguntou: “Mas para quê, meu senhor? Ter sido bem recebido já me foi suficiente!” |
| 16. Naquele dia, Esaú voltou para Seir. |
| 17. Jacó, todavia, foi para Sucote, onde construiu uma casa para si e abrigos para o seu gado. Foi por isso que o lugar recebeu o nome de Sucote. |
| 18. Tendo voltado de Padã-Arã, Jacó chegou a salvo à cidade de Siquém, em Canaã, e acampou próximo da cidade. |
| 19. Por cem peças de prata comprou dos filhos de Hamor, pai de Siquém, a parte do campo onde tinha armado acampamento. |
| 20. Ali edificou um altar e lhe chamou El Elohe Israel. |
| Marcos: 4 |
| 1. Novamente Jesus começou a ensinar à beira-mar. Reuniu-se ao seu redor uma multidão tão grande que ele teve que entrar num barco e assentar-se nele. O barco estava no mar, enquanto todo o povo ficava na beira da praia. |
| 2. Ele lhes ensinava muitas coisas por parábolas, dizendo em seu ensino: |
| 3. “Ouçam! O semeador saiu a semear. |
| 4. Enquanto lançava a semente, parte dela caiu à beira do caminho, e as aves vieram e a comeram. |
| 5. Parte dela caiu em terreno pedregoso, onde não havia muita terra; e logo brotou, porque a terra não era profunda. |
| 6. Mas, quando saiu o sol, as plantas se queimaram e secaram, porque não tinham raiz. |
| 7. Outra parte caiu entre espinhos, que cresceram e sufocaram as plantas, de forma que ela não deu fruto. |
| 8. Outra ainda caiu em boa terra, germinou, cresceu e deu boa colheita, a trinta, sessenta e até cem por um”. |
| 9. E acrescentou: “Aquele que tem ouvidos para ouvir, ouça!” |
| 10. Quando ele ficou sozinho, os Doze e os outros que estavam ao seu redor lhe fizeram perguntas acerca das parábolas. |
| 11. Ele lhes disse: “A vocês foi dado o mistério do Reino de Deus, mas aos que estão fora tudo é dito por parábolas, |
| 12. a fim de que, “ ‘ainda que vejam, não percebam; ainda que ouçam, não entendam; de outro modo, poderiam converter-se e ser perdoados!’ ” |
| 13. Então Jesus lhes perguntou: “Vocês não entendem esta parábola? Como, então, compreenderão todas as outras? |
| 14. O semeador semeia a palavra. |
| 15. Algumas pessoas são como a semente à beira do caminho, onde a palavra é semeada. Logo que a ouvem, Satanás vem e retira a palavra nelas semeada. |
| 16. Outras, como a semente lançada em terreno pedregoso, ouvem a palavra e logo a recebem com alegria. |
| 17. Todavia, visto que não têm raiz em si mesmas, permanecem por pouco tempo. Quando surge alguma tribulação ou perseguição por causa da palavra, logo a abandonam. |
| 18. Outras ainda, como a semente lançada entre espinhos, ouvem a palavra; |
| 19. mas, quando chegam as preocupações desta vida, o engano das riquezas e os anseios por outras coisas sufocam a palavra, tornando-a infrutífera. |
| 20. Outras pessoas são como a semente lançada em boa terra: ouvem a palavra, aceitam-na e dão uma colheita de trinta, sessenta e até cem por um”. |
| 21. Ele lhes disse: “Quem traz uma candeia para ser colocada debaixo de uma vasilha ou de uma cama? Acaso não a coloca num lugar apropriado? |
| 22. Porque não há nada oculto, senão para ser revelado, e nada escondido, senão para ser trazido à luz. |
| 23. Se alguém tem ouvidos para ouvir, ouça! |
| 24. “Considerem atentamente o que vocês estão ouvindo”, continuou ele. “Com a medida com que medirem, vocês serão medidos; e ainda mais acrescentarão para vocês. |
| 25. A quem tiver, mais lhe será dado; de quem não tiver, até o que tem lhe será tirado”. |
