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Assim diz o SENHOR: O céu é o meu trono, e a terra o escabelo dos meus pés; que casa me edificaríeis vós? E qual seria o lugar do meu descanso? Porque a minha mão fez todas estas coisas, e assim todas elas foram feitas, diz o SENHOR; mas para esse olharei, para o pobre e abatido de espírito, e que treme da minha palavra. [Isaías 66: 1-2]

    Gênesis 26

  • 1. Houve fome naquela terra, como tinha acontecido no tempo de Abraão. Por isso Isaque foi para Gerar, onde Abimeleque era o rei dos filisteus.
  • 2. O SENHOR apareceu a Isaque e disse: “Não desça ao Egito; procure estabelecer-se na terra que eu lhe indicar.
  • 3. Permaneça nesta terra mais um pouco, e eu estarei com você e o abençoarei. Porque a você e a seus descendentes darei todas estas terras e confirmarei o juramento que fiz a seu pai, Abraão.
  • 4. Tornarei seus descendentes tão numerosos como as estrelas do céu e lhes darei todas estas terras; e por meio da sua descendência todos os povos da terra serão abençoados,
  • 5. porque Abraão me obedeceu e guardou meus preceitos, meus mandamentos, meus decretos e minhas leis”.
  • 6. Assim Isaque ficou em Gerar.
  • 7. Quando os homens do lugar lhe perguntaram sobre a sua mulher, ele disse: “Ela é minha irmã”. Teve medo de dizer que era sua mulher, pois pensou: “Os homens deste lugar podem matar-me por causa de Rebeca, por ser ela tão bonita”.
  • 8. Isaque estava em Gerar já fazia muito tempo. Certo dia, Abimeleque, rei dos filisteus, estava olhando do alto de uma janela quando viu Isaque acariciando Rebeca, sua mulher.
  • 9. Então Abimeleque chamou Isaque e lhe disse: “Na verdade ela é tua mulher! Por que me disseste que ela era tua irmã?” Isaque respondeu: “Porque pensei que eu poderia ser morto por causa dela”.
  • 10. Então disse Abimeleque: “Tens ideia do que nos fizeste? Qualquer homem bem poderia ter-se deitado com tua mulher, e terias trazido culpa sobre nós”.
  • 11. E Abimeleque advertiu todo o povo: “Quem tocar neste homem ou em sua mulher certamente morrerá!”
  • 12. Isaque formou lavoura naquela terra e no mesmo ano colheu a cem por um, porque o SENHOR o abençoou.
  • 13. O homem enriqueceu, e a sua riqueza continuou a aumentar, até que ficou riquíssimo.
  • 14. Possuía tantos rebanhos e servos que os filisteus o invejavam.
  • 15. Estes taparam todos os poços que os servos de Abraão, pai de Isaque, tinham cavado na sua época, enchendo-os de terra.
  • 16. Então Abimeleque pediu a Isaque: “Sai de nossa terra, pois já és poderoso demais para nós”.
  • 17. Por isso Isaque mudou-se de lá, acampou no vale de Gerar e ali se estabeleceu.
  • 18. Isaque reabriu os poços cavados no tempo de seu pai, Abraão, os quais os filisteus fecharam depois que Abraão morreu, e deu-lhes os mesmos nomes que seu pai lhes tinha dado.
  • 19. Os servos de Isaque cavaram no vale e descobriram um veio dʼágua.
  • 20. Mas os pastores de Gerar discutiram com os pastores de Isaque, dizendo: “A água é nossa!” Por isso Isaque deu ao poço o nome de Eseque, porque discutiram por causa dele.
  • 21. Então os seus servos cavaram outro poço, mas eles também discutiram por causa dele; por isso o chamou Sitna.
  • 22. Isaque mudou-se dali e cavou outro poço, e ninguém discutiu por causa dele. Deu-lhe o nome de Reobote, dizendo: “Agora o SENHOR nos abriu espaço e prosperaremos na terra”.
  • 23. Dali Isaque foi para Berseba.
