Assim diz o SENHOR: O céu é o meu trono, e a terra o escabelo dos meus pés; que casa me edificaríeis vós? E qual seria o lugar do meu descanso? Porque a minha mão fez todas estas coisas, e assim todas elas foram feitas, diz o SENHOR; mas para esse olharei, para o pobre e abatido de espírito, e que treme da minha palavra. [Isaías 66: 1-2]
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Bíblia Completa (365 dias)
Nova Versão Internacional: 213 de 365 dias
| Juízes: 15 |
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| 1. Algum tempo depois, na época da colheita do trigo, Sansão foi visitar a sua mulher e levou-lhe um cabrito. “Vou ao quarto da minha mulher”, disse ele. Mas o pai dela não quis deixá-lo entrar. |
| 2. “Eu estava tão certo de que você a odiava”, disse ele, “que a dei ao seu amigo. A sua irmã mais nova não é mais bonita? Fique com ela no lugar da irmã”. |
| 3. Sansão lhes disse: “Desta vez ninguém poderá me culpar quando eu acertar as contas com os filisteus!” |
| 4. Então saiu, capturou trezentas raposas e as amarrou aos pares pela cauda. Depois prendeu uma tocha em cada par de caudas, |
| 5. acendeu as tochas e soltou as raposas no meio das plantações dos filisteus. Assim ele queimou os feixes, o cereal que iam colher e também as vinhas e os olivais. |
| 6. Os filisteus perguntaram: “Quem fez isso?” Responderam-lhes: “Foi Sansão, o genro do timnita, porque a sua mulher foi dada ao seu amigo”. Então os filisteus foram e queimaram a mulher e seu pai. |
| 7. Sansão lhes disse: “Já que fizeram isso, não sossegarei enquanto não me vingar de vocês”. |
| 8. Ele os atacou sem dó nem piedade e fez terrível matança. Depois desceu e ficou numa caverna da rocha de Etã. |
| 9. Os filisteus foram para Judá e lá acamparam, espalhando-se pelas proximidades de Leí. |
| 10. Os homens de Judá perguntaram: “Por que vocês vieram lutar contra nós?” Eles responderam: “Queremos levar Sansão amarrado, para tratá-lo como ele nos tratou”. |
| 11. Três mil homens de Judá desceram então à caverna da rocha de Etã e disseram a Sansão: “Você não sabe que os filisteus dominam sobre nós? Você viu o que nos fez?” Ele respondeu: “Fiz a eles apenas o que eles me fizeram”. |
| 12. Disseram-lhe: “Viemos amarrá-lo para entregá-lo aos filisteus”. Sansão disse: “Jurem-me que vocês mesmos não me matarão”. |
| 13. “Certamente que não!”, responderam. “Somente vamos amarrá-lo e entregá-lo nas mãos deles. Não o mataremos.” E o prenderam com duas cordas novas e o fizeram sair da rocha. |
| 14. Quando ia chegando a Leí, os filisteus foram ao encontro dele aos gritos. Mas o Espírito do SENHOR apossou-se dele. As cordas em seus braços se tornaram como fibra de linho queimada, e os laços caíram das suas mãos. |
| 15. Encontrando a carcaça de um jumento, pegou a queixada e com ela matou mil homens. |
| 16. Disse ele então: “Com uma queixada de jumento fiz deles montões. Com uma queixada de jumento matei mil homens”. |
| 17. Quando acabou de falar, jogou fora a queixada; e o local foi chamado Ramate-Leí. |
| 18. Sansão estava com muita sede e clamou ao SENHOR: “Deste pela mão de teu servo esta grande vitória. Morrerei eu agora de sede para cair nas mãos dos incircuncisos?” |
| 19. Deus então abriu a rocha que há em Leí, e dela saiu água. Sansão bebeu, suas forças voltaram, e ele recobrou o ânimo. Por esse motivo essa fonte foi chamada En-Hacoré , e ainda lá está, em Leí. |
| 20. Sansão liderou Israel durante vinte anos, no tempo do domínio dos filisteus. |
| Atos: 19 |
| 1. Enquanto Apolo estava em Corinto, Paulo, atravessando as regiões altas, chegou a Éfeso. Ali encontrou alguns discípulos |
| 2. e lhes perguntou: “Vocês receberam o Espírito Santo quando creram?” Eles responderam: “Não, nem sequer ouvimos que existe o Espírito Santo”. |
| 3. “Então, que batismo vocês receberam?”, perguntou Paulo. “O batismo de João”, responderam eles. |
