Thus saith the LORD, The heaven is my throne, and the earth is my footstool: where is the house that ye build unto me? and where is the place of my rest? For all those things hath mine hand made, and all those things have been, saith the LORD: but to this man will I look, even to him that is poor and of a contrite spirit, and trembleth at my word. [Isaiah 66: 1-2]
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Complete Bible (365 dias)
Almeida Corrigida Fiel: 34 of 365 days
| Gênesis: 35 |
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| 1. Depois disse Deus a Jacó: Levanta-te, sobe a Betel, e habita ali; e faze ali um altar ao Deus que te apareceu, quando fugiste da face de Esaú teu irmão. |
| 2. Então disse Jacó à sua família, e a todos os que com ele estavam: Tirai os deuses estranhos, que há no meio de vós, e purificai-vos, e mudai as vossas vestes. |
| 3. E levantemo-nos, e subamos a Betel; e ali farei um altar ao Deus que me respondeu no dia da minha angústia, e que foi comigo no caminho que tenho andado. |
| 4. Então deram a Jacó todos os deuses estranhos, que tinham em suas mãos, e os brincos, que estavam em suas orelhas; e Jacó os escondeu debaixo do carvalho que está junto a Siquém. |
| 5. E partiram; e o terror de Deus foi sobre as cidades que estavam ao redor deles, e não seguiram após os filhos de Jacó. |
| 6. Assim chegou Jacó a Luz, que está na terra de Canaã (esta é Betel), ele e todo o povo que com ele havia. |
| 7. E edificou ali um altar, e chamou aquele lugar El-Betel; porquanto Deus ali se lhe tinha manifestado, quando fugia da face de seu irmão. |
| 8. E morreu Débora, a ama de Rebeca, e foi sepultada ao pé de Betel, debaixo do carvalho cujo nome chamou Alom-Bacute. |
| 9. E apareceu Deus outra vez a Jacó, vindo de Padã-Arã, e abençoou-o. |
| 10. E disse-lhe Deus: O teu nome é Jacó; não se chamarás mais o teu nome Jacó, mas Israel será o teu nome. E chamou o seu nome Israel. |
| 11. Disse-lhe mais Deus: Eu sou o Deus Todo-Poderoso; frutifica e multiplica-te; uma nação, sim, uma multidão de nações sairá de ti, e reis procederão dos teus lombos; |
| 12. E te darei a ti a terra que tenho dado a Abraão e a Isaque, e à tua descendência depois de ti darei a terra. |
| 13. E Deus subiu dele, do lugar onde falara com ele. |
| 14. E Jacó pôs uma coluna no lugar onde falara com ele, uma coluna de pedra; e derramou sobre ela uma libação, e deitou sobre ela azeite. |
| 15. E chamou Jacó o nome daquele lugar, onde Deus falara com ele, Betel. |
| 16. E partiram de Betel; e havia ainda um pequeno espaço de terra para chegar a Efrata, e deu à luz Raquel, e ela teve trabalho em seu parto. |
| 17. E aconteceu que, tendo ela trabalho em seu parto, lhe disse a parteira: Não temas, porque também este filho terás. |
| 18. E aconteceu que, saindo-se-lhe a alma (porque morreu), ela chamou o seu nome Benoni; mas seu pai chamou-lhe Benjamim. |
| 19. Assim morreu Raquel, e foi sepultada no caminho de Efrata; que é Belém. |
| 20. E Jacó pôs uma coluna sobre a sua sepultura; esta é a coluna da sepultura de Raquel até o dia de hoje. |
| 21. Então partiu Israel, e estendeu a sua tenda além de Migdal Eder. |
| 22. E aconteceu que, habitando Israel naquela terra, foi Rúben e deitou-se com Bila, concubina de seu pai; e Israel o soube. E eram doze os filhos de Jacó. |
| 23. Os filhos de Lia: Rúben, o primogênito de Jacó, depois Simeão e Levi, e Judá, e Issacar e Zebulom; |
| 24. Os filhos de Raquel: José e Benjamim; |
| 25. E os filhos de Bila, serva de Raquel: Dã e Naftali; |