  • 24. Naquela noite, o SENHOR lhe apareceu e disse: “Eu sou o Deus de seu pai, Abraão. Não tema, porque estou com você; eu o abençoarei e multiplicarei os seus descendentes por amor ao meu servo Abraão”.
  • 25. Isaque construiu nesse lugar um altar e invocou o nome do SENHOR. Ali armou acampamento, e os seus servos cavaram outro poço.
  • 26. Por aquele tempo, veio a ele Abimeleque, de Gerar, com Auzate, seu conselheiro pessoal, e Ficol, o comandante dos seus exércitos.
  • 27. Isaque lhes perguntou: “Por que me vieram ver, uma vez que foram hostis e me mandaram embora?”
  • 28. Eles responderam: “Vimos claramente que o SENHOR está contigo; por isso dissemos: Façamos um juramento entre nós. Queremos firmar um acordo contigo:
  • 29. Tu não nos farás mal, assim como nada te fizemos, mas sempre te tratamos bem e te despedimos em paz. Agora sabemos que o SENHOR te tem abençoado”.
  • 30. Então Isaque ofereceu-lhes um banquete, e eles comeram e beberam.
  • 31. Na manhã seguinte os dois fizeram juramento. Depois Isaque os despediu e partiram em paz.
  • 32. Naquele mesmo dia, os servos de Isaque vieram falar-lhe sobre o poço que tinham cavado e disseram: “Achamos água!”
  • 33. Isaque deu-lhe o nome de Seba e, por isso, até o dia de hoje aquela cidade é conhecida como Berseba.
  • 34. Tinha Esaú quarenta anos de idade quando escolheu por mulher a Judite, filha de Beeri, o hitita, e também a Basemate, filha de Elom, o hitita.
  • 35. Elas amarguraram a vida de Isaque e de Rebeca.
  • Mateus 25

  • 1. “O Reino dos céus será, pois, semelhante a dez virgens que pegaram suas candeias e saíram para encontrar-se com o noivo.
  • 2. Cinco delas eram insensatas, e cinco eram prudentes.
  • 3. As insensatas pegaram suas candeias, mas não levaram óleo.
  • 4. As prudentes, porém, levaram óleo em vasilhas, junto com suas candeias.
  • 5. O noivo demorou a chegar, e todas ficaram com sono e adormeceram.
  • 6. “À meia-noite, ouviu-se um grito: ‘O noivo se aproxima! Saiam para encontrá-lo!’
  • 7. “Então todas as virgens acordaram e prepararam suas candeias.
  • 8. As insensatas disseram às prudentes: ‘Deem-nos um pouco do seu óleo, pois as nossas candeias estão se apagando’.
  • 9. “Elas responderam: ‘Não, pois pode ser que não haja o suficiente para nós e para vocês. Vão comprar óleo para vocês’.
  • 10. “E saindo elas para comprar o óleo, chegou o noivo. As virgens que estavam preparadas entraram com ele para o banquete nupcial. E a porta foi fechada.
  • 11. “Mais tarde vieram também as outras e disseram: ‘Senhor! Senhor! Abra a porta para nós!’
  • 12. “Mas ele respondeu: ‘A verdade é que não as conheço!’
  • 13. “Portanto, vigiem, porque vocês não sabem o dia nem a hora!
  • 14. “E também será como um homem que, ao sair de viagem, chamou seus servos e confiou-lhes os seus bens.
  • 15. A um deu cinco talentos , a outro dois, e a outro um; a cada um de acordo com a sua capacidade. Em seguida partiu de viagem.
  • 16. O que havia recebido cinco talentos saiu imediatamente, aplicou-os, e ganhou mais cinco.
  • 17. Também o que tinha dois talentos ganhou mais dois.
  • 18. Mas o que tinha recebido um talento saiu, cavou um buraco no chão e escondeu o dinheiro do seu senhor.
  • 19. “Depois de muito tempo o senhor daqueles servos voltou e acertou contas com eles.
  • 20. O que tinha recebido cinco talentos trouxe os outros cinco e disse: ‘O senhor me confiou cinco talentos; veja, eu ganhei mais cinco’.
