Assim diz o SENHOR: O céu é o meu trono, e a terra o escabelo dos meus pés; que casa me edificaríeis vós? E qual seria o lugar do meu descanso? Porque a minha mão fez todas estas coisas, e assim todas elas foram feitas, diz o SENHOR; mas para esse olharei, para o pobre e abatido de espírito, e que treme da minha palavra. [Isaías 66: 1-2]
Aqui você acompanha automaticamente o dia atual da leitura da Bíblia, mas você pode navegar livremente entre os dias, versões e planos conforme sua necessidade. Esta página foi criada para ser seu ponto de partida diário — simples, direta e sempre ao seu alcance.
Bíblia Completa (365 dias)
Nova Versão Internacional: 29 de 365 dias
| Gênesis: 30 |
|---|
| 1. Quando Raquel viu que não dava filhos a Jacó, teve inveja de sua irmã. Por isso disse a Jacó: “Dê-me filhos ou morrerei!” |
| 2. Jacó ficou irritado e disse: “Por acaso estou no lugar de Deus, que a impediu de ter filhos?” |
| 3. Então ela respondeu: “Aqui está Bila, minha serva. Deite-se com ela, para que tenha filhos em meu lugar e por meio dela eu também possa formar família”. |
| 4. Por isso ela deu a Jacó sua serva Bila por mulher. Ele deitou-se com ela, |
| 5. Bila engravidou e deu-lhe um filho. |
| 6. Então Raquel disse: “Deus me fez justiça, ouviu o meu clamor e deu-me um filho”. Por isso deu-lhe o nome de Dã. |
| 7. Bila, serva de Raquel, engravidou novamente e deu a Jacó o segundo filho. |
| 8. Então disse Raquel: “Tive grande luta com minha irmã e venci”. Pelo que o chamou Naftali. |
| 9. Quando Lia viu que tinha parado de ter filhos, tomou sua serva Zilpa e a deu a Jacó por mulher. |
| 10. Zilpa, serva de Lia, deu a Jacó um filho. |
| 11. Então disse Lia: “Que grande sorte!” Por isso o chamou Gade. |
| 12. Zilpa, serva de Lia, deu a Jacó mais um filho. |
| 13. Então Lia exclamou: “Como sou feliz! As mulheres dirão que sou feliz”. Por isso lhe deu o nome de Aser. |
| 14. Durante a colheita do trigo, Rúben saiu ao campo, encontrou algumas mandrágoras e as trouxe a Lia, sua mãe. Então Raquel disse a Lia: “Dê-me algumas mandrágoras do seu filho”. |
| 15. Mas ela respondeu: “Não lhe foi suficiente tomar de mim o marido? Vai tomar também as mandrágoras que o meu filho trouxe?” Então disse Raquel: “Jacó se deitará com você esta noite, em troca das mandrágoras trazidas pelo seu filho”. |
| 16. Quando Jacó chegou do campo naquela tarde, Lia saiu ao seu encontro e lhe disse: “Hoje você me possuirá, pois eu comprei esse direito com as mandrágoras do meu filho”. E naquela noite ele se deitou com ela. |
| 17. Deus ouviu Lia, e ela engravidou e deu a Jacó o quinto filho. |
| 18. Disse Lia: “Deus me recompensou por ter dado a minha serva ao meu marido”. Por isso deu-lhe o nome de Issacar. |
| 19. Lia engravidou de novo e deu a Jacó o sexto filho. |
| 20. Disse Lia: “Deus presenteou-me com uma dádiva preciosa. Agora meu marido me tratará melhor ; afinal já lhe dei seis filhos”. Por isso deu-lhe o nome de Zebulom. |
| 21. Algum tempo depois, ela deu à luz uma menina a quem chamou Diná. |
| 22. Então Deus lembrou-se de Raquel. Deus ouviu o seu clamor e a tornou fértil. |
| 23. Ela engravidou, deu à luz um filho e disse: “Deus tirou de mim a minha humilhação”. |
| 24. Deu-lhe o nome de José e disse: “Que o SENHOR me acrescente ainda outro filho”. |
| 25. Depois que Raquel deu à luz José, Jacó disse a Labão: “Deixe-me voltar para a minha terra natal. |
