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Assim diz o SENHOR: O céu é o meu trono, e a terra o escabelo dos meus pés; que casa me edificaríeis vós? E qual seria o lugar do meu descanso? Porque a minha mão fez todas estas coisas, e assim todas elas foram feitas, diz o SENHOR; mas para esse olharei, para o pobre e abatido de espírito, e que treme da minha palavra. [Isaías 66: 1-2]

    Juízes 3

  • 1. São estas as nações que o SENHOR deixou para pôr à prova todos os israelitas que não tinham visto nenhuma das guerras em Canaã
  • 2. (fez isso apenas para treinar na guerra os descendentes dos israelitas, pois não tinham tido experiência anterior de combate):
  • 3. os cinco governantes dos filisteus, todos os cananeus, os sidônios e os heveus que viviam nos montes do Líbano, desde o monte Baal-Hermom até Lebo-Hamate.
  • 4. Essas nações foram deixadas para que por elas os israelitas fossem postos à prova, se obedeceriam aos mandamentos que o SENHOR dera aos seus antepassados por meio de Moisés.
  • 5. Os israelitas viviam entre os cananeus, os hititas, os amorreus, os ferezeus, os heveus e os jebuseus.
  • 6. Tomaram as filhas deles em casamento e deram suas filhas aos filhos deles, e prestaram culto aos deuses deles.
  • 7. Os israelitas fizeram o que o SENHOR reprova, pois se esqueceram do SENHOR, o seu Deus, e prestaram culto aos baalins e a Aserá.
  • 8. Acendeu-se a ira do SENHOR de tal forma contra Israel que ele os entregou nas mãos de Cuchã-Risataim, rei da Mesopotâmia , por quem os israelitas foram subjugados durante oito anos.
  • 9. Mas, quando clamaram ao SENHOR, ele lhes levantou um libertador, Otoniel, filho de Quenaz, o irmão mais novo de Calebe, que os libertou.
  • 10. O Espírito do SENHOR veio sobre ele, de modo que liderou Israel e foi à guerra. O SENHOR entregou Cuchã-Risataim, rei da Mesopotâmia, nas mãos de Otoniel, que prevaleceu contra ele.
  • 11. E a terra teve paz durante quarenta anos, até a morte de Otoniel, filho de Quenaz.
  • 12. Mais uma vez os israelitas fizeram o que o SENHOR reprova, e por isso o SENHOR deu a Eglom, rei de Moabe, poder sobre Israel.
  • 13. Conseguindo uma aliança com os amonitas e com os amalequitas, Eglom veio e derrotou Israel e conquistou a Cidade das Palmeiras.
  • 14. Os israelitas ficaram sob o domínio de Eglom, rei de Moabe, durante dezoito anos.
  • 15. Novamente os israelitas clamaram ao SENHOR, que lhes deu um libertador chamado Eúde, homem canhoto, filho do benjamita Gera. Os israelitas o enviaram com o pagamento de tributos a Eglom, rei de Moabe.
  • 16. Eúde havia feito uma espada de dois gumes, de quarenta e cinco centímetros de comprimento, e a tinha amarrado na coxa direita, debaixo da roupa.
  • 17. Ele entregou o tributo a Eglom, rei de Moabe, homem muito gordo.
  • 18. Em seguida, Eúde mandou embora os carregadores.
  • 19. Junto aos ídolos que estão perto de Gilgal, ele voltou e disse: “Tenho uma mensagem secreta para ti, ó rei”. O rei respondeu: “Calado!” E todos os seus auxiliares saíram de sua presença.
  • 20. Eúde aproximou-se do rei, que estava sentado sozinho na sala superior do palácio de verão, e repetiu: “Tenho uma mensagem de Deus para ti”. Quando o rei se levantou do trono,
  • 21. Eúde estendeu a mão esquerda, apanhou a espada de sua coxa direita e cravou-a na barriga do rei.
  • 22. Até o cabo penetrou com a lâmina; e, como não tirou a espada, a gordura se fechou sobre ela.
  • 23. Então Eúde saiu para o pórtico, depois de fechar e trancar as portas da sala atrás de si.
  • 24. Depois que ele saiu, vieram os servos e encontraram trancadas as portas da sala superior, e disseram: “Ele deve estar fazendo suas necessidades em seu cômodo privativo”.
  • 25. Cansaram-se de esperar e, como ele não abria a porta da sala, pegaram a chave e a abriram. E lá estava o seu senhor, caído no chão, morto!
  • 26. Enquanto esperavam, Eúde escapou. Passou pelos ídolos e fugiu para Seirá.
