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Assim diz o SENHOR: O céu é o meu trono, e a terra o escabelo dos meus pés; que casa me edificaríeis vós? E qual seria o lugar do meu descanso? Porque a minha mão fez todas estas coisas, e assim todas elas foram feitas, diz o SENHOR; mas para esse olharei, para o pobre e abatido de espírito, e que treme da minha palavra. [Isaías 66: 1-2]

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Bíblia Completa (365 dias)

Nova Versão Internacional: 201 de 365 dias

Juízes: 3
1. São estas as nações que o SENHOR deixou para pôr à prova todos os israelitas que não tinham visto nenhuma das guerras em Canaã
2. (fez isso apenas para treinar na guerra os descendentes dos israelitas, pois não tinham tido experiência anterior de combate):
3. os cinco governantes dos filisteus, todos os cananeus, os sidônios e os heveus que viviam nos montes do Líbano, desde o monte Baal-Hermom até Lebo-Hamate.
4. Essas nações foram deixadas para que por elas os israelitas fossem postos à prova, se obedeceriam aos mandamentos que o SENHOR dera aos seus antepassados por meio de Moisés.
5. Os israelitas viviam entre os cananeus, os hititas, os amorreus, os ferezeus, os heveus e os jebuseus.
6. Tomaram as filhas deles em casamento e deram suas filhas aos filhos deles, e prestaram culto aos deuses deles.
7. Os israelitas fizeram o que o SENHOR reprova, pois se esqueceram do SENHOR, o seu Deus, e prestaram culto aos baalins e a Aserá.
8. Acendeu-se a ira do SENHOR de tal forma contra Israel que ele os entregou nas mãos de Cuchã-Risataim, rei da Mesopotâmia , por quem os israelitas foram subjugados durante oito anos.
9. Mas, quando clamaram ao SENHOR, ele lhes levantou um libertador, Otoniel, filho de Quenaz, o irmão mais novo de Calebe, que os libertou.
10. O Espírito do SENHOR veio sobre ele, de modo que liderou Israel e foi à guerra. O SENHOR entregou Cuchã-Risataim, rei da Mesopotâmia, nas mãos de Otoniel, que prevaleceu contra ele.
11. E a terra teve paz durante quarenta anos, até a morte de Otoniel, filho de Quenaz.
12. Mais uma vez os israelitas fizeram o que o SENHOR reprova, e por isso o SENHOR deu a Eglom, rei de Moabe, poder sobre Israel.
13. Conseguindo uma aliança com os amonitas e com os amalequitas, Eglom veio e derrotou Israel e conquistou a Cidade das Palmeiras.
14. Os israelitas ficaram sob o domínio de Eglom, rei de Moabe, durante dezoito anos.
15. Novamente os israelitas clamaram ao SENHOR, que lhes deu um libertador chamado Eúde, homem canhoto, filho do benjamita Gera. Os israelitas o enviaram com o pagamento de tributos a Eglom, rei de Moabe.
16. Eúde havia feito uma espada de dois gumes, de quarenta e cinco centímetros de comprimento, e a tinha amarrado na coxa direita, debaixo da roupa.
17. Ele entregou o tributo a Eglom, rei de Moabe, homem muito gordo.
18. Em seguida, Eúde mandou embora os carregadores.
19. Junto aos ídolos que estão perto de Gilgal, ele voltou e disse: “Tenho uma mensagem secreta para ti, ó rei”. O rei respondeu: “Calado!” E todos os seus auxiliares saíram de sua presença.
20. Eúde aproximou-se do rei, que estava sentado sozinho na sala superior do palácio de verão, e repetiu: “Tenho uma mensagem de Deus para ti”. Quando o rei se levantou do trono,
21. Eúde estendeu a mão esquerda, apanhou a espada de sua coxa direita e cravou-a na barriga do rei.
22. Até o cabo penetrou com a lâmina; e, como não tirou a espada, a gordura se fechou sobre ela.
23. Então Eúde saiu para o pórtico, depois de fechar e trancar as portas da sala atrás de si.
24. Depois que ele saiu, vieram os servos e encontraram trancadas as portas da sala superior, e disseram: “Ele deve estar fazendo suas necessidades em seu cômodo privativo”.
25. Cansaram-se de esperar e, como ele não abria a porta da sala, pegaram a chave e a abriram. E lá estava o seu senhor, caído no chão, morto!
26. Enquanto esperavam, Eúde escapou. Passou pelos ídolos e fugiu para Seirá.
27. Quando chegou, tocou a trombeta nos montes de Efraim, e os israelitas desceram dos montes, com ele à sua frente.
28. “Sigam-me”, ordenou, “pois o SENHOR entregou Moabe, o inimigo de vocês, em suas mãos.” Eles o seguiram, tomaram posse do lugar de passagem do Jordão que levava a Moabe e não deixaram ninguém atravessar o rio.
