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Assim diz o SENHOR: O céu é o meu trono, e a terra o escabelo dos meus pés; que casa me edificaríeis vós? E qual seria o lugar do meu descanso? Porque a minha mão fez todas estas coisas, e assim todas elas foram feitas, diz o SENHOR; mas para esse olharei, para o pobre e abatido de espírito, e que treme da minha palavra. [Isaías 66: 1-2]

    Gênesis 21

  • 1. O SENHOR foi bondoso com Sara, como lhe dissera, e fez por ela o que prometera.
  • 2. Sara engravidou e deu um filho a Abraão em sua velhice, na época fixada por Deus em sua promessa.
  • 3. Abraão deu o nome de Isaque ao filho que Sara lhe dera.
  • 4. Quando seu filho Isaque tinha oito dias de vida, Abraão o circuncidou, conforme Deus lhe havia ordenado.
  • 5. Estava ele com cem anos de idade quando lhe nasceu Isaque, seu filho.
  • 6. E Sara disse: “Deus me encheu de riso, e todos os que souberem disso rirão comigo”.
  • 7. E acrescentou: “Quem diria a Abraão que Sara amamentaria filhos? Contudo eu lhe dei um filho em sua velhice!”
  • 8. O menino cresceu e foi desmamado. No dia em que Isaque foi desmamado, Abraão deu uma grande festa.
  • 9. Sara, porém, viu que o filho que Hagar, a egípcia, dera a Abraão estava rindo de Isaque,
  • 10. e disse a Abraão: “Livre-se daquela escrava e do seu filho, porque ele jamais será herdeiro com o meu filho Isaque”.
  • 11. Isso perturbou demais Abraão, pois envolvia um filho seu.
  • 12. Mas Deus lhe disse: “Não se perturbe por causa do menino e da escrava. Atenda a tudo o que Sara lhe pedir, porque será por meio de Isaque que a sua descendência há de ser considerada.
  • 13. Mas também do filho da escrava farei um povo; pois ele é seu descendente”.
  • 14. Na manhã seguinte, Abraão pegou alguns pães e uma vasilha de couro cheia dʼágua, entregou-os a Hagar e, tendo-os colocado nos ombros dela, despediu-a com o menino. Ela se pôs a caminho e ficou vagando pelo deserto de Berseba.
  • 15. Quando acabou a água da vasilha, ela deixou o menino debaixo de um arbusto
  • 16. e foi sentar-se perto dali, à distância de um tiro de flecha, porque pensou: “Não posso ver o menino morrer”. Sentada ali perto, começou a chorar.
  • 17. Deus ouviu o choro do menino, e o anjo de Deus, do céu, chamou Hagar e lhe disse: “O que a aflige, Hagar? Não tenha medo; Deus ouviu o menino chorar, lá onde você o deixou.
  • 18. Levante o menino e tome-o pela mão, porque dele farei um grande povo”.
  • 19. Então Deus lhe abriu os olhos, e ela viu uma fonte. Foi até lá, encheu de água a vasilha e deu de beber ao menino.
  • 20. Deus estava com o menino. Ele cresceu, viveu no deserto e tornou-se flecheiro.
  • 21. Vivia no deserto de Parã, e sua mãe conseguiu-lhe uma mulher da terra do Egito.
  • 22. Naquela ocasião, Abimeleque, acompanhado de Ficol, comandante do seu exército, disse a Abraão: “Deus está contigo em tudo o que fazes.
  • 23. Agora, jura-me, diante de Deus, que não vais enganar-me, nem a mim nem a meus filhos e descendentes. Trata a nação que te acolheu como estrangeiro com a mesma bondade com que te tratei”.
  • 24. Respondeu Abraão: “Eu juro!”
  • 25. Todavia Abraão reclamou com Abimeleque a respeito de um poço que os servos de Abimeleque lhe tinham tomado à força.
  • 26. Mas Abimeleque lhe respondeu: “Não sei quem fez isso. Nunca me disseste nada, e só fiquei sabendo disso hoje”.
  • 27. Então Abraão trouxe ovelhas e bois, deu-os a Abimeleque, e os dois firmaram um acordo.
  • 28. Abraão separou sete ovelhas do rebanho,
  • 29. pelo que Abimeleque lhe perguntou: “Que significam estas sete ovelhas que separaste das demais?”
  • 30. Ele respondeu: “Aceita estas sete ovelhas de minhas mãos como testemunho de que eu cavei este poço”.
  • 31. Por isso aquele lugar foi chamado Berseba, porque ali os dois fizeram um juramento.
  • 32. Firmado esse acordo em Berseba, Abimeleque e Ficol, comandante das suas tropas, voltaram para a terra dos filisteus.
  • 33. Abraão, por sua vez, plantou uma tamargueira em Berseba e ali invocou o nome do SENHOR, o Deus Eterno.
  • 34. E morou Abraão na terra dos filisteus por longo tempo.
  • Mateus 20

