Assim diz o SENHOR: O céu é o meu trono, e a terra o escabelo dos meus pés; que casa me edificaríeis vós? E qual seria o lugar do meu descanso? Porque a minha mão fez todas estas coisas, e assim todas elas foram feitas, diz o SENHOR; mas para esse olharei, para o pobre e abatido de espírito, e que treme da minha palavra. [Isaías 66: 1-2]
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Bíblia Completa (365 dias)
Almeida Corrigida Fiel: 13 de 365 dias
| Gênesis: 14 |
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| 1. E aconteceu nos dias de Anrafel, rei de Sinar, Arioque, rei de Elasar, Quedorlaomer, rei de Elão, e Tidal, rei de Goim, |
| 2. Que estes fizeram guerra a Bera, rei de Sodoma, a Birsa, rei de Gomorra, a Sinabe, rei de Admá, e a Semeber, rei de Zeboim, e ao rei de Belá (esta é Zoar). |
| 3. Todos estes se ajuntaram no vale de Sidim (que é o Mar Salgado). |
| 4. Doze anos haviam servido a Quedorlaomer, mas ao décimo terceiro ano rebelaram-se. |
| 5. E ao décimo quarto ano veio Quedorlaomer, e os reis que estavam com ele, e feriram aos refains em Asterote-Carnaim, e aos zuzins em Hã, e aos emins em Savé-Quiriataim, |
| 6. E aos horeus no seu monte Seir, até El-Parã que está junto ao deserto. |
| 7. Depois tornaram e vieram a En-Mispate (que é Cades), e feriram toda a terra dos amalequitas, e também aos amorreus, que habitavam em Hazazom-Tamar. |
| 8. Então saiu o rei de Sodoma, e o rei de Gomorra, e o rei de Admá, e o rei de Zeboim, e o rei de Belá (esta é Zoar), e ordenaram batalha contra eles no vale de Sidim, |
| 9. Contra Quedorlaomer, rei de Elão, e Tidal, rei de Goim, e Anrafel, rei de Sinar, e Arioque, rei de Elasar; quatro reis contra cinco. |
| 10. E o vale de Sidim estava cheio de poços de betume; e fugiram os reis de Sodoma e de Gomorra, e caíram ali; e os restantes fugiram para um monte. |
| 11. E tomaram todos os bens de Sodoma, e de Gomorra, e todo o seu mantimento e foram-se. |
| 12. Também tomaram a Ló, que habitava em Sodoma, filho do irmão de Abrão, e os seus bens, e foram-se. |
| 13. Então veio um, que escapara, e o contou a Abrão, o hebreu; ele habitava junto dos carvalhais de Manre, o amorreu, irmão de Escol, e irmão de Aner; eles eram confederados de Abrão. |
| 14. Ouvindo, pois, Abrão que o seu irmão estava preso, armou os seus criados, nascidos em sua casa, trezentos e dezoito, e os perseguiu até Dã. |
| 15. E dividiu-se contra eles de noite, ele e os seus criados, e os feriu, e os perseguiu até Hobá, que fica à esquerda de Damasco. |
| 16. E tornou a trazer todos os seus bens, e tornou a trazer também a Ló, seu irmão, e os seus bens, e também as mulheres, e o povo. |
| 17. E o rei de Sodoma saiu-lhe ao encontro (depois que voltou de ferir a Quedorlaomer e aos reis que estavam com ele) até ao Vale de Savé, que é o vale do rei. |
| 18. E Melquisedeque, rei de Salém, trouxe pão e vinho; e era este sacerdote do Deus Altíssimo. |
| 19. E abençoou-o, e disse: Bendito seja Abrão pelo Deus Altíssimo, o Possuidor dos céus e da terra; |
| 20. E bendito seja o Deus Altíssimo, que entregou os teus inimigos nas tuas mãos. E Abrão deu-lhe o dízimo de tudo. |
| 21. E o rei de Sodoma disse a Abrão: Dá-me a mim as pessoas, e os bens toma para ti. |
| 22. Abrão, porém, disse ao rei de Sodoma: Levantei minha mão ao Senhor, o Deus Altíssimo, o Possuidor dos céus e da terra, |
| 23. Jurando que desde um fio até à correia de um sapato, não tomarei coisa alguma de tudo o que é teu; para que não digas: Eu enriqueci a Abrão; |
| 24. Salvo tão somente o que os jovens comeram, e a parte que toca aos homens que comigo foram, Aner, Escol e Manre; estes que tomem a sua parte. |
| Mateus: 13 |
| 1. Tendo Jesus saído de casa, naquele dia, estava assentado junto ao mar; |
