Assim diz o SENHOR: O céu é o meu trono, e a terra o escabelo dos meus pés; que casa me edificaríeis vós? E qual seria o lugar do meu descanso? Porque a minha mão fez todas estas coisas, e assim todas elas foram feitas, diz o SENHOR; mas para esse olharei, para o pobre e abatido de espírito, e que treme da minha palavra. [Isaías 66: 1-2]
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Bíblia Completa (365 dias)
Nova Versão Internacional: 223 de 365 dias
| 1 Samuel: 1 |
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| 1. Havia certo homem de Ramataim, zufita , dos montes de Efraim, chamado Elcana, filho de Jeroão, neto de Eliú e bisneto de Toú, filho do efraimita Zufe. |
| 2. Ele tinha duas mulheres: uma se chamava Ana e a outra Penina. Penina tinha filhos; Ana, porém, não tinha. |
| 3. Todos os anos esse homem subia de sua cidade a Siló para adorar e sacrificar ao SENHOR dos Exércitos. Lá, Hofni e Fineias, os dois filhos de Eli, eram sacerdotes do SENHOR. |
| 4. No dia em que Elcana oferecia sacrifícios, dava porções à sua mulher Penina e a todos os filhos e filhas dela. |
| 5. Mas a Ana dava uma porção dupla, porque a amava, apesar de o SENHOR tê-la deixado estéril. |
| 6. E porque o SENHOR a tinha deixado estéril, sua rival a provocava continuamente, a fim de irritá-la. |
| 7. Isso acontecia ano após ano. Sempre que Ana subia à casa do SENHOR, sua rival a provocava, e ela chorava e não comia. |
| 8. Elcana, seu marido, lhe perguntava: “Ana, por que você está chorando? Por que não come? Por que está triste? Será que eu não sou melhor para você do que dez filhos?” |
| 9. Certa vez quando terminou de comer e beber em Siló, estando o sacerdote Eli sentado numa cadeira junto à entrada do santuário do SENHOR, Ana se levantou |
| 10. e, com a alma amargurada, chorou muito e orou ao SENHOR. |
| 11. E fez um voto, dizendo: “Ó SENHOR dos Exércitos, se tu deres atenção à humilhação de tua serva, te lembrares de mim e não te esqueceres de tua serva, mas lhe deres um filho, então eu o dedicarei ao SENHOR por todos os dias de sua vida, e o seu cabelo e a sua barba nunca serão cortados”. |
| 12. Enquanto ela continuava a orar diante do SENHOR, Eli observava sua boca. |
| 13. Como Ana orava silenciosamente, seus lábios se mexiam, mas não se ouvia sua voz. Então Eli pensou que ela estivesse embriagada |
| 14. e lhe disse: “Até quando você continuará embriagada? Abandone o vinho!” |
| 15. Ana respondeu: “Não se trata disso, meu senhor. Sou uma mulher muito angustiada. Não bebi vinho nem bebida fermentada; eu estava derramando minha alma diante do SENHOR. |
| 16. Não julgues tua serva uma mulher vadia; estou orando aqui até agora por causa de minha grande angústia e tristeza”. |
| 17. Eli respondeu: “Vá em paz, e que o Deus de Israel conceda a você o que pediu”. |
| 18. Ela disse: “Espero que sejas benevolente para com tua serva!” Então ela seguiu seu caminho, comeu, e seu rosto já não estava mais abatido. |
| 19. Na manhã seguinte, eles se levantaram e adoraram o SENHOR; então voltaram para casa, em Ramá. Elcana teve relações com sua mulher Ana, e o SENHOR se lembrou dela. |
| 20. Assim Ana engravidou e, no devido tempo, deu à luz um filho. E deu-lhe o nome de Samuel , dizendo: “Eu o pedi ao SENHOR”. |
| 21. Quando no ano seguinte Elcana subiu com toda a família para oferecer o sacrifício anual ao SENHOR e para cumprir o seu voto, |
| 22. Ana não foi e disse a seu marido: “Depois que o menino for desmamado, eu o levarei e o apresentarei ao SENHOR, e ele morará ali para sempre”. |
| 23. Disse Elcana, seu marido: “Faça o que parecer melhor a você. Fique aqui até desmamá-lo; que o SENHOR apenas confirme a palavra dele!” Então ela ficou em casa e criou seu filho até que o desmamou. |
