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Assim diz o SENHOR: O céu é o meu trono, e a terra o escabelo dos meus pés; que casa me edificaríeis vós? E qual seria o lugar do meu descanso? Porque a minha mão fez todas estas coisas, e assim todas elas foram feitas, diz o SENHOR; mas para esse olharei, para o pobre e abatido de espírito, e que treme da minha palavra. [Isaías 66: 1-2]

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Bíblia Completa (365 dias)

Nova Versão Internacional: 75 de 365 dias

Êxodo: 26
1. “Faça o tabernáculo com dez cortinas internas de linho fino trançado e de fios de tecidos azul, roxo e vermelho, e nelas mande bordar querubins.
2. Todas as cortinas internas terão a mesma medida: doze metros e sessenta centímetros de comprimento e um metro e oitenta centímetros de largura.
3. Prenda cinco dessas cortinas internas uma com a outra e faça o mesmo com as outra cinco.
4. Faça laçadas de tecido azul ao longo da borda da cortina interna, na extremidade do primeiro conjunto de cortinas internas; o mesmo será feito à cortina interna na extremidade do outro conjunto.
5. Faça cinquenta laçadas numa cortina interna e cinquenta laçadas na cortina interna que está na extremidade do outro conjunto, de modo que as laçadas estejam opostas umas às outras.
6. Faça também cinquenta colchetes de ouro com os quais se prenderão as cortinas internas uma na outra, para que o tabernáculo seja um todo.
7. “Com o total de onze cortinas internas de pelos de cabra faça uma tenda para cobrir o tabernáculo.
8. As onze cortinas internas terão o mesmo tamanho: treze metros e meio de comprimento e um metro e oitenta centímetros de largura.
9. Prenda de um lado cinco cortinas internas e também as outras seis do outro lado. Dobre em duas partes a sexta cortina interna na frente da tenda.
10. Faça cinquenta laçadas ao longo da borda da cortina interna na extremidade do primeiro conjunto de cortinas, e também ao longo da borda da cortina interna do outro conjunto.
11. Em seguida, faça cinquenta colchetes de bronze e ponha-os nas laçadas para unir a tenda como um todo.
12. Quanto à sobra no comprimento das cortinas internas da tenda, a meia cortina interna que sobrar será pendurada na parte de trás do tabernáculo.
13. As dez cortinas internas serão quarenta e cinco centímetros mais compridas de cada lado; e o que sobrar será pendurado nos dois lados do tabernáculo, para cobri-lo.
14. Faça também para a tenda uma cobertura de pele de carneiro tingida de vermelho e por cima desta uma cobertura de couro.
15. “Faça armações verticais de madeira de acácia para o tabernáculo.
16. Cada armação terá quatro metros e meio de comprimento por setenta centímetros de largura,
17. com dois encaixes paralelos um ao outro. Todas as armações do tabernáculo devem ser feitas dessa maneira.
18. Faça vinte armações para o lado sul do tabernáculo
19. e quarenta bases de prata debaixo delas: duas bases para cada armação, uma debaixo de cada encaixe.
20. Para o outro lado, o lado norte do tabernáculo, faça vinte armações
21. e quarenta bases de prata, duas debaixo de cada armação.
22. Faça seis armações para o lado ocidental do tabernáculo,
23. e duas armações na parte de trás, nos cantos.
24. As armações nesses dois cantos serão duplas, desde a parte inferior até a superior, colocadas numa única argola; ambas serão assim.
25. Desse modo, haverá oito armações e dezesseis bases de prata; duas debaixo de cada armação.
26. “Faça também travessões de madeira de acácia: cinco para as armações de um lado do tabernáculo,
27. cinco para as do outro lado e cinco para as do lado ocidental, na parte de trás do tabernáculo.
28. O travessão central se estenderá de uma extremidade à outra entre as armações.
29. Revista de ouro as armações e faça argolas de ouro para sustentar os travessões, os quais também terão que ser revestidos de ouro.
30. “Faça o tabernáculo de acordo com o modelo que lhe foi mostrado no monte.
31. “Faça um véu de linho fino trançado e de fios de tecidos azul, roxo e vermelho, e mande bordar nele querubins.