| 2. E ajuntou-se muita gente a ele, de sorte que, entrando num barco, se assentou; e toda a multidão estava em pé na praia. |
| 3. E falou-lhe de muitas coisas por parábolas, dizendo: Eis que o semeador saiu a semear. |
| 4. E, quando semeava, uma parte da semente caiu junto ao caminho, e vieram as aves, e comeram-na; |
| 5. E outra parte caiu em pedregais, onde não havia terra bastante, e logo nasceu, porque não tinha terra funda; |
| 6. Mas, vindo o sol, queimou-se, e secou-se, porque não tinha raiz. |
| 7. E outra caiu entre espinhos, e os espinhos cresceram e sufocaram-na. |
| 8. E outra caiu em boa terra, e deu fruto: Um a cem, outro a sessenta e outro a trinta. |
| 9. Quem tem ouvidos para ouvir, ouça. |
| 10. E, acercando-se dele os discípulos, disseram-lhe: Por que lhes falas por parábolas? |
| 11. Ele, respondendo, disse-lhes: Porque a vós é dado conhecer os mistérios do reino dos céus, mas a eles não lhes é dado; |
| 12. Porque àquele que tem, se dará, e terá em abundância; mas àquele que não tem, até aquilo que tem lhe será tirado. |
| 13. Por isso lhes falo por parábolas; porque eles, vendo, não veem; e, ouvindo, não ouvem nem compreendem. |
| 14. E neles se cumpre a profecia de Isaías, que diz: Ouvindo, ouvireis, mas não compreendereis, e, vendo, vereis, mas não percebereis. |
| 15. Porque o coração deste povo está endurecido, e ouviram de mau grado com seus ouvidos, e fecharam seus olhos; para que não vejam com os olhos, e ouçam com os ouvidos, e compreendam com o coração, e se convertam, e eu os cure. |
| 16. Mas, bem-aventurados os vossos olhos, porque veem, e os vossos ouvidos, porque ouvem. |
| 17. Porque em verdade vos digo que muitos profetas e justos desejaram ver o que vós vedes, e não o viram; e ouvir o que vós ouvis, e não o ouviram. |
| 18. Escutai vós, pois, a parábola do semeador. |
| 19. Ouvindo alguém a palavra do reino, e não a entendendo, vem o maligno, e arrebata o que foi semeado no seu coração; este é o que foi semeado junto ao caminho. |
| 20. O que foi semeado em pedregais é o que ouve a palavra, e logo a recebe com alegria; |
| 21. Mas não tem raiz em si mesmo, antes é de pouca duração; e, chegada a angústia e a perseguição, por causa da palavra, logo se ofende; |
| 22. E o que foi semeado entre espinhos é o que ouve a palavra, mas os cuidados deste mundo, e a sedução das riquezas sufocam a palavra, e fica infrutífera; |
| 23. Mas, o que foi semeado em boa terra é o que ouve e compreende a palavra; e dá fruto, e um produz cem, outro sessenta, e outro trinta. |
| 24. Propôs-lhes outra parábola, dizendo: O reino dos céus é semelhante ao homem que semeia a boa semente no seu campo; |
| 25. Mas, dormindo os homens, veio o seu inimigo, e semeou joio no meio do trigo, e retirou-se. |
| 26. E, quando a erva cresceu e frutificou, apareceu também o joio. |
| 27. E os servos do pai de família, indo ter com ele, disseram-lhe: Senhor, não semeaste tu, no teu campo, boa semente? Por que tem, então, joio? |
| 28. E ele lhes disse: Um inimigo é quem fez isso. E os servos lhe disseram: Queres pois que vamos arrancá-lo? |
| 29. Ele, porém, lhes disse: Não; para que, ao colher o joio, não arranqueis também o trigo com ele. |
| 30. Deixai crescer ambos juntos até à ceifa; e, por ocasião da ceifa, direi aos ceifeiros: Colhei primeiro o joio, e atai-o em molhos para o queimar; mas, o trigo, ajuntai-o no meu celeiro. |
| 31. Outra parábola lhes propôs, dizendo: O reino dos céus é semelhante ao grão de mostarda que o homem, pegando nele, semeou no seu campo; |
| 32. O qual é, realmente, a menor de todas as sementes; mas, crescendo, é a maior das plantas, e faz-se uma árvore, de sorte que vêm as aves do céu, e se aninham nos seus ramos. |
| 33. Outra parábola lhes disse: O reino dos céus é semelhante ao fermento, que uma mulher toma e introduz em três medidas de farinha, até que tudo esteja levedado. |
