Assim diz o SENHOR: O céu é o meu trono, e a terra o escabelo dos meus pés; que casa me edificaríeis vós? E qual seria o lugar do meu descanso? Porque a minha mão fez todas estas coisas, e assim todas elas foram feitas, diz o SENHOR; mas para esse olharei, para o pobre e abatido de espírito, e que treme da minha palavra. [Isaías 66: 1-2]
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Bíblia Completa (365 dias)
Nova Versão Internacional: 315 de 365 dias
| 2 Reis: 24 |
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| 1. Durante o reinado de Jeoaquim, Nabucodonosor, rei da Babilônia, invadiu o país, e Jeoaquim tornou-se seu vassalo por três anos. Então ele voltou atrás e rebelou-se contra Nabucodonosor. |
| 2. O SENHOR enviou contra ele tropas babilônicas , aramaicas, moabitas e amonitas para destruir Judá, de acordo com a palavra do SENHOR proclamada por seus servos, os profetas. |
| 3. Isso aconteceu a Judá conforme a ordem do SENHOR, a fim de removê-los da sua presença, por causa de todos os pecados que Manassés cometeu, |
| 4. inclusive o derramamento de sangue inocente. Pois ele havia enchido Jerusalém de sangue inocente, e o SENHOR não o quis perdoar. |
| 5. Os demais acontecimentos do reinado de Jeoaquim e todas as suas realizações estão escritos no livro dos registros históricos dos reis de Judá. |
| 6. Jeoaquim descansou com os seus antepassados. Seu filho Joaquim foi o seu sucessor. |
| 7. O rei do Egito não mais se atreveu a sair com seu exército de suas próprias fronteiras, pois o rei da Babilônia havia ocupado todo o território entre o ribeiro do Egito e o rio Eufrates, que antes pertencera ao Egito. |
| 8. Joaquim tinha dezoito anos de idade quando começou a reinar e reinou três meses em Jerusalém. O nome da sua mãe era Neusta, filha de Elnatã; ela era de Jerusalém. |
| 9. Ele fez o que o SENHOR reprova, tal como seu pai. |
| 10. Naquela ocasião os oficiais de Nabucodonosor, rei da Babilônia, avançaram até Jerusalém e a cercaram. |
| 11. Enquanto os seus oficiais a cercavam, o próprio Nabucodonosor veio à cidade. |
| 12. Então Joaquim, rei de Judá, sua mãe, seus conselheiros, seus nobres e seus oficiais se entregaram; todos se renderam a ele. No oitavo ano do reinado do rei da Babilônia, Nabucodonosor levou Joaquim como prisioneiro. |
| 13. Conforme o SENHOR tinha declarado, ele retirou todos os tesouros do templo do SENHOR e do palácio real, quebrando todos os utensílios de ouro que Salomão, rei de Israel, fizera para o templo do SENHOR. |
| 14. Levou para o exílio toda Jerusalém: todos os líderes e os homens de combate, todos os artesãos e artífices. Era um total de dez mil pessoas; só ficaram os mais pobres. |
| 15. Nabucodonosor levou prisioneiro Joaquim para a Babilônia. Também levou de Jerusalém para a Babilônia a mãe do rei, suas mulheres, seus oficiais e os líderes do país. |
| 16. O rei da Babilônia também deportou para a Babilônia toda a força de sete mil homens de combate, homens fortes e preparados para a guerra, e mil artífices e artesãos. |
| 17. Fez Matanias, tio de Joaquim, reinar em seu lugar, e mudou seu nome para Zedequias. |
| 18. Zedequias tinha vinte e um anos de idade quando começou a reinar e reinou onze anos em Jerusalém. O nome de sua mãe era Hamutal, filha de Jeremias; ela era de Libna. |
| 19. Ele fez o que o SENHOR reprova, tal como fizera Jeoaquim. |
| 20. Por causa da ira do SENHOR tudo isso aconteceu a Jerusalém e a Judá; por fim ele os lançou para longe da sua presença. Ora, Zedequias rebelou-se contra o rei da Babilônia. |
| Hebreus: 6 |
| 1. Portanto, deixemos os ensinos elementares a respeito de Cristo e avancemos para a maturidade, sem lançar novamente o fundamento do arrependimento de atos que conduzem à morte , da fé em Deus, |
| 2. da instrução a respeito de batismos, da imposição de mãos, da ressurreição dos mortos e do juízo eterno. |
| 3. Assim faremos, se Deus o permitir. |
| 4. Ora, para aqueles que uma vez foram iluminados, provaram o dom celestial, tornaram-se participantes do Espírito Santo, |
| 5. experimentaram a bondade da palavra de Deus e os poderes da era que há de vir, |
| 6. mas caíram, é impossível que sejam reconduzidos ao arrependimento; pois para si mesmos estão crucificando de novo o Filho de Deus, sujeitando-o à desonra pública. |
| 7. Pois a terra, que absorve a chuva que cai frequentemente e dá colheita proveitosa àqueles que a cultivam, recebe a bênção de Deus. |
