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Assim diz o SENHOR: O céu é o meu trono, e a terra o escabelo dos meus pés; que casa me edificaríeis vós? E qual seria o lugar do meu descanso? Porque a minha mão fez todas estas coisas, e assim todas elas foram feitas, diz o SENHOR; mas para esse olharei, para o pobre e abatido de espírito, e que treme da minha palavra. [Isaías 66: 1-2]

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Bíblia Completa (365 dias)

Nova Versão Internacional: 57 de 365 dias

Êxodo: 8
1. O SENHOR falou a Moisés: “Vá ao faraó e diga-lhe que assim diz o SENHOR: Deixe o meu povo ir para que me preste culto.
2. Se você não quiser deixá-lo ir, mandarei sobre todo o seu território uma praga de rãs.
3. O Nilo ficará infestado de rãs. Elas subirão e entrarão em seu palácio, em seu quarto, e até em sua cama; estarão também nas casas dos seus conselheiros e do seu povo, dentro dos seus fornos e nas suas amassadeiras.
4. As rãs subirão em você, em seus conselheiros e em seu povo”.
5. Depois o SENHOR disse a Moisés: “Diga a Arão que estenda a mão com a vara sobre os rios, sobre os canais e sobre os açudes, e faça subir deles rãs sobre a terra do Egito”.
6. Assim Arão estendeu a mão sobre as águas do Egito, e as rãs subiram e cobriram a terra do Egito.
7. Mas os magos fizeram a mesma coisa por meio das suas ciências ocultas: fizeram subir rãs sobre a terra do Egito.
8. O faraó mandou chamar Moisés e Arão e disse: “Orem ao SENHOR para que ele tire estas rãs de mim e do meu povo; então deixarei o povo ir e oferecer sacrifícios ao SENHOR”.
9. Moisés disse ao faraó: “Tua é a honra de dizer-me quando devo orar por ti, por teus conselheiros e por teu povo, para que tu e tuas casas fiquem livres das rãs e sobrem apenas as que estão no rio”.
10. “Amanhã”, disse o faraó. Moisés respondeu: “Será como tu dizes, para que saibas que não há ninguém como o SENHOR, o nosso Deus.
11. As rãs deixarão a ti, a tuas casas, a teus conselheiros e a teu povo; sobrarão apenas as que estão no rio”.
12. Depois que Moisés e Arão saíram da presença do faraó, Moisés clamou ao SENHOR por causa das rãs que enviara sobre o faraó.
13. E o SENHOR atendeu o pedido de Moisés; morreram as rãs que estavam nas casas, nos pátios e nos campos.
14. Foram ajuntadas em montões e, por isso, a terra cheirou mal.
15. Mas, quando o faraó percebeu que houve alívio, obstinou-se em seu coração e não deu mais ouvidos a Moisés e a Arão, conforme o SENHOR tinha dito.
16. Então o SENHOR disse a Moisés: “Diga a Arão que estenda a sua vara e fira o pó da terra, e o pó se transformará em piolhos por toda a terra do Egito”.
17. Assim fizeram e, quando Arão estendeu a mão e com a vara feriu o pó da terra, surgiram piolhos nos homens e nos animais. Todo o pó de toda a terra do Egito transformou-se em piolhos.
18. Mas, quando os magos tentaram fazer surgir piolhos por meio das suas ciências ocultas, não conseguiram. E os piolhos infestavam os homens e os animais.
19. Os magos disseram ao faraó: “Isso é o dedo de Deus”. Mas o coração do faraó permaneceu endurecido, e ele não quis ouvi-los, conforme o SENHOR tinha dito.
20. Depois o SENHOR disse a Moisés: “Levante-se bem cedo e apresente-se ao faraó, quando ele estiver indo às águas. Diga-lhe que assim diz o SENHOR: Deixe o meu povo ir para que me preste culto.
21. Se você não deixar meu povo ir, enviarei enxames de moscas para atacar você, os seus conselheiros, o seu povo e as suas casas. As casas dos egípcios e o chão em que pisam se encherão de moscas.
22. “Mas naquele dia tratarei de maneira diferente a terra de Gósen, onde habita o meu povo; nenhum enxame de moscas se achará ali, para que você saiba que eu, o SENHOR, estou nessa terra.
