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Thus saith the LORD, The heaven is my throne, and the earth is my footstool: where is the house that ye build unto me? and where is the place of my rest? For all those things hath mine hand made, and all those things have been, saith the LORD: but to this man will I look, even to him that is poor and of a contrite spirit, and trembleth at my word. [Isaiah 66: 1-2]

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Complete Bible (365 dias)

Nova Versão Internacional: 59 of 365 days

Êxodo: 10
1. O SENHOR disse a Moisés: “Vá ao faraó, pois tornei obstinado o coração dele e o de seus conselheiros, a fim de realizar estes meus prodígios entre eles,
2. para que você possa contar a seus filhos e netos como zombei dos egípcios e como realizei meus milagres entre eles. Assim vocês saberão que eu sou o SENHOR”.
3. Dirigiram-se, pois, Moisés e Arão ao faraó e lhe disseram: “Assim diz o SENHOR, o Deus dos hebreus: ‘Até quando você se recusará a humilhar-se perante mim? Deixe ir o meu povo, para que me preste culto.
4. Se você não quiser deixá-lo ir, farei vir gafanhotos sobre o seu território amanhã.
5. Eles cobrirão a face da terra até não se poder enxergar o solo. Devorarão o pouco que ainda lhes restou da tempestade de granizo e todas as árvores que estiverem brotando nos campos.
6. Encherão os seus palácios e as casas de todos os seus conselheiros e de todos os egípcios: algo que os seus pais e os seus antepassados jamais viram, desde o dia em que se fixaram nesta terra até o dia de hoje’ ”. A seguir Moisés virou as costas e saiu da presença do faraó.
7. Os conselheiros do faraó lhe disseram: “Até quando este homem será uma ameaça para nós? Deixa os homens irem prestar culto ao SENHOR, o Deus deles. Não percebes que o Egito está arruinado?”
8. Então Moisés e Arão foram trazidos de volta à presença do faraó, que lhes disse: “Vão e prestem culto ao SENHOR, o seu Deus. Mas, digam-me, quem irá?”
9. Moisés respondeu: “Temos que levar todos: os jovens e os velhos, os nossos filhos e as nossas filhas, as nossas ovelhas e os nossos bois, porque vamos celebrar uma festa ao SENHOR”.
10. Disse-lhes o faraó: “Vocês vão mesmo precisar do SENHOR quando eu deixá-los ir com as mulheres e crianças! É claro que vocês estão com más intenções.
11. De forma alguma! Só os homens podem ir prestar culto ao SENHOR, como vocês têm pedido”. E Moisés e Arão foram expulsos da presença do faraó.
12. Mas o SENHOR disse a Moisés: “Estenda a mão sobre o Egito para que os gafanhotos venham sobre a terra e devorem toda a vegetação, tudo o que foi deixado pelo granizo”.
13. Moisés estendeu a vara sobre o Egito, e o SENHOR fez soprar sobre a terra um vento oriental durante todo aquele dia e toda aquela noite. Pela manhã, o vento havia trazido os gafanhotos,
14. os quais invadiram todo o Egito e desceram em grande número sobre toda a sua extensão. Nunca antes houve tantos gafanhotos, nem jamais haverá.
15. Eles cobriram toda a face da terra de tal forma que ela escureceu. Devoraram tudo o que o granizo tinha deixado: toda a vegetação e todos os frutos das árvores. Não restou nada verde nas árvores nem nas plantas do campo, em toda a terra do Egito.
16. O faraó mandou chamar Moisés e Arão imediatamente e disse-lhes: “Pequei contra o SENHOR, o seu Deus, e contra vocês!
17. Agora perdoem ainda esta vez o meu pecado e orem ao SENHOR, o seu Deus, para que leve esta praga mortal para longe de mim”.
18. Moisés saiu da presença do faraó e orou ao SENHOR.
