Assim diz o SENHOR: O céu é o meu trono, e a terra o escabelo dos meus pés; que casa me edificaríeis vós? E qual seria o lugar do meu descanso? Porque a minha mão fez todas estas coisas, e assim todas elas foram feitas, diz o SENHOR; mas para esse olharei, para o pobre e abatido de espírito, e que treme da minha palavra. [Isaías 66: 1-2]
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Novo Testamento (260 dias)
Almeida Corrigida Fiel: 29 de 260 dias
| Marcos: 1 |
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| 1. Princípio do Evangelho de Jesus Cristo, Filho de Deus; |
| 2. Como está escrito nos profetas: Eis que eu envio o meu anjo ante a tua face, o qual preparará o teu caminho diante de ti. |
| 3. Voz do que clama no deserto: Preparai o caminho do Senhor, Endireitai as suas veredas. |
| 4. Apareceu João batizando no deserto, e pregando o batismo de arrependimento, para remissão dos pecados. |
| 5. E toda a província da Judeia e os de Jerusalém iam ter com ele; e todos eram batizados por ele no rio Jordão, confessando os seus pecados. |
| 6. E João andava vestido de pelos de camelo, e com um cinto de couro em redor de seus lombos, e comia gafanhotos e mel silvestre. |
| 7. E pregava, dizendo: Após mim vem aquele que é mais forte do que eu, do qual não sou digno de, abaixando-me, desatar a correia das suas sandálias. |
| 8. Eu, em verdade, tenho-vos batizado com água; ele, porém, vos batizará com o Espírito Santo. |
| 9. E aconteceu naqueles dias que Jesus, tendo ido de Nazaré da Galileia, foi batizado por João, no Jordão. |
| 10. E, logo que saiu da água, viu os céus abertos, e o Espírito, que como pomba descia sobre ele. |
| 11. E ouviu-se uma voz dos céus, que dizia: Tu és o meu Filho amado em quem me comprazo. |
| 12. E logo o Espírito o impeliu para o deserto. |
| 13. E ali esteve no deserto quarenta dias, tentado por Satanás. E vivia entre as feras, e os anjos o serviam. |
| 14. E, depois que João foi entregue à prisão, veio Jesus para a Galileia, pregando o evangelho do reino de Deus, |
| 15. E dizendo: O tempo está cumprido, e o reino de Deus está próximo. Arrependei-vos, e crede no evangelho. |
| 16. E, andando junto do mar da Galileia, viu Simão, e André, seu irmão, que lançavam a rede ao mar, pois eram pescadores. |
| 17. E Jesus lhes disse: Vinde após mim, e eu farei que sejais pescadores de homens. |
| 18. E, deixando logo as suas redes, o seguiram. |
| 19. E, passando dali um pouco mais adiante, viu Tiago, filho de Zebedeu, e João, seu irmão, que estavam no barco consertando as redes, |
| 20. E logo os chamou. E eles, deixando o seu pai Zebedeu no barco com os jornaleiros, foram após ele. |
| 21. Entraram em Cafarnaum e, logo no sábado, indo ele à sinagoga, ali ensinava. |
| 22. E maravilharam-se da sua doutrina, porque os ensinava como tendo autoridade, e não como os escribas. |
| 23. E estava na sinagoga deles um homem com um espírito imundo, o qual exclamou, |
| 24. Dizendo: Ah! Que temos contigo, Jesus Nazareno? Vieste destruir-nos? Bem sei quem és: O Santo de Deus. |
| 25. E repreendeu-o Jesus, dizendo: Cala-te, e sai dele. |
| 26. Então o espírito imundo, convulsionando-o, e clamando com grande voz, saiu dele. |
| 27. E todos se admiraram, a ponto de perguntarem entre si, dizendo: Que é isto? Que nova doutrina é esta? Pois com autoridade ordena aos espíritos imundos, e eles lhe obedecem! |
| 28. E logo correu a sua fama por toda a província da Galileia. |
| 29. E logo, saindo da sinagoga, foram à casa de Simão e de André com Tiago e João. |
| 30. E a sogra de Simão estava deitada com febre; e logo lhe falaram dela. |
| 31. Então, chegando-se a ela, tomou-a pela mão, e levantou-a; e imediatamente a febre a deixou, e servia-os. |
| 32. E, tendo chegado a tarde, quando já se estava pondo o sol, trouxeram-lhe todos os que se achavam enfermos, e os endemoninhados. |
| 33. E toda a cidade se ajuntou à porta. |
| 34. E curou muitos que se achavam enfermos de diversas enfermidades, e expulsou muitos demônios, porém não deixava falar os demônios, porque o conheciam. |
| 35. E, levantando-se de manhã, muito cedo, fazendo ainda escuro, saiu, e foi para um lugar deserto, e ali orava. |
| 36. E seguiram-no Simão e os que com ele estavam. |
| 37. E, achando-o, lhe disseram: Todos te buscam. |
| 38. E ele lhes disse: Vamos às aldeias vizinhas, para que eu ali também pregue; porque para isso vim. |
| 39. E pregava nas sinagogas deles, por toda a Galileia, e expulsava os demônios. |
| 40. E aproximou-se dele um leproso que, rogando-lhe, e pondo-se de joelhos diante dele, lhe dizia: Se queres, bem podes limpar-me. |
| 41. E Jesus, movido de grande compaixão, estendeu a mão, e tocou-o, e disse-lhe: Quero, sê limpo. |
| 42. E, tendo ele dito isto, logo a lepra desapareceu, e ficou limpo. |
| 43. E, advertindo-o severamente, logo o despediu. |
| 44. E disse-lhe: Olha, não digas nada a ninguém; porém vai, mostra-te ao sacerdote, e oferece pela tua purificação o que Moisés determinou, para lhes servir de testemunho. |
| 45. Mas, tendo ele saído, começou a apregoar muitas coisas, e a divulgar o que acontecera; de sorte que Jesus já não podia entrar publicamente na cidade, mas conservava-se fora em lugares desertos; e de todas as partes iam ter com ele. |
Almeida Corrigida Fiel: 29 de 260 dias