23. Farei distinção entre o meu povo e o seu. Este sinal milagroso acontecerá amanhã”.
24. E assim fez o SENHOR. Grandes enxames de moscas invadiram o palácio do faraó e as casas de seus conselheiros, e em todo o Egito a terra foi arruinada pelas moscas.
25. Então o faraó mandou chamar Moisés e Arão e disse: “Vão oferecer sacrifícios ao seu Deus, mas não saiam do país”.
26. “Isso não seria sensato”, respondeu Moisés; “os sacrifícios que oferecemos ao SENHOR, o nosso Deus, são um sacrilégio para os egípcios. Se oferecermos sacrifícios que lhes pareçam sacrilégio, isso não os levará a nos apedrejar?
27. Faremos três dias de viagem no deserto, e ofereceremos sacrifícios ao SENHOR, o nosso Deus, como ele nos ordena.”
28. Disse o faraó: “Eu os deixarei ir e oferecer sacrifícios ao SENHOR, o seu Deus, no deserto, mas não se afastem muito e orem por mim também”.
29. Moisés respondeu: “Assim que sair da tua presença, orarei ao SENHOR, e amanhã os enxames de moscas deixarão o faraó, teus conselheiros e teu povo. Mas que o faraó não volte a agir com falsidade, impedindo que o povo vá oferecer sacrifícios ao SENHOR”.
30. Então Moisés saiu da presença do faraó e orou ao SENHOR,
31. e o SENHOR atendeu o seu pedido: as moscas deixaram o faraó, seus conselheiros e seu povo; não restou uma só mosca.
32. Mas também dessa vez o faraó obstinou-se em seu coração e não deixou que o povo saísse.
Lucas: 13
1. Naquela ocasião, alguns dos que estavam presentes contaram a Jesus que Pilatos misturara o sangue de alguns galileus com os sacrifícios deles.
2. Jesus respondeu: “Vocês pensam que esses galileus eram mais pecadores que todos os outros, por terem sofrido dessa maneira?
3. Eu digo que não! Mas, se não se arrependerem, todos vocês também perecerão.
4. Ou vocês pensam que aqueles dezoito que morreram, quando caiu sobre eles a torre de Siloé, eram mais culpados do que todos os outros habitantes de Jerusalém?
5. Eu digo que não! Mas se não se arrependerem, todos vocês também perecerão”.
6. Então contou esta parábola: “Um homem tinha uma figueira plantada em sua vinha. Foi procurar fruto nela, e não achou nenhum.
7. Por isso disse ao que cuidava da vinha: ‘Já faz três anos que venho procurar fruto nesta figueira e não acho. Corte-a! Por que deixá-la inutilizar a terra?’
8. “Respondeu o homem: ‘Senhor, deixe-a por mais um ano, e eu cavarei ao redor dela e a adubarei.
9. Se der fruto no ano que vem, muito bem! Se não, corte-a’ ”.
10. Certo sábado Jesus estava ensinando numa das sinagogas,
11. e ali estava uma mulher que tinha um espírito que a mantinha doente havia dezoito anos. Ela andava encurvada e de forma alguma podia endireitar-se.
12. Ao vê-la, Jesus chamou-a à frente e lhe disse: “Mulher, você está livre da sua doença”.
13. Então lhe impôs as mãos; e imediatamente ela se endireitou e passou a louvar a Deus.
14. Indignado porque Jesus havia curado no sábado, o dirigente da sinagoga disse ao povo: “Há seis dias em que se deve trabalhar. Venham para ser curados nesses dias, e não no sábado”.
15. O Senhor lhe respondeu: “Hipócritas! Cada um de vocês não desamarra no sábado o seu boi ou jumento do estábulo e o leva dali para dar-lhe água?
16. Então, esta mulher, uma filha de Abraão a quem Satanás mantinha presa por dezoito longos anos, não deveria no dia de sábado ser libertada daquilo que a prendia?”
17. Tendo dito isso, todos os seus oponentes ficaram envergonhados, mas o povo se alegrava com todas as maravilhas que ele estava fazendo.
18. Então Jesus perguntou: “Com que se parece o Reino de Deus? Com que o compararei?
19. É como um grão de mostarda que um homem semeou em sua horta. Ele cresceu e se tornou uma árvore, e as aves do céu fizeram ninhos em seus ramos”.
20. Mais uma vez ele perguntou: “Com que compararei o Reino de Deus?
21. É como o fermento que uma mulher misturou com uma grande quantidade de farinha, e toda a massa ficou fermentada”.
