Assim diz o SENHOR: O céu é o meu trono, e a terra o escabelo dos meus pés; que casa me edificaríeis vós? E qual seria o lugar do meu descanso? Porque a minha mão fez todas estas coisas, e assim todas elas foram feitas, diz o SENHOR; mas para esse olharei, para o pobre e abatido de espírito, e que treme da minha palavra. [Isaías 66: 1-2]
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Bíblia Completa (365 dias)
Almeida Corrigida Fiel: 120 de 365 dias
| Números: 7 |
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| 1. E aconteceu, no dia em que Moisés acabou de levantar o tabernáculo, e o ungiu, e o santificou, e todos os seus utensílios; também o altar, e todos os seus pertences, e os ungiu, e os santificou, |
| 2. Que os príncipes de Israel, os cabeças da casa de seus pais, os que foram príncipes das tribos, que estavam sobre os que foram contados, ofereceram, |
| 3. E trouxeram a sua oferta perante o Senhor, seis carros cobertos, e doze bois; por dois príncipes um carro, e cada um deles um boi; e os apresentaram diante do tabernáculo. |
| 4. E falou o Senhor a Moisés, dizendo: |
| 5. Recebe-os deles, e serão para servir no ministério da tenda da congregação; e os darás aos levitas, a cada qual segundo o seu ministério. |
| 6. Assim Moisés recebeu os carros e os bois, e os deu aos levitas. |
| 7. Dois carros e quatro bois deu aos filhos de Gérson, segundo o seu ministério; |
| 8. E quatro carros e oito bois deu aos filhos de Merari, segundo o seu ministério, debaixo da mão de Itamar, filho de Arão, o sacerdote. |
| 9. Mas aos filhos de Coate nada deu, porquanto a seu cargo estava o santuário e o levavam aos ombros. |
| 10. E ofereceram os príncipes para a consagração do altar, no dia em que foi ungido; apresentaram, pois, os príncipes a sua oferta perante o altar. |
| 11. E disse o Senhor a Moisés: Cada príncipe oferecerá a sua oferta, cada qual no seu dia, para a consagração do altar. |
| 12. O que, pois, no primeiro dia apresentou a sua oferta foi Naassom, filho de Aminadabe, pela tribo de Judá. |
| 13. E a sua oferta foi um prato de prata, do peso de cento e trinta siclos, uma bacia de prata de setenta siclos, segundo o siclo do santuário; ambos cheios de flor de farinha, amassada com azeite, para oferta de alimentos; |
| 14. Uma colher de dez siclos de ouro, cheia de incenso; |
| 15. Um novilho, um carneiro, um cordeiro de um ano, para holocausto; |
| 16. Um bode para expiação do pecado; |
| 17. E para sacrifício pacífico dois bois, cinco carneiros, cinco bodes, cinco cordeiros de um ano; esta foi a oferta de Naassom, filho de Aminadabe. |
| 18. No segundo dia fez a sua oferta Natanael, filho de Zuar, príncipe de Issacar. |
| 19. E como sua oferta ofereceu um prato de prata, do peso de cento e trinta siclos, uma bacia de prata de setenta siclos, segundo o siclo do santuário; ambos cheios de flor de farinha amassada com azeite, para a oferta de alimentos; |
| 20. Uma colher de dez siclos de ouro, cheia de incenso; |
| 21. Um novilho, um carneiro, um cordeiro de um ano, para holocausto; |
| 22. Um bode para expiação do pecado; |
| 23. E para sacrifício pacífico dois bois, cinco carneiros, cinco bodes, cinco cordeiros de um ano; esta foi a oferta de Natanael, filho de Zuar. |
| 24. No terceiro dia ofereceu o príncipe dos filhos de Zebulom, Eliabe, filho de Helom. |
| 25. A sua oferta foi um prato de prata, do peso de cento e trinta siclos, uma bacia de prata de setenta siclos, segundo o siclo do santuário; ambos cheios de flor de farinha amassada com azeite, para oferta de alimentos; |
| 26. Uma colher de dez siclos de ouro, cheia de incenso; |
| 27. Um novilho, um carneiro, um cordeiro de um ano, para holocausto; |
| 28. Um bode para expiação do pecado; |
