Assim diz o SENHOR: O céu é o meu trono, e a terra o escabelo dos meus pés; que casa me edificaríeis vós? E qual seria o lugar do meu descanso? Porque a minha mão fez todas estas coisas, e assim todas elas foram feitas, diz o SENHOR; mas para esse olharei, para o pobre e abatido de espírito, e que treme da minha palavra. [Isaías 66: 1-2]
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Novo Testamento (260 dias)
Nova Versão Internacional: 43 de 260 dias
| Marcos: 15 |
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| 1. De manhã bem cedo, os chefes dos sacerdotes com os líderes religiosos, os mestres da lei e todo o Sinédrio chegaram a uma decisão. Amarrando Jesus, levaram-no e o entregaram a Pilatos. |
| 2. “Você é o rei dos judeus?”, perguntou Pilatos. “Tu o dizes” , respondeu Jesus. |
| 3. Os chefes dos sacerdotes o acusavam de muitas coisas. |
| 4. Então Pilatos lhe perguntou novamente: “Você não vai responder? Veja de quantas coisas o estão acusando”. |
| 5. Mas Jesus não respondeu nada, e Pilatos ficou impressionado. |
| 6. Por ocasião da festa, era costume soltar um prisioneiro que o povo pedisse. |
| 7. Um homem chamado Barrabás estava na prisão com os rebeldes que haviam cometido assassinato durante uma rebelião. |
| 8. A multidão chegou e pediu a Pilatos que lhe fizesse o que costumava fazer. |
| 9. “Vocês querem que eu solte o rei dos judeus?”, perguntou Pilatos, |
| 10. sabendo que fora por inveja que os chefes dos sacerdotes lhe haviam entregado Jesus. |
| 11. Mas os chefes dos sacerdotes incitaram a multidão a pedir que Pilatos, ao contrário, soltasse Barrabás. |
| 12. “Então, que farei com aquele a quem vocês chamam rei dos judeus?”, perguntou-lhes Pilatos. |
| 13. “Crucifica-o!”, gritaram eles. |
| 14. “Por quê? Que crime ele cometeu?”, perguntou Pilatos. Mas eles gritavam ainda mais: “Crucifica-o!” |
| 15. Desejando agradar a multidão, Pilatos soltou-lhes Barrabás, mandou açoitar Jesus e o entregou para ser crucificado. |
| 16. Os soldados levaram Jesus para dentro do palácio, isto é, ao Pretório , e reuniram toda a tropa. |
| 17. Vestiram-no com um manto de púrpura, depois fizeram uma coroa de espinhos e a colocaram nele. |
| 18. E começaram a saudá-lo: “Salve, rei dos judeus!” |
| 19. Batiam-lhe na cabeça com uma vara e cuspiam nele. Ajoelhavam-se e lhe prestavam adoração. |
| 20. Depois de terem zombado dele, tiraram-lhe o manto de púrpura e vestiram-lhe suas próprias roupas. Então o levaram para fora, a fim de crucificá-lo. |
| 21. Certo homem de Cirene, chamado Simão, pai de Alexandre e de Rufo, passava por ali, chegando do campo. Eles o forçaram a carregar a cruz. |
| 22. Levaram Jesus ao lugar chamado Gólgota, que quer dizer lugar da Caveira. |
| 23. Então lhe deram vinho misturado com mirra, mas ele não o bebeu. |
| 24. E o crucificaram. Dividindo as roupas dele, tiraram sortes para saber com o que cada um iria ficar. |
| 25. Eram nove horas da manhã quando o crucificaram. |
| 26. E assim estava escrito na acusação contra ele: O REI DOS JUDEUS. |
| 27. Com ele crucificaram dois ladrões, um à sua direita e outro à sua esquerda, |
| 28. e cumpriu-se a Escritura que diz: “Ele foi contado entre os transgressores”. |
| 29. Os que passavam lançavam-lhe insultos, balançando a cabeça e dizendo: “Ora, você que destrói o templo e o reedifica em três dias, |
| 30. desça da cruz e salve-se a si mesmo!” |
| 31. Da mesma forma, os chefes dos sacerdotes e os mestres da lei zombavam dele entre si, dizendo: “Salvou os outros, mas não é capaz de salvar a si mesmo! |
| 32. O Cristo, o Rei de Israel… Desça da cruz, para que o vejamos e creiamos!” Os que foram crucificados com ele também o insultavam. |
| 33. E houve trevas sobre toda a terra, do meio-dia às três horas da tarde. |
| 34. Por volta das três horas da tarde, Jesus bradou em alta voz: “Eloí, Eloí, lamá sabactâni?”, que significa “Meu Deus! Meu Deus! Por que me abandonaste?” |
| 35. Quando alguns dos que estavam presentes ouviram isso, disseram: “Ouçam! Ele está chamando Elias”. |
| 36. Um deles correu, embebeu uma esponja em vinagre, colocou-a na ponta de uma vara e deu-a a Jesus para beber. E disse: “Deixem-no. Vejamos se Elias vem tirá-lo daí”. |
| 37. Mas Jesus, com um alto brado, expirou. |
| 38. E o véu do santuário rasgou-se em duas partes, de alto a baixo. |
| 39. Quando o centurião que estava em frente de Jesus ouviu o seu brado e viu como ele morreu, disse: “Realmente este homem era o Filho de Deus!” |
| 40. Algumas mulheres estavam observando de longe. Entre elas estavam Maria Madalena, Salomé e Maria, mãe de Tiago, o mais jovem, e de José. |
| 41. Na Galileia elas tinham seguido e servido a Jesus. Muitas outras mulheres que tinham subido com ele para Jerusalém também estavam ali. |
| 42. Era o Dia da Preparação, isto é, a véspera do sábado, |
| 43. José de Arimateia, membro de destaque do Sinédrio, que também esperava o Reino de Deus, dirigiu-se corajosamente a Pilatos e pediu o corpo de Jesus. |
| 44. Pilatos ficou surpreso ao ouvir que ele já tinha morrido. Chamando o centurião, perguntou-lhe se Jesus já tinha morrido. |
| 45. Sendo informado pelo centurião, entregou o corpo a José. |
| 46. Então José comprou um lençol de linho, baixou o corpo da cruz, envolveu-o no lençol e o colocou num sepulcro cavado na rocha. Depois, fez rolar uma pedra sobre a entrada do sepulcro. |
| 47. Maria Madalena e Maria, mãe de José, viram onde ele fora colocado. |
Nova Versão Internacional: 43 de 260 dias