Assim diz o SENHOR: O céu é o meu trono, e a terra o escabelo dos meus pés; que casa me edificaríeis vós? E qual seria o lugar do meu descanso? Porque a minha mão fez todas estas coisas, e assim todas elas foram feitas, diz o SENHOR; mas para esse olharei, para o pobre e abatido de espírito, e que treme da minha palavra. [Isaías 66: 1-2]
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Bíblia Completa (365 dias)
Almeida Corrigida Fiel: 121 de 365 dias
| Números: 8 |
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| 1. E falou o Senhor a Moisés, dizendo: |
| 2. Fala a Arão, e dize-lhe: Quando acenderes as lâmpadas, as sete lâmpadas iluminarão o espaço em frente do candelabro. |
| 3. E Arão fez assim: Acendeu as lâmpadas do candelabro para iluminar o espaço em frente, como o Senhor ordenara a Moisés. |
| 4. E era esta a obra do candelabro, obra de ouro batido; desde o seu pé até às suas flores era ele de ouro batido; conforme ao modelo que o Senhor mostrara a Moisés, assim ele fez o candelabro. |
| 5. E falou o Senhor a Moisés, dizendo: |
| 6. Toma os levitas do meio dos filhos de Israel e purifica-os; |
| 7. E assim lhes farás, para os purificar: Asperge sobre eles a água da expiação; e sobre toda a sua carne farão passar a navalha, e lavarão as suas vestes, e se purificarão. |
| 8. Então tomarão um novilho, com a sua oferta de alimentos de flor de farinha amassada com azeite; e tomarás tu outro novilho, para expiação do pecado. |
| 9. E farás chegar os levitas perante a tenda da congregação e ajuntarás toda a congregação dos filhos de Israel. |
| 10. Farás, pois, chegar os levitas perante o Senhor; e os filhos de Israel porão as suas mãos sobre os levitas. |
| 11. E Arão oferecerá os levitas por oferta movida, perante o Senhor, pelos filhos de Israel; e serão para servirem no ministério do Senhor. |
| 12. E os levitas colocarão as suas mãos sobre a cabeça dos novilhos; então sacrifica tu, um para expiação do pecado, e o outro para holocausto ao Senhor, para fazer expiação pelos levitas. |
| 13. E porás os levitas perante Arão, e perante os seus filhos, e os oferecerá por oferta movida ao Senhor. |
| 14. E separarás os levitas do meio dos filhos de Israel, para que os levitas sejam meus. |
| 15. E depois os levitas entrarão para fazerem o serviço da tenda da congregação; e tu os purificarás, e por oferta movida os oferecerás. |
| 16. Porquanto eles, dentre os filhos de Israel, me são dados; em lugar de todo aquele que abre a madre, do primogênito de cada um dos filhos de Israel, para mim os tenho tomado. |
| 17. Porque meu é todo o primogênito entre os filhos de Israel, entre os homens e entre os animais; no dia em que, na terra do Egito, feri a todo o primogênito, os santifiquei para mim. |
| 18. E tomei os levitas em lugar de todo o primogênito entre os filhos de Israel. |
| 19. E os levitas, dados a Arão e a seus filhos, dentre os filhos de Israel, tenho dado para ministrarem o ministério dos filhos de Israel na tenda da congregação e para fazer expiação pelos filhos de Israel, para que não haja praga entre os filhos de Israel, chegando-se os filhos de Israel ao santuário. |
| 20. E assim fizeram Moisés e Arão, e toda a congregação dos filhos de Israel, com os levitas; conforme a tudo o que o Senhor ordenara a Moisés acerca dos levitas, assim os filhos de Israel lhes fizeram. |
| 21. E os levitas se purificaram, e lavaram as suas vestes, e Arão os ofereceu por oferta movida perante o Senhor, e Arão fez expiação por eles, para purificá-los. |
| 22. E depois vieram os levitas, para exercerem o seu ministério na tenda da congregação, perante Arão e perante os seus filhos; como o Senhor ordenara a Moisés acerca dos levitas, assim lhes fizeram. |
| 23. E falou o Senhor a Moisés, dizendo: |
| 24. Este é o ofício dos levitas: Da idade de vinte e cinco anos para cima entrarão, para fazerem o serviço no ministério da tenda da congregação; |
| 25. Mas desde a idade de cinquenta anos sairão do serviço deste ministério, e nunca mais servirão; |
| 26. Porém com os seus irmãos servirão na tenda da congregação, para terem cuidado da guarda; mas o ministério não exercerão; assim farás com os levitas quanto aos seus deveres. |