  • 27. Quando chegou, tocou a trombeta nos montes de Efraim, e os israelitas desceram dos montes, com ele à sua frente.
  • 28. “Sigam-me”, ordenou, “pois o SENHOR entregou Moabe, o inimigo de vocês, em suas mãos.” Eles o seguiram, tomaram posse do lugar de passagem do Jordão que levava a Moabe e não deixaram ninguém atravessar o rio.
  • 29. Naquela ocasião, mataram cerca de dez mil moabitas, todos eles fortes e vigorosos; nem um só homem escapou.
  • 30. Naquele dia, Moabe foi subjugado por Israel, e a terra teve paz durante oitenta anos.
  • 31. Depois de Eúde veio Sangar, filho de Anate, que matou seiscentos filisteus com uma aguilhada de bois. Ele também libertou Israel.
  • Atos 7

  • 1. Então o sumo sacerdote perguntou a Estêvão: “São verdadeiras estas acusações?”
  • 2. A isso ele respondeu: “Irmãos e pais, ouçam-me! O Deus glorioso apareceu a Abraão, nosso pai, estando ele ainda na Mesopotâmia, antes de morar em Harã, e lhe disse:
  • 3. ‘Saia da sua terra e do meio dos seus parentes e vá para a terra que eu lhe mostrarei’.
  • 4. “Então ele saiu da terra dos caldeus e se estabeleceu em Harã. Depois da morte de seu pai, Deus o trouxe a esta terra, onde vocês agora vivem.
  • 5. Deus não lhe deu nenhuma herança aqui, nem mesmo o espaço de um pé. Mas lhe prometeu que ele e, depois dele, seus descendentes, possuiriam a terra, embora, naquele tempo, Abraão não tivesse filhos.
  • 6. Deus lhe falou desta forma: ‘Seus descendentes serão peregrinos numa terra estrangeira, e serão escravizados e maltratados por quatrocentos anos.
  • 7. Mas eu castigarei a nação a quem servirão como escravos, e depois sairão dali e me adorarão neste lugar’.
  • 8. E deu a Abraão a aliança da circuncisão. Por isso, Abraão gerou Isaque e o circuncidou oito dias depois do seu nascimento. Mais tarde, Isaque gerou Jacó, e este os doze patriarcas.
  • 9. “Os patriarcas, tendo inveja de José, venderam-no como escravo para o Egito. Mas Deus estava com ele
  • 10. e o libertou de todas as suas tribulações, dando a José favor e sabedoria diante do faraó, rei do Egito; este o tornou governador do Egito e de todo o seu palácio.
  • 11. “Depois houve fome em todo o Egito e em Canaã, trazendo grande sofrimento, e os nossos antepassados não encontravam alimento.
  • 12. Ouvindo que havia trigo no Egito, Jacó enviou nossos antepassados em sua primeira viagem.
  • 13. Na segunda viagem deles, José fez-se reconhecer por seus irmãos, e o faraó pôde conhecer a família de José.
  • 14. Depois disso, José mandou buscar seu pai, Jacó, e toda a sua família, que eram setenta e cinco pessoas.
  • 15. Então Jacó desceu ao Egito, onde faleceram ele e os nossos antepassados.
  • 16. Seus corpos foram levados de volta a Siquém e colocados no túmulo que Abraão havia comprado ali dos filhos de Hamor, por certa quantia.
  • 17. “Ao se aproximar o tempo em que Deus cumpriria sua promessa a Abraão, aumentou muito o número do nosso povo no Egito.
  • 18. Então outro rei, que nada sabia a respeito de José, passou a governar o Egito.
  • 19. Ele agiu traiçoeiramente para com o nosso povo e oprimiu os nossos antepassados, obrigando-os a abandonar os seus recém-nascidos, para que não sobrevivessem.
  • 20. “Naquele tempo nasceu Moisés, que era um menino extraordinário. Por três meses ele foi criado na casa de seu pai.
  • 21. Quando foi abandonado, a filha do faraó o tomou e o criou como seu próprio filho.
  • 22. Moisés foi educado em toda a sabedoria dos egípcios e veio a ser poderoso em palavras e obras.
  • 23. “Ao completar quarenta anos, Moisés decidiu visitar seus irmãos israelitas.
  • 24. Ao ver um deles sendo maltratado por um egípcio, saiu em defesa do oprimido e o vingou, matando o egípcio.
  • 25. Ele pensava que seus irmãos compreenderiam que Deus o estava usando para salvá-los, mas eles não o compreenderam.
  • 26. No dia seguinte, Moisés dirigiu-se a dois israelitas que estavam brigando, e tentou reconciliá-los, dizendo: ‘Homens, vocês são irmãos; por que ferem um ao outro?’
