Thus saith the LORD, The heaven is my throne, and the earth is my footstool: where is the house that ye build unto me? and where is the place of my rest? For all those things hath mine hand made, and all those things have been, saith the LORD: but to this man will I look, even to him that is poor and of a contrite spirit, and trembleth at my word. [Isaiah 66: 1-2]
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Complete Bible (365 dias)
Almeida Revista e Atualizada: 40 of 365 days
| Gênesis: 41 |
|---|
| 1. Passados dois anos completos, Faraó teve um sonho. Parecia-lhe achar-se ele de pé junto ao Nilo. |
| 2. Do rio subiam sete vacas formosas à vista e gordas e pastavam no carriçal. |
| 3. Após elas subiam do rio outras sete vacas, feias à vista e magras; e pararam junto às primeiras, na margem do rio. |
| 4. As vacas feias à vista e magras comiam as sete formosas à vista e gordas. Então, acordou Faraó. |
| 5. Tornando a dormir, sonhou outra vez. De uma só haste saíam sete espigas cheias e boas. |
| 6. E após elas nasciam sete espigas mirradas, crestadas do vento oriental. |
| 7. As espigas mirradas devoravam as sete espigas grandes e cheias. Então, acordou Faraó. Fora isto um sonho. |
| 8. De manhã, achando-se ele de espírito perturbado, mandou chamar todos os magos do Egito e todos os seus sábios e lhes contou os sonhos; mas ninguém havia que lhos interpretasse. |
| 9. Então, disse a Faraó o copeiro-chefe: Lembro-me hoje das minhas ofensas. |
| 10. Estando Faraó mui indignado contra os seus servos e pondo-me sob prisão na casa do comandante da guarda, a mim e ao padeiro-chefe, |
| 11. tivemos um sonho na mesma noite, eu e ele; sonhamos, e cada sonho com a sua própria significação. |
| 12. Achava-se conosco um jovem hebreu, servo do comandante da guarda; contamos-lhe os nossos sonhos, e ele no-los interpretou, a cada um segundo o seu sonho. |
| 13. E como nos interpretou, assim mesmo se deu: eu fui restituído ao meu cargo, o outro foi enforcado. |
| 14. Então, Faraó mandou chamar a José, e o fizeram sair à pressa da masmorra; ele se barbeou, mudou de roupa e foi apresentar-se a Faraó. |
| 15. Este lhe disse: Tive um sonho, e não há quem o interprete. Ouvi dizer, porém, a teu respeito que, quando ouves um sonho, podes interpretá-lo. |
| 16. Respondeu-lhe José: Não está isso em mim; mas Deus dará resposta favorável a Faraó. |
| 17. Então, contou Faraó a José: No meu sonho, estava eu de pé na margem do Nilo, |
| 18. e eis que subiam dele sete vacas gordas e formosas à vista e pastavam no carriçal. |
| 19. Após estas subiam outras vacas, fracas, mui feias à vista e magras; nunca vi outras assim disformes, em toda a terra do Egito. |
| 20. E as vacas magras e ruins comiam as primeiras sete gordas; |
| 21. e, depois de as terem engolido, não davam aparência de as terem devorado, pois o seu aspecto continuava ruim como no princípio. Então, acordei. |
| 22. Depois, vi, em meu sonho, que sete espigas saíam da mesma haste, cheias e boas; |
| 23. após elas nasceram sete espigas secas, mirradas e crestadas do vento oriental. |
| 24. As sete espigas mirradas devoravam as sete espigas boas. Contei-o aos magos, mas ninguém houve que mo interpretasse. |
| 25. Então, lhe respondeu José: O sonho de Faraó é apenas um; Deus manifestou a Faraó o que há de fazer. |
| 26. As sete vacas boas serão sete anos; as sete espigas boas, também sete anos; o sonho é um só. |
| 27. As sete vacas magras e feias, que subiam após as primeiras, serão sete anos, bem como as sete espigas mirradas e crestadas do vento oriental serão sete anos de fome. |
| 28. Esta é a palavra, como acabo de dizer a Faraó, que Deus manifestou a Faraó que ele há de fazer. |