| 29. E para sacrifício pacífico dois bois, cinco carneiros, cinco bodes, cinco cordeiros de um ano; esta foi a oferta de Eliabe, filho de Helom. |
| 30. No quarto dia ofereceu o príncipe dos filhos de Rúben, Elizur, filho de Sedeur; |
| 31. A sua oferta foi um prato de prata, do peso de cento e trinta siclos, uma bacia de prata de setenta siclos, segundo o siclo do santuário; ambos cheios de flor de farinha, amassada com azeite, para oferta de alimentos; |
| 32. Uma colher de dez siclos de ouro, cheia de incenso; |
| 33. Um novilho, um carneiro, um cordeiro de um ano, para holocausto; |
| 34. Um bode para expiação do pecado; |
| 35. E para sacrifício pacífico dois bois, cinco carneiros, cinco bodes, cinco cordeiros de um ano; esta foi a oferta de Elizur, filho de Sedeur. |
| 36. No quinto dia ofereceu o príncipe dos filhos de Simeão, Selumiel, filho de Zurisadai. |
| 37. A sua oferta foi um prato de prata, do peso de cento e trinta siclos, uma bacia de prata de setenta siclos, segundo o siclo do santuário; ambos cheios de flor de farinha amassada com azeite, para oferta de alimentos; |
| 38. Uma colher de dez siclos de ouro, cheia de incenso; |
| 39. Um novilho, um carneiro, um cordeiro de um ano para holocausto; |
| 40. Um bode para expiação do pecado; |
| 41. E para sacrifício pacífico dois bois, cinco carneiros, cinco bodes, cinco cordeiros de um ano; esta foi a oferta de Selumiel, filho de Zurisadai. |
| 42. No sexto dia ofereceu o príncipe dos filhos de Gade; Eliasafe, filho de Deuel. |
| 43. A sua oferta foi um prato de prata, do peso de cento e trinta siclos, uma bacia de prata de setenta siclos, segundo o siclo do santuário; ambos cheios de flor de farinha, amassada com azeite, para oferta de alimentos; |
| 44. Uma colher de dez siclos de ouro, cheia de incenso; |
| 45. Um novilho, um carneiro, um cordeiro de um ano, para holocausto; |
| 46. Um bode para expiação do pecado. |
| 47. E para sacrifício pacífico dois bois, cinco carneiros, cinco bodes, cinco cordeiros de um ano; esta foi a oferta de Eliasafe, filho de Deuel. |
| 48. No sétimo dia ofereceu o príncipe dos filhos de Efraim, Elisama, filho de Amiúde. |
| 49. A sua oferta foi um prato de prata, do peso de cento e trinta siclos, uma bacia de prata de setenta siclos, segundo o siclo do santuário; ambos cheios de flor de farinha, amassada com azeite, para oferta de alimentos; |
| 50. Uma colher de dez siclos de ouro, cheia de incenso; |
| 51. Um novilho, um carneiro, um cordeiro de um ano, para holocausto; |
| 52. Um bode para expiação do pecado; |
| 53. E para sacrifício pacífico dois bois, cinco carneiros, cinco bodes, cinco cordeiros de um ano; esta foi a oferta de Elisama, filho de Amiúde. |
| 54. No oitavo dia ofereceu o príncipe dos filhos de Manassés, Gamaliel, filho de Pedazur. |
| 55. A sua oferta foi um prato de prata, do peso de cento e trinta siclos, uma bacia de prata de setenta siclos, segundo o siclo do santuário; ambos cheios de flor de farinha, amassada com azeite, para oferta de alimentos; |
| 56. Uma colher de dez siclos de ouro, cheia de incenso; |
| 57. Um novilho, um carneiro, um cordeiro de um ano, para holocausto; |
| 58. Um bode para expiação do pecado; |
| 59. E para sacrifício pacífico dois bois, cinco carneiros, cinco bodes, cinco cordeiros de um ano; esta foi a oferta de Gamaliel, filho de Pedazur. |
| 60. No dia nono ofereceu o príncipe dos filhos de Benjamim, Abidã, filho de Gideoni; |
| 61. A sua oferta foi um prato de prata, do peso de cento e trinta siclos, uma bacia de prata de setenta siclos, segundo o siclo do santuário; ambos cheios de flor de farinha, amassada com azeite, para oferta de alimentos; |
| 62. Uma colher de dez siclos de ouro, cheia de incenso; |
| 63. Um novilho, um carneiro, um cordeiro de um ano, para holocausto; |
| 64. Um bode para expiação do pecado; |