  • 1. “Pois o Reino dos céus é como um proprietário que saiu de manhã cedo para contratar trabalhadores para a sua vinha.
  • 2. Ele combinou pagar-lhes um denário pelo dia e mandou-os para a sua vinha.
  • 3. “Por volta das nove horas da manhã , ele saiu e viu outros que estavam desocupados na praça,
  • 4. e lhes disse: ‘Vão também trabalhar na vinha, e eu pagarei a vocês o que for justo’.
  • 5. E eles foram. “Saindo outra vez, por volta do meio-dia e das três horas da tarde , fez a mesma coisa.
  • 6. Saindo por volta das cinco horas da tarde , encontrou ainda outros que estavam desocupados e lhes perguntou: ‘Por que vocês estiveram aqui desocupados o dia todo?’
  • 7. ‘Porque ninguém nos contratou’, responderam eles. “Ele lhes disse: ‘Vão vocês também trabalhar na vinha’.
  • 8. “Ao cair da tarde, o dono da vinha disse a seu administrador: ‘Chame os trabalhadores e pague-lhes o salário, começando com os últimos contratados e terminando nos primeiros’.
  • 9. “Vieram os trabalhadores contratados por volta das cinco horas da tarde, e cada um recebeu um denário.
  • 10. Quando vieram os que tinham sido contratados primeiro, esperavam receber mais. Mas cada um deles também recebeu um denário.
  • 11. Quando o receberam, começaram a se queixar do proprietário da vinha,
  • 12. dizendo-lhe: ‘Estes homens contratados por último trabalharam apenas uma hora, e o senhor os igualou a nós, que suportamos o peso do trabalho e o calor do dia’.
  • 13. “Mas ele respondeu a um deles: ‘Amigo, não estou sendo injusto com você. Você não concordou em trabalhar por um denário?
  • 14. Receba o que é seu e vá. Eu quero dar ao que foi contratado por último o mesmo que dei a você.
  • 15. Não tenho o direito de fazer o que quero com o meu dinheiro? Ou você está com inveja porque sou generoso?’
  • 16. “Assim, os últimos serão primeiros, e os primeiros serão últimos”.
  • 17. Enquanto estava subindo para Jerusalém, Jesus chamou em particular os doze discípulos e lhes disse:
  • 18. “Estamos subindo para Jerusalém, e o Filho do homem será entregue aos chefes dos sacerdotes e aos mestres da lei. Eles o condenarão à morte
  • 19. e o entregarão aos gentios para que zombem dele, o açoitem e o crucifiquem. No terceiro dia ele ressuscitará!”
  • 20. Então, aproximou-se de Jesus a mãe dos filhos de Zebedeu com seus filhos e, prostrando-se, fez-lhe um pedido.
  • 21. “O que você quer?”, perguntou ele. Ela respondeu: “Declara que no teu Reino estes meus dois filhos se assentarão um à tua direita e o outro à tua esquerda”.
  • 22. Disse-lhes Jesus: “Vocês não sabem o que estão pedindo. Podem vocês beber o cálice que eu vou beber?” “Podemos”, responderam eles.
  • 23. Jesus lhes disse: “Certamente vocês beberão do meu cálice; mas o assentar-se à minha direita ou à minha esquerda não cabe a mim conceder. Esses lugares pertencem àqueles para quem foram preparados por meu Pai”.
  • 24. Quando os outros dez ouviram isso, ficaram indignados com os dois irmãos.
  • 25. Jesus os chamou e disse: “Vocês sabem que os governantes das nações as dominam, e as pessoas importantes exercem poder sobre elas.
  • 26. Não será assim entre vocês. Ao contrário, quem quiser tornar-se importante entre vocês deverá ser servo,
  • 27. e quem quiser ser o primeiro deverá ser escravo;
  • 28. como o Filho do homem, que não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate por muitos”.
  • 29. Ao saírem de Jericó, uma grande multidão seguiu Jesus.
  • 30. Dois cegos estavam sentados à beira do caminho e, quando ouviram falar que Jesus estava passando, puseram-se a gritar: “Senhor, Filho de Davi, tem misericórdia de nós!”
  • 31. A multidão os repreendeu para que ficassem quietos, mas eles gritavam ainda mais: “Senhor, Filho de Davi, tem misericórdia de nós!”
  • 32. Jesus, parando, chamou-os e perguntou-lhes: “O que vocês querem que eu faça?”
  • 33. Responderam eles: “Senhor, queremos que se abram os nossos olhos”.
  • 34. Jesus teve compaixão deles e tocou nos olhos deles. Imediatamente eles recuperaram a visão e o seguiram.
  • Neemias 10

