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Assim diz o SENHOR: O céu é o meu trono, e a terra o escabelo dos meus pés; que casa me edificaríeis vós? E qual seria o lugar do meu descanso? Porque a minha mão fez todas estas coisas, e assim todas elas foram feitas, diz o SENHOR; mas para esse olharei, para o pobre e abatido de espírito, e que treme da minha palavra. [Isaías 66: 1-2]

    Gênesis 27

  • 1. Tendo Isaque envelhecido, seus olhos ficaram tão fracos que ele já não podia enxergar. Certo dia chamou Esaú, seu filho mais velho, e lhe disse: “Meu filho!” Ele respondeu: “Estou aqui”.
  • 2. Disse-lhe Isaque: “Já estou velho e não sei o dia da minha morte.
  • 3. Pegue agora suas armas, o arco e a aljava, e vá ao campo caçar alguma coisa para mim.
  • 4. Prepare-me aquela comida saborosa que tanto aprecio e traga-me, para que eu a coma e o abençoe antes de morrer”.
  • 5. Ora, Rebeca estava ouvindo o que Isaque dizia a seu filho Esaú. Quando Esaú saiu ao campo para caçar,
  • 6. Rebeca disse a seu filho Jacó: “Ouvi seu pai dizer a seu irmão Esaú:
  • 7. ‘Traga-me alguma caça e prepare-me aquela comida saborosa, para que eu a coma e o abençoe na presença do SENHOR antes de morrer’.
  • 8. Agora, meu filho, ouça bem e faça o que lhe ordeno:
  • 9. Vá ao rebanho e traga-me dois cabritos escolhidos, para que eu prepare uma comida saborosa para seu pai, como ele aprecia.
  • 10. Leve-a então a seu pai, para que ele a coma e o abençoe antes de morrer”.
  • 11. Disse Jacó a Rebeca, sua mãe: “Mas o meu irmão Esaú é homem peludo, e eu tenho a pele lisa.
  • 12. E se meu pai me apalpar? Vai parecer que estou tentando enganá-lo, fazendo-o de tolo e, em vez de bênção, trarei sobre mim maldição”.
  • 13. Disse-lhe sua mãe: “Caia sobre mim a maldição, meu filho. Faça apenas o que eu digo: Vá e traga-os para mim”.
  • 14. Então ele foi, apanhou-os e os trouxe à sua mãe, que preparou uma comida saborosa, como seu pai apreciava.
  • 15. Rebeca pegou as melhores roupas de Esaú, seu filho mais velho, roupas que tinha em casa, e colocou-as em Jacó, seu filho mais novo.
  • 16. Depois cobriu-lhe as mãos e a parte lisa do pescoço com as peles dos cabritos,
  • 17. e por fim entregou a Jacó a refeição saborosa e o pão que tinha feito.
  • 18. Ele se dirigiu ao pai e disse: “Meu pai”. Respondeu ele: “Sim, meu filho. Quem é você?”
  • 19. Jacó disse a seu pai: “Sou Esaú, seu filho mais velho. Fiz como o senhor me disse. Agora, assente-se e coma do que cacei para que me abençoe”.
  • 20. Isaque perguntou ao filho: “Como encontrou a caça tão depressa, meu filho?” Ele respondeu: “O SENHOR, o seu Deus, a colocou no meu caminho”.
  • 21. Então Isaque disse a Jacó: “Chegue mais perto, meu filho, para que eu possa apalpá-lo e saber se você é realmente meu filho Esaú”.
  • 22. Jacó aproximou-se do seu pai, Isaque, que o apalpou e disse: “A voz é de Jacó, mas os braços são de Esaú”.
  • 23. Não o reconheceu, pois seus braços estavam peludos como os de Esaú, seu irmão; e o abençoou.
  • 24. Isaque perguntou-lhe outra vez: “Você é mesmo meu filho Esaú?” E ele respondeu: “Sou”.
  • 25. Então lhe disse: “Meu filho, traga-me da sua caça para que eu coma e o abençoe”. Jacó a trouxe, e seu pai comeu; também trouxe vinho, e ele bebeu.
  • 26. Então Isaque, seu pai, lhe disse: “Venha cá, meu filho, dê-me um beijo”.