| 4. Disse Paulo: “O batismo de João foi um batismo de arrependimento. Ele dizia ao povo que cresse naquele que viria depois dele, isto é, em Jesus”. |
| 5. Ouvindo isso, eles foram batizados no nome do Senhor Jesus. |
| 6. Quando Paulo lhes impôs as mãos, veio sobre eles o Espírito Santo, e começaram a falar em línguas e a profetizar. |
| 7. Eram ao todo uns doze homens. |
| 8. Paulo entrou na sinagoga e ali falou com liberdade durante três meses, argumentando convincentemente acerca do Reino de Deus. |
| 9. Mas alguns deles se endureceram e se recusaram a crer, e começaram a falar mal do Caminho diante da multidão. Paulo, então, afastou-se deles. Tomando consigo os discípulos, passou a ensinar diariamente na escola de Tirano. |
| 10. Isso continuou por dois anos, de forma que todos os judeus e os gregos que viviam na província da Ásia ouviram a palavra do Senhor. |
| 11. Deus fazia milagres extraordinários por meio de Paulo, |
| 12. de modo que até lenços e aventais que Paulo usava eram levados e colocados sobre os enfermos. Estes eram curados de suas doenças, e os espíritos malignos saíam deles. |
| 13. Alguns judeus que andavam expulsando espíritos malignos tentaram invocar o nome do Senhor Jesus sobre os endemoninhados, dizendo: “Em nome de Jesus, a quem Paulo prega, eu ordeno que saiam!” |
| 14. Os que estavam fazendo isso eram os sete filhos de Ceva, um dos chefes dos sacerdotes dos judeus. |
| 15. Um dia, o espírito maligno lhes respondeu: “Jesus, eu conheço, Paulo, eu sei quem é; mas vocês, quem são?” |
| 16. Então o endemoninhado saltou sobre eles e os dominou, espancando-os com tamanha violência que eles fugiram da casa nus e feridos. |
| 17. Quando isso se tornou conhecido de todos os judeus e gregos que viviam em Éfeso, todos eles foram tomados de temor; e o nome do Senhor Jesus era engrandecido. |
| 18. Muitos dos que creram vinham, e confessavam, e declaravam abertamente suas más obras. |
| 19. Grande número dos que tinham praticado ocultismo reuniram seus livros e os queimaram publicamente. Calculado o valor total, este chegou a cinquenta mil dracmas. |
| 20. Dessa maneira a palavra do Senhor muito se difundia e se fortalecia. |
| 21. Depois dessas coisas, Paulo decidiu no espírito ir a Jerusalém, passando pela Macedônia e pela Acaia. Ele dizia: “Depois de haver estado ali, é necessário também que eu vá visitar Roma”. |
| 22. Então enviou à Macedônia dois dos seus auxiliares, Timóteo e Erasto, e permaneceu mais um pouco na província da Ásia. |
| 23. Naquele tempo houve um grande tumulto por causa do Caminho. |
| 24. Um ourives chamado Demétrio, que fazia miniaturas de prata do templo de Ártemis e que dava muito lucro aos artífices, |
| 25. reuniu-os com os trabalhadores dessa profissão e disse: “Senhores, vocês sabem que temos uma boa fonte de lucro nesta atividade |
| 26. e estão vendo e ouvindo como este indivíduo, Paulo, está convencendo e desviando grande número de pessoas aqui em Éfeso e em quase toda a província da Ásia. Diz ele que deuses feitos por mãos humanas não são deuses. |
| 27. Não somente há o perigo de nossa profissão perder sua reputação, mas também de o templo da grande deusa Ártemis cair em descrédito e de a própria deusa, adorada em toda a província da Ásia e em todo o mundo, ser destituída de sua majestade divina”. |
| 28. Ao ouvirem isso, eles ficaram furiosos e começaram a gritar: “Grande é a Ártemis dos efésios!” |
| 29. Em pouco tempo a cidade toda estava em tumulto. O povo foi às pressas para o teatro, arrastando os companheiros de viagem de Paulo, os macedônios Gaio e Aristarco. |
| 30. Paulo queria apresentar-se à multidão, mas os discípulos não o permitiram. |
| 31. Alguns amigos de Paulo dentre as autoridades da província chegaram a mandar-lhe um recado, pedindo-lhe que não se arriscasse a ir ao teatro. |
| 32. A assembleia estava em confusão: uns gritavam uma coisa, outros gritavam outra. A maior parte do povo nem sabia por que estava ali. |
