Assim diz o SENHOR: O céu é o meu trono, e a terra o escabelo dos meus pés; que casa me edificaríeis vós? E qual seria o lugar do meu descanso? Porque a minha mão fez todas estas coisas, e assim todas elas foram feitas, diz o SENHOR; mas para esse olharei, para o pobre e abatido de espírito, e que treme da minha palavra. [Isaías 66: 1-2]
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Bíblia Completa (365 dias)
Nova Versão Internacional: 356 de 365 dias
| 2 Crônicas: 26 |
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| 1. Então todo o povo de Judá proclamou Uzias rei, aos dezesseis anos de idade, no lugar de seu pai, Amazias. |
| 2. Foi ele que reconquistou e reconstruiu a cidade de Elate para Judá, depois que Amazias descansou com os seus antepassados. |
| 3. Uzias tinha dezesseis anos de idade quando se tornou rei e reinou cinquenta e dois anos em Jerusalém. Sua mãe era de Jerusalém e chamava-se Jecolias. |
| 4. Ele fez o que o SENHOR aprova, tal como o seu pai Amazias; |
| 5. e buscou a Deus durante a vida de Zacarias, que o instruiu no temor de Deus. Enquanto buscou ao SENHOR, Deus o fez prosperar. |
| 6. Ele saiu à guerra contra os filisteus e derrubou os muros de Gate, de Jabne e de Asdode. Depois reconstruiu cidades próximo a Asdode e em outros lugares do território filisteu. |
| 7. Deus o ajudou contra os filisteus, contra os árabes que viviam em Gur-Baal e contra os meunitas. |
| 8. Os amonitas pagavam tributo a Uzias, e sua fama estendeu-se até a fronteira do Egito, pois havia se tornado muito poderoso. |
| 9. Uzias construiu torres fortificadas em Jerusalém, junto à porta da Esquina, à porta do Vale e no canto do muro. |
| 10. Também construiu torres no deserto e cavou muitas cisternas, pois ele possuía muitos rebanhos na Sefelá e na planície. Ele mantinha trabalhadores em seus campos e em suas vinhas, nas colinas e nas terras férteis, pois gostava da agricultura. |
| 11. Uzias possuía um exército bem preparado, organizado em divisões de acordo com o número dos soldados convocados pelo secretário Jeiel e pelo oficial Maaseias, sob o comando de Hananias, um dos oficiais do rei. |
| 12. O total de chefes de família no comando dos homens de combate era de dois mil e seiscentos. |
| 13. Sob o comando deles havia um exército de trezentos e sete mil e quinhentos homens treinados para a guerra, uma força poderosíssima que apoiava o rei contra os seus inimigos. |
| 14. Uzias providenciou escudos, lanças, capacetes, couraças, arcos e atiradeiras de pedras para todo o exército. |
| 15. Em Jerusalém construiu máquinas projetadas por peritos para serem usadas nas torres e nas defesas das esquinas, máquinas que atiravam flechas e grandes pedras. Ele foi extraordinariamente ajudado e, assim, tornou-se muito poderoso e a sua fama espalhou-se para longe. |
| 16. Entretanto, depois que Uzias se tornou poderoso, o seu orgulho provocou a sua queda. Ele foi infiel ao SENHOR, o seu Deus, e entrou no templo do SENHOR para queimar incenso no altar de incenso. |
| 17. O sumo sacerdote Azarias e outros oitenta corajosos sacerdotes do SENHOR, foram atrás dele. |
| 18. Eles o enfrentaram e disseram: “Não é certo que você, Uzias, queime incenso ao SENHOR. Isso é tarefa dos sacerdotes, os descendentes de Arão consagrados para queimar incenso. Saia do santuário, pois você foi infiel e não será honrado por Deus, o SENHOR”. |
| 19. Uzias, que estava com um incensário na mão, pronto para queimar o incenso, irritou-se e indignou-se contra os sacerdotes; e na mesma hora, na presença deles, diante do altar de incenso no templo do SENHOR, surgiu lepra em sua testa. |
| 20. Quando o sumo sacerdote Azarias e todos os outros sacerdotes viram a lepra, expulsaram-no imediatamente do templo. Na verdade, ele mesmo ficou ansioso para sair, pois o SENHOR o havia ferido. |
| 21. O rei Uzias sofreu de lepra até o dia em que morreu. Durante todo esse tempo morou numa casa separada , leproso e excluído do templo do SENHOR. Seu filho Jotão tomava conta do palácio e governava o povo. |
| 22. Os demais acontecimentos do reinado de Uzias, do início ao fim, foram registrados pelo profeta Isaías, filho de Amoz. |
| 23. Uzias descansou com os seus antepassados e foi sepultado perto deles, num cemitério que pertencia aos reis, pois o povo dizia: “Ele tinha lepra”. Seu filho Jotão foi o seu sucessor. |
| Apocalipse: 13 |
| 1. Vi uma besta que saía do mar. Tinha dez chifres e sete cabeças, com dez coroas , uma sobre cada chifre, e em cada cabeça um nome de blasfêmia. |
| 2. A besta que vi era semelhante a um leopardo, mas tinha pés como os de urso e boca como a de leão. O dragão deu à besta o seu poder, o seu trono e grande autoridade. |
| 3. Uma das cabeças da besta parecia ter sofrido um ferimento mortal, mas o ferimento mortal foi curado. O mundo todo ficou maravilhado e seguiu a besta. |