| 65. E para sacrifício pacífico dois bois, cinco carneiros, cinco bodes, cinco cordeiros de um ano; esta foi a oferta de Abidã filho de Gideoni. |
| 66. No décimo dia ofereceu o príncipe dos filhos de Dã, Aieser, filho de Amisadai. |
| 67. A sua oferta foi um prato de prata, do peso de cento e trinta siclos, uma bacia de prata de setenta siclos, segundo o siclo do santuário; ambos cheios de flor de farinha, amassada com azeite, para oferta de alimentos; |
| 68. Uma colher de dez siclos de ouro, cheia de incenso; |
| 69. Um novilho, um carneiro, um cordeiro de um ano, para holocausto; |
| 70. Um bode para expiação do pecado; |
| 71. E para sacrifício pacífico dois bois, cinco carneiros, cinco bodes, cinco cordeiros de um ano; esta foi a oferta de Aieser, filho de Amisadai. |
| 72. No dia undécimo ofereceu o príncipe dos filhos de Aser, Pagiel, filho de Ocrã; |
| 73. A sua oferta foi um prato de prata, do peso de cento e trinta siclos, uma bacia de prata de setenta siclos, segundo o siclo do santuário; ambos cheios de flor de farinha, amassada com azeite, para oferta de alimentos; |
| 74. Uma colher de dez siclos de ouro, cheia de incenso; |
| 75. Um novilho, um carneiro, um cordeiro de um ano, para holocausto; |
| 76. Um bode para expiação do pecado; |
| 77. E para sacrifício pacífico dois bois, cinco carneiros, cinco bodes, cinco cordeiros de um ano; esta foi a oferta de Pagiel, filho de Ocrã. |
| 78. No duodécimo dia ofereceu o príncipe dos filhos de Naftali, Aira, filho de Enã. |
| 79. A sua oferta foi um prato de prata, do peso de cento e trinta siclos, uma bacia de prata de setenta siclos, segundo o siclo do santuário; ambos cheios de flor de farinha, amassada com azeite, para oferta de alimentos; |
| 80. Uma colher de dez siclos de ouro, cheia de incenso; |
| 81. Um novilho, um carneiro, um cordeiro de um ano, para holocausto; |
| 82. Um bode para expiação do pecado; |
| 83. E para sacrifício pacífico dois bois, cinco carneiros, cinco bodes, cinco cordeiros de um ano; esta foi a oferta de Aira, filho de Enã. |
| 84. Esta foi a consagração do altar, feita pelos príncipes de Israel, no dia em que foi ungido, doze pratos de prata, doze bacias de prata, doze colheres de ouro. |
| 85. Cada prato de prata de cento e trinta siclos, e cada bacia de setenta; toda a prata dos vasos foi dois mil e quatrocentos siclos, segundo o siclo do santuário; |
| 86. Doze colheres de ouro cheias de incenso, cada colher de dez siclos, segundo o siclo do santuário; todo o ouro das colheres foi de cento e vinte siclos; |
| 87. Todos os animais para holocausto foram doze novilhos, doze carneiros, doze cordeiros de um ano, com a sua oferta de alimentos e doze bodes para expiação do pecado. |
| 88. E todos os animais para sacrifício pacífico foram vinte e quatro novilhos, os carneiros sessenta, os bodes sessenta, os cordeiros de um ano sessenta; esta foi a consagração do altar, depois que foi ungido. |
| 89. E, quando Moisés entrava na tenda da congregação para falar com ele, então ouvia a voz que lhe falava de cima do propiciatório, que estava sobre a arca do testemunho entre os dois querubins; assim com ele falava. |
| Salmos: 42 |
| 1. Assim como o cervo brama pelas correntes das águas, assim suspira a minha alma por ti, ó Deus! |
| 2. A minha alma tem sede de Deus, do Deus vivo; quando entrarei e me apresentarei ante a face de Deus? |
| 3. As minhas lágrimas servem-me de mantimento de dia e de noite, enquanto me dizem constantemente: Onde está o teu Deus? |
| 4. Quando me lembro disto, dentro de mim derramo a minha alma; pois eu havia ido com a multidão. Fui com eles à casa de Deus, com voz de alegria e louvor, com a multidão que festejava. |
| 5. Por que estás abatida, ó minha alma, e por que te perturbas em mim? Espera em Deus, pois ainda o louvarei pela salvação da sua face. |
