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Thus saith the LORD, The heaven is my throne, and the earth is my footstool: where is the house that ye build unto me? and where is the place of my rest? For all those things hath mine hand made, and all those things have been, saith the LORD: but to this man will I look, even to him that is poor and of a contrite spirit, and trembleth at my word. [Isaiah 66: 1-2]

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Complete Bible (365 dias)

Almeida Revista e Atualizada: 52 of 365 days

Êxodo: 3
1. Apascentava Moisés o rebanho de Jetro, seu sogro, sacerdote de Midiã; e, levando o rebanho para o lado ocidental do deserto, chegou ao monte de Deus, a Horebe.
2. Apareceu-lhe o Anjo do SENHOR numa chama de fogo, no meio de uma sarça; Moisés olhou, e eis que a sarça ardia no fogo e a sarça não se consumia.
3. Então, disse consigo mesmo: Irei para lá e verei essa grande maravilha; por que a sarça não se queima?
4. Vendo o SENHOR que ele se voltava para ver, Deus, do meio da sarça, o chamou e disse: Moisés! Moisés! Ele respondeu: Eis-me aqui!
5. Deus continuou: Não te chegues para cá; tira as sandálias dos pés, porque o lugar em que estás é terra santa.
6. Disse mais: Eu sou o Deus de teu pai, o Deus de Abraão, o Deus de Isaque e o Deus de Jacó. Moisés escondeu o rosto, porque temeu olhar para Deus.
7. Disse ainda o SENHOR: Certamente, vi a aflição do meu povo, que está no Egito, e ouvi o seu clamor por causa dos seus exatores. Conheço-lhe o sofrimento;
8. por isso, desci a fim de livrá-lo da mão dos egípcios e para fazê-lo subir daquela terra a uma terra boa e ampla, terra que mana leite e mel; o lugar do cananeu, do heteu, do amorreu, do ferezeu, do heveu e do jebuseu.
9. Pois o clamor dos filhos de Israel chegou até mim, e também vejo a opressão com que os egípcios os estão oprimindo.
10. Vem, agora, e eu te enviarei a Faraó, para que tires o meu povo, os filhos de Israel, do Egito.
11. Então, disse Moisés a Deus: Quem sou eu para ir a Faraó e tirar do Egito os filhos de Israel?
12. Deus lhe respondeu: Eu serei contigo; e este será o sinal de que eu te enviei: depois de haveres tirado o povo do Egito, servireis a Deus neste monte.
13. Disse Moisés a Deus: Eis que, quando eu vier aos filhos de Israel e lhes disser: O Deus de vossos pais me enviou a vós outros; e eles me perguntarem: Qual é o seu nome? Que lhes direi?
14. Disse Deus a Moisés: EU SOU O QUE SOU. Disse mais: Assim dirás aos filhos de Israel: EU SOU me enviou a vós outros.
15. Disse Deus ainda mais a Moisés: Assim dirás aos filhos de Israel: O SENHOR, o Deus de vossos pais, o Deus de Abraão, o Deus de Isaque e o Deus de Jacó, me enviou a vós outros; este é o meu nome eternamente, e assim serei lembrado de geração em geração.
16. Vai, ajunta os anciãos de Israel e dize-lhes: O SENHOR, o Deus de vossos pais, o Deus de Abraão, o Deus de Isaque e o Deus de Jacó, me apareceu, dizendo: Em verdade vos tenho visitado e visto o que vos tem sido feito no Egito.
17. Portanto, disse eu: Far-vos-ei subir da aflição do Egito para a terra do cananeu, do heteu, do amorreu, do ferezeu, do heveu e do jebuseu, para uma terra que mana leite e mel.
18. E ouvirão a tua voz; e irás, com os anciãos de Israel, ao rei do Egito e lhe dirás: O SENHOR, o Deus dos hebreus, nos encontrou. Agora, pois, deixa-nos ir caminho de três dias para o deserto, a fim de que sacrifiquemos ao SENHOR, nosso Deus.
