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Assim diz o SENHOR: O céu é o meu trono, e a terra o escabelo dos meus pés; que casa me edificaríeis vós? E qual seria o lugar do meu descanso? Porque a minha mão fez todas estas coisas, e assim todas elas foram feitas, diz o SENHOR; mas para esse olharei, para o pobre e abatido de espírito, e que treme da minha palavra. [Isaías 66: 1-2]

    Juízes 5

  • 1. Naquele dia, Débora e Baraque, filho de Abinoão, entoaram este cântico:
  • 2. “Consagrem-se para a guerra os chefes de Israel. Voluntariamente o povo se apresenta. Louvem o SENHOR!
  • 3. “Ouçam, ó reis! Governantes, escutem! Cantarei ao SENHOR, cantarei; comporei músicas ao SENHOR, o Deus de Israel.
  • 4. “Ó SENHOR, quando saíste de Seir, quando marchaste desde os campos de Edom, a terra estremeceu, os céus gotejaram, as nuvens despejaram água!
  • 5. Os montes tremeram perante o SENHOR, o Deus do Sinai, perante o SENHOR, o Deus de Israel.
  • 6. “Nos dias de Sangar, filho de Anate, nos dias de Jael, as estradas estavam desertas; os que viajavam seguiam caminhos tortuosos.
  • 7. Já tinham desistido os camponeses de Israel, já tinham desistido, até que eu, Débora, me levantei; levantou-se uma mãe em Israel.
  • 8. Quando escolheram novos deuses, a guerra chegou às portas, e não se via um só escudo ou lança entre quarenta mil de Israel.
  • 9. Meu coração está com os comandantes de Israel, com os voluntários dentre o povo. Louvem o SENHOR!
  • 10. “Vocês, que cavalgam em brancos jumentos, que se assentam em ricos tapetes, que caminham pela estrada, considerem!
  • 11. Mais alto que a voz dos que distribuem água junto aos bebedouros, recitem-se os justos feitos do SENHOR, os justos feitos em favor dos camponeses de Israel. “Então o povo do SENHOR desceu às portas.
  • 12. ‘Desperte, Débora! Desperte! Desperte, desperte, irrompa em cânticos! Levante-se, Baraque! Leve presos os seus prisioneiros, ó filho de Abinoão!’
  • 13. “Então desceram os restantes e foram aos nobres; o povo do SENHOR veio a mim contra os poderosos.
  • 14. Alguns vieram de Efraim, das raízes de Amaleque; Benjamim estava com o povo que seguiu você. De Maquir desceram comandantes; de Zebulom, os que levam a vara de oficial.
  • 15. Os líderes de Issacar estavam com Débora; sim, Issacar também estava com Baraque, apressando-se após ele até o vale. Nas divisões de Rúben houve muita inquietação.
  • 16. Por que vocês permaneceram entre as fogueiras a ouvir o balido dos rebanhos? Nas divisões de Rúben houve muita indecisão.
  • 17. Gileade permaneceu do outro lado do Jordão. E Dã, por que se deteve junto aos navios? Aser permaneceu no litoral e em suas enseadas ficou.
  • 18. O povo de Zebulom arriscou a vida, como o fez Naftali nas altas regiões do campo.
  • 19. “Vieram reis e lutaram. Os reis de Canaã lutaram em Taanaque, junto às águas de Megido, mas não levaram prata alguma, despojo algum.
  • 20. Desde o céu lutaram as estrelas, desde as suas órbitas lutaram contra Sísera.
  • 21. O rio Quisom os levou, o antigo rio, o rio Quisom. Avante, minhʼalma! Seja forte!
  • 22. Os cascos dos cavalos faziam tremer o chão; galopavam, galopavam os seus poderosos cavalos.
  • 23. ‘Amaldiçoem Meroz’, disse o anjo do SENHOR. ‘Amaldiçoem o seu povo, pois não vieram ajudar o SENHOR, ajudar o SENHOR contra os poderosos.’
