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Thus saith the LORD, The heaven is my throne, and the earth is my footstool: where is the house that ye build unto me? and where is the place of my rest? For all those things hath mine hand made, and all those things have been, saith the LORD: but to this man will I look, even to him that is poor and of a contrite spirit, and trembleth at my word. [Isaiah 66: 1-2]

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Complete Bible (365 dias)

Almeida Revista e Atualizada: 39 of 365 days

Gênesis: 40
1. Passadas estas coisas, aconteceu que o mordomo do rei do Egito e o padeiro ofenderam o seu senhor, o rei do Egito.
2. Indignou-se Faraó contra os seus dois oficiais, o copeiro-chefe e o padeiro-chefe.
3. E mandou detê-los na casa do comandante da guarda, no cárcere onde José estava preso.
4. O comandante da guarda pô-los a cargo de José, para que os servisse; e por algum tempo estiveram na prisão.
5. E ambos sonharam, cada um o seu sonho, na mesma noite; cada sonho com a sua própria significação, o copeiro e o padeiro do rei do Egito, que se achavam encarcerados.
6. Vindo José, pela manhã, viu-os, e eis que estavam turbados.
7. Então, perguntou aos oficiais de Faraó, que com ele estavam no cárcere da casa do seu senhor: Por que tendes, hoje, triste o semblante?
8. Eles responderam: Tivemos um sonho, e não há quem o possa interpretar. Disse-lhes José: Porventura, não pertencem a Deus as interpretações? Contai-me o sonho.
9. Então, o copeiro-chefe contou o seu sonho a José e lhe disse: Em meu sonho havia uma videira perante mim.
10. E, na videira, três ramos; ao brotar a vide, havia flores, e seus cachos produziam uvas maduras.
11. O copo de Faraó estava na minha mão; tomei as uvas, e as espremi no copo de Faraó, e o dei na própria mão de Faraó.
12. Então, lhe disse José: Esta é a sua interpretação: os três ramos são três dias;
13. dentro ainda de três dias, Faraó te reabilitará e te reintegrará no teu cargo, e tu lhe darás o copo na própria mão dele, segundo o costume antigo, quando lhe eras copeiro.
14. Porém lembra-te de mim, quando tudo te correr bem; e rogo-te que sejas bondoso para comigo, e faças menção de mim a Faraó, e me faças sair desta casa;
15. porque, de fato, fui roubado da terra dos hebreus; e, aqui, nada fiz, para que me pusessem nesta masmorra.
16. Vendo o padeiro-chefe que a interpretação era boa, disse a José: Eu também sonhei, e eis que três cestos de pão alvo me estavam sobre a cabeça;
17. e no cesto mais alto havia de todos os manjares de Faraó, arte de padeiro; e as aves os comiam do cesto na minha cabeça.
18. Então, lhe disse José: A interpretação é esta: os três cestos são três dias;
19. dentro ainda de três dias, Faraó te tirará fora a cabeça e te pendurará num madeiro, e as aves te comerão as carnes.
20. No terceiro dia, que era aniversário de nascimento de Faraó, deu este um banquete a todos os seus servos; e, no meio destes, reabilitou o copeiro-chefe e condenou o padeiro-chefe.
21. Ao copeiro-chefe reintegrou no seu cargo, no qual dava o copo na mão de Faraó;
22. mas ao padeiro-chefe enforcou, como José havia interpretado.
23. O copeiro-chefe, todavia, não se lembrou de José, porém dele se esqueceu.
Marcos: 11
1. Quando se aproximavam de Jerusalém, de Betfagé e Betânia, junto ao monte das Oliveiras, enviou Jesus dois dos seus discípulos
2. e disse-lhes: Ide à aldeia que aí está diante de vós e, logo ao entrar, achareis preso um jumentinho, o qual ainda ninguém montou; desprendei-o e trazei-o.
3. Se alguém vos perguntar: Por que fazeis isso? Respondei: O Senhor precisa dele e logo o mandará de volta para aqui.
4. Então, foram e acharam o jumentinho preso, junto ao portão, do lado de fora, na rua, e o desprenderam.
5. Alguns dos que ali estavam reclamaram: Que fazeis, soltando o jumentinho?
6. Eles, porém, responderam conforme as instruções de Jesus; então, os deixaram ir.
7. Levaram o jumentinho, sobre o qual puseram as suas vestes, e Jesus o montou.
8. E muitos estendiam as suas vestes no caminho, e outros, ramos que haviam cortado dos campos.
9. Tanto os que iam adiante dele como os que vinham depois clamavam: Hosana! Bendito o que vem em nome do Senhor!
10. Bendito o reino que vem, o reino de Davi, nosso pai! Hosana, nas maiores alturas!
11. E, quando entrou em Jerusalém, no templo, tendo observado tudo, como fosse já tarde, saiu para Betânia com os doze.
12. No dia seguinte, quando saíram de Betânia, teve fome.