| 29. Eis aí vêm sete anos de grande abundância por toda a terra do Egito. |
| 30. Seguir-se-ão sete anos de fome, e toda aquela abundância será esquecida na terra do Egito, e a fome consumirá a terra; |
| 31. e não será lembrada a abundância na terra, em vista da fome que seguirá, porque será gravíssima. |
| 32. O sonho de Faraó foi dúplice, porque a coisa é estabelecida por Deus, e Deus se apressa a fazê-la. |
| 33. Agora, pois, escolha Faraó um homem ajuizado e sábio e o ponha sobre a terra do Egito. |
| 34. Faça isso Faraó, e ponha administradores sobre a terra, e tome a quinta parte dos frutos da terra do Egito nos sete anos de fartura. |
| 35. Ajuntem os administradores toda a colheita dos bons anos que virão, recolham cereal debaixo do poder de Faraó, para mantimento nas cidades, e o guardem. |
| 36. Assim, o mantimento será para abastecer a terra nos sete anos da fome que haverá no Egito; para que a terra não pereça de fome. |
| 37. O conselho foi agradável a Faraó e a todos os seus oficiais. |
| 38. Disse Faraó aos seus oficiais: Acharíamos, porventura, homem como este, em quem há o Espírito de Deus? |
| 39. Depois, disse Faraó a José: Visto que Deus te fez saber tudo isto, ninguém há tão ajuizado e sábio como tu. |
| 40. Administrarás a minha casa, e à tua palavra obedecerá todo o meu povo; somente no trono eu serei maior do que tu. |
| 41. Disse mais Faraó a José: Vês que te faço autoridade sobre toda a terra do Egito. |
| 42. Então, tirou Faraó o seu anel de sinete da mão e o pôs na mão de José, fê-lo vestir roupas de linho fino e lhe pôs ao pescoço um colar de ouro. |
| 43. E fê-lo subir ao seu segundo carro, e clamavam diante dele: Inclinai-vos! Desse modo, o constituiu sobre toda a terra do Egito. |
| 44. Disse ainda Faraó a José: Eu sou Faraó, contudo sem a tua ordem ninguém levantará mão ou pé em toda a terra do Egito. |
| 45. E a José chamou Faraó de Zafenate-Paneia e lhe deu por mulher a Asenate, filha de Potífera, sacerdote de Om; e percorreu José toda a terra do Egito. |
| 46. Era José da idade de trinta anos quando se apresentou a Faraó, rei do Egito, e andou por toda a terra do Egito. |
| 47. Nos sete anos de fartura a terra produziu abundantemente. |
| 48. E ajuntou José todo o mantimento que houve na terra do Egito durante os sete anos e o guardou nas cidades; o mantimento do campo ao redor de cada cidade foi guardado na mesma cidade. |
| 49. Assim, ajuntou José muitíssimo cereal, como a areia do mar, até perder a conta, porque ia além das medidas. |
| 50. Antes de chegar a fome, nasceram dois filhos a José, os quais lhe deu Asenate, filha de Potífera, sacerdote de Om. |
| 51. José ao primogênito chamou de Manassés, pois disse: Deus me fez esquecer de todos os meus trabalhos e de toda a casa de meu pai. |
| 52. Ao segundo, chamou-lhe Efraim, pois disse: Deus me fez próspero na terra da minha aflição. |
| 53. Passados os sete anos de abundância, que houve na terra do Egito, |
| 54. começaram a vir os sete anos de fome, como José havia predito; e havia fome em todas as terras, mas em toda a terra do Egito havia pão. |
| 55. Sentindo toda a terra do Egito a fome, clamou o povo a Faraó por pão; e Faraó dizia a todos os egípcios: Ide a José; o que ele vos disser fazei. |
| 56. Havendo, pois, fome sobre toda a terra, abriu José todos os celeiros e vendia aos egípcios; porque a fome prevaleceu na terra do Egito. |
| 57. E todas as terras vinham ao Egito, para comprar de José, porque a fome prevaleceu em todo o mundo. |
| Marcos: 12 |
| 1. Depois, entrou Jesus a falar-lhes por parábola: Um homem plantou uma vinha, cercou-a de uma sebe, construiu um lagar, edificou uma torre, arrendou-a a uns lavradores e ausentou-se do país. |