| 26. Dê-me as minhas mulheres, pelas quais o servi, e os meus filhos, e partirei. Você bem sabe quanto trabalhei para você”. |
| 27. Mas Labão lhe disse: “Se mereço sua consideração, peço-lhe que fique. Por meio de adivinhação descobri que o SENHOR me abençoou por sua causa”. |
| 28. E acrescentou: “Diga o seu salário, e eu lhe pagarei”. |
| 29. Jacó lhe respondeu: “Você sabe quanto trabalhei para você e como os seus rebanhos cresceram sob os meus cuidados. |
| 30. O pouco que você possuía antes da minha chegada aumentou muito, pois o SENHOR o abençoou depois que vim para cá. Contudo, quando farei algo em favor da minha própria família?” |
| 31. Então Labão perguntou: “Que você quer que eu lhe dê?” “Não me dê coisa alguma”, respondeu Jacó. “Voltarei a cuidar dos seus rebanhos se você concordar com o seguinte: |
| 32. hoje passarei por todos os seus rebanhos e tirarei do meio deles todas as ovelhas salpicadas e pintadas, todos os cordeiros pretos e todas as cabras pintadas e salpicadas. Eles serão o meu salário. |
| 33. E a minha honestidade dará testemunho de mim no futuro, toda vez que você resolver verificar o meu salário. Se estiver em meu poder alguma cabra que não seja salpicada ou pintada, e algum cordeiro que não seja preto, poderá considerá-los roubados.” |
| 34. E disse Labão: “De acordo. Seja como você disse”. |
| 35. Naquele mesmo dia, Labão separou todos os bodes que tinham listras ou manchas brancas, todas as cabras que tinham pintas ou manchas brancas e todos os cordeiros pretos e os pôs aos cuidados de seus filhos. |
| 36. Afastou-se então de Jacó, à distância equivalente a três dias de viagem, e Jacó continuou a apascentar o resto dos rebanhos de Labão. |
| 37. Jacó pegou galhos verdes de estoraque, amendoeira e plátano e neles fez listras brancas, descascando-os parcialmente e expondo assim a parte branca interna dos galhos. |
| 38. Depois fixou os galhos descascados junto aos bebedouros, na frente dos rebanhos, no lugar onde costumavam beber água. Na época do cio, os rebanhos vinham beber e |
| 39. se acasalavam diante dos galhos. E geravam filhotes listrados, salpicados e pintados. |
| 40. Jacó separava os filhotes do rebanho dos demais, e fazia com que esses ficassem juntos dos animais listrados e pretos de Labão. Assim foi formando o seu próprio rebanho que separou do de Labão. |
| 41. Toda vez que as fêmeas mais fortes estavam no cio, Jacó colocava os galhos nos bebedouros, em frente dos animais, para que se acasalassem perto dos galhos; |
| 42. mas, se os animais eram fracos, não os colocava ali. Desse modo, os animais fracos ficavam para Labão e os mais fortes para Jacó. |
| 43. Assim o homem ficou extremamente rico, tornando-se dono de grandes rebanhos e de servos e servas, camelos e jumentos. |
| Marcos: 1 |
| 1. Princípio do evangelho de Jesus Cristo, o Filho de Deus. |
| 2. Conforme está escrito no profeta Isaías: “Enviarei à tua frente o meu mensageiro; ele preparará o teu caminho” |
| 3. “voz do que clama no deserto: ‘Preparem o caminho para o Senhor, façam veredas retas para ele’ ”. |
| 4. Assim surgiu João, batizando no deserto e pregando um batismo de arrependimento para o perdão dos pecados. |
| 5. A ele vinha toda a região da Judeia e todo o povo de Jerusalém. Confessando os seus pecados, eram batizados por ele no rio Jordão. |