  • 27. “Mas o homem que maltratava o outro empurrou Moisés e disse: ‘Quem o nomeou líder e juiz sobre nós?
  • 28. Quer matar-me como matou o egípcio ontem?’
  • 29. Ouvindo isso, Moisés fugiu para Midiã, onde ficou morando como estrangeiro e teve dois filhos.
  • 30. “Passados quarenta anos, apareceu a Moisés um anjo nas labaredas de uma sarça em chamas no deserto, perto do monte Sinai.
  • 31. Vendo aquilo, ficou atônito. E, aproximando-se para observar, ouviu a voz do Senhor:
  • 32. ‘Eu sou o Deus dos seus antepassados, o Deus de Abraão, o Deus de Isaque e o Deus de Jacó’. Moisés, tremendo de medo, não ousava olhar.
  • 33. “Então o Senhor lhe disse: ‘Tire as sandálias dos pés, porque o lugar em que você está é terra santa.
  • 34. De fato tenho visto a opressão sobre o meu povo no Egito. Ouvi seus gemidos e desci para livrá-lo. Venha agora, e eu o enviarei de volta ao Egito’.
  • 35. “Este é o mesmo Moisés que tinham rejeitado com estas palavras: ‘Quem o nomeou líder e juiz?’ Ele foi enviado pelo próprio Deus para ser líder e libertador deles, por meio do anjo que lhe tinha aparecido na sarça.
  • 36. Ele os tirou de lá, fazendo maravilhas e sinais no Egito, no mar Vermelho e no deserto durante quarenta anos.
  • 37. “Este é aquele Moisés que disse aos israelitas: ‘Deus levantará dentre seus irmãos um profeta como eu’.
  • 38. Ele estava na congregação, no deserto, com o anjo que lhe falava no monte Sinai e com os nossos antepassados, e recebeu palavras vivas, para transmiti-las a nós.
  • 39. “Mas nossos antepassados se recusaram a obedecer-lhe; ao contrário, rejeitaram-no e em seu coração voltaram para o Egito.
  • 40. Disseram a Arão: ‘Faça para nós deuses que nos conduzam, pois a esse Moisés que nos tirou do Egito, não sabemos o que lhe aconteceu!’
  • 41. Naquela ocasião fizeram um ídolo em forma de bezerro. Trouxeram-lhe sacrifícios e fizeram uma celebração em honra ao que suas mãos tinham feito.
  • 42. Mas Deus afastou-se deles e os entregou à adoração dos astros, conforme o que foi escrito no livro dos profetas: “ ‘Foi a mim que vocês apresentaram sacrifícios e ofertas durante os quarenta anos no deserto, ó nação de Israel?
  • 43. Em vez disso, levantaram o santuário de Moloque e a estrela do seu deus Renfã, ídolos que vocês fizeram para adorar! Portanto, eu os enviarei para o exílio, para além da Babilônia’.
  • 44. “No deserto os nossos antepassados tinham o tabernáculo da aliança, que fora feito segundo a ordem de Deus a Moisés, de acordo com o modelo que ele tinha visto.
  • 45. Tendo recebido o tabernáculo, nossos antepassados o levaram, sob a liderança de Josué, quando tomaram a terra das nações que Deus expulsou de diante deles. Esse tabernáculo permaneceu nesta terra até a época de Davi,
  • 46. que encontrou graça diante de Deus e pediu que ele lhe permitisse providenciar uma habitação para o Deus de Jacó.
  • 47. Mas foi Salomão quem lhe construiu a casa.
  • 48. “Todavia, o Altíssimo não habita em casas feitas por homens. Como diz o profeta:
  • 49. “ ‘O céu é o meu trono; a terra, o estrado dos meus pés. Que espécie de casa vocês me edificarão? diz o Senhor, ou, onde seria meu lugar de descanso?
  • 50. Não foram as minhas mãos que fizeram todas estas coisas?’
  • 51. “Povo rebelde, obstinado de coração e de ouvidos! Vocês são iguais aos seus antepassados: sempre resistem ao Espírito Santo!
  • 52. Qual dos profetas os seus antepassados não perseguiram? Eles mataram aqueles que prediziam a vinda do Justo, de quem agora vocês se tornaram traidores e assassinos—
  • 53. vocês, que receberam a Lei por intermédio de anjos, mas não lhe obedeceram”.
  • 54. Ouvindo isso, ficaram furiosos e rangeram os dentes contra ele.
  • 55. Mas Estêvão, cheio do Espírito Santo, levantou os olhos para o céu e viu a glória de Deus, e Jesus em pé, à direita de Deus,
  • 56. e disse: “Vejo os céus abertos e o Filho do homem em pé, à direita de Deus”.