  • 27. Ele se aproximou e o beijou. Quando sentiu o cheiro de suas roupas, Isaque o abençoou, dizendo: “Ah, o cheiro de meu filho é como o cheiro de um campo que o SENHOR abençoou.
  • 28. Que Deus lhe conceda do céu o orvalho e da terra a riqueza, com muito cereal e muito vinho.
  • 29. Que as nações o sirvam e os povos se curvem diante de você. Seja senhor dos seus irmãos, e curvem-se diante de você os filhos de sua mãe. Malditos sejam os que o amaldiçoarem e benditos sejam os que o abençoarem”.
  • 30. Quando Isaque acabou de abençoar Jacó, mal tendo ele saído da presença do pai, seu irmão, Esaú, chegou da caçada.
  • 31. Ele também preparou uma comida saborosa e a trouxe a seu pai. E lhe disse: “Meu pai, levante-se e coma da minha caça, para que o senhor me dê sua bênção”.
  • 32. Perguntou-lhe seu pai, Isaque: “Quem é você?” Ele respondeu: “Sou Esaú, seu filho mais velho”.
  • 33. Profundamente abalado, Isaque começou a tremer muito e disse: “Quem então apanhou a caça e a trouxe para mim? Acabei de comê-la antes de você entrar e a ele abençoei; e abençoado ele será!”
  • 34. Quando Esaú ouviu as palavras de seu pai, deu um forte grito e, cheio de amargura, implorou ao pai: “Abençoe também a mim, meu pai!”
  • 35. Mas ele respondeu: “Seu irmão chegou astutamente e recebeu a bênção que pertencia a você”.
  • 36. E disse Esaú: “Não é com razão que o seu nome é Jacó? Já é a segunda vez que ele me engana! Primeiro tomou o meu direito de filho mais velho, e agora recebeu a minha bênção!” Então perguntou ao pai: “O senhor não reservou nenhuma bênção para mim?”
  • 37. Isaque respondeu a Esaú: “Eu o constituí senhor sobre você, e a todos os seus parentes tornei servos dele; a ele supri de cereal e de vinho. Que é que eu poderia fazer por você, meu filho?”
  • 38. Esaú pediu ao pai: “Meu pai, o senhor tem apenas uma bênção? Abençoe-me também, meu pai!” Então chorou Esaú em alta voz.
  • 39. Isaque, seu pai, respondeu-lhe: “Sua habitação será longe das terras férteis, distante do orvalho que desce do alto céu.
  • 40. Você viverá por sua espada e servirá a seu irmão. Mas, quando você não suportar mais, arrancará do pescoço o jugo”.
  • 41. Esaú guardou rancor contra Jacó por causa da bênção que seu pai lhe dera. E disse a si mesmo: “Os dias de luto pela morte de meu pai estão próximos; então matarei meu irmão Jacó”.
  • 42. Quando contaram a Rebeca o que seu filho Esaú dissera, ela mandou chamar Jacó, seu filho mais novo, e lhe disse: “Esaú está se consolando com a ideia de matá-lo.
  • 43. Ouça, pois, o que lhe digo, meu filho: Fuja imediatamente para a casa de meu irmão Labão, em Harã.
  • 44. Fique com ele algum tempo, até que passe o furor de seu irmão.
  • 45. Quando seu irmão não estiver mais irado contra você e esquecer o que você lhe fez, mandarei buscá-lo. Por que perderia eu vocês dois num só dia?”
  • 46. Então Rebeca disse a Isaque: “Estou desgostosa da vida, por causa destas mulheres hititas. Se Jacó escolher esposa entre as mulheres desta terra, entre mulheres hititas como estas, perderei a razão de viver”.
  • Mateus 26

  • 1. Quando acabou de dizer essas coisas, Jesus disse aos seus discípulos:
  • 2. “Como vocês sabem, estamos a dois dias da Páscoa, e o Filho do homem será entregue para ser crucificado”.
  • 3. Naquela ocasião, os chefes dos sacerdotes e os líderes religiosos do povo se reuniram no palácio do sumo sacerdote, cujo nome era Caifás,
  • 4. e juntos planejaram prender Jesus à traição e matá-lo.
  • 5. Mas diziam: “Não durante a festa, para que não haja tumulto entre o povo”.
  • 6. Estando Jesus em Betânia, na casa de Simão, o leproso,
  • 7. aproximou-se dele uma mulher com um frasco de alabastro contendo um perfume muito caro. Ela o derramou sobre a cabeça de Jesus quando ele se encontrava reclinado à mesa.
