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Assim diz o SENHOR: O céu é o meu trono, e a terra o escabelo dos meus pés; que casa me edificaríeis vós? E qual seria o lugar do meu descanso? Porque a minha mão fez todas estas coisas, e assim todas elas foram feitas, diz o SENHOR; mas para esse olharei, para o pobre e abatido de espírito, e que treme da minha palavra. [Isaías 66: 1-2]

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Bíblia Completa (365 dias)

Nova Versão Internacional: 88 de 365 dias

Êxodo: 39
1. Com fios de tecidos azul, roxo e vermelho fizeram as vestes litúrgicas para ministrar no Lugar Santo. Também fizeram as vestes sagradas de Arão, como o SENHOR tinha ordenado a Moisés.
2. Fizeram o colete sacerdotal de linho fino trançado e de fios de ouro e de fios de tecidos azul, roxo e vermelho.
3. E bateram o ouro em finas placas das quais cortaram fios de ouro para serem bordados no linho fino com os fios de tecidos azul, roxo e vermelho—trabalho artesanal.
4. Fizeram as ombreiras para o colete sacerdotal, atadas às suas duas extremidades, para que pudessem ser amarradas.
5. O cinturão e o colete por ele preso foram feitos da mesma peça. O cinturão também foi feito de linho fino trançado, de fios de ouro e de fios de tecidos azul, roxo e vermelho, como o SENHOR tinha ordenado a Moisés.
6. Prenderam as pedras de ônix em filigranas de ouro e nelas gravaram os nomes dos filhos de Israel, como um lapidador grava um selo.
7. Então as costuraram nas ombreiras do colete sacerdotal, como pedras memoriais para os filhos de Israel, como o SENHOR tinha ordenado a Moisés.
8. Fizeram o peitoral—trabalho artesanal—como o colete sacerdotal: de linho fino trançado, de fios de ouro e de fios de tecidos azul, roxo e vermelho.
9. Era quadrado, com um palmo de comprimento e um palmo de largura; dobrado em dois.
10. Em seguida, fixaram nele quatro fileiras de pedras preciosas. Na primeira fileira havia um rubi, um topázio e um berilo;
11. na segunda, uma turquesa, uma safira e um diamante;
12. na terceira, um jacinto, uma ágata e uma ametista;
13. na quarta, um crisólito, um ônix e um jaspe; todas fixadas em filigranas de ouro.
14. Havia doze pedras, uma para cada nome dos filhos de Israel, cada uma gravada como um lapidador grava um selo, com o nome de uma das doze tribos.
15. Para o peitoral fizeram correntes trançadas de ouro puro, como cordas.
16. De ouro fizeram duas filigranas e duas argolas, as quais prenderam às duas extremidades do peitoral.
17. Prenderam as duas correntes de ouro às duas argolas nas extremidades do peitoral;
18. as outras extremidades das correntes, às duas filigranas, unindo-as às peças das ombreiras do colete sacerdotal, na parte da frente.
19. Fizeram outras duas argolas de ouro e as prenderam às duas extremidades do peitoral na borda interna, próxima ao colete sacerdotal.
20. Depois fizeram mais duas argolas de ouro e as prenderam na parte inferior das ombreiras, na frente do colete sacerdotal, próximas da costura, logo acima do cinturão do colete sacerdotal.
21. Amarraram as argolas do peitoral às argolas do colete com um cordão azul, ligando-o ao cinturão, para que o peitoral não se separasse do colete sacerdotal, como o SENHOR tinha ordenado a Moisés.
22. Fizeram o manto do colete sacerdotal inteiramente de fios de tecido azul—obra de tecelão—
23. com uma abertura no centro. Ao redor dessa abertura havia uma dobra tecida, como uma gola, para que não se rasgasse.
24. Fizeram romãs de linho fino trançado e de fios de tecidos azul, roxo e vermelho em volta da borda do manto.
25. Fizeram ainda pequenos sinos de ouro puro, atando-os em volta da borda, entre as romãs.
26. Os sinos e as romãs se alternavam por toda a borda do manto. Tudo feito para ser usado ao se ministrar, como o SENHOR tinha ordenado a Moisés.