| 8. Mas a terra que produz espinhos e ervas daninhas, é inútil e logo será amaldiçoada. Seu fim é ser queimada. |
| 9. Amados, mesmo falando dessa forma, estamos convictos de coisas melhores em relação a vocês, coisas próprias da salvação. |
| 10. Deus não é injusto; ele não se esquecerá do trabalho de vocês e do amor que demonstraram por ele, pois ajudaram os santos e continuam a ajudá-los. |
| 11. Queremos que cada um de vocês mostre essa mesma prontidão até o fim, para que tenham a plena certeza da esperança, |
| 12. de modo que vocês não se tornem negligentes, mas imitem aqueles que, por meio da fé e da paciência, recebem a herança prometida. |
| 13. Quando Deus fez a sua promessa a Abraão, por não haver ninguém superior por quem jurar, jurou por si mesmo, |
| 14. dizendo: “Esteja certo de que o abençoarei e farei numerosos os seus descendentes”. |
| 15. E foi assim que, depois de esperar pacientemente, Abraão alcançou a promessa. |
| 16. Os homens juram por alguém superior a si mesmos, e o juramento confirma o que foi dito, pondo fim a toda discussão. |
| 17. Querendo mostrar de forma bem clara a natureza imutável do seu propósito para com os herdeiros da promessa, Deus o confirmou com juramento, |
| 18. para que, por meio de duas coisas imutáveis nas quais é impossível que Deus minta, sejamos firmemente encorajados, nós, que nos refugiamos nele para tomar posse da esperança a nós proposta. |
| 19. Temos essa esperança como âncora da alma, firme e segura, a qual adentra o santuário interior, por trás do véu, |
| 20. onde Jesus, que nos precedeu, entrou em nosso lugar, tornando-se sumo sacerdote para sempre, segundo a ordem de Melquisedeque. |
| Joel: 3 |
| 1. “Sim, naqueles dias e naquele tempo, quando eu restaurar a sorte de Judá e de Jerusalém, |
| 2. reunirei todos os povos e os farei descer ao vale de Josafá. Ali os julgarei por causa da minha herança Israel, o meu povo—, pois o espalharam entre as nações e repartiram entre si a minha terra. |
| 3. Lançaram sortes sobre o meu povo e deram meninos em troca de prostitutas; venderam meninas por vinho, para se embriagarem. |
| 4. “O que vocês têm contra mim, Tiro, Sidom, e todas as regiões da Filístia? Vocês estão me retribuindo algo que eu fiz a vocês? Se estão querendo vingar-se de mim, ágil e veloz me vingarei do que vocês têm feito. |
| 5. Pois roubaram a minha prata e o meu ouro e levaram para os seus templos os meus tesouros mais valiosos. |
| 6. Vocês venderam o povo de Judá e o de Jerusalém aos gregos, mandando-os para longe da sua terra natal. |
| 7. “Vou tirá-los dos lugares para onde os venderam e sobre vocês farei recair o que fizeram: |
| 8. venderei os filhos e as filhas de vocês ao povo de Judá, e eles os venderão à distante nação dos sabeus”. Assim disse o SENHOR. |
| 9. Proclamem isto entre as nações: Preparem-se para a guerra! Despertem os guerreiros! Todos os homens de guerra aproximem-se e ataquem. |
| 10. Forjem os seus arados, fazendo deles espadas; e de suas foices façam lanças. Diga o fraco: “Sou um guerreiro!” |
| 11. Venham depressa, vocês, nações vizinhas, e reúnam-se ali. Faze descer os teus guerreiros, ó SENHOR! |
| 12. “Despertem, nações; avancem para o vale de Josafá, pois ali me assentarei para julgar todas as nações vizinhas. |
| 13. Lancem a foice, pois a colheita está madura. Venham, pisem com força as uvas, pois o lagar está cheio e os tonéis transbordam, tão grande é a maldade dessas nações!” |
| 14. Multidões, multidões no vale da Decisão! Pois o dia do SENHOR está próximo, no vale da Decisão. |
| 15. O sol e a lua escurecerão, e as estrelas já não brilharão. |
| 16. O SENHOR rugirá de Sião, e de Jerusalém levantará a sua voz; a terra e o céu tremerão. Mas o SENHOR será um refúgio para o seu povo, uma fortaleza para Israel. |
| 17. “Então vocês saberão que eu sou o SENHOR, o seu Deus, que habito em Sião, o meu santo monte. Jerusalém será santa; e estrangeiros jamais a conquistarão. |
| 18. “Naquele dia, os montes gotejarão vinho novo; das colinas manará leite; todos os ribeiros de Judá terão água corrente. Uma fonte fluirá do templo do SENHOR e regará o vale das Acácias. |
| 19. Mas o Egito ficará desolado, Edom será um deserto arrasado, por causa da violência feita ao povo de Judá, em cuja terra derramaram sangue inocente. |
| 20. Judá será habitada para sempre e Jerusalém por todas as gerações. |
| 21. Sua culpa de sangue, ainda não perdoada, eu a perdoarei.” O SENHOR habita em Sião! |
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