32. Pendure-o com ganchos de ouro em quatro colunas de madeira de acácia revestidas de ouro e fincadas em quatro bases de prata.
33. Pendure o véu pelos colchetes e coloque atrás do véu a arca da aliança. O véu separará o Lugar Santo do Lugar Santíssimo.
34. Coloque a tampa sobre a arca da aliança no Lugar Santíssimo.
35. Coloque a mesa do lado de fora do véu, no lado norte do tabernáculo; e o candelabro em frente dela, no lado sul.
36. “Para a entrada da tenda faça uma cortina de linho fino trançado e de fios de tecidos azul, roxo e vermelho—obra de bordador.
37. Faça ganchos de ouro para essa cortina e cinco colunas de madeira de acácia revestidas de ouro. Mande fundir para eles cinco bases de bronze.
João: 6
1. Algum tempo depois, Jesus partiu para a outra margem do mar da Galileia (ou seja, do mar de Tiberíades),
2. e grande multidão continuava a segui-lo, porque vira os sinais milagrosos que ele tinha realizado nos doentes.
3. Então Jesus subiu ao monte e sentou-se com os seus discípulos.
4. Estava próxima a festa judaica da Páscoa.
5. Levantando os olhos e vendo uma grande multidão que se aproximava, Jesus disse a Filipe: “Onde compraremos pão para esse povo comer?”
6. Fez essa pergunta apenas para pô-lo à prova, pois já tinha em mente o que ia fazer.
7. Filipe lhe respondeu: “Duzentos denários não comprariam pão suficiente para que cada um recebesse um pedaço!”
8. Outro discípulo, André, irmão de Simão Pedro, tomou a palavra:
9. “Aqui está um rapaz com cinco pães de cevada e dois peixinhos, mas o que é isto para tanta gente?”
10. Disse Jesus: “Mandem o povo assentar-se”. Havia muita grama naquele lugar, e todos se assentaram. Eram cerca de cinco mil homens.
11. Então Jesus tomou os pães, deu graças e os repartiu entre os que estavam assentados, tanto quanto queriam; e fez o mesmo com os peixes.
12. Depois que todos receberam o suficiente para comer, disse aos seus discípulos: “Ajuntem os pedaços que sobraram. Que nada seja desperdiçado”.
13. Então eles os ajuntaram e encheram doze cestos com os pedaços dos cinco pães de cevada deixados por aqueles que tinham comido.
14. Depois de ver o sinal milagroso que Jesus tinha realizado, o povo começou a dizer: “Sem dúvida este é o Profeta que devia vir ao mundo”.
15. Sabendo Jesus que pretendiam proclamá-lo rei à força, retirou-se novamente sozinho para o monte.
16. Ao anoitecer seus discípulos desceram para o mar,
17. entraram num barco e começaram a travessia para Cafarnaum. Já estava escuro, e Jesus ainda não tinha ido até onde eles estavam.
18. Soprava um vento forte, e as águas estavam agitadas.
19. Depois de terem remado cerca de cinco ou seis quilômetros , viram Jesus aproximando-se do barco, andando sobre o mar, e ficaram aterrorizados.
20. Mas ele lhes disse: “Sou eu! Não tenham medo!”
21. Então resolveram recebê-lo no barco, e logo chegaram à praia para a qual se dirigiam.
22. No dia seguinte, a multidão que tinha ficado no outro lado do mar percebeu que apenas um barco estivera ali, e que Jesus não havia entrado nele com os seus discípulos, mas que eles tinham partido sozinhos.
23. Então alguns barcos de Tiberíades aproximaram-se do lugar onde o povo tinha comido o pão após o Senhor ter dado graças.
24. Quando a multidão percebeu que nem Jesus nem os discípulos estavam ali, entrou nos barcos e foi para Cafarnaum em busca de Jesus.
25. Quando o encontraram do outro lado do mar, perguntaram-lhe: “Mestre, quando chegaste aqui?”
26. Jesus respondeu: “A verdade é que vocês estão me procurando, não porque viram os sinais milagrosos, mas porque comeram os pães e ficaram satisfeitos.
27. Não trabalhem pela comida que se estraga, mas pela comida que permanece para a vida eterna, a qual o Filho do homem dará a vocês. Deus, o Pai, nele colocou o seu selo de aprovação”.