  • 1. Esta é a relação dos que o assinaram: Neemias, o governador, filho de Hacalias, e Zedequias,
  • 2. Seraías, Azarias, Jeremias,
  • 3. Pasur, Amarias, Malquias,
  • 4. Hatus, Sebanias, Maluque,
  • 5. Harim, Meremote, Obadias,
  • 6. Daniel, Ginetom, Baruque,
  • 7. Mesulão, Abias, Miamim,
  • 8. Maazias, Bilgai e Semaías. Esses eram os sacerdotes.
  • 9. Dos levitas: Jesua, filho de Azanias, Binui, dos filhos de Henadade, Cadmiel
  • 10. e seus colegas: Sebanias, Hodias, Quelita, Pelaías, Hanã,
  • 11. Mica, Reobe, Hasabias,
  • 12. Zacur, Serebias, Sebanias,
  • 13. Hodias, Bani e Beninu.
  • 14. Dos líderes do povo: Parós, Paate-Moabe, Elão, Zatu, Bani,
  • 15. Buni, Azgade, Bebai,
  • 16. Adonias, Bigvai, Adim,
  • 17. Ater, Ezequias, Azur,
  • 18. Hodias, Hasum, Besai,
  • 19. Harife, Anatote, Nebai,
  • 20. Magpias, Mesulão, Hezir,
  • 21. Mesezabel, Zadoque, Jadua,
  • 22. Pelatias, Hanã, Anaías,
  • 23. Oseias, Hananias, Hassube,
  • 24. Haloês, Pílea, Sobeque,
  • 25. Reum, Hasabna, Maaseias,
  • 26. Aías, Hanã, Anã,
  • 27. Maluque, Harim e Baaná.
  • 28. “O restante do povo—sacerdotes, levitas, porteiros, cantores, servidores do templo e todos os que se separaram dos povos vizinhos por amor à Lei de Deus, com suas mulheres e com todos os seus filhos e filhas capazes de entender—
  • 29. agora se une a seus irmãos, os nobres, e se obrigam sob maldição e sob juramento a seguir a Lei de Deus dada por meio do servo de Deus, Moisés, e a obedecer fielmente a todos os mandamentos, ordenanças e decretos do SENHOR, o nosso Senhor.
  • 30. “Prometemos não dar nossas filhas em casamento aos povos vizinhos nem aceitar que as filhas deles se casem com os nossos filhos.
  • 31. “Quando os povos vizinhos trouxerem mercadorias ou cereal para venderem no sábado ou em dia de festa, não compraremos deles nesses dias. Cada sete anos abriremos mão de trabalhar a terra e cancelaremos todas as dívidas.
  • 32. “Assumimos a responsabilidade de, conforme o mandamento, dar anualmente quatro gramas para o serviço do templo de nosso Deus:
  • 33. para os pães consagrados, para as ofertas regulares de cereal e para os holocaustos , para as ofertas dos sábados, das festas de lua nova e das festas fixas, para as ofertas sagradas, para as ofertas pelo pecado para fazer propiciação por Israel e para as necessidades do templo de nosso Deus.
  • 34. “Também lançamos sortes entre as famílias dos sacerdotes, dos levitas e do povo, para escalar anualmente a família que deverá trazer lenha ao templo de nosso Deus, no tempo determinado, para queimar sobre o altar do SENHOR, o nosso Deus, conforme está escrito na Lei.
  • 35. “Também assumimos a responsabilidade de trazer anualmente ao templo do SENHOR os primeiros frutos de nossas colheitas e de toda árvore frutífera.
  • 36. “Conforme também está escrito na Lei, traremos o primeiro de nossos filhos e a primeira cria de nossos rebanhos, tanto de ovelhas como de bois, para o templo de nosso Deus, para os sacerdotes que ali estiverem ministrando.
  • 37. “Além do mais, traremos para os depósitos do templo de nosso Deus, para os sacerdotes, a nossa primeira massa de cereal moído e as nossas primeiras ofertas de cereal, do fruto de todas as nossas árvores e de nosso vinho e azeite. E traremos o dízimo das nossas colheitas para os levitas, pois são eles que recolhem os dízimos em todas as cidades onde trabalhamos.
  • 38. Um sacerdote descendente de Arão acompanhará os levitas quando receberem os dízimos, e os levitas terão que trazer um décimo dos dízimos ao templo de nosso Deus, aos depósitos do templo.
  • 39. O povo de Israel, inclusive os levitas, deverão trazer ofertas de cereal, de vinho novo e de azeite aos depósitos onde se guardam os utensílios para o santuário. É onde os sacerdotes ministram e onde os porteiros e os cantores ficam. “Não negligenciaremos o templo de nosso Deus.”

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