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Thus saith the LORD, The heaven is my throne, and the earth is my footstool: where is the house that ye build unto me? and where is the place of my rest? For all those things hath mine hand made, and all those things have been, saith the LORD: but to this man will I look, even to him that is poor and of a contrite spirit, and trembleth at my word. [Isaiah 66: 1-2]

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Complete Bible (365 dias)

Nova Versão Internacional: 58 of 365 days

Êxodo: 9
1. Depois o SENHOR disse a Moisés: “Vá ao faraó e diga-lhe que assim diz o SENHOR, o Deus dos hebreus: Deixe o meu povo ir para que me preste culto.
2. Se você ainda não quiser deixá-lo ir e continuar a impedi-lo,
3. saiba que a mão do SENHOR trará uma praga terrível sobre os rebanhos do faraó que estão nos campos: os cavalos, os jumentos, os camelos, os bois e as ovelhas.
4. Mas o SENHOR fará distinção entre os rebanhos de Israel e os do Egito. Nenhum animal dos israelitas morrerá”.
5. O SENHOR estabeleceu um prazo: “Amanhã o SENHOR fará o que prometeu nesta terra”.
6. No dia seguinte o SENHOR o fez. Todos os rebanhos dos egípcios morreram, mas nenhum rebanho dos israelitas morreu.
7. O faraó mandou verificar e constatou que nenhum animal dos israelitas havia morrido. Mesmo assim, seu coração continuou obstinado e não deixou o povo ir.
8. Disse mais o SENHOR a Moisés e a Arão: “Tirem um punhado de cinza de uma fornalha, e Moisés a espalhará no ar, diante do faraó.
9. Ela se tornará como um pó fino sobre toda a terra do Egito, e feridas purulentas surgirão nos homens e nos animais em todo o Egito”.
10. Eles tiraram cinza duma fornalha e se puseram diante do faraó. Moisés a espalhou pelo ar, e feridas purulentas começaram a estourar nos homens e nos animais.
11. Nem os magos podiam manter-se diante de Moisés, porque ficaram cobertos de feridas, como os demais egípcios.
12. Mas o SENHOR endureceu o coração do faraó, e ele se recusou a atender Moisés e Arão, conforme o SENHOR tinha dito a Moisés.
13. Disse o SENHOR a Moisés: “Levante-se logo cedo, apresente-se ao faraó e diga-lhe que assim diz o SENHOR, o Deus dos hebreus: Deixe o meu povo ir para que me preste culto.
14. Caso contrário, mandarei desta vez todas as minhas pragas contra você, contra os seus conselheiros e contra o seu povo, para que você saiba que em toda a terra não há ninguém como eu.
15. Porque eu já poderia ter estendido a mão, ferindo você e o seu povo com uma praga que teria eliminado você da terra.
16. Mas eu o mantive em pé exatamente com este propósito: mostrar a você o meu poder e fazer que o meu nome seja proclamado em toda a terra.
17. Contudo você ainda insiste em colocar-se contra o meu povo e não o deixa ir.
18. Amanhã, a esta hora, enviarei a pior tempestade de granizo que já caiu sobre o Egito, desde o dia da sua fundação até hoje.
19. Agora, mande recolher os seus rebanhos e tudo o que você tem nos campos. Todos os homens e animais que estiverem nos campos, que não tiverem sido abrigados, serão atingidos pelo granizo e morrerão”.
20. Os conselheiros do faraó que temiam a palavra do SENHOR apressaram-se em recolher aos abrigos os seus rebanhos e os seus escravos.
21. Mas os que não se importaram com a palavra do SENHOR deixaram os seus escravos e os seus rebanhos no campo.
22. Então o SENHOR disse a Moisés: “Estenda a mão para o céu, e cairá granizo sobre toda a terra do Egito: sobre homens, sobre animais e sobre toda a vegetação do Egito”.
23. Quando Moisés estendeu a vara para o céu, o SENHOR fez vir trovões e granizo, e raios caíam sobre a terra. Assim o SENHOR fez chover granizo sobre a terra do Egito.
24. Caiu granizo, e raios cortavam o céu em todas as direções. Nunca houve uma tempestade de granizo como aquela em todo o Egito, desde que este se tornou uma nação.