27. Para Arão e seus filhos fizeram de linho fino as túnicas—obra de tecelão;
28. o turbante, os gorros e os calções, de linho fino trançado.
29. O cinturão também era de linho fino trançado e de fios de tecidos azul, roxo e vermelho—obra de bordador—como o SENHOR tinha ordenado a Moisés.
30. Fizeram de ouro puro o diadema sagrado, e gravaram nele como se grava um selo: Consagrado ao SENHOR.
31. Depois usaram um cordão azul para prendê-lo na parte de cima do turbante, como o SENHOR tinha ordenado a Moisés.
32. Assim foi encerrada toda a obra do tabernáculo, a Tenda do Encontro. Os israelitas fizeram tudo conforme o SENHOR tinha ordenado a Moisés.
33. Então trouxeram o tabernáculo a Moisés; a tenda e todos os seus utensílios, os ganchos, as molduras, os travessões, as colunas e as bases;
34. a cobertura de pele de carneiro tingida de vermelho, a cobertura de couro e o véu protetor;
35. a arca da aliança com as suas varas e a tampa;
36. a mesa com todos os seus utensílios e os pães da Presença;
37. o candelabro de ouro puro com a sua fileira de lâmpadas e todos os seus utensílios e o óleo para iluminação;
38. o altar de ouro, o óleo da unção, o incenso aromático e a cortina de entrada para a tenda;
39. o altar de bronze com a sua grelha, as suas varas e todos os seus utensílios; a bacia e a sua base;
40. as cortinas externas do pátio com as suas colunas e bases e a cortina para a entrada do pátio, as cordas e estacas da tenda do pátio—todos os utensílios para o tabernáculo, a Tenda do Encontro,
41. e as vestes litúrgicas para ministrar no Lugar Santo, tanto as vestes sagradas para Arão, o sacerdote, como as vestes de seus filhos, para quando servissem como sacerdotes.
42. Os israelitas fizeram todo o trabalho conforme o SENHOR tinha ordenado a Moisés.
43. Moisés inspecionou a obra e viu que tinham feito tudo como o SENHOR tinha ordenado. Então Moisés os abençoou.
João: 19
1. Então Pilatos mandou açoitar Jesus.
2. Os soldados teceram uma coroa de espinhos e a puseram na cabeça dele. Vestiram-no com uma capa de púrpura,
3. e, chegando-se a ele, diziam: “Salve, rei dos judeus!” E batiam-lhe no rosto.
4. Mais uma vez, Pilatos saiu e disse aos judeus: “Vejam, eu o estou trazendo a vocês, para que saibam que não acho nele motivo algum de acusação”.
5. Quando Jesus veio para fora, usando a coroa de espinhos e a capa de púrpura, disse-lhes Pilatos: “Eis o homem!”
6. Ao vê-lo, os chefes dos sacerdotes e os guardas gritaram: “Crucifica-o! Crucifica-o!” Mas Pilatos respondeu: “Levem-no vocês e crucifiquem-no. Quanto a mim, não encontro base para acusá-lo”.
7. Os judeus insistiram: “Temos uma lei e, de acordo com essa lei, ele deve morrer, porque se declarou Filho de Deus”.
8. Ao ouvir isso, Pilatos ficou ainda mais amedrontado
9. e voltou para dentro do palácio. Então perguntou a Jesus: “De onde você vem?”, mas Jesus não lhe deu resposta.
10. “Você se nega a falar comigo?”, disse Pilatos. “Não sabe que eu tenho autoridade para libertá-lo e para crucificá-lo?”
11. Jesus respondeu: “Não terias nenhuma autoridade sobre mim se esta não te fosse dada de cima. Por isso, aquele que me entregou a ti é culpado de um pecado maior”.