  • 21. “O senhor respondeu: ‘Muito bem, servo bom e fiel! Você foi fiel no pouco, eu o porei sobre o muito. Venha e participe da alegria do seu senhor!’
  • 22. “Veio também o que tinha recebido dois talentos e disse: ‘O senhor me confiou dois talentos; veja, eu ganhei mais dois’.
  • 23. “O senhor respondeu: ‘Muito bem, servo bom e fiel! Você foi fiel no pouco, eu o porei sobre o muito. Venha e participe da alegria do seu senhor!’
  • 24. “Por fim, veio o que tinha recebido um talento e disse: ‘Eu sabia que o senhor é um homem severo, que colhe onde não plantou e junta onde não semeou.
  • 25. Por isso, tive medo, saí e escondi o seu talento no chão. Veja, aqui está o que pertence ao senhor’.
  • 26. “O senhor respondeu: ‘Servo mau e negligente! Você sabia que eu colho onde não plantei e junto onde não semeei?
  • 27. Então você devia ter confiado o meu dinheiro aos banqueiros, para que, quando eu voltasse, o recebesse de volta com juros.
  • 28. “ ‘Tirem o talento dele e entreguem-no ao que tem dez.
  • 29. Pois a quem tem, mais será dado, e terá em grande quantidade. Mas a quem não tem, até o que tem lhe será tirado.
  • 30. E lancem fora o servo inútil, nas trevas, onde haverá choro e ranger de dentes’.
  • 31. “Quando o Filho do homem vier em sua glória, com todos os anjos, ele se assentará em seu trono na glória celestial.
  • 32. Todas as nações serão reunidas diante dele, e ele separará umas das outras como o pastor separa as ovelhas dos bodes.
  • 33. E colocará as ovelhas à sua direita e os bodes à sua esquerda.
  • 34. “Então o Rei dirá aos que estiverem à sua direita: ‘Venham, benditos de meu Pai! Recebam como herança o Reino que foi preparado para vocês desde a criação do mundo.
  • 35. Pois eu tive fome, e vocês me deram de comer; tive sede, e vocês me deram de beber; fui estrangeiro, e vocês me acolheram;
  • 36. necessitei de roupas, e vocês me vestiram; estive enfermo, e vocês cuidaram de mim; estive preso, e vocês me visitaram’.
  • 37. “Então os justos lhe responderão: ‘Senhor, quando te vimos com fome e te demos de comer, ou com sede e te demos de beber?
  • 38. Quando te vimos como estrangeiro e te acolhemos, ou necessitado de roupas e te vestimos?
  • 39. Quando te vimos enfermo ou preso e fomos te visitar?’
  • 40. “O Rei responderá: ‘Digo a verdade: O que vocês fizeram a algum dos meus menores irmãos, a mim o fizeram’.
  • 41. “Então ele dirá aos que estiverem à sua esquerda: ‘Malditos, apartem-se de mim para o fogo eterno, preparado para o Diabo e os seus anjos.
  • 42. Pois eu tive fome, e vocês não me deram de comer; tive sede, e nada me deram para beber;
  • 43. fui estrangeiro, e vocês não me acolheram; necessitei de roupas, e vocês não me vestiram; estive enfermo e preso, e vocês não me visitaram’.
  • 44. “Eles também responderão: ‘Senhor, quando te vimos com fome ou com sede ou estrangeiro ou necessitado de roupas ou enfermo ou preso, e não te ajudamos?’
  • 45. “Ele responderá: ‘Digo a verdade: O que vocês deixaram de fazer a alguns destes mais pequeninos, também a mim deixaram de fazê-lo’.
  • 46. “E estes irão para o castigo eterno, mas os justos para a vida eterna”.
  • Ester 2

  • 1. Algum tempo depois, quando cessou a indignação do rei Xerxes, ele se lembrou de Vasti, do que ela havia feito e do que ele tinha decretado contra ela.
  • 2. Então os conselheiros do rei sugeriram que se procurassem belas virgens para o rei
  • 3. e que se nomeassem comissários em cada província do império para trazerem todas essas lindas moças ao harém da cidadela de Susã. Elas estariam sob os cuidados de Hegai, oficial responsável pelo harém, e deveriam receber tratamento de beleza.