29. Naquela ocasião, mataram cerca de dez mil moabitas, todos eles fortes e vigorosos; nem um só homem escapou.
30. Naquele dia, Moabe foi subjugado por Israel, e a terra teve paz durante oitenta anos.
31. Depois de Eúde veio Sangar, filho de Anate, que matou seiscentos filisteus com uma aguilhada de bois. Ele também libertou Israel.
Atos: 7
1. Então o sumo sacerdote perguntou a Estêvão: “São verdadeiras estas acusações?”
2. A isso ele respondeu: “Irmãos e pais, ouçam-me! O Deus glorioso apareceu a Abraão, nosso pai, estando ele ainda na Mesopotâmia, antes de morar em Harã, e lhe disse:
3. ‘Saia da sua terra e do meio dos seus parentes e vá para a terra que eu lhe mostrarei’.
4. “Então ele saiu da terra dos caldeus e se estabeleceu em Harã. Depois da morte de seu pai, Deus o trouxe a esta terra, onde vocês agora vivem.
5. Deus não lhe deu nenhuma herança aqui, nem mesmo o espaço de um pé. Mas lhe prometeu que ele e, depois dele, seus descendentes, possuiriam a terra, embora, naquele tempo, Abraão não tivesse filhos.
6. Deus lhe falou desta forma: ‘Seus descendentes serão peregrinos numa terra estrangeira, e serão escravizados e maltratados por quatrocentos anos.
7. Mas eu castigarei a nação a quem servirão como escravos, e depois sairão dali e me adorarão neste lugar’.
8. E deu a Abraão a aliança da circuncisão. Por isso, Abraão gerou Isaque e o circuncidou oito dias depois do seu nascimento. Mais tarde, Isaque gerou Jacó, e este os doze patriarcas.
9. “Os patriarcas, tendo inveja de José, venderam-no como escravo para o Egito. Mas Deus estava com ele
10. e o libertou de todas as suas tribulações, dando a José favor e sabedoria diante do faraó, rei do Egito; este o tornou governador do Egito e de todo o seu palácio.
11. “Depois houve fome em todo o Egito e em Canaã, trazendo grande sofrimento, e os nossos antepassados não encontravam alimento.
12. Ouvindo que havia trigo no Egito, Jacó enviou nossos antepassados em sua primeira viagem.
13. Na segunda viagem deles, José fez-se reconhecer por seus irmãos, e o faraó pôde conhecer a família de José.
14. Depois disso, José mandou buscar seu pai, Jacó, e toda a sua família, que eram setenta e cinco pessoas.
15. Então Jacó desceu ao Egito, onde faleceram ele e os nossos antepassados.
16. Seus corpos foram levados de volta a Siquém e colocados no túmulo que Abraão havia comprado ali dos filhos de Hamor, por certa quantia.
17. “Ao se aproximar o tempo em que Deus cumpriria sua promessa a Abraão, aumentou muito o número do nosso povo no Egito.
18. Então outro rei, que nada sabia a respeito de José, passou a governar o Egito.
19. Ele agiu traiçoeiramente para com o nosso povo e oprimiu os nossos antepassados, obrigando-os a abandonar os seus recém-nascidos, para que não sobrevivessem.
20. “Naquele tempo nasceu Moisés, que era um menino extraordinário. Por três meses ele foi criado na casa de seu pai.
21. Quando foi abandonado, a filha do faraó o tomou e o criou como seu próprio filho.
22. Moisés foi educado em toda a sabedoria dos egípcios e veio a ser poderoso em palavras e obras.
23. “Ao completar quarenta anos, Moisés decidiu visitar seus irmãos israelitas.
24. Ao ver um deles sendo maltratado por um egípcio, saiu em defesa do oprimido e o vingou, matando o egípcio.
25. Ele pensava que seus irmãos compreenderiam que Deus o estava usando para salvá-los, mas eles não o compreenderam.
26. No dia seguinte, Moisés dirigiu-se a dois israelitas que estavam brigando, e tentou reconciliá-los, dizendo: ‘Homens, vocês são irmãos; por que ferem um ao outro?’
27. “Mas o homem que maltratava o outro empurrou Moisés e disse: ‘Quem o nomeou líder e juiz sobre nós?
28. Quer matar-me como matou o egípcio ontem?’
29. Ouvindo isso, Moisés fugiu para Midiã, onde ficou morando como estrangeiro e teve dois filhos.
30. “Passados quarenta anos, apareceu a Moisés um anjo nas labaredas de uma sarça em chamas no deserto, perto do monte Sinai.