| 2. No tempo da colheita, enviou um servo aos lavradores para que recebesse deles dos frutos da vinha; |
| 3. eles, porém, o agarraram, espancaram e o despacharam vazio. |
| 4. De novo, lhes enviou outro servo, e eles o esbordoaram na cabeça e o insultaram. |
| 5. Ainda outro lhes mandou, e a este mataram. Muitos outros lhes enviou, dos quais espancaram uns e mataram outros. |
| 6. Restava-lhe ainda um, seu filho amado; a este lhes enviou, por fim, dizendo: Respeitarão a meu filho. |
| 7. Mas os tais lavradores disseram entre si: Este é o herdeiro; ora, vamos, matemo-lo, e a herança será nossa. |
| 8. E, agarrando-o, mataram-no e o atiraram para fora da vinha. |
| 9. Que fará, pois, o dono da vinha? Virá, exterminará aqueles lavradores e passará a vinha a outros. |
| 10. Ainda não lestes esta Escritura: A pedra que os construtores rejeitaram, essa veio a ser a principal pedra, angular; |
| 11. isto procede do Senhor, e é maravilhoso aos nossos olhos? |
| 12. E procuravam prendê-lo, mas temiam o povo; porque compreenderam que contra eles proferira esta parábola. Então, desistindo, retiraram-se. |
| 13. E enviaram-lhe alguns dos fariseus e dos herodianos, para que o apanhassem em alguma palavra. |
| 14. Chegando, disseram-lhe: Mestre, sabemos que és verdadeiro e não te importas com quem quer que seja, porque não olhas a aparência dos homens; antes, segundo a verdade, ensinas o caminho de Deus; é lícito pagar tributo a César ou não? Devemos ou não devemos pagar? |
| 15. Mas Jesus, percebendo-lhes a hipocrisia, respondeu: Por que me experimentais? Trazei-me um denário para que eu o veja. |
| 16. E eles lho trouxeram. Perguntou-lhes: De quem é esta efígie e inscrição? Responderam: De César. |
| 17. Disse-lhes, então, Jesus: Dai a César o que é de César e a Deus o que é de Deus. E muito se admiraram dele. |
| 18. Então, os saduceus, que dizem não haver ressurreição, aproximaram-se dele e lhe perguntaram, dizendo: |
| 19. Mestre, Moisés nos deixou escrito que, se morrer o irmão de alguém e deixar mulher sem filhos, seu irmão a tome como esposa e suscite descendência a seu irmão. |
| 20. Ora, havia sete irmãos; o primeiro casou e morreu sem deixar descendência; |
| 21. o segundo desposou a viúva e morreu, também sem deixar descendência; e o terceiro, da mesma forma. |
| 22. E, assim, os sete não deixaram descendência. Por fim, depois de todos, morreu também a mulher. |
| 23. Na ressurreição, quando eles ressuscitarem, de qual deles será ela a esposa? Porque os sete a desposaram. |
| 24. Respondeu-lhes Jesus: Não provém o vosso erro de não conhecerdes as Escrituras, nem o poder de Deus? |
| 25. Pois, quando ressuscitarem de entre os mortos, nem casarão, nem se darão em casamento; porém, são como os anjos nos céus. |
| 26. Quanto à ressurreição dos mortos, não tendes lido no Livro de Moisés, no trecho referente à sarça, como Deus lhe falou: Eu sou o Deus de Abraão, o Deus de Isaque e o Deus de Jacó? |
| 27. Ora, ele não é Deus de mortos, e sim de vivos. Laborais em grande erro. |
| 28. Chegando um dos escribas, tendo ouvido a discussão entre eles, vendo como Jesus lhes houvera respondido bem, perguntou-lhe: Qual é o principal de todos os mandamentos? |
| 29. Respondeu Jesus: O principal é: Ouve, ó Israel, o Senhor, nosso Deus, é o único Senhor! |
| 30. Amarás, pois, o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma, de todo o teu entendimento e de toda a tua força. |
| 31. O segundo é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo. Não há outro mandamento maior do que estes. |