12. Daí em diante Pilatos procurou libertar Jesus, mas os judeus gritavam: “Se deixares esse homem livre, não és amigo de César. Quem se diz rei opõe-se a César”.
13. Ao ouvir isso, Pilatos trouxe Jesus para fora e sentou-se na cadeira de juiz, num lugar conhecido como Pavimento de Pedra (que em aramaico é Gábata).
14. Era o Dia da Preparação na semana da Páscoa, por volta das seis horas da manhã. “Eis o rei de vocês”, disse Pilatos aos judeus.
15. Mas eles gritaram: “Mata! Mata! Crucifica-o!” “Devo crucificar o rei de vocês?”, perguntou Pilatos. “Não temos rei, senão César”, responderam os chefes dos sacerdotes.
16. Finalmente Pilatos o entregou a eles para ser crucificado. Então os soldados encarregaram-se de Jesus.
17. Levando a sua própria cruz, ele saiu para o lugar chamado Caveira (que em aramaico é chamado Gólgota).
18. Ali o crucificaram, e com ele dois outros, um de cada lado de Jesus.
19. Pilatos mandou preparar uma placa e pregá-la na cruz, com a seguinte inscrição: JESUS NAZARENO, O REI DOS JUDEUS.
20. Muitos dos judeus leram a placa, pois o lugar em que Jesus foi crucificado ficava próximo da cidade, e a placa estava escrita em aramaico, latim e grego.
21. Os chefes dos sacerdotes dos judeus protestaram junto a Pilatos: “Não escrevas ‘O Rei dos Judeus’, mas sim que esse homem se dizia rei dos judeus”.
22. Pilatos respondeu: “O que escrevi, escrevi”.
23. Tendo crucificado Jesus, os soldados tomaram as roupas dele e as dividiram em quatro partes, uma para cada um deles, restando a túnica. Esta, porém, era sem costura, tecida numa única peça, de alto a baixo.
24. “Não a rasguemos”, disseram uns aos outros. “Vamos decidir por sorteio quem ficará com ela.” Isso aconteceu para que se cumprisse a Escritura que diz: “Dividiram as minhas roupas entre si, e tiraram sortes pelas minhas vestes”. Foi o que os soldados fizeram.
25. Perto da cruz de Jesus estavam sua mãe, a irmã dela, Maria, mulher de Clopas, e Maria Madalena.
26. Quando Jesus viu sua mãe ali, e, perto dela, o discípulo a quem ele amava, disse à sua mãe: “Aí está o seu filho”,
27. e ao discípulo: “Aí está a sua mãe”. Daquela hora em diante, o discípulo a recebeu em sua família.
28. Mais tarde, sabendo então que tudo estava concluído, para que a Escritura se cumprisse, Jesus disse: “Tenho sede”.
29. Estava ali uma vasilha cheia de vinagre. Então embeberam uma esponja nela, colocaram a esponja na ponta de um caniço de hissopo e a ergueram até os lábios de Jesus.
30. Tendo-o provado, Jesus disse: “Está consumado!” Com isso, curvou a cabeça e entregou o espírito.
31. Era o Dia da Preparação e o dia seguinte seria um sábado especialmente sagrado. Como não queriam que os corpos permanecessem na cruz durante o sábado, os judeus pediram a Pilatos que mandasse quebrar as pernas dos crucificados e retirar os corpos.
32. Vieram, então, os soldados e quebraram as pernas do primeiro homem que fora crucificado com Jesus e, em seguida, as do outro.
33. Mas, quando chegaram a Jesus, constatando que já estava morto, não lhe quebraram as pernas.
34. Em vez disso, um dos soldados perfurou o lado de Jesus com uma lança, e logo saiu sangue e água.
35. Aquele que o viu, disso deu testemunho, e o seu testemunho é verdadeiro. Ele sabe que está dizendo a verdade, e dela testemunha para que vocês também creiam.
36. Estas coisas aconteceram para que se cumprisse a Escritura: “Nenhum dos seus ossos será quebrado” ,
37. e, como diz a Escritura noutro lugar: “Olharão para aquele que traspassaram”.
