Assim diz o SENHOR: O céu é o meu trono, e a terra o escabelo dos meus pés; que casa me edificaríeis vós? E qual seria o lugar do meu descanso? Porque a minha mão fez todas estas coisas, e assim todas elas foram feitas, diz o SENHOR; mas para esse olharei, para o pobre e abatido de espírito, e que treme da minha palavra. [Isaías 66: 1-2]
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Bíblia Completa (365 dias)
Nova Versão Internacional: 31 de 365 dias
| Gênesis: 32 |
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| 1. Jacó também seguiu o seu caminho, e anjos de Deus vieram ao encontro dele. |
| 2. Quando Jacó os avistou, disse: “Este é o exército de Deus!” Por isso deu àquele lugar o nome de Maanaim. |
| 3. Jacó mandou mensageiros adiante dele a seu irmão Esaú, na região de Seir, território de Edom. |
| 4. E lhes ordenou: “Vocês dirão o seguinte ao meu senhor Esaú: Assim diz teu servo Jacó: Morei na casa de Labão e com ele permaneci até agora. |
| 5. Tenho bois e jumentos, ovelhas e cabras, servos e servas. Envio agora esta mensagem ao meu senhor, para que me recebas bem”. |
| 6. Quando os mensageiros voltaram a Jacó, disseram-lhe: “Fomos até seu irmão Esaú, e ele está vindo ao seu encontro, com quatrocentos homens”. |
| 7. Jacó encheu-se de medo e foi tomado de angústia. Então dividiu em dois grupos todos os que estavam com ele, bem como as ovelhas, as cabras, os bois e os camelos, |
| 8. pois assim pensou: “Se Esaú vier e atacar um dos grupos, o outro poderá escapar”. |
| 9. Então Jacó orou: “Ó Deus de meu pai Abraão, Deus de meu pai Isaque, ó SENHOR que me disseste: ‘Volte para a sua terra e para os seus parentes e eu o farei prosperar’; |
| 10. não sou digno de toda a bondade e lealdade com que trataste o teu servo. Quando atravessei o Jordão eu tinha apenas o meu cajado, mas agora possuo duas caravanas. |
| 11. Livra-me, rogo-te, das mãos de meu irmão Esaú, porque tenho medo que ele venha nos atacar, tanto a mim como às mães e às crianças. |
| 12. Pois tu prometeste: ‘Esteja certo de que eu o farei prosperar e farei os seus descendentes tão numerosos como a areia do mar, que não se pode contar’ ”. |
| 13. Depois de passar ali a noite, escolheu entre os seus rebanhos um presente para o seu irmão Esaú: |
| 14. duzentas cabras e vinte bodes, duzentas ovelhas e vinte carneiros, |
| 15. trinta fêmeas de camelo com seus filhotes, quarenta vacas e dez touros, vinte jumentas e dez jumentos. |
| 16. Designou cada rebanho sob o cuidado de um servo e disse-lhes: “Vão à minha frente e mantenham certa distância entre um rebanho e outro”. |
| 17. Ao que ia à frente deu a seguinte instrução: “Quando meu irmão Esaú encontrar-se com você e lhe perguntar: ‘A quem você pertence, para onde vai e de quem é todo este rebanho à sua frente?’, |
| 18. você responderá: É do teu servo Jacó. É um presente para o meu senhor Esaú; e ele mesmo está vindo atrás de nós”. |
| 19. Também instruiu o segundo, o terceiro e todos os outros que acompanhavam os rebanhos: “Digam também a mesma coisa a Esaú quando o encontrarem. |
| 20. E acrescentem: Teu servo Jacó está vindo atrás de nós”. Porque pensava: “Eu o apaziguarei com esses presentes que estou enviando antes de mim; mais tarde, quando eu o vir, talvez me receba”. |
| 21. Assim os presentes de Jacó seguiram à sua frente; ele, porém, passou a noite no acampamento. |
| 22. Naquela noite, Jacó levantou-se, tomou suas duas mulheres, suas duas servas e seus onze filhos para atravessar o lugar de passagem do Jaboque. |
| 23. Depois de havê-los feito atravessar o ribeiro, fez passar também tudo o que possuía. |
| 24. E Jacó ficou sozinho. Então veio um homem que se pôs a lutar com ele até o amanhecer. |
| 25. Quando o homem viu que não poderia dominar Jacó, tocou-lhe na articulação da coxa, de forma que a deslocou enquanto lutavam. |
| 26. Então o homem disse: “Deixe-me ir, pois o dia já desponta”. Mas Jacó lhe respondeu: “Não te deixarei ir, a não ser que me abençoes”. |