  • 8. Os discípulos, ao verem isso, ficaram indignados e perguntaram: “Por que este desperdício?
  • 9. Este perfume poderia ser vendido por alto preço, e o dinheiro dado aos pobres”.
  • 10. Percebendo isso, Jesus lhes disse: “Por que vocês estão perturbando essa mulher? Ela praticou uma boa ação para comigo.
  • 11. Pois os pobres vocês sempre terão consigo, mas a mim vocês nem sempre terão.
  • 12. Quando derramou este perfume sobre o meu corpo, ela o fez a fim de me preparar para o sepultamento.
  • 13. Eu asseguro que em qualquer lugar do mundo inteiro onde este evangelho for anunciado, também o que ela fez será contado, em sua memória”.
  • 14. Então, um dos Doze, chamado Judas Iscariotes, dirigiu-se aos chefes dos sacerdotes
  • 15. e lhes perguntou: “O que me darão se eu o entregar a vocês?” E fixaram-lhe o preço: trinta moedas de prata.
  • 16. Desse momento em diante Judas passou a procurar uma oportunidade para entregá-lo.
  • 17. No primeiro dia da Festa dos Pães sem Fermento, os discípulos dirigiram-se a Jesus e lhe perguntaram: “Onde queres que preparemos a refeição da Páscoa?”
  • 18. Ele respondeu dizendo que entrassem na cidade, procurassem um certo homem e lhe dissessem: “O Mestre diz: O meu tempo está próximo. Vou celebrar a Páscoa com meus discípulos em sua casa”.
  • 19. Os discípulos fizeram como Jesus os havia instruído e prepararam a Páscoa.
  • 20. Ao anoitecer, Jesus estava reclinado à mesa com os Doze.
  • 21. E, enquanto estavam comendo, ele disse: “Digo que certamente um de vocês me trairá”.
  • 22. Eles ficaram muito tristes e começaram a dizer-lhe, um após outro: “Com certeza não sou eu, Senhor!”
  • 23. Afirmou Jesus: “Aquele que comeu comigo do mesmo prato há de me trair.
  • 24. O Filho do homem vai, como está escrito a seu respeito. Mas ai daquele que trai o Filho do homem! Melhor lhe seria não haver nascido”.
  • 25. Então, Judas, que haveria de traí-lo, disse: “Com certeza não sou eu, Mestre!” Jesus afirmou: “Sim, é você”.
  • 26. Enquanto comiam, Jesus tomou o pão, deu graças, partiu-o e o deu aos seus discípulos, dizendo: “Tomem e comam; isto é o meu corpo”.
  • 27. Em seguida tomou o cálice, deu graças e o ofereceu aos discípulos, dizendo: “Bebam dele todos vocês.
  • 28. Isto é o meu sangue da aliança , que é derramado em favor de muitos, para perdão de pecados.
  • 29. Eu digo que, de agora em diante, não beberei deste fruto da videira até aquele dia em que beberei o vinho novo com vocês no Reino de meu Pai”.
  • 30. Depois de terem cantado um hino, saíram para o monte das Oliveiras.
  • 31. Então Jesus lhes disse: “Ainda esta noite todos vocês me abandonarão. Pois está escrito: “ ‘Ferirei o pastor, e as ovelhas do rebanho serão dispersas’.
  • 32. Mas, depois de ressuscitar, irei adiante de vocês para a Galileia”.
  • 33. Pedro respondeu: “Ainda que todos te abandonem, eu nunca te abandonarei!”
  • 34. Respondeu Jesus: “Asseguro que ainda esta noite, antes que o galo cante, três vezes você me negará”.
  • 35. Mas Pedro declarou: “Mesmo que seja preciso que eu morra contigo, nunca te negarei”. E todos os outros discípulos disseram o mesmo.
  • 36. Então Jesus foi com seus discípulos para um lugar chamado Getsêmani e lhes disse: “Sentem-se aqui enquanto vou ali orar”.
  • 37. Levando consigo Pedro e os dois filhos de Zebedeu, começou a entristecer-se e a angustiar-se.
  • 38. Disse-lhes então: “A minha alma está profundamente triste, numa tristeza mortal. Fiquem aqui e vigiem comigo”.