  • 24. “Que Jael seja a mais bendita das mulheres, Jael, mulher de Héber, o queneu! Seja ela bendita entre as mulheres que habitam em tendas!
  • 25. Ele pediu água, e ela lhe deu leite; numa tigela digna de príncipes trouxe-lhe coalhada.
  • 26. Ela estendeu a mão e apanhou a estaca da tenda; e com a mão direita o martelo do trabalhador. Golpeou Sísera, esmigalhou sua cabeça, esmagou e traspassou suas têmporas.
  • 27. Aos seus pés ele se curvou, caiu e ali ficou prostrado. Aos seus pés ele se curvou e caiu; onde caiu, ali ficou. Morto!
  • 28. “Pela janela olhava a mãe de Sísera; atrás da grade ela exclamava: ‘Por que o seu carro se demora tanto? Por que custa a chegar o ruído de seus carros?’
  • 29. As mais sábias de suas damas respondiam, e ela continuava falando consigo mesma:
  • 30. ‘Estarão achando e repartindo os despojos? Uma ou duas moças para cada homem, roupas coloridas como despojo para Sísera, roupas coloridas e bordadas, tecidos bordados para o meu pescoço, tudo isso como despojo?’
  • 31. “Assim pereçam todos os teus inimigos, ó SENHOR! Mas os que te amam sejam como o sol quando se levanta na sua força”. E a terra teve paz durante quarenta anos.
  • Atos 9

  • 1. Enquanto isso, Saulo ainda respirava ameaças de morte contra os discípulos do Senhor. Dirigindo-se ao sumo sacerdote,
  • 2. pediu-lhe cartas para as sinagogas de Damasco, de maneira que, caso encontrasse ali homens ou mulheres que pertencessem ao Caminho, pudesse levá-los presos para Jerusalém.
  • 3. Em sua viagem, quando se aproximava de Damasco, de repente brilhou ao seu redor uma luz vinda do céu.
  • 4. Ele caiu por terra e ouviu uma voz que lhe dizia: “Saulo, Saulo, por que você me persegue?”
  • 5. Saulo perguntou: “Quem és tu, Senhor?” Ele respondeu: “Eu sou Jesus, a quem você persegue.
  • 6. Levante-se, entre na cidade; alguém dirá o que você deve fazer”.
  • 7. Os homens que viajavam com Saulo pararam emudecidos; ouviam a voz, mas não viam ninguém.
  • 8. Saulo levantou-se do chão e, abrindo os olhos, não conseguia ver nada. E os homens o levaram pela mão até Damasco.
  • 9. Por três dias ele esteve cego, não comeu nem bebeu.
  • 10. Em Damasco havia um discípulo chamado Ananias. O Senhor o chamou numa visão: “Ananias!” “Eis-me aqui, Senhor”, respondeu ele.
  • 11. O Senhor lhe disse: “Vá à casa de Judas, na rua chamada Direita, e pergunte por um homem de Tarso chamado Saulo. Ele está orando;
  • 12. numa visão viu um homem chamado Ananias chegar e impor-lhe as mãos para que voltasse a ver”.
  • 13. Respondeu Ananias: “Senhor, tenho ouvido muita coisa a respeito desse homem e de todo o mal que ele tem feito aos teus santos em Jerusalém.
  • 14. Ele chegou aqui com autorização dos chefes dos sacerdotes para prender todos os que invocam o teu nome”.
  • 15. Mas o Senhor disse a Ananias: “Vá! Este homem é meu instrumento escolhido para levar o meu nome perante os gentios e seus reis, e perante o povo de Israel.
  • 16. Mostrarei a ele quanto deve sofrer pelo meu nome”.
  • 17. Então Ananias foi, entrou na casa, pôs as mãos sobre Saulo e disse: “Irmão Saulo, o Senhor Jesus, que apareceu no caminho por onde você vinha, enviou-me para que você volte a ver e seja cheio do Espírito Santo”.
