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Thus saith the LORD, The heaven is my throne, and the earth is my footstool: where is the house that ye build unto me? and where is the place of my rest? For all those things hath mine hand made, and all those things have been, saith the LORD: but to this man will I look, even to him that is poor and of a contrite spirit, and trembleth at my word. [Isaiah 66: 1-2]

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Complete Bible (365 dias)

Almeida Revista e Atualizada: 51 of 365 days

Êxodo: 2
1. Foi-se um homem da casa de Levi e casou com uma descendente de Levi.
2. E a mulher concebeu e deu à luz um filho; e, vendo que era formoso, escondeu-o por três meses.
3. Não podendo, porém, escondê-lo por mais tempo, tomou um cesto de junco, calafetou-o com betume e piche e, pondo nele o menino, largou-o no carriçal à beira do rio.
4. A irmã do menino ficou de longe, para observar o que lhe haveria de suceder.
5. Desceu a filha de Faraó para se banhar no rio, e as suas donzelas passeavam pela beira do rio; vendo ela o cesto no carriçal, enviou a sua criada e o tomou.
6. Abrindo-o, viu a criança; e eis que o menino chorava. Teve compaixão dele e disse: Este é menino dos hebreus.
7. Então, disse sua irmã à filha de Faraó: Queres que eu vá chamar uma das hebreias que sirva de ama e te crie a criança?
8. Respondeu-lhe a filha de Faraó: Vai. Saiu, pois, a moça e chamou a mãe do menino.
9. Então, lhe disse a filha de Faraó: Leva este menino e cria-mo; pagar-te-ei o teu salário. A mulher tomou o menino e o criou.
10. Sendo o menino já grande, ela o trouxe à filha de Faraó, da qual passou ele a ser filho. Esta lhe chamou Moisés e disse: Porque das águas o tirei.
11. Naqueles dias, sendo Moisés já homem, saiu a seus irmãos e viu os seus labores penosos; e viu que certo egípcio espancava um hebreu, um do seu povo.
12. Olhou de um e de outro lado, e, vendo que não havia ali ninguém, matou o egípcio, e o escondeu na areia.
13. Saiu no dia seguinte, e eis que dois hebreus estavam brigando; e disse ao culpado: Por que espancas o teu próximo?
14. O qual respondeu: Quem te pôs por príncipe e juiz sobre nós? Pensas matar-me, como mataste o egípcio? Temeu, pois, Moisés e disse: Com certeza o descobriram.
15. Informado desse caso, procurou Faraó matar a Moisés; porém Moisés fugiu da presença de Faraó e se deteve na terra de Midiã; e assentou-se junto a um poço.
16. O sacerdote de Midiã tinha sete filhas, as quais vieram a tirar água e encheram os bebedouros para dar de beber ao rebanho de seu pai.
17. Então, vieram os pastores e as enxotaram dali; Moisés, porém, se levantou, e as defendeu, e deu de beber ao rebanho.
18. Tendo elas voltado a Reuel, seu pai, este lhes perguntou: Por que viestes, hoje, mais cedo?
19. Responderam elas: Um egípcio nos livrou das mãos dos pastores, e ainda nos tirou água, e deu de beber ao rebanho.
20. E onde está ele?, disse às filhas; por que deixastes lá o homem? Chamai-o para que coma pão.
21. Moisés consentiu em morar com aquele homem; e ele deu a Moisés sua filha Zípora,
22. a qual deu à luz um filho, a quem ele chamou Gérson, porque disse: Sou peregrino em terra estranha.
23. Decorridos muitos dias, morreu o rei do Egito; os filhos de Israel gemiam sob a servidão e por causa dela clamaram, e o seu clamor subiu a Deus.
24. Ouvindo Deus o seu gemido, lembrou-se da sua aliança com Abraão, com Isaque e com Jacó.
25. E viu Deus os filhos de Israel e atentou para a sua condição.
Lucas: 7
1. Tendo Jesus concluído todas as suas palavras dirigidas ao povo, entrou em Cafarnaum.
2. E o servo de um centurião, a quem este muito estimava, estava doente, quase à morte.
3. Tendo ouvido falar a respeito de Jesus, enviou-lhe alguns anciãos dos judeus, pedindo-lhe que viesse curar o seu servo.
4. Estes, chegando-se a Jesus, com instância lhe suplicaram, dizendo: Ele é digno de que lhe faças isto;
5. porque é amigo do nosso povo, e ele mesmo nos edificou a sinagoga.