25. Em todo o Egito o granizo atingiu tudo o que havia nos campos, tanto homens como animais; destruiu toda a vegetação, além de quebrar todas as árvores.
26. Somente na terra de Gósen, onde estavam os israelitas, não caiu granizo.
27. Então o faraó mandou chamar Moisés e Arão e disse-lhes: “Desta vez eu pequei. O SENHOR é justo; eu e o meu povo é que somos culpados.
28. Orem ao SENHOR! Os trovões de Deus e o granizo já são demais. Eu os deixarei ir; não precisam mais ficar aqui”.
29. Moisés respondeu: “Assim que eu tiver saído da cidade, erguerei as mãos em oração ao SENHOR. Os trovões cessarão e não cairá mais granizo, para que saibas que a terra pertence ao SENHOR.
30. Mas eu bem sei que tu e os teus conselheiros ainda não sabem o que é tremer diante do SENHOR Deus!”
31. (O linho e a cevada foram destruídos, pois a cevada já havia amadurecido e o linho estava em flor.
32. Todavia, o trigo e o centeio nada sofreram, pois só amadurecem mais tarde.)
33. Assim Moisés deixou o faraó, saiu da cidade, e ergueu as mãos ao SENHOR. Os trovões e o granizo cessaram, e a chuva parou.
34. Quando o faraó viu que a chuva, o granizo e os trovões haviam cessado, pecou novamente e obstinou-se em seu coração, ele e os seus conselheiros.
35. O coração do faraó continuou endurecido, e ele não deixou que os israelitas saíssem, como o SENHOR tinha dito por meio de Moisés.
Lucas: 14
1. Certo sábado, entrando Jesus para comer na casa de um fariseu importante, observavam-no atentamente.
2. À frente dele estava um homem doente, com o corpo inchado.
3. Jesus perguntou aos fariseus e aos peritos na lei: “É permitido ou não curar no sábado?”
4. Mas eles ficaram em silêncio. Assim, tomando o homem pela mão, Jesus o curou e o mandou embora.
5. Então ele lhes perguntou: “Se um de vocês tiver um filho ou um boi, e este cair num poço no dia de sábado, não irá tirá-lo imediatamente?”
6. E eles nada puderam responder.
7. Quando notou como os convidados escolhiam os lugares de honra à mesa, Jesus lhes contou esta parábola:
8. “Quando alguém o convidar para um banquete de casamento, não ocupe o lugar de honra, pois pode ser que tenha sido convidado alguém de maior honra do que você.
9. Se for assim, aquele que convidou os dois virá e dirá: ‘Dê o lugar a este’. Então, humilhado, você precisará ocupar o lugar menos importante.
10. Mas quando você for convidado, ocupe o lugar menos importante, de forma que, quando vier aquele que o convidou, diga: ‘Amigo, passe para um lugar mais importante’. Então você será honrado na presença de todos os convidados.
11. Pois todo o que se exalta será humilhado, e o que se humilha será exaltado”.
12. Então Jesus disse ao que o tinha convidado: “Quando você der um banquete ou jantar, não convide seus amigos, irmãos ou parentes, nem seus vizinhos ricos; se o fizer, eles poderão também, por sua vez, convidá-lo, e assim você será recompensado.
13. Mas, quando der um banquete, convide os pobres, os aleijados, os mancos e os cegos.
14. Feliz será você, porque estes não têm como retribuir. A sua recompensa virá na ressurreição dos justos”.
15. Ao ouvir isso, um dos que estavam à mesa com Jesus, disse-lhe: “Feliz será aquele que comer no banquete do Reino de Deus”.
16. Jesus respondeu: “Certo homem estava preparando um grande banquete e convidou muitas pessoas.
17. Na hora de começar, enviou seu servo para dizer aos que haviam sido convidados: ‘Venham, pois tudo já está pronto’.
18. “Mas eles começaram, um por um, a apresentar desculpas. O primeiro disse: ‘Acabei de comprar uma propriedade e preciso ir vê-la. Por favor, desculpe-me’.
19. “Outro disse: ‘Acabei de comprar cinco juntas de bois e estou indo experimentá-las. Por favor, desculpe-me’.
20. “Ainda outro disse: ‘Acabo de me casar, por isso não posso ir’.
21. “O servo voltou e relatou isso ao seu senhor. Então o dono da casa irou-se e ordenou ao seu servo: ‘Vá rapidamente para as ruas e os becos da cidade e traga os pobres, os aleijados, os cegos e os mancos’.