| 26. Ele prosseguiu dizendo: “O Reino de Deus é semelhante a um homem que lança a semente sobre a terra. |
| 27. Noite e dia, estando ele dormindo ou acordado, a semente germina e cresce, embora ele não saiba como. |
| 28. A terra por si própria produz o grão: primeiro o talo, depois a espiga e, então, o grão cheio na espiga. |
| 29. Logo que o grão fica maduro, o homem lhe passa a foice, porque chegou a colheita”. |
| 30. Novamente ele disse: “Com que compararemos o Reino de Deus? Que parábola usaremos para descrevê-lo? |
| 31. É como um grão de mostarda, que é a menor semente que se planta na terra. |
| 32. No entanto, uma vez plantado, cresce e se torna uma das maiores plantas, com ramos tão grandes que as aves do céu podem abrigar-se à sua sombra”. |
| 33. Com muitas parábolas semelhantes Jesus lhes anunciava a palavra, tanto quanto podiam receber. |
| 34. Não lhes dizia nada sem usar alguma parábola. Quando, porém, estava a sós com os seus discípulos, explicava-lhes tudo. |
| 35. Naquele dia, ao anoitecer, disse ele aos seus discípulos: “Vamos para o outro lado”. |
| 36. Deixando a multidão, eles o levaram no barco, assim como estava. Outros barcos também o acompanhavam. |
| 37. Levantou-se um forte vendaval, e as ondas se lançavam sobre o barco, de forma que este ia se enchendo de água. |
| 38. Jesus estava na popa, dormindo com a cabeça sobre um travesseiro. Os discípulos o acordaram e clamaram: “Mestre, não te importas que morramos?” |
| 39. Ele se levantou, repreendeu o vento e disse ao mar: “Aquiete-se! Acalme-se!” O vento se aquietou, e fez-se completa bonança. |
| 40. Então perguntou aos seus discípulos: “Por que vocês estão com tanto medo? Ainda não têm fé?” |
| 41. Eles estavam apavorados e perguntavam uns aos outros: “Quem é este que até o vento e o mar lhe obedecem?” |
| Ester: 9 |
| 1. No décimo terceiro dia do décimo segundo mês, o mês de adar , entraria em vigor o decreto do rei. Naquele dia, os inimigos dos judeus esperavam vencê-los, mas aconteceu o contrário: os judeus dominaram aqueles que os odiavam, |
| 2. reunindo-se em suas cidades, em todas as províncias do rei Xerxes, para atacar os que buscavam a sua destruição. Ninguém conseguia resistir-lhes, porque todos os povos estavam com medo deles. |
| 3. E todos os nobres das províncias, os sátrapas, os governadores e os administradores do rei apoiaram os judeus, porque o medo que tinham de Mardoqueu havia se apoderado deles. |
| 4. Mardoqueu era influente no palácio; sua fama espalhou-se pelas províncias, e ele se tornava cada vez mais poderoso. |
| 5. Os judeus feriram todos os seus inimigos à espada, matando-os e destruindo-os, e fizeram o que quiseram com eles. |
| 6. Na cidadela de Susã os judeus mataram e destruíram quinhentos homens. |
| 7. Também mataram Parsandata, Dalfom, Aspata, |
| 8. Porata, Adalia, Aridata, |
| 9. Farmasta, Arisai, Aridai e Vaisata, |
| 10. os dez filhos de Hamã, filho de Hamedata, o inimigo dos judeus. Mas não se apossaram dos seus bens. |
| 11. Naquele mesmo dia, o total de mortos na cidadela de Susã foi relatado ao rei, |
| 12. que disse à rainha Ester: “Os judeus mataram e destruíram quinhentos homens e os dez filhos de Hamã na cidadela de Susã. Que terão feito nas outras províncias do império? Agora, diga qual é o seu pedido, e você será atendida. Tem ainda algum desejo? Este será concedido a você”. |
| 13. Respondeu Ester: “Se for do agrado do rei, que os judeus de Susã tenham autorização para executar também amanhã o decreto de hoje, para que os corpos dos dez filhos de Hamã sejam pendurados na forca”. |