6. Então, Jesus foi com eles. E, já perto da casa, o centurião enviou-lhe amigos para lhe dizer: Senhor, não te incomodes, porque não sou digno de que entres em minha casa.
7. Por isso, eu mesmo não me julguei digno de ir ter contigo; porém manda com uma palavra, e o meu rapaz será curado.
8. Porque também eu sou homem sujeito à autoridade, e tenho soldados às minhas ordens, e digo a este: vai, e ele vai; e a outro: vem, e ele vem; e ao meu servo: faze isto, e ele o faz.
9. Ouvidas estas palavras, admirou-se Jesus dele e, voltando-se para o povo que o acompanhava, disse: Afirmo-vos que nem mesmo em Israel achei fé como esta.
10. E, voltando para casa os que foram enviados, encontraram curado o servo.
11. Em dia subsequente, dirigia-se Jesus a uma cidade chamada Naim, e iam com ele os seus discípulos e numerosa multidão.
12. Como se aproximasse da porta da cidade, eis que saía o enterro do filho único de uma viúva; e grande multidão da cidade ia com ela.
13. Vendo-a, o Senhor se compadeceu dela e lhe disse: Não chores!
14. Chegando-se, tocou o esquife e, parando os que o conduziam, disse: Jovem, eu te mando: levanta-te!
15. Sentou-se o que estivera morto e passou a falar; e Jesus o restituiu a sua mãe.
16. Todos ficaram possuídos de temor e glorificavam a Deus, dizendo: Grande profeta se levantou entre nós; e: Deus visitou o seu povo.
17. Esta notícia a respeito dele divulgou-se por toda a Judeia e por toda a circunvizinhança.
18. Todas estas coisas foram referidas a João pelos seus discípulos. E João, chamando dois deles,
19. enviou-os ao Senhor para perguntar: És tu aquele que estava para vir ou havemos de esperar outro?
20. Quando os homens chegaram junto dele, disseram: João Batista enviou-nos para te perguntar: És tu aquele que estava para vir ou esperaremos outro?
21. Naquela mesma hora, curou Jesus muitos de moléstias, e de flagelos, e de espíritos malignos; e deu vista a muitos cegos.
22. Então, Jesus lhes respondeu: Ide e anunciai a João o que vistes e ouvistes: os cegos veem, os coxos andam, os leprosos são purificados, os surdos ouvem, os mortos são ressuscitados, e aos pobres, anuncia-se-lhes o evangelho.
23. E bem-aventurado é aquele que não achar em mim motivo de tropeço.
24. Tendo-se retirado os mensageiros, passou Jesus a dizer ao povo a respeito de João: Que saístes a ver no deserto? Um caniço agitado pelo vento?
25. Que saístes a ver? Um homem vestido de roupas finas? Os que se vestem bem e vivem no luxo assistem nos palácios dos reis.
26. Sim, que saístes a ver? Um profeta? Sim, eu vos digo, e muito mais que profeta.
27. Este é aquele de quem está escrito: Eis aí envio diante da tua face o meu mensageiro, o qual preparará o teu caminho diante de ti.
28. E eu vos digo: entre os nascidos de mulher, ninguém é maior do que João; mas o menor no reino de Deus é maior do que ele.
29. Todo o povo que o ouviu e até os publicanos reconheceram a justiça de Deus, tendo sido batizados com o batismo de João;
30. mas os fariseus e os intérpretes da Lei rejeitaram, quanto a si mesmos, o desígnio de Deus, não tendo sido batizados por ele.
31. A que, pois, compararei os homens da presente geração, e a que são eles semelhantes?
32. São semelhantes a meninos que, sentados na praça, gritam uns para os outros: Nós vos tocamos flauta, e não dançastes; entoamos lamentações, e não chorastes.
33. Pois veio João Batista, não comendo pão, nem bebendo vinho, e dizeis: Tem demônio!
34. Veio o Filho do Homem, comendo e bebendo, e dizeis: Eis aí um glutão e bebedor de vinho, amigo de publicanos e pecadores!
35. Mas a sabedoria é justificada por todos os seus filhos.
36. Convidou-o um dos fariseus para que fosse jantar com ele. Jesus, entrando na casa do fariseu, tomou lugar à mesa.
37. E eis que uma mulher da cidade, pecadora, sabendo que ele estava à mesa na casa do fariseu, levou um vaso de alabastro com unguento;
38. e, estando por detrás, aos seus pés, chorando, regava-os com suas lágrimas e os enxugava com os próprios cabelos; e beijava-lhe os pés e os ungia com o unguento.