22. “Disse o servo: ‘O que o senhor ordenou foi feito, e ainda há lugar’.
23. “Então o senhor disse ao servo: ‘Vá pelos caminhos e valados e obrigue-os a entrar, para que a minha casa fique cheia.
24. Eu digo a vocês: Nenhum daqueles que foram convidados provará do meu banquete’ ”.
25. Uma grande multidão ia acompanhando Jesus; este, voltando-se para ela, disse:
26. “Se alguém vem a mim e ama seu pai, sua mãe, sua mulher, seus filhos, seus irmãos e irmãs e até sua própria vida mais do que a mim, não pode ser meu discípulo.
27. E aquele que não carrega sua cruz e não me segue não pode ser meu discípulo.
28. “Qual de vocês, se quiser construir uma torre, primeiro não se assenta e calcula o preço, para ver se tem dinheiro suficiente para completá-la?
29. Pois, se lançar o alicerce e não for capaz de terminá-la, todos os que a virem rirão dele,
30. dizendo: ‘Este homem começou a construir e não foi capaz de terminar’.
31. “Ou, qual é o rei que, pretendendo sair à guerra contra outro rei, primeiro não se assenta e pensa se com dez mil homens é capaz de enfrentar aquele que vem contra ele com vinte mil?
32. Se não for capaz, enviará uma delegação, enquanto o outro ainda está longe, e pedirá um acordo de paz.
33. Da mesma forma, qualquer de vocês que não renunciar a tudo o que possui não pode ser meu discípulo.
34. “O sal é bom, mas se ele perder o sabor, como restaurá-lo?
35. Não serve nem para o solo nem para adubo; é jogado fora. “Aquele que tem ouvidos para ouvir, ouça”.
Jó: 28
1. “Existem minas de prata e locais onde se refina ouro.
2. O ferro é extraído da terra, e do minério se funde o cobre.
3. O homem dá fim à escuridão e vasculha os recônditos mais remotos em busca de minério, nas mais escuras trevas.
4. Longe das moradias ele cava um poço, em local esquecido pelos pés dos homens; longe de todos, ele se pendura e balança.
5. A terra, da qual vem o alimento, é revolvida embaixo como que pelo fogo;
6. das suas rochas saem safiras, e seu pó contém pepitas de ouro.
7. Nenhuma ave de rapina conhece aquele caminho oculto, e os olhos de nenhum falcão o viram.
8. Os animais altivos não põem os pés nele, e nenhum leão ronda por ali.
9. As mãos dos homens atacam a dura rocha e transtornam as raízes das montanhas.
10. Fazem túneis através da rocha, e os seus olhos enxergam todos os tesouros dali.
11. Eles vasculham as nascentes dos rios e trazem à luz coisas ocultas.
12. “Onde, porém, se poderá achar a sabedoria? Onde habita o entendimento?
13. O homem não percebe o valor da sabedoria; ela não se encontra na terra dos viventes.
14. O abismo diz: ‘Em mim não está’; o mar diz: ‘Não está comigo’.
15. Não pode ser comprada, mesmo com o ouro mais puro, nem se pode pesar o seu preço em prata.
16. Não pode ser comprada nem com o ouro puro de Ofir, nem com o precioso ônix, nem com safiras.
17. O ouro e o cristal não se comparam com ela, e é impossível tê-la em troca de joias de ouro.
18. O coral e o jaspe nem merecem menção; o preço da sabedoria ultrapassa o dos rubis.
19. O topázio da Etiópia não se compara com ela; não se compra a sabedoria nem com ouro puro!
20. “De onde vem, então, a sabedoria? Onde habita o entendimento?
21. Escondida está dos olhos de toda criatura viva, até das aves dos céus.
22. A Destruição e a Morte dizem: ‘Aos nossos ouvidos só chegou um leve rumor dela’.
23. Deus conhece o caminho; só ele sabe onde ela habita,
24. pois ele enxerga os confins da terra e vê tudo o que há debaixo dos céus.
25. Quando ele determinou a força do vento e estabeleceu a medida exata para as águas,
26. quando fez um decreto para a chuva e o caminho para a tempestade trovejante,
27. ele olhou para a sabedoria e a avaliou; confirmou-a e a pôs à prova.
28. Disse então ao homem: ‘No temor do Senhor está a sabedoria, e evitar o mal é ter entendimento’ ”.

Nova Versão Internacional: 58 of 365 days


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