Thus saith the LORD, The heaven is my throne, and the earth is my footstool: where is the house that ye build unto me? and where is the place of my rest? For all those things hath mine hand made, and all those things have been, saith the LORD: but to this man will I look, even to him that is poor and of a contrite spirit, and trembleth at my word. [Isaiah 66: 1-2]
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Old Testament (324 dias)
Almeida Revista e Atualizada: 229 of 324 days
| Provérbios: 30 |
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| 1. Palavras de Agur, filho de Jaque, de Massá. Disse o homem: Fatiguei-me, ó Deus; fatiguei-me, ó Deus, e estou exausto |
| 2. porque sou demasiadamente estúpido para ser homem; não tenho inteligência de homem, |
| 3. não aprendi a sabedoria, nem tenho o conhecimento do Santo. |
| 4. Quem subiu ao céu e desceu? Quem encerrou os ventos nos seus punhos? Quem amarrou as águas na sua roupa? Quem estabeleceu todas as extremidades da terra? Qual é o seu nome, e qual é o nome de seu filho, se é que o sabes? |
| 5. Toda palavra de Deus é pura; ele é escudo para os que nele confiam. |
| 6. Nada acrescentes às suas palavras, para que não te repreenda, e sejas achado mentiroso. |
| 7. Duas coisas te peço; não mas negues, antes que eu morra: |
| 8. afasta de mim a falsidade e a mentira; não me dês nem a pobreza nem a riqueza; dá-me o pão que me for necessário; |
| 9. para não suceder que, estando eu farto, te negue e diga: Quem é o SENHOR? Ou que, empobrecido, venha a furtar e profane o nome de Deus. |
| 10. Não calunies o servo diante de seu senhor, para que aquele te não amaldiçoe e fiques culpado. |
| 11. Há daqueles que amaldiçoam a seu pai e que não bendizem a sua mãe. |
| 12. Há daqueles que são puros aos próprios olhos e que jamais foram lavados da sua imundícia. |
| 13. Há daqueles — quão altivos são os seus olhos e levantadas as suas pálpebras! |
| 14. Há daqueles cujos dentes são espadas, e cujos queixais são facas, para consumirem na terra os aflitos e os necessitados entre os homens. |
| 15. A sanguessuga tem duas filhas, a saber: Dá, Dá. Há três coisas que nunca se fartam, sim, quatro que não dizem: Basta! |
| 16. Elas são a sepultura, a madre estéril, a terra, que se não farta de água, e o fogo, que nunca diz: Basta! |
| 17. Os olhos de quem zomba do pai ou de quem despreza a obediência à sua mãe, corvos no ribeiro os arrancarão e pelos pintãos da águia serão comidos. |
| 18. Há três coisas que são maravilhosas demais para mim, sim, há quatro que não entendo: |
| 19. o caminho da águia no céu, o caminho da cobra na penha, o caminho do navio no meio do mar e o caminho do homem com uma donzela. |
| 20. Tal é o caminho da mulher adúltera: come, e limpa a boca, e diz: Não cometi maldade. |
| 21. Sob três coisas estremece a terra, sim, sob quatro não pode subsistir: |
| 22. sob o servo quando se torna rei; sob o insensato quando anda farto de pão; |
| 23. sob a mulher desdenhada quando se casa; sob a serva quando se torna herdeira da sua senhora. |
| 24. Há quatro coisas mui pequenas na terra que, porém, são mais sábias que os sábios: |
| 25. as formigas, povo sem força; todavia, no verão preparam a sua comida; |
| 26. os arganazes, povo não poderoso; contudo, fazem a sua casa nas rochas; |
| 27. os gafanhotos não têm rei; contudo, marcham todos em bandos; |
| 28. o geco, que se apanha com as mãos; contudo, está nos palácios dos reis. |
| 29. Há três que têm passo elegante, sim, quatro que andam airosamente: |
| 30. O leão, o mais forte entre os animais, que por ninguém torna atrás; |
| 31. o galo, que anda ereto, o bode e o rei, a quem não se pode resistir. |
| 32. Se procedeste insensatamente em te exaltares ou se maquinaste o mal, põe a mão na boca. |
| 33. Porque o bater do leite produz manteiga, e o torcer do nariz produz sangue, e o açular a ira produz contendas. |
| Provérbios: 31 |
| 1. Palavras do rei Lemuel, de Massá, as quais lhe ensinou sua mãe. |
| 2. Que te direi, filho meu? Ó filho do meu ventre? Que te direi, ó filho dos meus votos? |
| 3. Não dês às mulheres a tua força, nem os teus caminhos, às que destroem os reis. |
| 4. Não é próprio dos reis, ó Lemuel, não é próprio dos reis beber vinho, nem dos príncipes desejar bebida forte. |
| 5. Para que não bebam, e se esqueçam da lei, e pervertam o direito de todos os aflitos. |
| 6. Dai bebida forte aos que perecem e vinho, aos amargurados de espírito; |
| 7. para que bebam, e se esqueçam da sua pobreza, e de suas fadigas não se lembrem mais. |
| 8. Abre a boca a favor do mudo, pelo direito de todos os que se acham desamparados. |
| 9. Abre a boca, julga retamente e faze justiça aos pobres e aos necessitados. |
| 10. Mulher virtuosa, quem a achará? O seu valor muito excede o de finas joias. |
| 11. O coração do seu marido confia nela, e não haverá falta de ganho. |
| 12. Ela lhe faz bem e não mal, todos os dias da sua vida. |
| 13. Busca lã e linho e de bom grado trabalha com as mãos. |
| 14. É como o navio mercante: de longe traz o seu pão. |
| 15. É ainda noite, e já se levanta, e dá mantimento à sua casa e a tarefa às suas servas. |
| 16. Examina uma propriedade e adquire-a; planta uma vinha com as rendas do seu trabalho. |
| 17. Cinge os lombos de força e fortalece os braços. |
| 18. Ela percebe que o seu ganho é bom; a sua lâmpada não se apaga de noite. |
| 19. Estende as mãos ao fuso, mãos que pegam na roca. |
| 20. Abre a mão ao aflito; e ainda a estende ao necessitado. |
| 21. No tocante à sua casa, não teme a neve, pois todos andam vestidos de lã escarlate. |
| 22. Faz para si cobertas, veste-se de linho fino e de púrpura. |
| 23. Seu marido é estimado entre os juízes, quando se assenta com os anciãos da terra. |
| 24. Ela faz roupas de linho fino, e vende-as, e dá cintas aos mercadores. |
| 25. A força e a dignidade são os seus vestidos, e, quanto ao dia de amanhã, não tem preocupações. |
| 26. Fala com sabedoria, e a instrução da bondade está na sua língua. |
| 27. Atende ao bom andamento da sua casa e não come o pão da preguiça. |
| 28. Levantam-se seus filhos e lhe chamam ditosa; seu marido a louva, dizendo: |
| 29. Muitas mulheres procedem virtuosamente, mas tu a todas sobrepujas. |
| 30. Enganosa é a graça, e vã, a formosura, mas a mulher que teme ao SENHOR, essa será louvada. |
| 31. Dai-lhe do fruto das suas mãos, e de público a louvarão as suas obras. |
Almeida Revista e Atualizada: 229 of 324 days