22. Depois Jesus foi pelas cidades e povoados e ensinava, prosseguindo em direção a Jerusalém.
23. Alguém lhe perguntou: “Senhor, serão poucos os salvos?” Ele lhes disse:
24. “Esforcem-se para entrar pela porta estreita, porque eu digo a vocês que muitos tentarão entrar e não conseguirão.
25. Quando o dono da casa se levantar e fechar a porta, vocês ficarão do lado de fora, batendo e pedindo: ‘Senhor, abre-nos a porta’. “Ele, porém, responderá: ‘Não os conheço, nem sei de onde são vocês’.
26. “Então vocês dirão: ‘Comemos e bebemos contigo, e ensinaste em nossas ruas’.
27. “Mas ele responderá: ‘Não os conheço, nem sei de onde são vocês. Afastem-se de mim, todos vocês, que praticam o mal!’
28. “Ali haverá choro e ranger de dentes, quando vocês virem Abraão, Isaque e Jacó e todos os profetas no Reino de Deus, mas vocês excluídos.
29. Pessoas virão do oriente e do ocidente, do norte e do sul, e ocuparão os seus lugares à mesa no Reino de Deus.
30. De fato, há últimos que serão primeiros e primeiros que serão últimos”.
31. Naquela mesma hora, alguns fariseus aproximaram-se de Jesus e lhe disseram: “Saia e vá embora daqui, pois Herodes quer matá-lo”.
32. Ele respondeu: “Vão dizer àquela raposa: Expulsarei demônios e curarei o povo hoje e amanhã e no terceiro dia estarei pronto.
33. Mas preciso prosseguir hoje, amanhã e depois de amanhã, pois certamente nenhum profeta deve morrer fora de Jerusalém!
34. “Jerusalém, Jerusalém, você, que mata os profetas e apedreja os que são enviados a você! Quantas vezes eu quis reunir os seus filhos, como a galinha reúne os seus pintinhos debaixo das suas asas, mas vocês não quiseram!
35. Eis que a casa de vocês ficará deserta. Eu digo que vocês não me verão mais até que digam: ‘Bendito o que vem em nome do Senhor’ ”.
Jó: 27
1. E Jó prosseguiu em seu discurso:
2. “Pelo Deus vivo, que me negou justiça, pelo Todo-poderoso, que deu amargura à minha alma,
3. enquanto eu tiver vida em mim, o sopro de Deus em minhas narinas,
4. meus lábios não falarão maldade, e minha língua não proferirá nada que seja falso.
5. Nunca darei razão a vocês! Minha integridade não negarei jamais, até a morte.
6. Manterei minha retidão e nunca a deixarei; enquanto eu viver, a minha consciência não me repreenderá.
7. “Sejam os meus inimigos como os ímpios, e os meus adversários como os injustos!
8. Pois, qual é a esperança do ímpio, quando é eliminado, quando Deus lhe tira a vida?
9. Ouvirá Deus o seu clamor quando vier sobre ele a aflição?
10. Terá ele prazer no Todo-poderoso? Chamará a Deus a cada instante?
11. “Eu os instruirei sobre o poder de Deus; não esconderei de vocês os caminhos do Todo-poderoso.
12. Pois a verdade é que todos vocês já viram isso. Então por que essa conversa sem sentido?
13. “Este é o destino que Deus determinou para o ímpio, a herança que o mau recebe do Todo-poderoso:
14. Por mais filhos que o ímpio tenha, o destino deles é a espada; sua prole jamais terá comida suficiente.
15. A epidemia sepultará aqueles que lhe sobreviverem, e as suas viúvas não chorarão por eles.
16. Ainda que ele acumule prata como pó e amontoe roupas como barro,
17. o que ele armazenar ficará para os justos, e os inocentes dividirão sua prata.
18. A casa que ele constrói é como casulo de traça, como cabana feita pela sentinela.
19. Rico ele se deita, mas nunca mais o será! Quando abre os olhos, tudo se foi.
20. Pavores vêm sobre ele como uma enchente; de noite a tempestade o leva de roldão.
21. O vento oriental o leva, e ele desaparece; arranca-o do seu lugar.
22. Atira-se contra ele sem piedade, enquanto ele foge às pressas do seu poder.
23. Bate palmas contra ele e com assobios o expele do seu lugar.

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