| 34. Tudo isto disse Jesus, por parábolas à multidão, e nada lhes falava sem parábolas; |
| 35. Para que se cumprisse o que fora dito pelo profeta, que disse: Abrirei em parábolas a minha boca; Publicarei coisas ocultas desde a fundação do mundo. |
| 36. Então, tendo despedido a multidão, foi Jesus para casa. E chegaram a ele os seus discípulos, dizendo: Explica-nos a parábola do joio do campo. |
| 37. E ele, respondendo, disse-lhes: O que semeia a boa semente, é o Filho do homem; |
| 38. O campo é o mundo; e a boa semente são os filhos do reino; e o joio são os filhos do maligno; |
| 39. O inimigo, que o semeou, é o diabo; e a ceifa é o fim do mundo; e os ceifeiros são os anjos. |
| 40. Assim como o joio é colhido e queimado no fogo, assim será na consumação deste mundo. |
| 41. Mandará o Filho do homem os seus anjos, e eles colherão do seu reino tudo o que causa escândalo, e os que cometem iniquidade. |
| 42. E lançá-los-ão na fornalha de fogo; ali haverá pranto e ranger de dentes. |
| 43. Então os justos resplandecerão como o sol, no reino de seu Pai. Quem tem ouvidos para ouvir, ouça. |
| 44. Também o reino dos céus é semelhante a um tesouro escondido num campo, que um homem achou e escondeu; e, pelo gozo dele, vai, vende tudo quanto tem, e compra aquele campo. |
| 45. Outrossim, o reino dos céus é semelhante ao homem, negociante, que busca boas pérolas; |
| 46. E, encontrando uma pérola de grande valor, foi, vendeu tudo quanto tinha, e comprou-a. |
| 47. Igualmente o reino dos céus é semelhante a uma rede lançada ao mar, e que apanha toda a qualidade de peixes. |
| 48. E, estando cheia, a puxam para a praia; e, assentando-se, apanham para os cestos os bons; os ruins, porém, lançam fora. |
| 49. Assim será na consumação dos séculos: Virão os anjos, e separarão os maus de entre os justos, |
| 50. E lançá-los-ão na fornalha de fogo; ali haverá pranto e ranger de dentes. |
| 51. E disse-lhes Jesus: Entendestes todas estas coisas? Disseram-lhe eles: Sim, Senhor. |
| 52. E ele disse-lhes: Por isso, todo o escriba instruído acerca do reino dos céus é semelhante a um pai de família, que tira do seu tesouro coisas novas e velhas. |
| 53. E aconteceu que Jesus, concluindo estas parábolas, se retirou dali. |
| 54. E, chegando à sua pátria, ensinava-os na sinagoga deles, de sorte que se maravilhavam, e diziam: De onde veio a este a sabedoria, e estas maravilhas? |
| 55. Não é este o filho do carpinteiro? E não se chama sua mãe Maria, e seus irmãos Tiago, e José, e Simão, e Judas? |
| 56. E não estão entre nós todas as suas irmãs? De onde lhe veio, pois, tudo isto? |
| 57. E escandalizavam-se nele. Jesus, porém, lhes disse: Não há profeta sem honra, a não ser na sua pátria e na sua casa. |
| 58. E não fez ali muitas maravilhas, por causa da incredulidade deles. |
| Neemias: 3 |
| 1. E levantou-se Eliasibe, o sumo sacerdote, com os seus irmãos, os sacerdotes, e reedificaram a porta das ovelhas, a qual consagraram; e levantaram as suas portas, e até à torre de Meá consagraram, e até à torre de Hananel. |
| 2. E junto a ele edificaram os homens de Jericó; também ao seu lado edificou Zacur, filho de Imri. |
| 3. E à porta do peixe edificaram os filhos de Hassenaá; a qual emadeiraram, e levantaram as suas portas com as suas fechaduras e os seus ferrolhos. |
| 4. E ao seu lado reparou Meremote, filho de Urias, o filho de Coz; e ao seu lado reparou Mesulão, filho de Berequias, o filho de Mesezabeel; e ao seu lado reparou Zadoque, filho de Baana. |
| 5. E ao seu lado repararam os tecoítas; porém os seus nobres não submeteram a cerviz ao serviço de seu Senhor. |
| 6. E a porta velha repararam-na Joiada, filho de Paseia, e Mesulão, filho de Besodias; estes a emadeiraram, e levantaram as suas portas com as suas fechaduras e os seus ferrolhos. |