| 24. Depois de desmamá-lo, levou o menino, ainda pequeno, à casa do SENHOR, em Siló, com um novilho de três anos de idade, uma arroba de farinha e uma vasilha de couro cheia de vinho. |
| 25. Eles sacrificaram o novilho e levaram o menino a Eli, |
| 26. e ela lhe disse: “Meu senhor, juro por tua vida que eu sou a mulher que esteve aqui a teu lado, orando ao SENHOR. |
| 27. Era este menino que eu pedia, e o SENHOR concedeu-me o pedido. |
| 28. Por isso, agora, eu o dedico ao SENHOR. Por toda a sua vida será dedicado ao SENHOR”. E ali adorou o SENHOR. |
| Romanos: 1 |
| 1. Paulo, servo de Cristo Jesus, chamado para ser apóstolo, separado para o evangelho de Deus, |
| 2. o qual foi prometido por ele de antemão por meio dos seus profetas nas Escrituras Sagradas, |
| 3. acerca de seu Filho, que, como homem, era descendente de Davi, |
| 4. e que mediante o Espírito de santidade foi declarado Filho de Deus com poder, pela sua ressurreição dentre os mortos: Jesus Cristo, nosso Senhor. |
| 5. Por meio dele e por causa do seu nome, recebemos graça e apostolado para chamar dentre todas as nações um povo para a obediência que vem pela fé. |
| 6. E vocês também estão entre os chamados para pertencerem a Jesus Cristo. |
| 7. A todos os que em Roma são amados de Deus e chamados para serem santos: A vocês, graça e paz da parte de Deus nosso Pai e do Senhor Jesus Cristo. |
| 8. Antes de tudo, sou grato a meu Deus, mediante Jesus Cristo, por todos vocês, porque em todo o mundo está sendo anunciada a fé que vocês têm. |
| 9. Deus, a quem sirvo de todo o coração pregando o evangelho de seu Filho, é minha testemunha de como sempre me lembro de vocês |
| 10. em minhas orações; e peço que agora, finalmente, pela vontade de Deus, me seja aberto o caminho para que eu possa visitá-los. |
| 11. Anseio vê-los, a fim de compartilhar com vocês algum dom espiritual, para fortalecê-los, |
| 12. isto é, para que eu e vocês sejamos mutuamente encorajados pela fé. |
| 13. Quero que vocês saibam, irmãos, que muitas vezes planejei visitá-los, mas fui impedido até agora. Meu propósito é colher algum fruto entre vocês, assim como tenho colhido entre os demais gentios. |
| 14. Sou devedor tanto a gregos como a bárbaros , tanto a sábios como a ignorantes. |
| 15. Por isso estou disposto a pregar o evangelho também a vocês que estão em Roma. |
| 16. Não me envergonho do evangelho, porque é o poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê: primeiro do judeu, depois do grego. |
| 17. Porque no evangelho é revelada a justiça de Deus, uma justiça que do princípio ao fim é pela fé , como está escrito: “O justo viverá pela fé”. |
| 18. Portanto, a ira de Deus é revelada dos céus contra toda impiedade e injustiça dos homens que suprimem a verdade pela injustiça, |
| 19. pois o que de Deus se pode conhecer é manifesto entre eles, porque Deus lhes manifestou. |
| 20. Pois desde a criação do mundo os atributos invisíveis de Deus, seu eterno poder e sua natureza divina, têm sido vistos claramente, sendo compreendidos por meio das coisas criadas, de forma que tais homens são indesculpáveis; |
| 21. porque, tendo conhecido a Deus, não o glorificaram como Deus, nem lhe renderam graças, mas os seus pensamentos tornaram-se fúteis e o coração insensato deles obscureceu-se. |
| 22. Dizendo-se sábios, tornaram-se loucos |
| 23. e trocaram a glória do Deus imortal por imagens feitas segundo a semelhança do homem mortal, bem como de pássaros, quadrúpedes e répteis. |
| 24. Por isso Deus os entregou à impureza sexual, segundo os desejos pecaminosos do seu coração, para a degradação do seu corpo entre si. |
| 25. Trocaram a verdade de Deus pela mentira, e adoraram e serviram a coisas e seres criados, em lugar do Criador, que é bendito para sempre. Amém. |
| 26. Por causa disso Deus os entregou a paixões vergonhosas. Até suas mulheres trocaram suas relações sexuais naturais por outras, contrárias à natureza. |