19. Eu sei, porém, que o rei do Egito não vos deixará ir se não for obrigado por mão forte.
20. Portanto, estenderei a mão e ferirei o Egito com todos os meus prodígios que farei no meio dele; depois, vos deixará ir.
21. Eu darei mercê a este povo aos olhos dos egípcios; e, quando sairdes, não será de mãos vazias.
22. Cada mulher pedirá à sua vizinha e à sua hóspeda joias de prata, e joias de ouro, e vestimentas; as quais poreis sobre vossos filhos e sobre vossas filhas; e despojareis os egípcios.
Lucas: 8
1. Aconteceu, depois disto, que andava Jesus de cidade em cidade e de aldeia em aldeia, pregando e anunciando o evangelho do reino de Deus, e os doze iam com ele,
2. e também algumas mulheres que haviam sido curadas de espíritos malignos e de enfermidades: Maria, chamada Madalena, da qual saíram sete demônios;
3. e Joana, mulher de Cuza, procurador de Herodes, Suzana e muitas outras, as quais lhe prestavam assistência com os seus bens.
4. Afluindo uma grande multidão e vindo ter com ele gente de todas as cidades, disse Jesus por parábola:
5. Eis que o semeador saiu a semear. E, ao semear, uma parte caiu à beira do caminho; foi pisada, e as aves do céu a comeram.
6. Outra caiu sobre a pedra; e, tendo crescido, secou por falta de umidade.
7. Outra caiu no meio dos espinhos; e estes, ao crescerem com ela, a sufocaram.
8. Outra, afinal, caiu em boa terra; cresceu e produziu a cento por um. Dizendo isto, clamou: Quem tem ouvidos para ouvir, ouça.
9. E os seus discípulos o interrogaram, dizendo: Que parábola é esta?
10. Respondeu-lhes Jesus: A vós outros é dado conhecer os mistérios do reino de Deus; aos demais, fala-se por parábolas, para que, vendo, não vejam; e, ouvindo, não entendam.
11. Este é o sentido da parábola: a semente é a palavra de Deus.
12. A que caiu à beira do caminho são os que a ouviram; vem, a seguir, o diabo e arrebata-lhes do coração a palavra, para não suceder que, crendo, sejam salvos.
13. A que caiu sobre a pedra são os que, ouvindo a palavra, a recebem com alegria; estes não têm raiz, creem apenas por algum tempo e, na hora da provação, se desviam.
14. A que caiu entre espinhos são os que ouviram e, no decorrer dos dias, foram sufocados com os cuidados, riquezas e deleites da vida; os seus frutos não chegam a amadurecer.
15. A que caiu na boa terra são os que, tendo ouvido de bom e reto coração, retêm a palavra; estes frutificam com perseverança.
16. Ninguém, depois de acender uma candeia, a cobre com um vaso ou a põe debaixo de uma cama; pelo contrário, coloca-a sobre um velador, a fim de que os que entram vejam a luz.
17. Nada há oculto, que não haja de manifestar-se, nem escondido, que não venha a ser conhecido e revelado.
18. Vede, pois, como ouvis; porque ao que tiver, se lhe dará; e ao que não tiver, até aquilo que julga ter lhe será tirado.
19. Vieram ter com ele sua mãe e seus irmãos e não podiam aproximar-se por causa da concorrência de povo.
20. E lhe comunicaram: Tua mãe e teus irmãos estão lá fora e querem ver-te.
21. Ele, porém, lhes respondeu: Minha mãe e meus irmãos são aqueles que ouvem a palavra de Deus e a praticam.
22. Aconteceu que, num daqueles dias, entrou ele num barco em companhia dos seus discípulos e disse-lhes: Passemos para a outra margem do lago; e partiram.
23. Enquanto navegavam, ele adormeceu. E sobreveio uma tempestade de vento no lago, correndo eles o perigo de soçobrar.
24. Chegando-se a ele, despertaram-no dizendo: Mestre, Mestre, estamos perecendo! Despertando-se Jesus, repreendeu o vento e a fúria da água. Tudo cessou, e veio a bonança.