| 33. Alguns da multidão julgaram que Alexandre era a causa do tumulto, quando os judeus o empurraram para a frente. Ele fez sinal pedindo silêncio, com a intenção de fazer sua defesa diante do povo. |
| 34. Mas, quando ficaram sabendo que ele era judeu, todos gritaram a uma só voz durante cerca de duas horas: “Grande é a Ártemis dos efésios!” |
| 35. O escrivão da cidade acalmou a multidão e disse: “Efésios, quem não sabe que a cidade de Éfeso é a guardiã do templo da grande Ártemis e da sua imagem que caiu do céu? |
| 36. Portanto, visto que estes fatos são inegáveis, acalmem-se e não façam nada precipitadamente. |
| 37. Vocês trouxeram estes homens aqui, embora eles não tenham roubado templos nem blasfemado contra a nossa deusa. |
| 38. Se Demétrio e seus companheiros de profissão têm alguma queixa contra alguém, os tribunais estão abertos, e há procônsules. Eles que apresentem suas queixas ali. |
| 39. Se há mais alguma coisa que vocês desejam apresentar, isso será decidido em assembleia, conforme a lei. |
| 40. Da maneira como está, corremos o perigo de sermos acusados de perturbar a ordem pública por causa dos acontecimentos de hoje. Nesse caso, não seríamos capazes de justificar este tumulto, visto que não há razão para tal”. |
| 41. E, tendo dito isso, encerrou a assembleia. |
| Jeremias: 28 |
| 1. No quinto mês daquele mesmo ano, o quarto ano, no início do reinado de Zedequias, rei de Judá, Hananias, filho de Azur, profeta natural de Gibeom, disse-me no templo do SENHOR, na presença dos sacerdotes e de todo o povo: |
| 2. “Assim diz o SENHOR dos Exércitos, Deus de Israel: ‘Quebrarei o jugo do rei da Babilônia. |
| 3. Em dois anos trarei de volta a este lugar todos os utensílios do templo do SENHOR que Nabucodonosor, rei da Babilônia, tirou daqui e levou para a Babilônia. |
| 4. Também trarei de volta para este lugar Joaquim, filho de Jeoaquim, rei de Judá, e todos os exilados de Judá que foram para a Babilônia’, diz o SENHOR, ‘pois quebrarei o jugo do rei da Babilônia’ ”. |
| 5. Mas o profeta Jeremias respondeu ao profeta Hananias diante dos sacerdotes e de todo o povo que estava no templo do SENHOR: |
| 6. “Amém! Que assim faça o SENHOR! Que o SENHOR cumpra as palavras que você profetizou, trazendo os utensílios do templo do SENHOR e todos os exilados da Babilônia para este lugar. |
| 7. Entretanto, ouça o que tenho a dizer a você e a todo o povo: |
| 8. Os profetas que precederam a você e a mim, desde os tempos antigos, profetizaram guerra, desgraça e peste contra muitas nações e grandes reinos. |
| 9. Mas o profeta que profetiza prosperidade será reconhecido como verdadeiro enviado do SENHOR se aquilo que profetizou se realizar”. |
| 10. Então o profeta Hananias tirou o jugo do pescoço de Jeremias e o quebrou |
| 11. e disse diante de todo o povo: “Assim diz o SENHOR: ‘É deste modo que quebrarei o jugo de Nabucodonosor, rei da Babilônia, e o tirarei do pescoço de todas as nações no prazo de dois anos’ ”. Diante disso, o profeta Jeremias retirou-se. |
| 12. Depois que o profeta Hananias quebrou o jugo do pescoço do profeta Jeremias, o SENHOR dirigiu a palavra a Jeremias: |
| 13. “Vá dizer a Hananias: Assim diz o SENHOR: Você quebrou um jugo de madeira, mas em seu lugar você fará um jugo de ferro. |
| 14. Assim diz o SENHOR dos Exércitos, o Deus de Israel: Porei um jugo sobre o pescoço de todas essas nações, para fazê-las sujeitas a Nabucodonosor, rei da Babilônia, e elas se sujeitarão a ele. Até mesmo os animais selvagens estarão sujeitos a ele”. |
| 15. Disse, pois, o profeta Jeremias ao profeta Hananias: “Escute, Hananias! O SENHOR não o enviou, mas assim mesmo você persuadiu esta nação a confiar em mentiras. |
| 16. Por isso, assim diz o SENHOR: ‘Vou tirá-lo da face da terra. Este ano você morrerá, porque pregou rebelião contra o SENHOR’ ”. |
| 17. E o profeta Hananias morreu no sétimo mês daquele mesmo ano. |
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