  • 39. Indo um pouco mais adiante, prostrou-se com o rosto em terra e orou: “Meu Pai, se for possível, afasta de mim este cálice; contudo, não seja como eu quero, mas sim como tu queres”.
  • 40. Depois, voltou aos seus discípulos e os encontrou dormindo. “Vocês não puderam vigiar comigo nem por uma hora?”, perguntou ele a Pedro.
  • 41. “Vigiem e orem para que não caiam em tentação. O espírito está pronto, mas a carne é fraca.”
  • 42. E retirou-se outra vez para orar: “Meu Pai, se não for possível afastar de mim este cálice sem que eu o beba, faça-se a tua vontade”.
  • 43. Quando voltou, de novo os encontrou dormindo, porque seus olhos estavam pesados.
  • 44. Então os deixou novamente e orou pela terceira vez, dizendo as mesmas palavras.
  • 45. Depois voltou aos discípulos e lhes disse: “Vocês ainda dormem e descansam? Chegou a hora! Eis que o Filho do homem está sendo entregue nas mãos de pecadores.
  • 46. Levantem-se e vamos! Aí vem aquele que me trai!”
  • 47. Enquanto ele ainda falava, chegou Judas, um dos Doze. Com ele estava uma grande multidão armada de espadas e varas, enviada pelos chefes dos sacerdotes e líderes religiosos do povo.
  • 48. O traidor havia combinado um sinal com eles, dizendo-lhes: “Aquele a quem eu saudar com um beijo, é ele; prendam-no”.
  • 49. Dirigindo-se imediatamente a Jesus, Judas disse: “Salve, Mestre!”, e o beijou.
  • 50. Jesus perguntou: “Amigo, o que o traz?” Então os homens se aproximaram, agarraram Jesus e o prenderam.
  • 51. Um dos que estavam com Jesus, estendendo a mão, puxou a espada e feriu o servo do sumo sacerdote, decepando-lhe a orelha.
  • 52. Disse-lhe Jesus: “Guarde a espada! Pois todos os que empunham a espada, pela espada morrerão.
  • 53. Você acha que eu não posso pedir a meu Pai, e ele não colocaria imediatamente à minha disposição mais de doze legiões de anjos?
  • 54. Como então se cumpririam as Escrituras que dizem que as coisas deveriam acontecer desta forma?”
  • 55. Naquela hora, Jesus disse à multidão: “Estou eu chefiando alguma rebelião, para que vocês venham prender-me com espadas e varas? Todos os dias eu estive ensinando no templo, e vocês não me prenderam!
  • 56. Mas tudo isso aconteceu para que se cumprissem as Escrituras dos profetas”. Então todos os discípulos o abandonaram e fugiram.
  • 57. Os que prenderam Jesus o levaram a Caifás, o sumo sacerdote, em cuja casa se haviam reunido os mestres da lei e os líderes religiosos.
  • 58. E Pedro o seguiu de longe até o pátio do sumo sacerdote, entrou e sentou-se com os guardas, para ver o que aconteceria.
  • 59. Os chefes dos sacerdotes e todo o Sinédrio estavam procurando um depoimento falso contra Jesus, para que pudessem condená-lo à morte.
  • 60. Mas nada encontraram, embora se apresentassem muitas falsas testemunhas. Finalmente se apresentaram duas
  • 61. que declararam: “Este homem disse: ‘Sou capaz de destruir o santuário de Deus e reconstruí-lo em três dias’ ”.
  • 62. Então o sumo sacerdote levantou-se e disse a Jesus: “Você não vai responder à acusação que estes fazem?”
  • 63. Mas Jesus permaneceu em silêncio. O sumo sacerdote lhe disse: “Exijo que você jure pelo Deus vivo: se você é o Cristo, o Filho de Deus, diga-nos”.
  • 64. “Tu mesmo o disseste” , respondeu Jesus. “Mas eu digo a todos vós: Chegará o dia em que vereis o Filho do homem assentado à direita do Poderoso e vindo sobre as nuvens do céu.”
  • 65. Foi quando o sumo sacerdote rasgou as próprias vestes e disse: “Blasfemou! Por que precisamos de mais testemunhas? Vocês acabaram de ouvir a blasfêmia.
  • 66. O que acham?” “É réu de morte!”, responderam eles.