| 6. João vestia roupas feitas de pelos de camelo, usava um cinto de couro e comia gafanhotos e mel silvestre. |
| 7. E esta era a sua mensagem: “Depois de mim vem alguém mais poderoso do que eu, tanto que não sou digno nem de curvar-me e desamarrar as correias das suas sandálias. |
| 8. Eu os batizo com água, mas ele os batizará com o Espírito Santo”. |
| 9. Naquela ocasião, Jesus veio de Nazaré da Galileia e foi batizado por João no Jordão. |
| 10. Assim que saiu da água, Jesus viu o céu se abrindo e o Espírito descendo como pomba sobre ele. |
| 11. Então veio dos céus uma voz: “Tu és o meu Filho amado; de ti me agrado”. |
| 12. Logo após, o Espírito o impeliu para o deserto. |
| 13. Ali esteve quarenta dias, sendo tentado por Satanás. Estava com os animais selvagens, e os anjos o serviam. |
| 14. Depois que João foi preso, Jesus foi para a Galileia, proclamando as boas-novas de Deus. |
| 15. “O tempo é chegado”, dizia ele. “O Reino de Deus está próximo. Arrependam-se e creiam nas boas-novas!” |
| 16. Andando à beira do mar da Galileia, Jesus viu Simão e seu irmão André lançando redes ao mar, pois eram pescadores. |
| 17. E disse Jesus: “Sigam-me, e eu os farei pescadores de homens”. |
| 18. No mesmo instante eles deixaram as suas redes e o seguiram. |
| 19. Indo um pouco mais adiante, viu num barco Tiago, filho de Zebedeu, e João, seu irmão, preparando as suas redes. |
| 20. Logo os chamou, e eles o seguiram, deixando seu pai, Zebedeu, com os empregados no barco. |
| 21. Eles foram para Cafarnaum e, logo que chegou o sábado, Jesus entrou na sinagoga e começou a ensinar. |
| 22. Todos ficavam maravilhados com o seu ensino, porque lhes ensinava como alguém que tem autoridade e não como os mestres da lei. |
| 23. Justo naquele momento, na sinagoga, um homem possesso de um espírito imundo gritou: |
| 24. “O que queres conosco, Jesus de Nazaré? Vieste para nos destruir? Sei quem tu és: o Santo de Deus!” |
| 25. “Cale-se e saia dele!”, repreendeu-o Jesus. |
| 26. O espírito imundo sacudiu o homem violentamente e saiu dele gritando. |
| 27. Todos ficaram tão admirados que perguntavam uns aos outros: “O que é isto? Um novo ensino—e com autoridade! Até aos espíritos imundos ele dá ordens, e eles lhe obedecem!” |
| 28. As notícias a seu respeito se espalharam rapidamente por toda a região da Galileia. |
| 29. Logo que saíram da sinagoga, foram com Tiago e João à casa de Simão e André. |
| 30. A sogra de Simão estava de cama, com febre, e falaram a respeito dela a Jesus. |
| 31. Então ele se aproximou dela, tomou-a pela mão e ajudou-a a levantar-se. A febre a deixou, e ela começou a servi-los. |
| 32. Ao anoitecer, depois do pôr do sol, o povo levou a Jesus todos os doentes e os endemoninhados. |
| 33. Toda a cidade se reuniu à porta da casa, |
| 34. e Jesus curou muitos que sofriam de várias doenças. Também expulsou muitos demônios; não permitia, porém, que estes falassem, porque sabiam quem ele era. |
| 35. De madrugada, quando ainda estava escuro, Jesus levantou-se, saiu de casa e foi para um lugar deserto, onde ficou orando. |
| 36. Simão e seus companheiros foram procurá-lo |
| 37. e, ao encontrá-lo, disseram: “Todos estão te procurando!” |
| 38. Jesus respondeu: “Vamos para outro lugar, para os povoados vizinhos, para que também lá eu pregue. Foi para isso que eu vim”. |