25. Então, lhes disse: Onde está a vossa fé? Eles, possuídos de temor e admiração, diziam uns aos outros: Quem é este que até aos ventos e às ondas repreende, e lhe obedecem?
26. Então, rumaram para a terra dos gerasenos, fronteira da Galileia.
27. Logo ao desembarcar, veio da cidade ao seu encontro um homem possesso de demônios que, havia muito, não se vestia, nem habitava em casa alguma, porém vivia nos sepulcros.
28. E, quando viu a Jesus, prostrou-se diante dele, exclamando e dizendo em alta voz: Que tenho eu contigo, Jesus, Filho do Deus Altíssimo? Rogo-te que não me atormentes.
29. Porque Jesus ordenara ao espírito imundo que saísse do homem, pois muitas vezes se apoderara dele. E, embora procurassem conservá-lo preso com cadeias e grilhões, tudo despedaçava e era impelido pelo demônio para o deserto.
30. Perguntou-lhe Jesus: Qual é o teu nome? Respondeu ele: Legião, porque tinham entrado nele muitos demônios.
31. Rogavam-lhe que não os mandasse sair para o abismo.
32. Ora, andava ali, pastando no monte, uma grande manada de porcos; rogaram-lhe que lhes permitisse entrar naqueles porcos. E Jesus o permitiu.
33. Tendo os demônios saído do homem, entraram nos porcos, e a manada precipitou-se despenhadeiro abaixo, para dentro do lago, e se afogou.
34. Os porqueiros, vendo o que acontecera, fugiram e foram anunciá-lo na cidade e pelos campos.
35. Então, saiu o povo para ver o que se passara, e foram ter com Jesus. De fato, acharam o homem de quem saíram os demônios, vestido, em perfeito juízo, assentado aos pés de Jesus; e ficaram dominados de terror.
36. E algumas pessoas que tinham presenciado os fatos contaram-lhes também como fora salvo o endemoninhado.
37. Todo o povo da circunvizinhança dos gerasenos rogou-lhe que se retirasse deles, pois estavam possuídos de grande medo. E Jesus, tomando de novo o barco, voltou.
38. O homem de quem tinham saído os demônios rogou-lhe que o deixasse estar com ele; Jesus, porém, o despediu, dizendo:
39. Volta para casa e conta aos teus tudo o que Deus fez por ti. Então, foi ele anunciando por toda a cidade todas as coisas que Jesus lhe tinha feito.
40. Ao regressar Jesus, a multidão o recebeu com alegria, porque todos o estavam esperando.
41. Eis que veio um homem chamado Jairo, que era chefe da sinagoga, e, prostrando-se aos pés de Jesus, lhe suplicou que chegasse até a sua casa.
42. Pois tinha uma filha única de uns doze anos, que estava à morte. Enquanto ele ia, as multidões o apertavam.
43. Certa mulher que, havia doze anos, vinha sofrendo de uma hemorragia, e a quem ninguém tinha podido curar [e que gastara com os médicos todos os seus haveres],
44. veio por trás dele e lhe tocou na orla da veste, e logo se lhe estancou a hemorragia.
45. Mas Jesus disse: Quem me tocou? Como todos negassem, Pedro [com seus companheiros] disse: Mestre, as multidões te apertam e te oprimem [e dizes: Quem me tocou?].
46. Contudo, Jesus insistiu: Alguém me tocou, porque senti que de mim saiu poder.
47. Vendo a mulher que não podia ocultar-se, aproximou-se trêmula e, prostrando-se diante dele, declarou, à vista de todo o povo, a causa por que lhe havia tocado e como imediatamente fora curada.
48. Então, lhe disse: Filha, a tua fé te salvou; vai-te em paz.
49. Falava ele ainda, quando veio uma pessoa da casa do chefe da sinagoga, dizendo: Tua filha já está morta, não incomodes mais o Mestre.