28. Então perguntaram-lhe: “O que precisamos fazer para realizar as obras que Deus requer?”
29. Jesus respondeu: “A obra de Deus é esta: crer naquele que ele enviou”.
30. Então perguntaram-lhe: “Que sinal milagroso mostrarás para que o vejamos e creiamos em ti? Que farás?
31. Os nossos antepassados comeram o maná no deserto; como está escrito: ‘Ele lhes deu a comer pão dos céus’ ”.
32. Declarou-lhes Jesus: “Digo a verdade: Não foi Moisés quem deu a vocês pão do céu, mas é meu Pai quem dá a vocês o verdadeiro pão do céu.
33. Pois o pão de Deus é aquele que desceu do céu e dá vida ao mundo”.
34. Disseram eles: “Senhor, dá-nos sempre desse pão!”
35. Então Jesus declarou: “Eu sou o pão da vida. Aquele que vem a mim nunca terá fome; aquele que crê em mim nunca terá sede.
36. Mas, como eu disse, vocês me viram, mas ainda não creem.
37. Todo aquele que o Pai me der virá a mim, e quem vier a mim eu jamais rejeitarei.
38. Pois desci dos céus, não para fazer a minha vontade, mas para fazer a vontade daquele que me enviou.
39. E esta é a vontade daquele que me enviou: que eu não perca nenhum dos que ele me deu, mas os ressuscite no último dia.
40. Porque a vontade de meu Pai é que todo aquele que olhar para o Filho e nele crer tenha a vida eterna, e eu o ressuscitarei no último dia”.
41. Com isso os judeus começaram a criticar Jesus, porque dissera: “Eu sou o pão que desceu do céu”.
42. E diziam: “Este não é Jesus, o filho de José? Não conhecemos seu pai e sua mãe? Como ele pode dizer: ‘Desci do céu’?”
43. Respondeu Jesus: “Parem de me criticar.
44. Ninguém pode vir a mim se o Pai, que me enviou, não o atrair; e eu o ressuscitarei no último dia.
45. Está escrito nos Profetas: ‘Todos serão ensinados por Deus’. Todos os que ouvem o Pai e dele aprendem vêm a mim.
46. Ninguém viu o Pai, a não ser aquele que vem de Deus; somente ele viu o Pai.
47. Asseguro a vocês que aquele que crê tem a vida eterna.
48. Eu sou o pão da vida.
49. Os seus antepassados comeram o maná no deserto, mas morreram.
50. Todavia, aqui está o pão que desce do céu, para que não morra quem dele comer.
51. Eu sou o pão vivo que desceu do céu. Se alguém comer deste pão, viverá para sempre. Este pão é a minha carne, que eu darei pela vida do mundo”.
52. Então os judeus começaram a discutir exaltadamente entre si: “Como pode este homem nos oferecer a sua carne para comermos?”
53. Jesus lhes disse: “Eu digo a verdade: Se vocês não comerem a carne do Filho do homem e não beberem o seu sangue, não terão vida em si mesmos.
54. Todo aquele que come a minha carne e bebe o meu sangue tem a vida eterna, e eu o ressuscitarei no último dia.
55. Pois a minha carne é verdadeira comida e o meu sangue é verdadeira bebida.
56. Todo aquele que come a minha carne e bebe o meu sangue permanece em mim e eu nele.
57. Da mesma forma como o Pai que vive me enviou e eu vivo por causa do Pai, assim aquele que se alimenta de mim viverá por minha causa.
58. Este é o pão que desceu dos céus. Os antepassados de vocês comeram o maná e morreram, mas aquele que se alimenta deste pão viverá para sempre”.
59. Ele disse isso quando ensinava na sinagoga de Cafarnaum.
60. Ao ouvirem isso, muitos dos seus discípulos disseram: “Dura é essa palavra. Quem pode suportá-la?”
61. Sabendo em seu íntimo que os seus discípulos estavam se queixando do que ouviram, Jesus lhes disse: “Isso os escandaliza?