38. Depois disso José de Arimateia pediu a Pilatos o corpo de Jesus. José era discípulo de Jesus, mas o era secretamente, porque tinha medo dos judeus. Com a permissão de Pilatos, veio e levou embora o corpo.
39. Ele estava acompanhado de Nicodemos, aquele que antes tinha visitado Jesus à noite. Nicodemos levou cerca de trinta e quatro quilos de uma mistura de mirra e aloés.
40. Tomando o corpo de Jesus, os dois o envolveram em faixas de linho, com as especiarias, de acordo com os costumes judaicos de sepultamento.
41. No lugar onde Jesus foi crucificado havia um jardim; e no jardim, um sepulcro novo, onde ninguém jamais fora colocado.
42. Por ser o Dia da Preparação dos judeus, e visto que o sepulcro ficava perto, colocaram Jesus ali.
Provérbios: 16
1. Ao homem pertencem os planos do coração, mas do SENHOR vem a resposta da língua.
2. Todos os caminhos do homem lhe parecem puros, mas o SENHOR avalia o espírito.
3. Consagre ao SENHOR tudo o que você faz, e os seus planos serão bem-sucedidos.
4. O SENHOR faz tudo com um propósito; até os ímpios para o dia do castigo.
5. O SENHOR detesta os orgulhosos de coração. Sem dúvida serão punidos.
6. Com amor e fidelidade se faz expiação pelo pecado; com o temor do SENHOR o homem evita o mal.
7. Quando os caminhos de um homem são agradáveis ao SENHOR, ele faz que até os seus inimigos vivam em paz com ele.
8. É melhor ter pouco com retidão do que muito com injustiça.
9. Em seu coração o homem planeja o seu caminho, mas o SENHOR determina os seus passos.
10. Os lábios do rei falam com grande autoridade; sua boca não deve trair a justiça.
11. Balanças e pesos honestos vêm do SENHOR; todos os pesos da bolsa são feitos por ele.
12. Os reis detestam a prática da maldade, porquanto o trono se firma pela justiça.
13. O rei se agrada dos lábios honestos e dá valor ao homem que fala a verdade.
14. A ira do rei é um mensageiro da morte, mas o homem sábio a acalmará.
15. Alegria no rosto do rei é sinal de vida; seu favor é como nuvem de chuva na primavera.
16. É melhor obter sabedoria do que ouro! É melhor obter entendimento do que prata!
17. A vereda do justo evita o mal; quem guarda o seu caminho preserva a sua vida.
18. O orgulho vem antes da destruição; o espírito altivo, antes da queda.
19. Melhor é ter espírito humilde entre os oprimidos do que partilhar despojos com os orgulhosos.
20. Quem examina cada questão com cuidado prospera, e feliz é aquele que confia no SENHOR.
21. O sábio de coração é considerado prudente; quem fala com equilíbrio promove a instrução.
22. O entendimento é fonte de vida para aqueles que o têm, mas a insensatez traz castigo aos insensatos.
23. O coração do sábio ensina a sua boca, e os seus lábios promovem a instrução.
24. As palavras agradáveis são como um favo de mel, são doces para a alma e trazem cura para os ossos.
25. Há caminho que parece reto ao homem, mas no final conduz à morte.
26. O apetite do trabalhador o obriga a trabalhar; a sua fome o impulsiona.
27. O homem sem caráter maquina o mal; suas palavras são um fogo devorador.
28. O homem perverso provoca dissensão, e o que espalha boatos afasta bons amigos.
29. O violento recruta o seu próximo e o leva por um caminho ruim.
30. Quem pisca os olhos planeja o mal; quem franze os lábios já o vai praticar.
31. O cabelo grisalho é uma coroa de esplendor, e obtém-se mediante uma vida justa.
32. Melhor é o homem paciente do que o guerreiro, mais vale controlar o seu espírito do que conquistar uma cidade.
33. A sorte é lançada no colo, mas a decisão vem do SENHOR.

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