  • 57. Mas eles taparam os ouvidos e, dando fortes gritos, lançaram-se todos juntos contra ele,
  • 58. arrastaram-no para fora da cidade e começaram a apedrejá-lo. As testemunhas deixaram seus mantos aos pés de um jovem chamado Saulo.
  • 59. Enquanto apedrejavam Estêvão, este orava: “Senhor Jesus, recebe o meu espírito”.
  • 60. Então caiu de joelhos e bradou: “Senhor, não os consideres culpados deste pecado”. E, tendo dito isso, adormeceu.
  • Jeremias 16

  • 1. Então o SENHOR me dirigiu a palavra, dizendo:
  • 2. “Não se case nem tenha filhos ou filhas neste lugar”;
  • 3. porque assim diz o SENHOR a respeito dos filhos e filhas nascidos nesta terra e a respeito das mulheres que forem suas mães e dos homens que forem seus pais:
  • 4. “Eles morrerão de doenças graves; ninguém pranteará por eles; não serão sepultados, mas servirão de esterco para o solo. Perecerão pela espada e pela fome, e os seus cadáveres serão o alimento das aves e dos animais”.
  • 5. Porque assim diz o SENHOR: “Não entre numa casa onde há luto; não vá prantear nem apresentar condolências, porque retirei a minha paz, o meu amor leal e a minha compaixão deste povo”, declara o SENHOR.
  • 6. “Tanto grandes como pequenos morrerão nesta terra; não serão sepultados nem se pranteará por eles; não se farão incisões nem se rapará a cabeça por causa deles.
  • 7. Ninguém oferecerá comida para fortalecer os que pranteiam pelos mortos; ninguém dará de beber do cálice da consolação nem mesmo pelo pai ou pela mãe.
  • 8. “Não entre numa casa em que há um banquete, para se assentar com eles a fim de comer e beber”.
  • 9. Porque assim diz o SENHOR dos Exércitos, o Deus de Israel: “Farei cessar neste lugar, diante dos olhos de vocês e durante a vida de vocês, a voz de júbilo e a voz de alegria, a voz do noivo e a voz da noiva.
  • 10. “Quando você falar todas essas coisas a este povo e eles perguntarem a você: ‘Por que o SENHOR determinou uma desgraça tão terrível contra nós? Que delito ou pecado cometemos contra o SENHOR, contra o nosso Deus?’,
  • 11. diga-lhes: Foi porque os seus antepassados me abandonaram”, diz o SENHOR, “e seguiram outros deuses, aos quais prestaram culto e adoraram. Eles me abandonaram e não obedeceram à minha lei.
  • 12. Mas vocês têm feito coisas piores do que os seus antepassados: cada um segue a rebeldia do seu coração mau, em vez de obedecer-me.
  • 13. Por isso eu os lançarei fora desta terra, para uma terra que vocês e os seus antepassados desconhecem; lá vocês servirão a outros deuses dia e noite, pois não terei misericórdia de vocês.
  • 14. “Contudo, vêm dias”, declara o SENHOR, “quando já não mais se dirá: ‘Juro pelo nome do SENHOR, que trouxe os israelitas do Egito’.
  • 15. Antes dirão: ‘Juro pelo nome do SENHOR, que trouxe os israelitas do norte e de todos os países para onde ele os havia expulsado’. Eu os conduzirei de volta para a sua terra, terra que dei aos seus antepassados.
  • 16. “Mas agora mandarei chamar muitos pescadores”, declara o SENHOR, “e eles os pescarão. Depois disso mandarei chamar muitos caçadores, e eles os caçarão em cada monte e colina e nas fendas das rochas.
  • 17. Os meus olhos veem todos os seus caminhos; eles não estão escondidos de mim, nem a sua iniquidade está oculta aos meus olhos.
  • 18. Eu lhes retribuirei em dobro pela sua impiedade e pelo seu pecado, porque contaminaram a minha terra com as carcaças de seus ídolos detestáveis e encheram a minha herança com as suas abominações”.
  • 19. SENHOR, minha força e minha fortaleza, meu abrigo seguro na hora da adversidade, a ti virão as nações desde os confins da terra e dirão: “Nossos antepassados possuíam deuses falsos, ídolos inúteis, que não lhes fizeram bem algum.
  • 20. Pode o homem mortal fazer os seus próprios deuses? Sim, mas estes não seriam deuses!”
  • 21. “Portanto eu lhes ensinarei; desta vez eu lhes ensinarei sobre o meu poder e sobre a minha força. Então saberão que o meu nome é SENHOR.

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