| 26. E os filhos de Zilpa, serva de Lia: Gade e Aser. Estes são os filhos de Jacó, que lhe nasceram em Padã-Arã. |
| 27. E Jacó veio a seu pai Isaque, a Manre, a Quiriate-Arba (que é Hebrom), onde peregrinaram Abraão e Isaque. |
| 28. E foram os dias de Isaque cento e oitenta anos. |
| 29. E Isaque expirou, e morreu, e foi recolhido ao seu povo, velho e farto de dias; e Esaú e Jacó, seus filhos, o sepultaram. |
| Marcos: 6 |
| 1. E, partindo dali, chegou à sua pátria, e os seus discípulos o seguiram. |
| 2. E, chegando o sábado, começou a ensinar na sinagoga; e muitos, ouvindo-o, se admiravam, dizendo: De onde lhe vêm estas coisas? E que sabedoria é esta que lhe foi dada? E como se fazem tais maravilhas por suas mãos? |
| 3. Não é este o carpinteiro, filho de Maria, e irmão de Tiago, e de José, e de Judas e de Simão? E não estão aqui conosco suas irmãs? E escandalizavam-se nele. |
| 4. E Jesus lhes dizia: Não há profeta sem honra senão na sua pátria, entre os seus parentes, e na sua casa. |
| 5. E não podia fazer ali nenhuma obra maravilhosa; somente curou alguns poucos enfermos, impondo-lhes as mãos. |
| 6. E estava admirado da incredulidade deles. E percorreu as aldeias vizinhas, ensinando. |
| 7. Chamou a si os doze, e começou a enviá-los a dois e dois, e deu-lhes poder sobre os espíritos imundos; |
| 8. E ordenou-lhes que nada tomassem para o caminho, senão somente um cajado; nem alforje, nem pão, nem dinheiro no cinto; |
| 9. Mas que calçassem sandálias, e que não vestissem duas túnicas. |
| 10. E dizia-lhes: Na casa em que entrardes, ficai nela até partirdes dali. |
| 11. E tantos quantos vos não receberem, nem vos ouvirem, saindo dali, sacudi o pó que estiver debaixo dos vossos pés, em testemunho contra eles. Em verdade vos digo que haverá mais tolerância no dia de juízo para Sodoma e Gomorra, do que para aquela cidade. |
| 12. E, saindo eles, pregavam que se arrependessem. |
| 13. E expulsavam muitos demônios, e ungiam muitos enfermos com óleo, e os curavam. |
| 14. E ouviu isto o rei Herodes (porque o seu nome se tornara notório), e disse: João, o que batizava, ressuscitou dentre os mortos, e por isso estas maravilhas operam nele. |
| 15. Outros diziam: É Elias. E diziam outros: É um profeta, ou como um dos profetas. |
| 16. Herodes, porém, ouvindo isto, disse: Este é João, ao qual eu degolei; ressuscitou dentre os mortos. |
| 17. Porquanto o mesmo Herodes mandara prender a João, e encerrá-lo maniatado no cárcere, por causa de Herodias, mulher de Filipe, seu irmão, porquanto tinha casado com ela. |
| 18. Pois João dizia a Herodes: Não te é lícito possuir a mulher de teu irmão. |
| 19. E Herodias o espiava, e queria matá-lo, mas não podia. |
| 20. Porque Herodes temia a João, sabendo que era homem justo e santo; e guardava-o com segurança, e fazia muitas coisas, atendendo-o, e de boa mente o ouvia. |
| 21. E, chegando uma ocasião favorável em que Herodes, no dia dos seus anos, dava uma ceia aos grandes, e tribunos, e príncipes da Galileia, |
| 22. Entrou a filha da mesma Herodias, e dançou, e agradou a Herodes e aos que estavam com ele à mesa. Disse então o rei à menina: Pede-me o que quiseres, e eu to darei. |
| 23. E jurou-lhe, dizendo: Tudo o que me pedires te darei, até metade do meu reino. |
| 24. E, saindo ela, perguntou a sua mãe: Que pedirei? E ela disse: A cabeça de João o Batista. |
| 25. E, entrando logo, apressadamente, pediu ao rei, dizendo: Quero que imediatamente me dês num prato a cabeça de João o Batista. |
| 26. E o rei entristeceu-se muito; todavia, por causa do juramento e dos que estavam com ele à mesa, não lha quis negar. |
