Assim diz o SENHOR: O céu é o meu trono, e a terra o escabelo dos meus pés; que casa me edificaríeis vós? E qual seria o lugar do meu descanso? Porque a minha mão fez todas estas coisas, e assim todas elas foram feitas, diz o SENHOR; mas para esse olharei, para o pobre e abatido de espírito, e que treme da minha palavra. [Isaías 66: 1-2]
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Novo Testamento (260 dias)
Nova Versão Internacional: 32 de 260 dias
| Marcos: 4 |
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| 1. Novamente Jesus começou a ensinar à beira-mar. Reuniu-se ao seu redor uma multidão tão grande que ele teve que entrar num barco e assentar-se nele. O barco estava no mar, enquanto todo o povo ficava na beira da praia. |
| 2. Ele lhes ensinava muitas coisas por parábolas, dizendo em seu ensino: |
| 3. “Ouçam! O semeador saiu a semear. |
| 4. Enquanto lançava a semente, parte dela caiu à beira do caminho, e as aves vieram e a comeram. |
| 5. Parte dela caiu em terreno pedregoso, onde não havia muita terra; e logo brotou, porque a terra não era profunda. |
| 6. Mas, quando saiu o sol, as plantas se queimaram e secaram, porque não tinham raiz. |
| 7. Outra parte caiu entre espinhos, que cresceram e sufocaram as plantas, de forma que ela não deu fruto. |
| 8. Outra ainda caiu em boa terra, germinou, cresceu e deu boa colheita, a trinta, sessenta e até cem por um”. |
| 9. E acrescentou: “Aquele que tem ouvidos para ouvir, ouça!” |
| 10. Quando ele ficou sozinho, os Doze e os outros que estavam ao seu redor lhe fizeram perguntas acerca das parábolas. |
| 11. Ele lhes disse: “A vocês foi dado o mistério do Reino de Deus, mas aos que estão fora tudo é dito por parábolas, |
| 12. a fim de que, “ ‘ainda que vejam, não percebam; ainda que ouçam, não entendam; de outro modo, poderiam converter-se e ser perdoados!’ ” |
| 13. Então Jesus lhes perguntou: “Vocês não entendem esta parábola? Como, então, compreenderão todas as outras? |
| 14. O semeador semeia a palavra. |
| 15. Algumas pessoas são como a semente à beira do caminho, onde a palavra é semeada. Logo que a ouvem, Satanás vem e retira a palavra nelas semeada. |
| 16. Outras, como a semente lançada em terreno pedregoso, ouvem a palavra e logo a recebem com alegria. |
| 17. Todavia, visto que não têm raiz em si mesmas, permanecem por pouco tempo. Quando surge alguma tribulação ou perseguição por causa da palavra, logo a abandonam. |
| 18. Outras ainda, como a semente lançada entre espinhos, ouvem a palavra; |
| 19. mas, quando chegam as preocupações desta vida, o engano das riquezas e os anseios por outras coisas sufocam a palavra, tornando-a infrutífera. |
| 20. Outras pessoas são como a semente lançada em boa terra: ouvem a palavra, aceitam-na e dão uma colheita de trinta, sessenta e até cem por um”. |
| 21. Ele lhes disse: “Quem traz uma candeia para ser colocada debaixo de uma vasilha ou de uma cama? Acaso não a coloca num lugar apropriado? |
| 22. Porque não há nada oculto, senão para ser revelado, e nada escondido, senão para ser trazido à luz. |
| 23. Se alguém tem ouvidos para ouvir, ouça! |
| 24. “Considerem atentamente o que vocês estão ouvindo”, continuou ele. “Com a medida com que medirem, vocês serão medidos; e ainda mais acrescentarão para vocês. |
| 25. A quem tiver, mais lhe será dado; de quem não tiver, até o que tem lhe será tirado”. |
| 26. Ele prosseguiu dizendo: “O Reino de Deus é semelhante a um homem que lança a semente sobre a terra. |
| 27. Noite e dia, estando ele dormindo ou acordado, a semente germina e cresce, embora ele não saiba como. |
| 28. A terra por si própria produz o grão: primeiro o talo, depois a espiga e, então, o grão cheio na espiga. |
| 29. Logo que o grão fica maduro, o homem lhe passa a foice, porque chegou a colheita”. |
| 30. Novamente ele disse: “Com que compararemos o Reino de Deus? Que parábola usaremos para descrevê-lo? |
| 31. É como um grão de mostarda, que é a menor semente que se planta na terra. |
| 32. No entanto, uma vez plantado, cresce e se torna uma das maiores plantas, com ramos tão grandes que as aves do céu podem abrigar-se à sua sombra”. |
| 33. Com muitas parábolas semelhantes Jesus lhes anunciava a palavra, tanto quanto podiam receber. |
| 34. Não lhes dizia nada sem usar alguma parábola. Quando, porém, estava a sós com os seus discípulos, explicava-lhes tudo. |
| 35. Naquele dia, ao anoitecer, disse ele aos seus discípulos: “Vamos para o outro lado”. |
| 36. Deixando a multidão, eles o levaram no barco, assim como estava. Outros barcos também o acompanhavam. |
| 37. Levantou-se um forte vendaval, e as ondas se lançavam sobre o barco, de forma que este ia se enchendo de água. |
| 38. Jesus estava na popa, dormindo com a cabeça sobre um travesseiro. Os discípulos o acordaram e clamaram: “Mestre, não te importas que morramos?” |
| 39. Ele se levantou, repreendeu o vento e disse ao mar: “Aquiete-se! Acalme-se!” O vento se aquietou, e fez-se completa bonança. |
| 40. Então perguntou aos seus discípulos: “Por que vocês estão com tanto medo? Ainda não têm fé?” |
| 41. Eles estavam apavorados e perguntavam uns aos outros: “Quem é este que até o vento e o mar lhe obedecem?” |
Nova Versão Internacional: 32 de 260 dias