| 39. Então ele percorreu toda a Galileia, pregando nas sinagogas e expulsando os demônios. |
| 40. Um leproso aproximou-se dele e suplicou-lhe de joelhos: “Se quiseres, podes purificar-me!” |
| 41. Cheio de compaixão, Jesus estendeu a mão, tocou nele e disse: “Quero. Seja purificado!” |
| 42. Imediatamente a lepra o deixou, e ele foi purificado. |
| 43. Em seguida Jesus o despediu, com uma severa advertência: |
| 44. “Olhe, não conte isso a ninguém. Mas vá mostrar-se ao sacerdote e ofereça pela sua purificação os sacrifícios que Moisés ordenou, para que sirva de testemunho”. |
| 45. Ele, porém, saiu e começou a tornar público o fato, espalhando a notícia. Por isso Jesus não podia mais entrar publicamente em nenhuma cidade, mas ficava fora, em lugares solitários. Todavia, assim mesmo vinha a ele gente de todas as partes. |
| Ester: 6 |
| 1. Naquela noite, o rei não conseguiu dormir; por isso ordenou que trouxessem o livro das crônicas do seu reinado e que o lessem para ele. |
| 2. E foi lido o registro de que Mardoqueu tinha denunciado Bigtã e Teres, dois dos oficiais do rei que guardavam a entrada do Palácio e que haviam conspirado para assassinar o rei Xerxes. |
| 3. “Que honra e reconhecimento Mardoqueu recebeu por isso?”, perguntou o rei. Seus oficiais responderam: “Nada lhe foi feito”. |
| 4. O rei perguntou: “Quem está no pátio?” Ora, Hamã havia acabado de entrar no pátio externo do palácio para pedir ao rei o enforcamento de Mardoqueu na forca que ele lhe havia preparado. |
| 5. Os oficiais do rei responderam: “É Hamã que está no pátio”. “Façam-no entrar”, ordenou o rei. |
| 6. Entrando Hamã, o rei lhe perguntou: “O que se deve fazer ao homem que o rei tem o prazer de honrar?” E Hamã pensou consigo: “A quem o rei teria prazer de honrar, senão a mim?” |
| 7. Por isso respondeu ao rei: “Ao homem que o rei tem prazer de honrar, |
| 8. ordena que tragam um manto do próprio rei e um cavalo que o rei montou, e que ele leve o brasão do rei na cabeça. |
| 9. Em seguida, sejam o manto e o cavalo confiados a alguns dos príncipes mais nobres do rei, e ponham eles o manto sobre o homem que o rei deseja honrar e o conduzam sobre o cavalo pelas ruas da cidade, proclamando diante dele: ‘Isto é o que se faz ao homem que o rei tem o prazer de honrar!’ ” |
| 10. O rei ordenou então a Hamã: “Vá depressa apanhar o manto e o cavalo e faça ao judeu Mardoqueu o que você sugeriu. Ele está sentado junto à porta do palácio real. Não omita nada do que você recomendou”. |
| 11. Então Hamã apanhou o cavalo, vestiu Mardoqueu com o manto e o conduziu sobre o cavalo pelas ruas da cidade, proclamando à frente dele: “Isto é o que se faz ao homem que o rei tem o prazer de honrar!” |
| 12. Depois disso, Mardoqueu voltou para a porta do palácio real. Hamã, porém, correu para casa com o rosto coberto, muito aborrecido |
| 13. e contou a Zeres, sua mulher, e a todos os seus amigos tudo o que lhe havia acontecido. Tanto os seus conselheiros como Zeres, sua mulher, lhe disseram: “Visto que Mardoqueu, diante de quem começou a sua queda, é de origem judaica, você não terá condições de enfrentá-lo. Sem dúvida, você ficará arruinado!” |
| 14. E, enquanto ainda conversavam, chegaram os oficiais do rei e, às pressas, levaram Hamã para o banquete que Ester havia preparado. |
Nova Versão Internacional: 29 de 365 dias