| 27. E, enviando logo o rei o executor, mandou que lhe trouxessem ali a sua cabeça. E ele foi, e degolou-o na prisão; |
| 28. E trouxe a sua cabeça num prato, e deu-a à menina, e a menina a deu a sua mãe. |
| 29. E os seus discípulos, tendo ouvido isto, foram, tomaram o seu corpo, e o puseram num sepulcro. |
| 30. E os apóstolos ajuntaram-se a Jesus, e contaram-lhe tudo, tanto o que tinham feito como o que tinham ensinado. |
| 31. E ele disse-lhes: Vinde vós, aqui à parte, a um lugar deserto, e repousai um pouco. Porque havia muitos que iam e vinham, e não tinham tempo para comer. |
| 32. E foram sós num barco, em particular, para um lugar deserto. |
| 33. E a multidão viu-os partir, e muitos o conheceram; e correram para lá, a pé, de todas as cidades, e ali chegaram primeiro do que eles, e aproximavam-se dele. |
| 34. E Jesus, saindo, viu uma grande multidão, e teve compaixão deles, porque eram como ovelhas que não têm pastor; e começou a ensinar-lhes muitas coisas. |
| 35. E, como o dia fosse já muito adiantado, os seus discípulos se aproximaram dele, e lhe disseram: O lugar é deserto, e o dia está já muito adiantado. |
| 36. Despede-os, para que vão aos lugares e aldeias circunvizinhas, e comprem pão para si; porque não têm que comer. |
| 37. Ele, porém, respondendo, lhes disse: Dai-lhes vós de comer. E eles disseram-lhe: Iremos nós, e compraremos duzentos dinheiros de pão para lhes darmos de comer? |
| 38. E ele disse-lhes: Quantos pães tendes? Ide ver. E, sabendo-o eles, disseram: Cinco pães e dois peixes. |
| 39. E ordenou-lhes que fizessem assentar a todos, em ranchos, sobre a erva verde. |
| 40. E assentaram-se repartidos de cem em cem, e de cinquenta em cinquenta. |
| 41. E, tomando ele os cinco pães e os dois peixes, levantou os olhos ao céu, abençoou e partiu os pães, e deu-os aos seus discípulos para que os pusessem diante deles. E repartiu os dois peixes por todos. |
| 42. E todos comeram, e ficaram fartos; |
| 43. E levantaram doze cestos cheios de pedaços de pão e de peixe. |
| 44. E os que comeram os pães eram quase cinco mil homens. |
| 45. E logo obrigou os seus discípulos a subir para o barco, e passar adiante, para o outro lado, a Betsaida, enquanto ele despedia a multidão. |
| 46. E, tendo-os despedido, foi ao monte a orar. |
| 47. E, sobrevindo a tarde, estava o barco no meio do mar e ele, sozinho, em terra. |
| 48. E vendo que se fatigavam a remar, porque o vento lhes era contrário, perto da quarta vigília da noite aproximou-se deles, andando sobre o mar, e queria passar-lhes adiante. |
| 49. Mas, quando eles o viram andar sobre o mar, cuidaram que era um fantasma, e deram grandes gritos. |
| 50. Porque todos o viam, e perturbaram-se; mas logo falou com eles, e disse-lhes: Tende bom ânimo; sou eu, não temais. |
| 51. E subiu para o barco, para estar com eles, e o vento se aquietou; e entre si ficaram muito assombrados e maravilhados; |
| 52. Pois não tinham compreendido o milagre dos pães; antes o seu coração estava endurecido. |
| 53. E, quando já estavam no outro lado, dirigiram-se à terra de Genesaré, e ali atracaram. |
| 54. E, saindo eles do barco, logo o conheceram; |
| 55. E, correndo toda a terra em redor, começaram a trazer em leitos, aonde quer que sabiam que ele estava, os que se achavam enfermos. |
| 56. E, onde quer que entrava, ou em cidade, ou aldeias, ou no campo, apresentavam os enfermos nas praças, e rogavam-lhe que os deixasse tocar ao menos na orla da sua roupa; e todos os que lhe tocavam saravam. |
Almeida Corrigida Fiel: 34 of 365 days