  • 18. Imediatamente, algo como escamas caiu dos olhos de Saulo e ele passou a ver novamente. Levantando-se, foi batizado
  • 19. e, depois de comer, recuperou as forças. Saulo passou vários dias com os discípulos em Damasco.
  • 20. Logo começou a pregar nas sinagogas que Jesus é o Filho de Deus.
  • 21. Todos os que o ouviam ficavam perplexos e perguntavam: “Não é ele o homem que procurava destruir em Jerusalém aqueles que invocam este nome? E não veio para cá justamente para levá-los presos aos chefes dos sacerdotes?”
  • 22. Todavia, Saulo se fortalecia cada vez mais e confundia os judeus que viviam em Damasco, demonstrando que Jesus é o Cristo.
  • 23. Decorridos muitos dias, os judeus decidiram de comum acordo matá-lo,
  • 24. mas Saulo ficou sabendo do plano deles. Dia e noite eles vigiavam as portas da cidade a fim de matá-lo.
  • 25. Mas os seus discípulos o levaram de noite e o fizeram descer num cesto, através de uma abertura na muralha.
  • 26. Quando chegou a Jerusalém, tentou reunir-se aos discípulos, mas todos estavam com medo dele, não acreditando que fosse realmente um discípulo.
  • 27. Então Barnabé o levou aos apóstolos e lhes contou como, no caminho, Saulo vira o Senhor, que lhe falara, e como em Damasco ele havia pregado corajosamente em nome de Jesus.
  • 28. Assim, Saulo ficou com eles e andava com liberdade em Jerusalém, pregando corajosamente em nome do Senhor.
  • 29. Falava e discutia com os judeus de fala grega, mas estes tentavam matá-lo.
  • 30. Sabendo disso, os irmãos o levaram para Cesareia e o enviaram para Tarso.
  • 31. A igreja passava por um período de paz em toda a Judeia, Galileia e Samaria. Ela se edificava e, encorajada pelo Espírito Santo, crescia em número, vivendo no temor do Senhor.
  • 32. Viajando por toda parte, Pedro foi visitar os santos que viviam em Lida.
  • 33. Ali encontrou um paralítico chamado Eneias, que estava acamado fazia oito anos.
  • 34. Disse-lhe Pedro: “Eneias, Jesus Cristo vai curá-lo! Levante-se e arrume a sua cama”. Ele se levantou imediatamente.
  • 35. Todos os que viviam em Lida e Sarona o viram e se converteram ao Senhor.
  • 36. Em Jope havia uma discípula chamada Tabita, que em grego é Dorcas , que se dedicava a praticar boas obras e dar esmolas.
  • 37. Naqueles dias ela ficou doente e morreu, e seu corpo foi lavado e colocado num quarto do andar superior.
  • 38. Lida ficava perto de Jope, e, quando os discípulos ouviram falar que Pedro estava em Lida, mandaram-lhe dois homens dizer-lhe: “Não se demore em vir até nós”.
  • 39. Pedro foi com eles e, quando chegou, foi levado para o quarto do andar superior. Todas as viúvas o rodearam, chorando e mostrando-lhe os vestidos e outras roupas que Dorcas tinha feito quando ainda estava com elas.
  • 40. Pedro mandou que todos saíssem do quarto; depois, ajoelhou-se e orou. Voltando-se para a mulher morta, disse: “Tabita, levante-se”. Ela abriu os olhos e, vendo Pedro, sentou-se.
  • 41. Tomando-a pela mão, ajudou-a a pôr-se em pé. Então, chamando os santos e as viúvas, apresentou-a viva.
  • 42. Este fato se tornou conhecido em toda a cidade de Jope, e muitos creram no Senhor.
  • 43. Pedro ficou em Jope durante algum tempo, com um curtidor de couro chamado Simão.