| 14. Então o rei deu ordens para que assim fosse feito. O decreto foi publicado em Susã, e os corpos dos dez filhos de Hamã foram pendurados na forca. |
| 15. Os judeus de Susã ajuntaram-se no décimo quarto dia do mês de adar e mataram trezentos homens em Susã, mas não se apossaram dos seus bens. |
| 16. Enquanto isso, o restante dos judeus que viviam nas províncias do império também se ajuntaram para se protegerem e se livrarem dos seus inimigos. Eles mataram setenta e cinco mil deles, mas não se apossaram dos seus bens. |
| 17. Isso aconteceu no décimo terceiro dia do mês de adar, e no décimo quarto dia descansaram e fizeram dessa data um dia de festa e de alegria. |
| 18. Os judeus de Susã, porém, tinham se reunido no décimo terceiro e no décimo quarto dias e no décimo quinto descansaram e dele fizeram um dia de festa e de alegria. |
| 19. Por isso os judeus que vivem em vilas e povoados comemoram o décimo quarto dia do mês de adar como um dia de festa e de alegria, um dia de troca de presentes. |
| 20. Mardoqueu registrou esses acontecimentos e enviou cartas a todos os judeus de todas as províncias do rei Xerxes, próximas e distantes, |
| 21. determinando que anualmente se comemorassem o décimo quarto e o décimo quinto dias do mês de adar, |
| 22. pois nesses dias os judeus livraram-se dos seus inimigos; nesse mês a sua tristeza tornou-se em alegria; e o seu pranto, num dia de festa. Escreveu-lhes dizendo que comemorassem aquelas datas como dias de festa e de alegria, de troca de presentes e de ofertas aos pobres. |
| 23. E assim os judeus adotaram como costume aquela comemoração, conforme o que Mardoqueu lhes tinha ordenado por escrito. |
| 24. Pois Hamã, filho do agagita Hamedata, inimigo de todos os judeus, tinha tramado contra eles para destruí-los e tinha lançado o pur, isto é, a sorte para a ruína e destruição deles. |
| 25. Mas, quando isso chegou ao conhecimento do rei , ele deu ordens escritas para que o plano maligno de Hamã contra os judeus se voltasse contra a sua própria cabeça, e para que ele e seus filhos fossem enforcados. |
| 26. Por isso aqueles dias foram chamados Purim, da palavra pur. Considerando tudo o que estava escrito nessa carta, o que tinham visto e o que tinha acontecido, |
| 27. os judeus decidiram estabelecer o costume de que eles e os seus descendentes e todos os que se tornassem judeus não deixariam de comemorar anualmente esses dois dias, na forma prescrita e na data certa. |
| 28. Esses dias seriam lembrados e comemorados em cada família de cada geração, em cada província e em cada cidade, e jamais deveriam deixar de ser comemorados pelos judeus. E os seus descendentes jamais deveriam esquecer-se de tais dias. |
| 29. Então a rainha Ester, filha de Abiail, e o judeu Mardoqueu escreveram com toda a autoridade uma segunda carta para confirmar a primeira, acerca do Purim. |
| 30. Mardoqueu enviou cartas a todos os judeus das cento e vinte e sete províncias do império de Xerxes, desejando-lhes paz e segurança, |
| 31. e confirmando que os dias de Purim deveriam ser comemorados nas datas determinadas, conforme o judeu Mardoqueu e a rainha Ester tinham decretado e estabelecido para si mesmos, para todos os judeus e para os seus descendentes, e acrescentou observações sobre tempos de jejum e de lamentação. |
| 32. O decreto de Ester confirmou as regras do Purim, e isso foi escrito nos registros. |
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