  • 67. Então alguns lhe cuspiram no rosto e lhe deram murros. Outros lhe davam tapas
  • 68. e diziam: “Profetize-nos, Cristo. Quem foi que bateu em você?”
  • 69. Pedro estava sentado no pátio, e uma criada, aproximando-se dele, disse: “Você também estava com Jesus, o galileu”.
  • 70. Mas ele o negou diante de todos, dizendo: “Não sei do que você está falando”.
  • 71. Depois, saiu em direção à porta, onde outra criada o viu e disse aos que estavam ali: “Este homem estava com Jesus, o Nazareno”.
  • 72. E ele, jurando, o negou outra vez: “Não conheço esse homem!”
  • 73. Pouco tempo depois, os que estavam por ali chegaram a Pedro e disseram: “Certamente você é um deles! O seu modo de falar o denuncia”.
  • 74. Aí ele começou a lançar maldições e a jurar: “Não conheço esse homem!” Imediatamente um galo cantou.
  • 75. Então Pedro se lembrou da palavra que Jesus tinha dito: “Antes que o galo cante, você me negará três vezes”. E, saindo dali, chorou amargamente.
  • Ester 3

  • 1. Depois desses acontecimentos, o rei Xerxes honrou Hamã, filho de Hamedata, descendente de Agague, promovendo-o e dando-lhe uma posição mais elevada do que a de todos os demais nobres.
  • 2. Todos os oficiais do palácio real curvavam-se e prostravam-se diante de Hamã, conforme as ordens do rei. Mardoqueu, porém, não se curvava nem se prostrava diante dele.
  • 3. Então os oficiais do palácio real perguntaram a Mardoqueu: “Por que você desobedece à ordem do rei?”
  • 4. Dia após dia eles lhe falavam, mas ele não lhes dava atenção e dizia que era judeu. Então contaram tudo a Hamã para ver se o comportamento de Mardoqueu seria tolerado.
  • 5. Quando Hamã viu que Mardoqueu não se curvava nem se prostrava, ficou muito irado.
  • 6. Contudo, sabendo quem era o povo de Mardoqueu, achou que não bastava matá-lo. Em vez disso, Hamã procurou uma forma de exterminar todos os judeus, o povo de Mardoqueu, em todo o império de Xerxes.
  • 7. No primeiro mês do décimo segundo ano do reinado do rei Xerxes, no mês de nisã , lançaram o pur, isto é, a sorte, na presença de Hamã a fim de escolher um dia e um mês para executar o plano. E foi sorteado o décimo segundo mês, o mês de adar.
  • 8. Então Hamã disse ao rei Xerxes: “Existe certo povo disperso e espalhado entre os povos de todas as províncias do teu império, cujos costumes são diferentes dos de todos os outros povos e que não obedecem às leis do rei; não convém ao rei tolerá-los.
  • 9. Se for do agrado do rei, que se decrete a destruição deles, e eu colocarei trezentas e cinquenta toneladas de prata na tesouraria real à disposição para que se execute esse trabalho”.
  • 10. Em vista disso, o rei tirou seu anel-selo do dedo, deu-o a Hamã, o inimigo dos judeus, filho de Hamedata, descendente de Agague, e lhe disse:
  • 11. “Fique com a prata e faça com o povo o que você achar melhor”.
  • 12. Assim, no décimo terceiro dia do primeiro mês, os secretários do rei foram convocados. Hamã ordenou que escrevessem cartas na língua e na escrita de cada povo aos sátrapas do rei, aos governadores das várias províncias e aos chefes de cada povo. Tudo foi escrito em nome do rei Xerxes e selado com o seu anel.
  • 13. As cartas foram enviadas por mensageiros a todas as províncias do império com a ordem de exterminar e aniquilar completamente todos os judeus, jovens e idosos, mulheres e crianças, num único dia, o décimo terceiro dia do décimo segundo mês, o mês de adar, e de saquear os seus bens.
  • 14. Uma cópia do decreto deveria ser publicada como lei em cada província e levada ao conhecimento do povo de cada nação, a fim de que estivessem prontos para aquele dia.
  • 15. Por ordem do rei, os mensageiros saíram às pressas, e o decreto foi publicado na cidadela de Susã. O rei e Hamã assentaram-se para beber, mas a cidade de Susã estava em confusão.

Nova Versão Internacional

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