| 4. Adoraram o dragão, que tinha dado autoridade à besta, e também adoraram a besta, dizendo: “Quem é como a besta? Quem pode guerrear contra ela?” |
| 5. À besta foi dada uma boca para falar palavras arrogantes e blasfemas e lhe foi dada autoridade para agir durante quarenta e dois meses. |
| 6. Ela abriu a boca para blasfemar contra Deus e amaldiçoar o seu nome e o seu tabernáculo, os que habitam nos céus. |
| 7. Foi-lhe dado poder para guerrear contra os santos e vencê-los. Foi-lhe dada autoridade sobre toda tribo, povo, língua e nação. |
| 8. Todos os habitantes da terra adorarão a besta, a saber, todos aqueles que não tiveram seus nomes escritos no livro da vida do Cordeiro que foi morto desde a criação do mundo. |
| 9. Aquele que tem ouvidos ouça: |
| 10. Se alguém há de ir para o cativeiro, para o cativeiro irá. Se alguém há de ser morto à espada, morto à espada haverá de ser. Aqui estão a perseverança e a fidelidade dos santos. |
| 11. Então vi outra besta que saía da terra, com dois chifres como cordeiro, mas que falava como dragão. |
| 12. Exercia toda a autoridade da primeira besta, em nome dela, e fazia a terra e seus habitantes adorarem a primeira besta, cujo ferimento mortal havia sido curado. |
| 13. E realizava grandes sinais, chegando a fazer descer fogo do céu à terra, à vista dos homens. |
| 14. Por causa dos sinais que lhe foi permitido realizar em nome da primeira besta, ela enganou os habitantes da terra. Ordenou-lhes que fizessem uma imagem em honra à besta que fora ferida pela espada e contudo revivera. |
| 15. Foi-lhe dado poder para dar fôlego à imagem da primeira besta, de modo que ela podia falar e fazer que fossem mortos todos os que se recusassem a adorar a imagem. |
| 16. Também obrigou todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e escravos, a receberem certa marca na mão direita ou na testa, |
| 17. para que ninguém pudesse comprar nem vender, a não ser quem tivesse a marca, que é o nome da besta ou o número do seu nome. |
| 18. Aqui há sabedoria. Aquele que tem entendimento calcule o número da besta, pois é número de homem. Seu número é seiscentos e sessenta e seis. |
| Zacarias: 9 |
| 1. A advertência do SENHOR é contra a terra de Hadraque e cairá sobre Damasco, porque os olhos do Senhor estão sobre toda a humanidade e sobre todas as tribos de Israel |
| 2. e também sobre Hamate que faz fronteira com Damasco e sobre Tiro e Sidom, embora sejam muito sábias. |
| 3. Tiro construiu para si uma fortaleza; acumulou prata como pó, e ouro como lama das ruas. |
| 4. Mas o Senhor se apossará dela e lançará no mar suas riquezas, e ela será consumida pelo fogo. |
| 5. Ao ver isso Ascalom ficará com medo; Gaza também se contorcerá de agonia, assim como Ecrom, porque a sua esperança fracassou. Gaza perderá o seu rei, e Ascalom ficará deserta. |
| 6. Um povo bastardo ocupará Asdode, e assim eu acabarei com o orgulho dos filisteus. |
| 7. Tirarei o sangue de suas bocas e a comida proibida entre os seus dentes. Aquele que restar pertencerá ao nosso Deus e se tornará chefe em Judá, e Ecrom será como os jebuseus. |
| 8. Defenderei a minha casa contra os invasores. Nunca mais um opressor passará por cima do meu povo, porque agora eu vejo isso com os meus próprios olhos. |
| 9. Alegre-se muito, cidade de Sião! Exulte, Jerusalém! Eis que o seu rei vem a você, justo e vitorioso, humilde e montado num jumento, um jumentinho, cria de jumenta. |
| 10. Ele destruirá os carros de guerra de Efraim e os cavalos de Jerusalém, e os arcos de batalha serão quebrados. Ele proclamará paz às nações e dominará de um mar a outro e do Eufrates até os confins da terra. |
| 11. Quanto a você, por causa do sangue da minha aliança com você, libertarei os seus prisioneiros de um poço sem água. |
| 12. Voltem à sua fortaleza, ó prisioneiros da esperança; pois hoje mesmo anuncio que restaurarei tudo em dobro para vocês. |
| 13. Quando eu curvar Judá como se curva um arco e usar Efraim como flecha, levantarei os filhos de Sião contra os filhos da Grécia e farei Sião semelhante à espada de um guerreiro. |
| 14. Então o SENHOR aparecerá sobre eles; sua flecha brilhará como o relâmpago. O Soberano, o SENHOR, tocará a trombeta e marchará em meio às tempestades do sul; |
| 15. o SENHOR dos Exércitos os protegerá. Eles pisotearão e destruirão as pedras das atiradeiras. Eles beberão o sangue do inimigo como se fosse vinho; estarão cheios como a bacia usada para aspergir água nos cantos do altar. |
| 16. Naquele dia, o SENHOR, o seu Deus, os salvará como rebanho do seu povo e como joias de uma coroa brilharão em sua terra. |
| 17. Ah! Como serão belos! Como serão formosos! O trigo dará vigor aos rapazes, e o vinho novo às moças. |
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