| 6. Ó meu Deus, dentro de mim a minha alma está abatida; por isso lembro-me de ti desde a terra do Jordão, e desde os hermonitas, desde o pequeno monte. |
| 7. Um abismo chama outro abismo, ao ruído das tuas cachoeiras; todas as tuas ondas e as tuas vagas têm passado sobre mim. |
| 8. Contudo o Senhor mandará a sua misericórdia de dia, e de noite a sua canção estará comigo, uma oração ao Deus da minha vida. |
| 9. Direi a Deus, minha rocha: Por que te esqueceste de mim? Por que ando lamentando por causa da opressão do inimigo? |
| 10. Com ferida mortal em meus ossos me afrontam os meus adversários, quando todo dia me dizem: Onde está o teu Deus? |
| 11. Por que estás abatida, ó minha alma, e por que te perturbas dentro de mim? Espera em Deus, pois ainda o louvarei, o qual é a salvação da minha face, e o meu Deus. |
| Salmos: 43 |
| 1. Faze-me justiça, ó Deus, e pleiteia a minha causa contra a nação ímpia. Livra-me do homem fraudulento e injusto. |
| 2. Pois tu és o Deus da minha fortaleza; por que me rejeitas? Por que ando lamentando por causa da opressão do inimigo? |
| 3. Envia a tua luz e a tua verdade, para que me guiem e me levem ao teu santo monte, e aos teus tabernáculos. |
| 4. Então irei ao altar de Deus, a Deus, que é a minha grande alegria, e com harpa te louvarei, ó Deus, Deus meu. |
| 5. Por que estás abatida, ó minha alma? E por que te perturbas dentro de mim? Espera em Deus, pois ainda o louvarei, o qual é a salvação da minha face e Deus meu. |
| Cânticos: 5 |
| 1. Já entrei no meu jardim, minha irmã, minha esposa; colhi a minha mirra com a minha especiaria, comi o meu favo com o meu mel, bebi o meu vinho com o meu leite; comei, amigos, bebei abundantemente, ó amados. |
| 2. Eu dormia, mas o meu coração velava; e eis a voz do meu amado que está batendo: abre-me, minha irmã, meu amor, pomba minha, imaculada minha, porque a minha cabeça está cheia de orvalho, os meus cabelos das gotas da noite. |
| 3. Já despi a minha roupa; como a tornarei a vestir? Já lavei os meus pés; como os tornarei a sujar? |
| 4. O meu amado pôs a sua mão pela fresta da porta, e as minhas entranhas estremeceram por amor dele. |
| 5. Eu me levantei para abrir ao meu amado, e as minhas mãos gotejavam mirra, e os meus dedos mirra com doce aroma, sobre as aldravas da fechadura. |
| 6. Eu abri ao meu amado, mas já o meu amado tinha se retirado, e tinha ido; a minha alma desfaleceu quando ele falou; busquei-o e não o achei, chamei-o e não me respondeu. |
| 7. Acharam-me os guardas que rondavam pela cidade; espancaram-me, feriram-me, tiraram-me o manto os guardas dos muros. |
| 8. Conjuro-vos, ó filhas de Jerusalém, que, se achardes o meu amado, lhe digais que estou enferma de amor. |
| 9. Que é o teu amado mais do que outro amado, ó tu, a mais formosa entre as mulheres? Que é o teu amado mais do que outro amado, que tanto nos conjuras? |
| 10. O meu amado é branco e rosado; ele é o primeiro entre dez mil. |
| 11. A sua cabeça é como o ouro mais apurado, os seus cabelos são crespos, pretos como o corvo. |
| 12. Os seus olhos são como os das pombas junto às correntes das águas, lavados em leite, postos em engaste. |
| 13. As suas faces são como um canteiro de bálsamo, como flores perfumadas; os seus lábios são como lírios gotejando mirra com doce aroma. |
| 14. As suas mãos são como anéis de ouro engastados de berilo; o seu ventre como alvo marfim, coberto de safiras. |
| 15. As suas pernas como colunas de mármore, colocadas sobre bases de ouro puro; o seu aspecto como o Líbano, excelente como os cedros. |
| 16. A sua boca é muitíssimo suave; sim, ele é totalmente desejável. Tal é o meu amado, e tal o meu amigo, ó filhas de Jerusalém. |
Almeida Corrigida Fiel: 120 de 365 dias