Assim diz o SENHOR: O céu é o meu trono, e a terra o escabelo dos meus pés; que casa me edificaríeis vós? E qual seria o lugar do meu descanso? Porque a minha mão fez todas estas coisas, e assim todas elas foram feitas, diz o SENHOR; mas para esse olharei, para o pobre e abatido de espírito, e que treme da minha palavra. [Isaías 66: 1-2]
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Novo Testamento (260 dias)
Almeida Corrigida Fiel: 63 de 260 dias
| Lucas: 19 |
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| 1. E, tendo Jesus entrado em Jericó, ia passando. |
| 2. E eis que havia ali um homem chamado Zaqueu; e era este um chefe dos publicanos, e era rico. |
| 3. E procurava ver quem era Jesus, e não podia, por causa da multidão, pois era de pequena estatura. |
| 4. E, correndo adiante, subiu a um sicômoro para o ver; porque havia de passar por ali. |
| 5. E quando Jesus chegou àquele lugar, olhando para cima, viu-o e disse-lhe: Zaqueu, desce depressa, porque hoje me convém pousar em tua casa. |
| 6. E, apressando-se, desceu, e recebeu-o alegremente. |
| 7. E, vendo todos isto, murmuravam, dizendo que entrara para ser hóspede de um homem pecador. |
| 8. E, levantando-se Zaqueu, disse ao Senhor: Senhor, eis que eu dou aos pobres metade dos meus bens; e, se nalguma coisa tenho defraudado alguém, o restituo quadruplicado. |
| 9. E disse-lhe Jesus: Hoje veio a salvação a esta casa, pois também este é filho de Abraão. |
| 10. Porque o Filho do homem veio buscar e salvar o que se havia perdido. |
| 11. E, ouvindo eles estas coisas, ele prosseguiu, e contou uma parábola; porquanto estava perto de Jerusalém, e cuidavam que logo se havia de manifestar o reino de Deus. |
| 12. Disse pois: Certo homem nobre partiu para uma terra remota, a fim de tomar para si um reino e voltar depois. |
| 13. E, chamando dez servos seus, deu-lhes dez minas, e disse-lhes: Negociai até que eu venha. |
| 14. Mas os seus concidadãos odiavam-no, e mandaram após ele embaixadores, dizendo: Não queremos que este reine sobre nós. |
| 15. E aconteceu que, voltando ele, depois de ter tomado o reino, disse que lhe chamassem aqueles servos, a quem tinha dado o dinheiro, para saber o que cada um tinha ganhado, negociando. |
| 16. E veio o primeiro, dizendo: Senhor, a tua mina rendeu dez minas. |
| 17. E ele lhe disse: Bem está, servo bom, porque no mínimo foste fiel, sobre dez cidades terás autoridade. |
| 18. E veio o segundo, dizendo: Senhor, a tua mina rendeu cinco minas. |
| 19. E a este disse também: Sê tu também sobre cinco cidades. |
| 20. E veio outro, dizendo: Senhor, aqui está a tua mina, que guardei num lenço; |
| 21. Porque tive medo de ti, que és homem rigoroso, que tomas o que não puseste, e segas o que não semeaste. |
| 22. Porém, ele lhe disse: Mau servo, pela tua boca te julgarei. Sabias que eu sou homem rigoroso, que tomo o que não pus, e sego o que não semeei; |
| 23. Por que não puseste, pois, o meu dinheiro no banco, para que eu, vindo, o exigisse com os juros? |
| 24. E disse aos que estavam com ele: Tirai-lhe a mina, e dai-a ao que tem dez minas. |
| 25. (E disseram-lhe eles: Senhor, ele tem dez minas.) |
| 26. Pois eu vos digo que a qualquer que tiver ser-lhe-á dado, mas ao que não tiver, até o que tem lhe será tirado. |
| 27. E quanto àqueles meus inimigos que não quiseram que eu reinasse sobre eles, trazei-os aqui, e matai-os diante de mim. |
| 28. E, dito isto, ia caminhando adiante, subindo para Jerusalém. |
| 29. E aconteceu que, chegando perto de Betfagé, e de Betânia, ao monte chamado das Oliveiras, mandou dois dos seus discípulos, |
| 30. Dizendo: Ide à aldeia que está defronte, e aí, ao entrar, achareis preso um jumentinho em que nenhum homem ainda montou; soltai-o e trazei-o. |
| 31. E, se alguém vos perguntar: Por que o soltais? Assim lhe direis: Porque o Senhor o há de mister. |
| 32. E, indo os que haviam sido mandados, acharam como lhes dissera. |
| 33. E, quando soltaram o jumentinho, seus donos lhes disseram: Por que soltais o jumentinho? |
| 34. E eles responderam: O Senhor o há de mister. |
| 35. E trouxeram-no a Jesus; e, lançando sobre o jumentinho as suas vestes, puseram Jesus em cima. |
| 36. E, indo ele, estendiam no caminho as suas vestes. |
| 37. E, quando já chegava perto da descida do Monte das Oliveiras, toda a multidão dos discípulos, regozijando-se, começou a dar louvores a Deus em alta voz, por todas as maravilhas que tinham visto, |
| 38. Dizendo: Bendito o Rei que vem em nome do Senhor; paz no céu, e glória nas alturas. |
| 39. E disseram-lhe de entre a multidão alguns dos fariseus: Mestre, repreende os teus discípulos. |
| 40. E, respondendo ele, disse-lhes: Digo-vos que, se estes se calarem, as próprias pedras clamarão. |
| 41. E, quando ia chegando, vendo a cidade, chorou sobre ela, |
| 42. Dizendo: Ah! Se tu conhecesses também, ao menos neste teu dia, o que à tua paz pertence! Mas agora isto está encoberto aos teus olhos. |
| 43. Porque dias virão sobre ti, em que os teus inimigos te cercarão de trincheiras, e te sitiarão, e te estreitarão de todos os lados; |
| 44. E te derrubarão, a ti e aos teus filhos que dentro de ti estiverem, e não deixarão em ti pedra sobre pedra, pois que não conheceste o tempo da tua visitação. |
| 45. E, entrando no templo, começou a expulsar todos os que nele vendiam e compravam, |
| 46. Dizendo-lhes: Está escrito: A minha casa é casa de oração; mas vós fizestes dela covil de salteadores. |
| 47. E todos os dias ensinava no templo; mas os principais sacerdotes, e os escribas, e os principais do povo procuravam matá-lo. |
| 48. E não achavam meio de o fazer, porque todo o povo pendia para ele, escutando-o. |
Almeida Corrigida Fiel: 63 de 260 dias