| 27. O homem lhe perguntou: “Qual é o seu nome?” “Jacó ”, respondeu ele. |
| 28. Então disse o homem: “Seu nome não será mais Jacó, mas sim Israel , porque você lutou com Deus e com homens e venceu”. |
| 29. Prosseguiu Jacó: “Peço-te que digas o teu nome”. Mas ele respondeu: “Por que pergunta o meu nome?” E o abençoou ali. |
| 30. Jacó chamou àquele lugar Peniel, pois disse: “Vi a Deus face a face e, todavia, minha vida foi poupada”. |
| 31. Ao nascer do sol, atravessou Peniel, mancando por causa da coxa. |
| 32. Por isso, até o dia de hoje, os israelitas não comem o músculo ligado à articulação do quadril, porque nesse músculo Jacó foi ferido. |
| Marcos: 3 |
| 1. Noutra ocasião ele entrou na sinagoga, e estava ali um homem com uma das mãos atrofiada. |
| 2. Alguns deles estavam procurando um motivo para acusar Jesus; por isso o observavam atentamente, para ver se ele iria curá-lo no sábado. |
| 3. Jesus disse ao homem da mão atrofiada: “Levante-se e venha para o meio”. |
| 4. Depois Jesus lhes perguntou: “O que é permitido fazer no sábado: o bem ou o mal, salvar a vida ou matar?” Mas eles permaneceram em silêncio. |
| 5. Irado, olhou para os que estavam à sua volta e, profundamente entristecido por causa do coração endurecido deles, disse ao homem: “Estenda a mão”. Ele a estendeu, e ela foi restaurada. |
| 6. Então os fariseus saíram e começaram a conspirar com os herodianos contra Jesus, sobre como poderiam matá-lo. |
| 7. Jesus retirou-se com os seus discípulos para o mar, e uma grande multidão vinda da Galileia o seguia. |
| 8. Quando ouviram a respeito de tudo o que ele estava fazendo, muitas pessoas procedentes da Judeia, de Jerusalém, da Idumeia, das regiões do outro lado do Jordão e dos arredores de Tiro e de Sidom foram atrás dele. |
| 9. Por causa da multidão, ele disse aos discípulos que lhe preparassem um pequeno barco, para evitar que o comprimissem. |
| 10. Pois ele havia curado a muitos, de modo que os que sofriam de doenças ficavam se empurrando para conseguir tocar nele. |
| 11. Sempre que os espíritos imundos o viam, prostravam-se diante dele e gritavam: “Tu és o Filho de Deus”. |
| 12. Mas ele lhes dava ordens severas para que não dissessem quem ele era. |
| 13. Jesus subiu a um monte e chamou a si aqueles que ele quis, os quais vieram para junto dele. |
| 14. Escolheu doze, designando-os apóstolos , para que estivessem com ele, os enviasse a pregar |
| 15. e tivessem autoridade para expulsar demônios. |
| 16. Estes são os doze que ele escolheu: Simão, a quem deu o nome de Pedro; |
| 17. Tiago, filho de Zebedeu, e João, seu irmão, aos quais deu o nome de Boanerges, que significa “filhos do trovão”; |
| 18. André; Filipe; Bartolomeu; Mateus; Tomé; Tiago, filho de Alfeu; Tadeu; Simão, o zelote; |
| 19. e Judas Iscariotes, que o traiu. |
| 20. Então Jesus entrou numa casa, e novamente reuniu-se ali uma multidão, de modo que ele e os seus discípulos não conseguiam nem comer. |
| 21. Quando seus familiares ouviram falar disso, saíram para trazê-lo à força, pois diziam: “Ele está fora de si”. |
| 22. E os mestres da lei que haviam descido de Jerusalém diziam: “Ele está com Belzebu! Pelo príncipe dos demônios é que ele expulsa demônios”. |
| 23. Então Jesus os chamou e lhes falou por parábolas: “Como pode Satanás expulsar Satanás? |
| 24. Se um reino estiver dividido contra si mesmo, não poderá subsistir. |
| 25. Se uma casa estiver dividida contra si mesma, também não poderá subsistir. |
| 26. E, se Satanás se opuser a si mesmo e estiver dividido, não poderá subsistir; chegou o seu fim. |
| 27. De fato, ninguém pode entrar na casa do homem forte e levar dali os seus bens, sem que antes o amarre. Só então poderá roubar a casa dele. |
| 28. Eu asseguro que todos os pecados e blasfêmias dos homens lhes serão perdoados, |
| 29. mas quem blasfemar contra o Espírito Santo nunca terá perdão: é culpado de pecado eterno”. |
