Thus saith the LORD, The heaven is my throne, and the earth is my footstool: where is the house that ye build unto me? and where is the place of my rest? For all those things hath mine hand made, and all those things have been, saith the LORD: but to this man will I look, even to him that is poor and of a contrite spirit, and trembleth at my word. [Isaiah 66: 1-2]
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Old Testament (324 dias)
Almeida Revista e Atualizada: 234 of 324 days
| Cânticos: 1 |
|---|
| 1. Cântico dos cânticos de Salomão. |
| 2. Beija-me com os beijos de tua boca; porque melhor é o teu amor do que o vinho. |
| 3. Suave é o aroma dos teus unguentos, como unguento derramado é o teu nome; por isso, as donzelas te amam. |
| 4. Leva-me após ti, apressemo-nos. O rei me introduziu nas suas recâmaras. Em ti nos regozijaremos e nos alegraremos; do teu amor nos lembraremos, mais do que do vinho; não é sem razão que te amam. |
| 5. Eu estou morena e formosa, ó filhas de Jerusalém, como as tendas de Quedar, como as cortinas de Salomão. |
| 6. Não olheis para o eu estar morena, porque o sol me queimou. Os filhos de minha mãe se indignaram contra mim e me puseram por guarda de vinhas; a vinha, porém, que me pertence, não a guardei. |
| 7. Dize-me, ó amado de minha alma: onde apascentas o teu rebanho, onde o fazes repousar pelo meio-dia, para que não ande eu vagando junto ao rebanho dos teus companheiros? |
| 8. Se tu não o sabes, ó mais formosa entre as mulheres, sai-te pelas pisadas dos rebanhos e apascenta os teus cabritos junto às tendas dos pastores. |
| 9. Às éguas dos carros de Faraó te comparo, ó querida minha. |
| 10. Formosas são as tuas faces entre os teus enfeites, o teu pescoço, com os colares. |
| 11. Enfeites de ouro te faremos, com incrustações de prata. |
| 12. Enquanto o rei está assentado à sua mesa, o meu nardo exala o seu perfume. |
| 13. O meu amado é para mim um saquitel de mirra, posto entre os meus seios. |
| 14. Como um racimo de flores de hena nas vinhas de En-Gedi, é para mim o meu amado. |
| 15. Eis que és formosa, ó querida minha, eis que és formosa; os teus olhos são como os das pombas. |
| 16. Como és formoso, amado meu, como és amável! O nosso leito é de viçosas folhas, |
| 17. as traves da nossa casa são de cedro, e os seus caibros, de cipreste. |
| Cânticos: 2 |
| 1. Eu sou a rosa de Sarom, o lírio dos vales. |
| 2. Qual o lírio entre os espinhos, tal é a minha querida entre as donzelas. |
| 3. Qual a macieira entre as árvores do bosque, tal é o meu amado entre os jovens; desejo muito a sua sombra e debaixo dela me assento, e o seu fruto é doce ao meu paladar. |
| 4. Leva-me à sala do banquete, e o seu estandarte sobre mim é o amor. |
| 5. Sustentai-me com passas, confortai-me com maçãs, pois desfaleço de amor. |
| 6. A sua mão esquerda esteja debaixo da minha cabeça, e a direita me abrace. |
| 7. Conjuro-vos, ó filhas de Jerusalém, pelas gazelas e cervas do campo, que não acordeis, nem desperteis o amor, até que este o queira. |
| 8. Ouço a voz do meu amado; ei-lo aí galgando os montes, pulando sobre os outeiros. |
| 9. O meu amado é semelhante ao gamo ou ao filho da gazela; eis que está detrás da nossa parede, olhando pelas janelas, espreitando pelas grades. |
| 10. O meu amado fala e me diz: Levanta-te, querida minha, formosa minha, e vem. |
| 11. Porque eis que passou o inverno, cessou a chuva e se foi; |
| 12. aparecem as flores na terra, chegou o tempo de cantarem as aves, e a voz da rola ouve-se em nossa terra. |
| 13. A figueira começou a dar seus figos, e as vides em flor exalam o seu aroma; levanta-te, querida minha, formosa minha, e vem. |
| 14. Pomba minha, que andas pelas fendas dos penhascos, no esconderijo das rochas escarpadas, mostra-me o rosto, faze-me ouvir a tua voz, porque a tua voz é doce, e o teu rosto, amável. |
| 15. Apanhai-me as raposas, as raposinhas, que devastam os vinhedos, porque as nossas vinhas estão em flor. |
| 16. O meu amado é meu, e eu sou dele; ele apascenta o seu rebanho entre os lírios. |
| 17. Antes que refresque o dia e fujam as sombras, volta, amado meu; faze-te semelhante ao gamo ou ao filho das gazelas sobre os montes escabrosos. |
| Cânticos: 3 |
| 1. De noite, no meu leito, busquei o amado de minha alma, busquei-o e não o achei. |
| 2. Levantar-me-ei, pois, e rodearei a cidade, pelas ruas e pelas praças; buscarei o amado da minha alma. Busquei-o e não o achei. |
| 3. Encontraram-me os guardas, que rondavam pela cidade. Então, lhes perguntei: vistes o amado da minha alma? |
| 4. Mal os deixei, encontrei logo o amado da minha alma; agarrei-me a ele e não o deixei ir embora, até que o fiz entrar em casa de minha mãe e na recâmara daquela que me concebeu. |
| 5. Conjuro-vos, ó filhas de Jerusalém, pelas gazelas e cervas do campo, que não acordeis, nem desperteis o amor, até que este o queira. |
| 6. Que é isso que sobe do deserto, como colunas de fumaça, perfumado de mirra, e de incenso, e de toda sorte de pós aromáticos do mercador? |
| 7. É a liteira de Salomão; sessenta valentes estão ao redor dela, dos valentes de Israel. |
| 8. Todos sabem manejar a espada e são destros na guerra; cada um leva a espada à cinta, por causa dos temores noturnos. |
| 9. O rei Salomão fez para si um palanquim de madeira do Líbano. |
| 10. Fez-lhe as colunas de prata, a espalda de ouro, o assento de púrpura, e tudo interiormente ornado com amor pelas filhas de Jerusalém. |
| 11. Saí, ó filhas de Sião, e contemplai ao rei Salomão com a coroa com que sua mãe o coroou no dia do seu desposório, no dia do júbilo do seu coração. |
Almeida Revista e Atualizada: 234 of 324 days