62. Que acontecerá se vocês virem o Filho do homem subir para onde estava antes?
63. O Espírito dá vida; a carne não produz nada que se aproveite. As palavras que eu disse são espírito e vida.
64. Contudo, há alguns de vocês que não creem”. Pois Jesus sabia desde o princípio quais deles não criam e quem o iria trair.
65. E prosseguiu: “É por isso que eu disse a vocês que ninguém pode vir a mim, a não ser que isto lhe seja dado pelo Pai”.
66. Daquela hora em diante, muitos dos seus discípulos voltaram atrás e deixaram de segui-lo.
67. Jesus perguntou aos Doze: “Vocês também não querem ir?”
68. Simão Pedro lhe respondeu: “Senhor, para quem iremos? Tu tens as palavras de vida eterna.
69. Nós cremos e sabemos que és o Santo de Deus”.
70. Então Jesus respondeu: “Não fui eu que os escolhi, os Doze? Todavia, um de vocês é um diabo!”
71. (Ele se referia a Judas, filho de Simão Iscariotes, que, embora fosse um dos Doze, mais tarde haveria de traí-lo.)
Provérbios: 3
1. Meu filho, não se esqueça da minha lei, mas guarde no coração os meus mandamentos,
2. pois eles prolongarão a sua vida por muitos anos e darão a você prosperidade e paz.
3. Que o amor e a fidelidade jamais o abandonem; prenda-os ao redor do seu pescoço, escreva-os na tábua do seu coração.
4. Então você terá o favor de Deus e dos homens e boa reputação.
5. Confie no SENHOR de todo o seu coração e não se apoie em seu próprio entendimento;
6. reconheça o SENHOR em todos os seus caminhos, e ele endireitará as suas veredas.
7. Não seja sábio aos seus próprios olhos; tema o SENHOR e evite o mal.
8. Isso dará a você saúde ao corpo e vigor aos ossos.
9. Honre o SENHOR com todos os seus recursos e com os primeiros frutos de todas as suas plantações;
10. os seus celeiros ficarão plenamente cheios, e os seus barris transbordarão de vinho.
11. Meu filho, não despreze a disciplina do SENHOR nem se magoe com a sua repreensão,
12. pois o SENHOR disciplina a quem ama, assim como o pai faz ao filho de quem deseja o bem.
13. Como é feliz o homem que acha a sabedoria, o homem que obtém entendimento,
14. pois a sabedoria é mais proveitosa do que a prata e rende mais do que o ouro.
15. É mais preciosa do que rubis; nada do que você possa desejar se compara a ela.
16. Na mão direita, a sabedoria garante a você vida longa; na mão esquerda, riquezas e honra.
17. Os caminhos da sabedoria são caminhos agradáveis, e todas as suas veredas são paz.
18. A sabedoria é árvore que dá vida a quem a abraça; quem a ela se apega será abençoado.
19. Por sua sabedoria o SENHOR lançou os alicerces da terra, por seu entendimento fixou no lugar os céus,
20. por seu conhecimento as fontes profundas se rompem e as nuvens gotejam o orvalho.
21. Meu filho, guarde consigo a sensatez e o equilíbrio, nunca os perca de vista;
22. trarão vida a você e serão um enfeite para o seu pescoço.
23. Então você seguirá o seu caminho em segurança e não tropeçará;
24. quando se deitar, não terá medo, e o seu sono será tranquilo.
25. Não terá medo da calamidade repentina nem da ruína que atinge os ímpios ,
26. pois o SENHOR será a sua segurança e o impedirá de cair em armadilha.
27. Quanto for possível, não deixe de fazer o bem a quem dele precisa.
28. Não diga ao seu próximo: “Volte amanhã, e eu darei algo a você”, se pode ajudá-lo hoje.
29. Não planeje o mal contra o seu próximo que confiantemente mora perto de você.
30. Não acuse alguém sem motivo se ele não fez nenhum mal a você.
31. Não tenha inveja de quem é violento nem adote nenhum dos seus procedimentos,
32. pois o SENHOR detesta o perverso, mas o justo é seu grande amigo.
33. A maldição do SENHOR está sobre a casa dos ímpios, mas ele abençoa o lar dos justos.
34. Ele zomba dos zombadores, mas concede graça aos humildes.
35. A honra é herança dos sábios, mas o SENHOR expõe os tolos ao ridículo.

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