| 30. Jesus falou isso porque eles estavam dizendo: “Ele está com um espírito imundo”. |
| 31. Então chegaram a mãe e os irmãos de Jesus. Ficando do lado de fora, mandaram alguém chamá-lo. |
| 32. Havia muita gente assentada ao seu redor; e lhe disseram: “Tua mãe e teus irmãos estão lá fora e te procuram”. |
| 33. “Quem é minha mãe, e quem são meus irmãos?”, perguntou ele. |
| 34. Então olhou para os que estavam assentados ao seu redor e disse: “Aqui estão minha mãe e meus irmãos! |
| 35. Quem faz a vontade de Deus, este é meu irmão, minha irmã e minha mãe”. |
| Ester: 8 |
| 1. Naquele mesmo dia, o rei Xerxes deu à rainha Ester todos os bens de Hamã, o inimigo dos judeus. E Mardoqueu foi trazido à presença do rei, pois Ester lhe dissera que ele era seu parente. |
| 2. O rei tirou seu anel-selo, que havia tomado de Hamã, e o deu a Mardoqueu; e Ester o nomeou administrador dos bens de Hamã. |
| 3. Mas Ester tornou a implorar ao rei, chorando aos seus pés, que revogasse o plano maligno de Hamã, o agagita, contra os judeus. |
| 4. Então o rei estendeu o cetro de ouro para Ester, e ela se levantou diante dele e disse: |
| 5. “Se for do agrado do rei, se posso contar com o seu favor e se ele considerar justo, que se escreva uma ordem revogando as cartas que Hamã, filho do agagita Hamedata, escreveu para que os judeus fossem exterminados em todas as províncias do império. |
| 6. Pois, como suportarei ver a desgraça que cairá sobre o meu povo? Como suportarei a destruição da minha própria família?” |
| 7. O rei Xerxes respondeu à rainha Ester e ao judeu Mardoqueu: “Mandei enforcar Hamã e dei os seus bens a Ester porque ele atentou contra os judeus. |
| 8. Escrevam agora outro decreto em nome do rei, em favor dos judeus, como melhor lhes parecer, e selem-no com o anel-selo do rei, pois nenhum documento escrito em nome do rei e selado com o seu anel pode ser revogado”. |
| 9. Isso aconteceu no vigésimo terceiro dia do terceiro mês, o mês de sivã. Os secretários do rei foram imediatamente convocados e escreveram todas as ordens de Mardoqueu aos judeus, aos sátrapas, aos governadores e aos nobres das cento e vinte e sete províncias que se estendiam da Índia até a Etiópia. Essas ordens foram redigidas na língua e na escrita de cada província e de cada povo e também na língua e na escrita dos judeus. |
| 10. Mardoqueu escreveu em nome do rei Xerxes, selou as cartas com o anel-selo do rei e as enviou por meio de mensageiros montados em cavalos velozes, das estrebarias do próprio rei. |
| 11. O decreto do rei concedia aos judeus de cada cidade o direito de se reunirem e de se protegerem, de destruir, matar e aniquilar qualquer força armada de qualquer povo ou província que os ameaçasse, a eles, suas mulheres e seus filhos , e o direito de saquear os bens dos seus inimigos. |
| 12. O decreto entrou em vigor nas províncias do rei Xerxes no décimo terceiro dia do décimo segundo mês, o mês de adar. |
| 13. Uma cópia do decreto foi publicada como lei em cada província e levada ao conhecimento do povo de cada nação, a fim de que naquele dia os judeus estivessem prontos para vingar-se dos seus inimigos. |
| 14. Os mensageiros, montando cavalos das estrebarias do rei, saíram a galope, por causa da ordem do rei. O decreto também foi publicado na cidadela de Susã. |
| 15. Mardoqueu saiu da presença do rei usando vestes reais em azul e branco, uma grande coroa de ouro e um manto púrpura de linho fino. E a cidadela de Susã exultava de alegria. |
| 16. Para os judeus foi uma ocasião de felicidade, alegria, júbilo e honra. |
| 17. Em cada província e em cada cidade, onde quer que chegasse o decreto do rei, havia alegria e júbilo entre os judeus, com banquetes e festas. Muitos que pertenciam a outros povos do reino tornaram-se judeus, porque o temor dos judeus tinha se apoderado deles. |
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