  • 4. A moça que mais agradasse o rei seria rainha em lugar de Vasti. Esse conselho agradou o rei, e ele o pôs em execução.
  • 5. Nesse tempo vivia na cidadela de Susã um judeu chamado Mardoqueu, da tribo de Benjamim, filho de Jair, neto de Simei e bisneto de Quis.
  • 6. Ele fora levado de Jerusalém para o exílio por Nabucodonosor, rei da Babilônia, entre os que foram levados prisioneiros com Joaquim , rei de Judá.
  • 7. Mardoqueu tinha uma prima chamada Hadassa, que havia sido criada por ele, por não ter pai nem mãe. Essa moça, também conhecida como Ester, era atraente e muito bonita, e Mardoqueu a havia tomado como filha quando o pai e a mãe dela morreram.
  • 8. Quando a ordem e o decreto do rei foram proclamados, muitas moças foram trazidas à cidadela de Susã e colocadas sob os cuidados de Hegai. Ester também foi trazida ao palácio do rei e confiada a Hegai, encarregado do harém.
  • 9. A moça o agradou e ele a favoreceu. Ele logo lhe providenciou tratamento de beleza e comida especial. Designou-lhe sete moças escolhidas do palácio do rei e transferiu-a, junto com suas jovens, para o melhor lugar do harém.
  • 10. Ester não tinha revelado a que povo pertencia nem a origem da sua família, pois Mardoqueu a havia proibido de fazê-lo.
  • 11. Diariamente ele caminhava de um lado para outro perto do pátio do harém para saber como Ester estava e o que lhe estava acontecendo.
  • 12. Antes de qualquer daquelas moças apresentar-se ao rei Xerxes, devia completar doze meses de tratamento de beleza prescritos para as mulheres: seis meses com óleo de mirra e seis meses com perfumes e cosméticos.
  • 13. Quando ia apresentar-se ao rei, a moça recebia tudo o que quisesse levar consigo do harém para o palácio do rei.
  • 14. À tarde ela ia para lá e de manhã voltava para outra parte do harém, que ficava sob os cuidados de Saasgaz, oficial responsável pelas concubinas. Ela não voltava ao rei, a menos que dela ele se agradasse e a mandasse chamar pelo nome.
  • 15. Quando chegou a vez de Ester, filha de Abiail, tio de Mardoqueu, que a tinha adotado como filha, ela não pediu nada além daquilo que Hegai, oficial responsável pelo harém, sugeriu. Ester causava boa impressão a todos os que a viam.
  • 16. Ela foi levada ao rei Xerxes, à residência real, no décimo mês, o mês de tebete , no sétimo ano do seu reinado.
  • 17. O rei gostou mais de Ester do que de qualquer outra mulher; ela foi favorecida por ele e ganhou sua aprovação mais do que qualquer das outras virgens. Então ele colocou nela uma coroa real e tornou-a rainha em lugar de Vasti.
  • 18. O rei deu um grande banquete, o banquete de Ester, para todos os seus nobres e oficiais. Proclamou feriado em todas as províncias e distribuiu presentes por sua generosidade real.
  • 19. Quando as virgens foram reunidas pela segunda vez, Mardoqueu estava sentado junto à porta do palácio real.
  • 20. Ester havia mantido segredo sobre seu povo e sobre a origem de sua família, conforme a ordem de Mardoqueu, pois continuava a seguir as instruções dele, como fazia quando ainda estava sob sua tutela.
  • 21. Um dia, quando Mardoqueu estava sentado junto à porta do palácio real, Bigtã e Teres, dois dos oficiais do rei que guardavam a entrada, estavam indignados e conspiravam para assassinar o rei Xerxes.
  • 22. Mardoqueu, porém, descobriu o plano e o contou à rainha Ester, que, por sua vez, passou a informação ao rei, em nome de Mardoqueu.
  • 23. Depois de investigada a informação e descobrindo-se que era verdadeira, os dois oficiais foram enforcados. Tudo isso foi escrito nos registros históricos, na presença do rei.

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