39. Ao ver isto, o fariseu que o convidara disse consigo mesmo: Se este fora profeta, bem saberia quem e qual é a mulher que lhe tocou, porque é pecadora.
40. Dirigiu-se Jesus ao fariseu e lhe disse: Simão, uma coisa tenho a dizer-te. Ele respondeu: Dize-a, Mestre.
41. Certo credor tinha dois devedores: um lhe devia quinhentos denários, e o outro, cinquenta.
42. Não tendo nenhum dos dois com que pagar, perdoou-lhes a ambos. Qual deles, portanto, o amará mais?
43. Respondeu-lhe Simão: Suponho que aquele a quem mais perdoou. Replicou-lhe: Julgaste bem.
44. E, voltando-se para a mulher, disse a Simão: Vês esta mulher? Entrei em tua casa, e não me deste água para os pés; esta, porém, regou os meus pés com lágrimas e os enxugou com os seus cabelos.
45. Não me deste ósculo; ela, entretanto, desde que entrei não cessa de me beijar os pés.
46. Não me ungiste a cabeça com óleo, mas esta, com bálsamo, ungiu os meus pés.
47. Por isso, te digo: perdoados lhe são os seus muitos pecados, porque ela muito amou; mas aquele a quem pouco se perdoa, pouco ama.
48. Então, disse à mulher: Perdoados são os teus pecados.
49. Os que estavam com ele à mesa começaram a dizer entre si: Quem é este que até perdoa pecados?
50. Mas Jesus disse à mulher: A tua fé te salvou; vai-te em paz.
Jó: 20
1. Então, respondeu Zofar, o naamatita:
2. Visto que os meus pensamentos me impõem resposta, eu me apresso.
3. Eu ouvi a repreensão, que me envergonha, mas o meu espírito me obriga a responder segundo o meu entendimento.
4. Porventura, não sabes tu que desde todos os tempos, desde que o homem foi posto sobre a terra,
5. o júbilo dos perversos é breve, e a alegria dos ímpios, momentânea?
6. Ainda que a sua presunção remonte aos céus, e a sua cabeça atinja as nuvens,
7. como o seu próprio esterco, apodrecerá para sempre; e os que o conheceram dirão: Onde está?
8. Voará como um sonho e não será achado, será afugentado como uma visão da noite.
9. Os olhos que o viram jamais o verão, e o seu lugar não o verá outra vez.
10. Os seus filhos procurarão aplacar aos pobres, e as suas mãos lhes restaurarão os seus bens.
11. Ainda que os seus ossos estejam cheios do vigor da sua juventude, esse vigor se deitará com ele no pó.
12. Ainda que o mal lhe seja doce na boca, e ele o esconda debaixo da língua,
13. e o saboreie, e o não deixe; antes, o retenha no seu paladar,
14. contudo, a sua comida se transformará nas suas entranhas; fel de áspides será no seu interior.
15. Engoliu riquezas, mas vomitá-las-á; do seu ventre Deus as lançará.
16. Veneno de áspides sorveu; língua de víbora o matará.
17. Não se deliciará com a vista dos ribeiros e dos rios transbordantes de mel e de leite.
18. Devolverá o fruto do seu trabalho e não o engolirá; do lucro de sua barganha não tirará prazer nenhum.
19. Oprimiu e desamparou os pobres, roubou casas que não edificou.
20. Por não haver limites à sua cobiça, não chegará a salvar as coisas por ele desejadas.
21. Nada escapou à sua cobiça insaciável, pelo que a sua prosperidade não durará.
22. Na plenitude da sua abastança, ver-se-á angustiado; toda a força da miséria virá sobre ele.
23. Para encher a sua barriga, Deus mandará sobre ele o furor da sua ira, que, por alimento, mandará chover sobre ele.
24. Se fugir das armas de ferro, o arco de bronze o traspassará.
25. Ele arranca das suas costas a flecha, e esta vem resplandecente do seu fel; e haverá assombro sobre ele.
26. Todas as calamidades serão reservadas contra os seus tesouros; fogo não assoprado o consumirá, fogo que se apascentará do que ficar na sua tenda.
27. Os céus lhe manifestarão a sua iniquidade; e a terra se levantará contra ele.
28. As riquezas de sua casa serão transportadas; como água serão derramadas no dia da ira de Deus.
29. Tal é, da parte de Deus, a sorte do homem perverso, tal a herança decretada por Deus.

Almeida Revista e Atualizada: 51 of 365 days


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