| 7. E ao seu lado repararam Melatias, o gibeonita, e Jadom, meronotita, homens de Gibeom e Mizpá, que pertenciam ao domínio do governador dalém do rio. |
| 8. Ao seu lado reparou Uziel, filho de Haraías, um dos ourives; e ao seu lado reparou Hananias, filho de um dos boticários; e fortificaram a Jerusalém até ao muro largo. |
| 9. E ao seu lado reparou Refaías, filho de Hur, líder da metade de Jerusalém. |
| 10. E ao seu lado reparou Jedaías, filho de Harumafe, e defronte de sua casa e ao seu lado reparou Hatus, filho de Hasabneias. |
| 11. A outra porção reparou Malquias, filho de Harim, e Hasube, filho de Paate-Moabe; como também a torre dos fornos. |
| 12. E ao seu lado reparou Salum, filho de Haloés, líder da outra meia parte de Jerusalém, ele e suas filhas. |
| 13. A porta do vale reparou-a Hanum e os moradores de Zanoa; estes a edificaram, e lhe levantaram as portas com as suas fechaduras e os seus ferrolhos, como também mil côvados do muro, até a porta do monturo. |
| 14. E a porta do monturo reparou-a Malquias, filho de Recabe, líder do distrito de Bete-Haquerém; este a edificou, e lhe levantou as portas com as suas fechaduras e os seus ferrolhos. |
| 15. E a porta da fonte reparou-a Salum, filho de Col-Hoze, líder do distrito de Mizpá; este a edificou, e a cobriu, e lhe levantou as portas com as suas fechaduras e os seus ferrolhos, como também o muro do tanque de Hasselá, ao pé do jardim do rei, e até aos degraus que descem da cidade de Davi. |
| 16. Depois dele edificou Neemias, filho de Azbuque, líder da metade de Bete-Zur, até defronte dos sepulcros de Davi, até ao tanque artificial e até à casa dos valentes. |
| 17. Depois dele repararam os levitas, Reum, filho de Bani; ao seu lado reparou Hasabias, líder da metade de Queila, no seu distrito. |
| 18. Depois dele repararam seus irmãos, Bavai, filho de Henadade, líder da outra meia parte de Queila. |
| 19. Ao seu lado reparou Ezer, filho de Jesuá, líder de Mizpá, outra porção, defronte da subida à casa das armas, à esquina. |
| 20. Depois dele reparou com grande ardor Baruque, filho de Zabai, outra medida, desde a esquina até à porta da casa de Eliasibe, o sumo sacerdote. |
| 21. Depois dele reparou Meremote, filho de Urias, o filho de Coz, outra porção, desde a porta da casa de Eliasibe, até à extremidade da casa de Eliasibe. |
| 22. E depois dele repararam os sacerdotes que habitavam na campina. |
| 23. Depois reparou Benjamim e Hasube, defronte da sua casa; depois dele reparou Azarias, filho de Maaseias, o filho de Ananias, junto à sua casa. |
| 24. Depois dele reparou Binui, filho de Henadade, outra porção, desde a casa de Azarias até à esquina, e até ao canto. |
| 25. Palal, filho de Uzai, reparou defronte da esquina, e a torre que sai da casa real superior, que está junto ao pátio da prisão; depois dele Pedaías, filho de Parós. |
| 26. Ora, os netineus habitavam em Ofel, até defronte da porta das águas, para o oriente, e até à torre alta. |
| 27. Depois repararam os tecoítas outra porção, defronte da torre grande e alta, e até ao muro de Ofel. |
| 28. Desde acima da porta dos cavalos repararam os sacerdotes, cada um defronte da sua casa. |
| 29. Depois deles reparou Zadoque, filho de Imer, defronte da sua casa; e depois dele reparou Semaías, filho de Secanias, guarda da porta oriental. |
| 30. Depois dele reparou Hananias, filho de Selemias, e Hanum, filho de Zalafe, o sexto, outra porção; depois dele reparou Mesulão, filho de Berequias, defronte da sua câmara. |
| 31. Depois dele reparou Malquias, filho de um ourives, até à casa dos netineus e mercadores, defronte da porta de Mifcade, e até à câmara do canto. |
| 32. E entre a câmara do canto e a porta das ovelhas, repararam os ourives e os mercadores. |
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