  • Jeremias 18

  • 1. Esta é a palavra que veio a Jeremias da parte do SENHOR:
  • 2. “Vá à casa do oleiro, e ali você ouvirá a minha mensagem”.
  • 3. Então fui à casa do oleiro, e o vi trabalhando com a roda.
  • 4. Mas o vaso de barro que ele estava formando estragou-se em suas mãos; e ele o refez, moldando outro vaso de acordo com a sua vontade.
  • 5. Então o SENHOR dirigiu-me a palavra:
  • 6. “Ó comunidade de Israel, será que eu não posso agir com vocês como fez o oleiro?”, pergunta o SENHOR. “Como barro nas mãos do oleiro, assim são vocês nas minhas mãos, ó comunidade de Israel.
  • 7. Se em algum momento eu decretar que uma nação ou um reino seja arrancado, despedaçado e arruinado,
  • 8. e se essa nação que eu adverti converter-se da sua perversidade, então eu me arrependerei e não trarei sobre ela a desgraça que eu tinha planejado.
  • 9. E, se noutra ocasião eu decretar que uma nação ou um reino seja edificado e plantado,
  • 10. e se ele fizer o que eu reprovo e não me obedecer, então me arrependerei do bem que eu pretendia fazer em favor dele.
  • 11. “Agora, portanto, diga ao povo de Judá e aos habitantes de Jerusalém: Assim diz o SENHOR: Estou preparando uma desgraça e fazendo um plano contra vocês. Por isso, converta-se cada um de seu mau procedimento e corrija a sua conduta e as suas ações.
  • 12. Mas eles responderão: ‘Não adianta. Continuaremos com os nossos próprios planos; cada um de nós seguirá a rebeldia do seu coração mau’.”
  • 13. Portanto, assim diz o SENHOR: “Perguntem entre as nações se alguém já ouviu uma coisa dessas; coisa tremendamente horrível fez a virgem, Israel!
  • 14. Poderá desaparecer a neve do Líbano de suas encostas rochosas? Poderão parar de fluir suas águas frias, vindas de lugares distantes?
  • 15. Contudo, o meu povo esqueceu-se de mim: queimam incenso a ídolos inúteis, que os fazem tropeçar em seus caminhos e nas antigas veredas, para que andem em desvios, em estradas não aterradas.
  • 16. A terra deles ficará deserta e será tema de permanente zombaria. Todos os que por ela passarem ficarão chocados e balançarão a cabeça.
  • 17. Como o vento leste, eu os dispersarei diante dos inimigos; eu lhes mostrarei as costas e não o rosto, no dia da sua derrota”.
  • 18. Então disseram: “Venham! Façamos planos contra Jeremias, pois não cessará o ensino da lei pelo sacerdote nem o conselho do sábio nem a mensagem do profeta. Venham! Façamos acusações contra ele e não ouçamos nada do que ele disser”.
  • 19. Atende-me, ó SENHOR; ouve o que os meus acusadores estão dizendo!
  • 20. Acaso se paga o bem com o mal? Mas eles cavaram uma cova para mim. Lembra-te de que eu compareci diante de ti para interceder em favor deles, para que desviasses deles a tua ira.
  • 21. Por isso entrega os filhos deles à fome e ao poder da espada. Que as suas mulheres fiquem viúvas e sem filhos; que os seus homens sejam mortos, e os seus rapazes sejam mortos à espada na batalha.
  • 22. Seja ouvido o grito que vem de suas casas, quando repentinamente trouxeres invasores contra eles; pois cavaram uma cova para me capturarem e esconderam armadilhas para os meus pés.
  • 23. Mas tu conheces, ó SENHOR, todas as suas conspirações para me matarem. Não perdoes os seus crimes nem apagues de diante da tua vista os seus pecados. Sejam eles derrubados diante de ti; age contra eles na hora da tua ira!

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