| 27. Da mesma forma, os homens também abandonaram as relações naturais com as mulheres e se inflamaram de paixão uns pelos outros. Começaram a cometer atos indecentes, homens com homens, e receberam em si mesmos o castigo merecido pela sua perversão. |
| 28. Além do mais, visto que desprezaram o conhecimento de Deus, ele os entregou a uma disposição mental reprovável, para praticarem o que não deviam. |
| 29. Tornaram-se cheios de toda sorte de injustiça, maldade, ganância e depravação. Estão cheios de inveja, homicídio, rivalidades, engano e malícia. São bisbilhoteiros, |
| 30. caluniadores, inimigos de Deus, insolentes, arrogantes e presunçosos; inventam maneiras de praticar o mal; desobedecem a seus pais; |
| 31. são insensatos, desleais, sem amor pela família, implacáveis. |
| 32. Embora conheçam o justo decreto de Deus, de que as pessoas que praticam tais coisas merecem a morte, não somente continuam a praticá-las, mas também aprovam aqueles que as praticam. |
| Jeremias: 39 |
| 1. Foi assim que Jerusalém foi tomada: no nono ano do reinado de Zedequias, rei de Judá, no décimo mês, Nabucodonosor, rei da Babilônia, marchou contra Jerusalém com todo seu exército e a sitiou. |
| 2. E, no nono dia do quarto mês do décimo primeiro ano do reinado de Zedequias, o muro da cidade foi rompido. |
| 3. Então todos os oficiais do rei da Babilônia vieram e se assentaram junto à porta do Meio: Nergal-Sarezer de Sangar, Nebo-Sarsequim, um dos chefes dos oficiais, Nergal-Sarezer, um alto oficial, e todos os outros oficiais do rei da Babilônia. |
| 4. Quando Zedequias, rei de Judá, e todos os soldados os viram, fugiram e saíram da cidade, à noite, na direção do jardim real, pela porta entre os dois muros; e foram para a Arabá. |
| 5. Mas o exército babilônio os perseguiu e alcançou Zedequias na planície de Jericó. Eles o capturaram e o levaram a Nabucodonosor, rei da Babilônia, em Ribla, na terra de Hamate, que o sentenciou. |
| 6. Em Ribla, o rei da Babilônia mandou executar os filhos de Zedequias diante dos seus olhos e também matou todos os nobres de Judá. |
| 7. Mandou furar os olhos de Zedequias e prendê-lo com correntes de bronze para levá-lo para a Babilônia. |
| 8. Os babilônios incendiaram o palácio real e as casas do povo e derrubaram os muros de Jerusalém. |
| 9. Nebuzaradã, o comandante da guarda imperial, deportou para a Babilônia o povo que restou na cidade, junto com aqueles que tinham se rendido a ele, e o restante dos artesãos. |
| 10. Somente alguns dos mais pobres do povo, que nada tinham, Nebuzaradã deixou para trás em Judá. E, naquela ocasião, ele lhes deu vinhas e campos. |
| 11. Mas Nabucodonosor, rei da Babilônia, deu ordens a respeito de Jeremias a Nebuzaradã: |
| 12. “Vá buscá-lo e cuide bem dele; não o maltrate, mas faça o que ele pedir”. |
| 13. Então Nebuzaradã, o comandante da guarda imperial, Nebusazbã, um dos chefes dos oficiais, Nergal-Sarezer, um alto oficial, e todos os outros oficiais do rei da Babilônia |
| 14. mandaram tirar Jeremias do pátio da guarda e o entregaram a Gedalias, filho de Aicam, filho de Safã, para que o levasse à residência do governador. Assim, Jeremias permaneceu no meio do seu povo. |
| 15. Enquanto Jeremias esteve preso no pátio da guarda, o SENHOR lhe dirigiu a palavra: |
| 16. “Vá dizer a Ebede-Meleque, o etíope: Assim diz o SENHOR dos Exércitos, Deus de Israel: Estou prestes a cumprir as minhas advertências contra esta cidade, com desgraça e não com prosperidade. Naquele dia, elas se cumprirão diante dos seus olhos. |
| 17. Mas eu o resgatarei naquele dia”, declara o SENHOR; “você não será entregue nas mãos daqueles a quem teme. |
| 18. Eu certamente o resgatarei; você não morrerá à espada, mas escapará com vida, porque você confia em mim”, declara o SENHOR. |
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