13. E, vendo de longe uma figueira com folhas, foi ver se nela, porventura, acharia alguma coisa. Aproximando-se dela, nada achou, senão folhas; porque não era tempo de figos.
14. Então, lhe disse Jesus: Nunca jamais coma alguém fruto de ti! E seus discípulos ouviram isto.
15. E foram para Jerusalém. Entrando ele no templo, passou a expulsar os que ali vendiam e compravam; derribou as mesas dos cambistas e as cadeiras dos que vendiam pombas.
16. Não permitia que alguém conduzisse qualquer utensílio pelo templo;
17. também os ensinava e dizia: Não está escrito: A minha casa será chamada casa de oração para todas as nações? Vós, porém, a tendes transformado em covil de salteadores.
18. E os principais sacerdotes e escribas ouviam estas coisas e procuravam um modo de lhe tirar a vida; pois o temiam, porque toda a multidão se maravilhava de sua doutrina.
19. Em vindo a tarde, saíram da cidade.
20. E, passando eles pela manhã, viram que a figueira secara desde a raiz.
21. Então, Pedro, lembrando-se, falou: Mestre, eis que a figueira que amaldiçoaste secou.
22. Ao que Jesus lhes disse: Tende fé em Deus;
23. porque em verdade vos afirmo que, se alguém disser a este monte: Ergue-te e lança-te no mar, e não duvidar no seu coração, mas crer que se fará o que diz, assim será com ele.
24. Por isso, vos digo que tudo quanto em oração pedirdes, crede que recebestes, e será assim convosco.
25. E, quando estiverdes orando, se tendes alguma coisa contra alguém, perdoai, para que vosso Pai celestial vos perdoe as vossas ofensas.
26. [Mas, se não perdoardes, também vosso Pai celestial não vos perdoará as vossas ofensas.]
27. Então, regressaram para Jerusalém. E, andando ele pelo templo, vieram ao seu encontro os principais sacerdotes, os escribas e os anciãos
28. e lhe perguntaram: Com que autoridade fazes estas coisas? Ou quem te deu tal autoridade para as fazeres?
29. Jesus lhes respondeu: Eu vos farei uma pergunta; respondei-me, e eu vos direi com que autoridade faço estas coisas.
30. O batismo de João era do céu ou dos homens? Respondei!
31. E eles discorriam entre si: Se dissermos: Do céu, dirá: Então, por que não acreditastes nele?
32. Se, porém, dissermos: dos homens, é de temer o povo. Porque todos consideravam a João como profeta.
33. Então, responderam a Jesus: Não sabemos. E Jesus, por sua vez, lhes disse: Nem eu tampouco vos digo com que autoridade faço estas coisas.
Jó: 7
1. Não é penosa a vida do homem sobre a terra? Não são os seus dias como os de um jornaleiro?
2. Como o escravo que suspira pela sombra e como o jornaleiro que espera pela sua paga,
3. assim me deram por herança meses de desengano e noites de aflição me proporcionaram.
4. Ao deitar-me, digo: quando me levantarei? Mas comprida é a noite, e farto-me de me revolver na cama, até à alva.
5. A minha carne está vestida de vermes e de crostas terrosas; a minha pele se encrosta e de novo supura.
6. Os meus dias são mais velozes do que a lançadeira do tecelão e se findam sem esperança.
7. Lembra-te de que a minha vida é um sopro; os meus olhos não tornarão a ver o bem.
8. Os olhos dos que agora me veem não me verão mais; os teus olhos me procurarão, mas já não serei.
9. Tal como a nuvem se desfaz e passa, aquele que desce à sepultura jamais tornará a subir.
10. Nunca mais tornará à sua casa, nem o lugar onde habita o conhecerá jamais.
11. Por isso, não reprimirei a boca, falarei na angústia do meu espírito, queixar-me-ei na amargura da minha alma.
12. Acaso, sou eu o mar ou algum monstro marinho, para que me ponhas guarda?
13. Dizendo eu: consolar-me-á o meu leito, a minha cama aliviará a minha queixa,
14. então, me espantas com sonhos e com visões me assombras;
15. pelo que a minha alma escolheria, antes, ser estrangulada; antes, a morte do que esta tortura.
16. Estou farto da minha vida; não quero viver para sempre. Deixa-me, pois, porque os meus dias são um sopro.
17. Que é o homem, para que tanto o estimes, e ponhas nele o teu cuidado,
18. e cada manhã o visites, e cada momento o ponhas à prova?
19. Até quando não apartarás de mim a tua vista? Até quando não me darás tempo de engolir a minha saliva?
20. Se pequei, que mal te fiz a ti, ó Espreitador dos homens? Por que fizeste de mim um alvo para ti, para que a mim mesmo me seja pesado?
21. Por que não perdoas a minha transgressão e não tiras a minha iniquidade? Pois agora me deitarei no pó; e, se me buscas, já não serei.

Almeida Revista e Atualizada: 39 of 365 days


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