19. E o SENHOR fez soprar com muito mais força o vento ocidental, e este envolveu os gafanhotos e os lançou no mar Vermelho. Não restou um gafanhoto sequer em toda a extensão do Egito.
20. Mas o SENHOR endureceu o coração do faraó, e ele não deixou que os israelitas saíssem.
21. O SENHOR disse a Moisés: “Estenda a mão para o céu, e trevas cobrirão o Egito, trevas tais que poderão ser apalpadas”.
22. Moisés estendeu a mão para o céu, e por três dias houve densas trevas em todo o Egito.
23. Ninguém pôde ver ninguém, nem sair do seu lugar durante três dias. Todavia, todos os israelitas tinham luz nos locais em que habitavam.
24. Então o faraó mandou chamar Moisés e disse: “Vão e prestem culto ao SENHOR. Deixem somente as ovelhas e os bois; as mulheres e as crianças podem ir”.
25. Mas Moisés contestou: “Tu mesmo nos darás os animais para os nossos sacrifícios e holocaustos que ofereceremos ao SENHOR.
26. Além disso, os nossos rebanhos também irão conosco; nem um casco de animal será deixado. Temos que escolher alguns deles para prestar culto ao SENHOR, o nosso Deus, e, enquanto não chegarmos ao local, não saberemos quais animais sacrificaremos”.
27. Mas o SENHOR endureceu o coração do faraó, e ele se recusou a deixá-los ir.
28. Disse o faraó a Moisés: “Saia da minha presença! Trate de não aparecer nunca mais diante de mim! No dia em que vir a minha face, você morrerá”.
29. Respondeu Moisés: “Será como disseste; nunca mais verei a tua face”.
Jó: 29
1. Jó prosseguiu sua fala:
2. “Como tenho saudade dos meses que se passaram, dos dias em que Deus cuidava de mim,
3. quando a sua lâmpada brilhava sobre a minha cabeça e por sua luz eu caminhava em meio às trevas!
4. Como tenho saudade dos dias do meu vigor, quando a amizade de Deus abençoava a minha casa,
5. quando o Todo-poderoso ainda estava comigo e meus filhos estavam ao meu redor,
6. quando as minhas veredas se embebiam em nata e a rocha me despejava torrentes de azeite.
7. “Quando eu ia à porta da cidade e tomava assento na praça pública;
8. quando, ao me verem, os jovens saíam do caminho, e os idosos ficavam em pé;
9. os líderes se abstinham de falar e com a mão cobriam a boca.
10. As vozes dos nobres silenciavam, e suas línguas colavam-se ao céu da boca.
11. Todos os que me ouviam falavam bem de mim, e quem me via me elogiava,
12. pois eu socorria o pobre que clamava por ajuda e o órfão que não tinha quem o ajudasse.
13. O que estava à beira da morte me abençoava, e eu fazia regozijar-se o coração da viúva.
14. A retidão era a minha roupa; a justiça era o meu manto e o meu turbante.
15. Eu era os olhos do cego e os pés do aleijado.
16. Eu era o pai dos necessitados e me interessava pela defesa de desconhecidos.
17. Eu quebrava as presas dos ímpios e dos seus dentes arrancava as suas vítimas.
18. “Eu pensava: Morrerei em casa, e os meus dias serão numerosos como os grãos de areia.
19. Minhas raízes chegarão até as águas, e o orvalho passará a noite nos meus ramos.
20. Minha glória se renovará em mim, e novo será o meu arco em minha mão.
21. “Os homens me escutavam em ansiosa expectativa, aguardando em silêncio o meu conselho.
22. Depois que eu falava, eles nada diziam; minhas palavras caíam suavemente em seus ouvidos.
23. Esperavam por mim como quem espera por uma chuvarada e bebiam minhas palavras como quem bebe a chuva da primavera.
24. Quando eu lhes sorria, mal acreditavam; a luz do meu rosto lhes era preciosa.
25. Era eu que escolhia o caminho para eles e me assentava como seu líder; instalava-me como um rei no meio das suas tropas; eu era como um consolador dos que choram.

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