50. Mas Jesus, ouvindo isto, lhe disse: Não temas, crê somente, e ela será salva.
51. Tendo chegado à casa, a ninguém permitiu que entrasse com ele, senão Pedro, João, Tiago e bem assim o pai e a mãe da menina.
52. E todos choravam e a pranteavam. Mas ele disse: Não choreis; ela não está morta, mas dorme.
53. E riam-se dele, porque sabiam que ela estava morta.
54. Entretanto, ele, tomando-a pela mão, disse-lhe, em voz alta: Menina, levanta-te!
55. Voltou-lhe o espírito, ela imediatamente se levantou, e ele mandou que lhe dessem de comer.
56. Seus pais ficaram maravilhados, mas ele lhes advertiu que a ninguém contassem o que havia acontecido.
Jó: 21
1. Respondeu, porém, Jó:
2. Ouvi atentamente as minhas razões, e já isso me será a vossa consolação.
3. Tolerai-me, e eu falarei; e, havendo eu falado, podereis zombar.
4. Acaso, é do homem que eu me queixo? Não tenho motivo de me impacientar?
5. Olhai para mim e pasmai; e ponde a mão sobre a boca;
6. porque só de pensar nisso me perturbo, e um calafrio se apodera de toda a minha carne.
7. Como é, pois, que vivem os perversos, envelhecem e ainda se tornam mais poderosos?
8. Seus filhos se estabelecem na sua presença; e os seus descendentes, ante seus olhos.
9. As suas casas têm paz, sem temor, e a vara de Deus não os fustiga.
10. O seu touro gera e não falha, suas novilhas têm a cria e não abortam.
11. Deixam correr suas crianças, como a um rebanho, e seus filhos saltam de alegria;
12. cantam com tamboril e harpa e alegram-se ao som da flauta.
13. Passam eles os seus dias em prosperidade e em paz descem à sepultura.
14. E são estes os que disseram a Deus: Retira-te de nós! Não desejamos conhecer os teus caminhos.
15. Que é o Todo-Poderoso, para que nós o sirvamos? E que nos aproveitará que lhe façamos orações?
16. Vede, porém, que não provém deles a sua prosperidade; longe de mim o conselho dos perversos!
17. Quantas vezes sucede que se apaga a lâmpada dos perversos? Quantas vezes lhes sobrevém a destruição? Quantas vezes Deus na sua ira lhes reparte dores?
18. Quantas vezes são como a palha diante do vento e como a pragana arrebatada pelo remoinho?
19. Deus, dizeis vós, guarda a iniquidade do perverso para seus filhos. Mas é a ele que deveria Deus dar o pago, para que o sinta.
20. Seus próprios olhos devem ver a sua ruína, e ele, beber do furor do Todo-Poderoso.
21. Porque depois de morto, cortado já o número dos seus meses, que interessa a ele a sua casa?
22. Acaso, alguém ensinará ciência a Deus, a ele que julga os que estão nos céus?
23. Um morre em pleno vigor, despreocupado e tranquilo,
24. com seus baldes cheios de leite e fresca a medula dos seus ossos.
25. Outro, ao contrário, morre na amargura do seu coração, não havendo provado do bem.
26. Juntamente jazem no pó, onde os vermes os cobrem.
27. Vede que conheço os vossos pensamentos e os injustos desígnios com que me tratais.
28. Porque direis: Onde está a casa do príncipe, e onde, a tenda em que morava o perverso?
29. Porventura, não tendes interrogado os que viajam? E não considerastes as suas declarações,
30. que o mau é poupado no dia da calamidade, é socorrido no dia do furor?
31. Quem lhe lançará em rosto o seu proceder? Quem lhe dará o pago do que faz?
32. Finalmente, é levado à sepultura, e sobre o seu túmulo se faz vigilância.
33. Os torrões do vale lhe são leves, todos os homens o seguem, assim como não têm número os que foram adiante dele.
34. Como, pois, me consolais em vão? Das vossas respostas só resta falsidade.

Almeida Revista e Atualizada: 52 of 365 days


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