Assim diz o SENHOR: O céu é o meu trono, e a terra o escabelo dos meus pés; que casa me edificaríeis vós? E qual seria o lugar do meu descanso? Porque a minha mão fez todas estas coisas, e assim todas elas foram feitas, diz o SENHOR; mas para esse olharei, para o pobre e abatido de espírito, e que treme da minha palavra. [Isaías 66: 1-2]
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Novo Testamento (260 dias)
Almeida Revista e Atualizada: 25 de 260 dias
| Mateus: 25 |
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| 1. Então, o reino dos céus será semelhante a dez virgens que, tomando as suas lâmpadas, saíram a encontrar-se com o noivo. |
| 2. Cinco dentre elas eram néscias, e cinco, prudentes. |
| 3. As néscias, ao tomarem as suas lâmpadas, não levaram azeite consigo; |
| 4. no entanto, as prudentes, além das lâmpadas, levaram azeite nas vasilhas. |
| 5. E, tardando o noivo, foram todas tomadas de sono e adormeceram. |
| 6. Mas, à meia-noite, ouviu-se um grito: Eis o noivo! Saí ao seu encontro! |
| 7. Então, se levantaram todas aquelas virgens e prepararam as suas lâmpadas. |
| 8. E as néscias disseram às prudentes: Dai-nos do vosso azeite, porque as nossas lâmpadas estão-se apagando. |
| 9. Mas as prudentes responderam: Não, para que não nos falte a nós e a vós outras! Ide, antes, aos que o vendem e comprai-o. |
| 10. E, saindo elas para comprar, chegou o noivo, e as que estavam apercebidas entraram com ele para as bodas; e fechou-se a porta. |
| 11. Mais tarde, chegaram as virgens néscias, clamando: Senhor, senhor, abre-nos a porta! |
| 12. Mas ele respondeu: Em verdade vos digo que não vos conheço. |
| 13. Vigiai, pois, porque não sabeis o dia nem a hora. |
| 14. Pois será como um homem que, ausentando-se do país, chamou os seus servos e lhes confiou os seus bens. |
| 15. A um deu cinco talentos, a outro, dois e a outro, um, a cada um segundo a sua própria capacidade; e, então, partiu. |
| 16. O que recebera cinco talentos saiu imediatamente a negociar com eles e ganhou outros cinco. |
| 17. Do mesmo modo, o que recebera dois ganhou outros dois. |
| 18. Mas o que recebera um, saindo, abriu uma cova e escondeu o dinheiro do seu senhor. |
| 19. Depois de muito tempo, voltou o senhor daqueles servos e ajustou contas com eles. |
| 20. Então, aproximando-se o que recebera cinco talentos, entregou outros cinco, dizendo: Senhor, confiaste-me cinco talentos; eis aqui outros cinco talentos que ganhei. |
| 21. Disse-lhe o senhor: Muito bem, servo bom e fiel; foste fiel no pouco, sobre o muito te colocarei; entra no gozo do teu senhor. |
| 22. E, aproximando-se também o que recebera dois talentos, disse: Senhor, dois talentos me confiaste; aqui tens outros dois que ganhei. |
| 23. Disse-lhe o senhor: Muito bem, servo bom e fiel; foste fiel no pouco, sobre o muito te colocarei; entra no gozo do teu senhor. |
| 24. Chegando, por fim, o que recebera um talento, disse: Senhor, sabendo que és homem severo, que ceifas onde não semeaste e ajuntas onde não espalhaste, |
| 25. receoso, escondi na terra o teu talento; aqui tens o que é teu. |
| 26. Respondeu-lhe, porém, o senhor: Servo mau e negligente, sabias que ceifo onde não semeei e ajunto onde não espalhei? |
| 27. Cumpria, portanto, que entregasses o meu dinheiro aos banqueiros, e eu, ao voltar, receberia com juros o que é meu. |
| 28. Tirai-lhe, pois, o talento e dai-o ao que tem dez. |
| 29. Porque a todo o que tem se lhe dará, e terá em abundância; mas ao que não tem, até o que tem lhe será tirado. |
| 30. E o servo inútil, lançai-o para fora, nas trevas. Ali haverá choro e ranger de dentes. |
| 31. Quando vier o Filho do Homem na sua majestade e todos os anjos com ele, então, se assentará no trono da sua glória; |
| 32. e todas as nações serão reunidas em sua presença, e ele separará uns dos outros, como o pastor separa dos cabritos as ovelhas; |
| 33. e porá as ovelhas à sua direita, mas os cabritos, à esquerda; |
| 34. então, dirá o Rei aos que estiverem à sua direita: Vinde, benditos de meu Pai! Entrai na posse do reino que vos está preparado desde a fundação do mundo. |
| 35. Porque tive fome, e me destes de comer; tive sede, e me destes de beber; era forasteiro, e me hospedastes; |
| 36. estava nu, e me vestistes; enfermo, e me visitastes; preso, e fostes ver-me. |
| 37. Então, perguntarão os justos: Senhor, quando foi que te vimos com fome e te demos de comer? Ou com sede e te demos de beber? |
| 38. E quando te vimos forasteiro e te hospedamos? Ou nu e te vestimos? |
| 39. E quando te vimos enfermo ou preso e te fomos visitar? |
| 40. O Rei, respondendo, lhes dirá: Em verdade vos afirmo que, sempre que o fizestes a um destes meus pequeninos irmãos, a mim o fizestes. |
| 41. Então, o Rei dirá também aos que estiverem à sua esquerda: Apartai-vos de mim, malditos, para o fogo eterno, preparado para o diabo e seus anjos. |
| 42. Porque tive fome, e não me destes de comer; tive sede, e não me destes de beber; |
| 43. sendo forasteiro, não me hospedastes; estando nu, não me vestistes; achando-me enfermo e preso, não fostes ver-me. |
| 44. E eles lhe perguntarão: Senhor, quando foi que te vimos com fome, com sede, forasteiro, nu, enfermo ou preso e não te assistimos? |
| 45. Então, lhes responderá: Em verdade vos digo que, sempre que o deixastes de fazer a um destes mais pequeninos, a mim o deixastes de fazer. |
| 46. E irão estes para o castigo eterno, porém os justos, para a vida eterna. |
Almeida Revista e Atualizada: 25 de 260 dias