| 32. Disse-lhe o escriba: Muito bem, Mestre, e com verdade disseste que ele é o único, e não há outro senão ele, |
| 33. e que amar a Deus de todo o coração e de todo o entendimento e de toda a força, e amar ao próximo como a si mesmo excede a todos os holocaustos e sacrifícios. |
| 34. Vendo Jesus que ele havia respondido sabiamente, declarou-lhe: Não estás longe do reino de Deus. E já ninguém mais ousava interrogá-lo. |
| 35. Jesus, ensinando no templo, perguntou: Como dizem os escribas que o Cristo é filho de Davi? |
| 36. O próprio Davi falou, pelo Espírito Santo: Disse o Senhor ao meu Senhor: Assenta-te à minha direita, até que eu ponha os teus inimigos debaixo dos teus pés. |
| 37. O mesmo Davi chama-lhe Senhor; como, pois, é ele seu filho? E a grande multidão o ouvia com prazer. |
| 38. E, ao ensinar, dizia ele: Guardai-vos dos escribas, que gostam de andar com vestes talares e das saudações nas praças; |
| 39. e das primeiras cadeiras nas sinagogas e dos primeiros lugares nos banquetes; |
| 40. os quais devoram as casas das viúvas e, para o justificar, fazem longas orações; estes sofrerão juízo muito mais severo. |
| 41. Assentado diante do gazofilácio, observava Jesus como o povo lançava ali o dinheiro. Ora, muitos ricos depositavam grandes quantias. |
| 42. Vindo, porém, uma viúva pobre, depositou duas pequenas moedas correspondentes a um quadrante. |
| 43. E, chamando os seus discípulos, disse-lhes: Em verdade vos digo que esta viúva pobre depositou no gazofilácio mais do que o fizeram todos os ofertantes. |
| 44. Porque todos eles ofertaram do que lhes sobrava; ela, porém, da sua pobreza deu tudo quanto possuía, todo o seu sustento. |
| Jó: 8 |
| 1. Então, respondeu Bildade, o suíta: |
| 2. Até quando falarás tais coisas? E até quando as palavras da tua boca serão qual vento impetuoso? |
| 3. Perverteria Deus o direito ou perverteria o Todo-Poderoso a justiça? |
| 4. Se teus filhos pecaram contra ele, também ele os lançou no poder da sua transgressão. |
| 5. Mas, se tu buscares a Deus e ao Todo-Poderoso pedires misericórdia, |
| 6. se fores puro e reto, ele, sem demora, despertará em teu favor e restaurará a justiça da tua morada. |
| 7. O teu primeiro estado, na verdade, terá sido pequeno, mas o teu último crescerá sobremaneira. |
| 8. Pois, eu te peço, pergunta agora a gerações passadas e atenta para a experiência de seus pais; |
| 9. porque nós somos de ontem e nada sabemos; porquanto nossos dias sobre a terra são como a sombra. |
| 10. Porventura, não te ensinarão os pais, não haverão de falar-te e do próprio entendimento não proferirão estas palavras: |
| 11. Pode o papiro crescer sem lodo? Ou viça o junco sem água? |
| 12. Estando ainda na sua verdura e ainda não colhidos, todavia, antes de qualquer outra erva se secam. |
| 13. São assim as veredas de todos quantos se esquecem de Deus; e a esperança do ímpio perecerá. |
| 14. A sua firmeza será frustrada, e a sua confiança é teia de aranha. |
| 15. Encostar-se-á à sua casa, e ela não se manterá, agarrar-se-á a ela, e ela não ficará em pé. |
| 16. Ele é viçoso perante o sol, e os seus renovos irrompem no seu jardim; |
| 17. as suas raízes se entrelaçam num montão de pedras e penetram até às muralhas. |
| 18. Mas, se Deus o arranca do seu lugar, então, este o negará, dizendo: Nunca te vi. |
| 19. Eis em que deu a sua vida! E do pó brotarão outros. |
| 20. Eis que Deus não rejeita ao íntegro, nem toma pela mão os malfeitores. |
| 21. Ele te encherá a boca de riso e os teus lábios, de júbilo. |
| 22. Teus aborrecedores se vestirão de ignomínia, e a tenda dos perversos não subsistirá. |
Almeida Revista e Atualizada: 40 of 365 days