| Salmos: 44 |
| 1. Ó Deus, nós ouvimos com os nossos ouvidos, e nossos pais nos têm contado a obra que fizeste em seus dias, nos tempos da antiguidade. |
| 2. Como expulsaste os gentios com a tua mão e os plantaste a eles; como afligiste os povos e os derrubaste. |
| 3. Pois não conquistaram a terra pela sua espada, nem o seu braço os salvou, mas a tua destra e o teu braço, e a luz da tua face, porquanto te agradaste deles. |
| 4. Tu és o meu Rei, ó Deus; ordena salvações para Jacó. |
| 5. Por ti venceremos os nossos inimigos; pelo teu nome pisaremos os que se levantam contra nós. |
| 6. Pois eu não confiarei no meu arco, nem a minha espada me salvará. |
| 7. Mas tu nos salvaste dos nossos inimigos, e confundiste os que nos odiavam. |
| 8. Em Deus nos gloriamos todo o dia, e louvamos o teu nome eternamente. (Selá.) |
| 9. Mas agora tu nos rejeitaste e nos confundiste, e não sais com os nossos exércitos. |
| 10. Tu nos fazes retirar do inimigo, e aqueles que nos odeiam nos saqueiam para si. |
| 11. Tu nos entregaste como ovelhas para comer, e nos espalhaste entre os gentios. |
| 12. Tu vendes por nada o teu povo, e não aumentas a tua riqueza com o seu preço. |
| 13. Tu nos pões por opróbrio aos nossos vizinhos, por escárnio e zombaria daqueles que estão à roda de nós. |
| 14. Tu nos pões por provérbio entre os gentios, por movimento de cabeça entre os povos. |
| 15. A minha confusão está constantemente diante de mim, e a vergonha do meu rosto me cobre, |
| 16. À voz daquele que afronta e blasfema, por causa do inimigo e do vingador. |
| 17. Tudo isto nos sobreveio; contudo não nos esquecemos de ti, nem nos houvemos falsamente contra a tua aliança. |
| 18. O nosso coração não voltou atrás, nem os nossos passos se desviaram das tuas veredas; |
| 19. Ainda que nos quebrantaste num lugar de dragões, e nos cobriste com a sombra da morte. |
| 20. Se nós esquecemos o nome do nosso Deus, e estendemos as nossas mãos para um deus estranho, |
| 21. Porventura não esquadrinhará Deus isso? Pois ele sabe os segredos do coração. |
| 22. Sim, por amor de ti, somos mortos todo o dia; somos reputados como ovelhas para o matadouro. |
| 23. Desperta, por que dormes, Senhor? Acorda, não nos rejeites para sempre. |
| 24. Por que escondes a tua face, e te esqueces da nossa miséria e da nossa opressão? |
| 25. Pois a nossa alma está abatida até ao pó; o nosso ventre se apega à terra. |
| 26. Levanta-te em nosso auxílio, e resgata-nos por amor das tuas misericórdias. |
| Cânticos: 6 |
| 1. Para onde foi o teu amado, ó mais formosa entre as mulheres? Para onde se retirou o teu amado, para que o busquemos contigo? |
| 2. O meu amado desceu ao seu jardim, aos canteiros de bálsamo, para apascentar nos jardins e para colher os lírios. |
| 3. Eu sou do meu amado, e o meu amado é meu; ele apascenta entre os lírios. |
| 4. Formosa és, meu amor, como Tirza, aprazível como Jerusalém, terrível como um exército com bandeiras. |
| 5. Desvia de mim os teus olhos, porque eles me dominam. O teu cabelo é como o rebanho das cabras que aparecem em Gileade. |
| 6. Os teus dentes são como o rebanho de ovelhas que sobem do lavadouro, e das quais todas produzem gêmeos, e não há estéril entre elas. |
| 7. Como um pedaço de romã, assim são as tuas faces entre os teus cabelos. |
| 8. Sessenta são as rainhas, e oitenta as concubinas, e as virgens sem número. |
| 9. Porém uma é a minha pomba, a minha imaculada, a única de sua mãe, e a mais querida daquela que a deu à luz; viram-na as filhas e chamaram-na bem-aventurada, as rainhas e as concubinas louvaram-na. |
| 10. Quem é esta que aparece como a alva do dia, formosa como a lua, brilhante como o sol, terrível como um exército com bandeiras? |
| 11. Desci ao jardim das nogueiras, para ver os frutos do vale, a ver se floresciam as vides e brotavam as romãzeiras. |
| 12. Antes de eu o sentir, me pôs a minha alma nos carros do meu nobre povo. |
| 13. Volta, volta, ó Sulamita, volta, volta, para que nós te vejamos. Por que olhais para a Sulamita como para as fileiras de dois exércitos? |
Almeida Corrigida Fiel: 121 de 365 dias