31. Vendo aquilo, ficou atônito. E, aproximando-se para observar, ouviu a voz do Senhor:
32. ‘Eu sou o Deus dos seus antepassados, o Deus de Abraão, o Deus de Isaque e o Deus de Jacó’. Moisés, tremendo de medo, não ousava olhar.
33. “Então o Senhor lhe disse: ‘Tire as sandálias dos pés, porque o lugar em que você está é terra santa.
34. De fato tenho visto a opressão sobre o meu povo no Egito. Ouvi seus gemidos e desci para livrá-lo. Venha agora, e eu o enviarei de volta ao Egito’.
35. “Este é o mesmo Moisés que tinham rejeitado com estas palavras: ‘Quem o nomeou líder e juiz?’ Ele foi enviado pelo próprio Deus para ser líder e libertador deles, por meio do anjo que lhe tinha aparecido na sarça.
36. Ele os tirou de lá, fazendo maravilhas e sinais no Egito, no mar Vermelho e no deserto durante quarenta anos.
37. “Este é aquele Moisés que disse aos israelitas: ‘Deus levantará dentre seus irmãos um profeta como eu’.
38. Ele estava na congregação, no deserto, com o anjo que lhe falava no monte Sinai e com os nossos antepassados, e recebeu palavras vivas, para transmiti-las a nós.
39. “Mas nossos antepassados se recusaram a obedecer-lhe; ao contrário, rejeitaram-no e em seu coração voltaram para o Egito.
40. Disseram a Arão: ‘Faça para nós deuses que nos conduzam, pois a esse Moisés que nos tirou do Egito, não sabemos o que lhe aconteceu!’
41. Naquela ocasião fizeram um ídolo em forma de bezerro. Trouxeram-lhe sacrifícios e fizeram uma celebração em honra ao que suas mãos tinham feito.
42. Mas Deus afastou-se deles e os entregou à adoração dos astros, conforme o que foi escrito no livro dos profetas: “ ‘Foi a mim que vocês apresentaram sacrifícios e ofertas durante os quarenta anos no deserto, ó nação de Israel?
43. Em vez disso, levantaram o santuário de Moloque e a estrela do seu deus Renfã, ídolos que vocês fizeram para adorar! Portanto, eu os enviarei para o exílio, para além da Babilônia’.
44. “No deserto os nossos antepassados tinham o tabernáculo da aliança, que fora feito segundo a ordem de Deus a Moisés, de acordo com o modelo que ele tinha visto.
45. Tendo recebido o tabernáculo, nossos antepassados o levaram, sob a liderança de Josué, quando tomaram a terra das nações que Deus expulsou de diante deles. Esse tabernáculo permaneceu nesta terra até a época de Davi,
46. que encontrou graça diante de Deus e pediu que ele lhe permitisse providenciar uma habitação para o Deus de Jacó.
47. Mas foi Salomão quem lhe construiu a casa.
48. “Todavia, o Altíssimo não habita em casas feitas por homens. Como diz o profeta:
49. “ ‘O céu é o meu trono; a terra, o estrado dos meus pés. Que espécie de casa vocês me edificarão? diz o Senhor, ou, onde seria meu lugar de descanso?
50. Não foram as minhas mãos que fizeram todas estas coisas?’
51. “Povo rebelde, obstinado de coração e de ouvidos! Vocês são iguais aos seus antepassados: sempre resistem ao Espírito Santo!
52. Qual dos profetas os seus antepassados não perseguiram? Eles mataram aqueles que prediziam a vinda do Justo, de quem agora vocês se tornaram traidores e assassinos—
53. vocês, que receberam a Lei por intermédio de anjos, mas não lhe obedeceram”.
54. Ouvindo isso, ficaram furiosos e rangeram os dentes contra ele.
55. Mas Estêvão, cheio do Espírito Santo, levantou os olhos para o céu e viu a glória de Deus, e Jesus em pé, à direita de Deus,
56. e disse: “Vejo os céus abertos e o Filho do homem em pé, à direita de Deus”.
57. Mas eles taparam os ouvidos e, dando fortes gritos, lançaram-se todos juntos contra ele,
58. arrastaram-no para fora da cidade e começaram a apedrejá-lo. As testemunhas deixaram seus mantos aos pés de um jovem chamado Saulo.
59. Enquanto apedrejavam Estêvão, este orava: “Senhor Jesus, recebe o meu espírito”.
60. Então caiu de joelhos e bradou: “Senhor, não os consideres culpados deste pecado”. E, tendo dito isso, adormeceu.
Jeremias: 16
1. Então o SENHOR me dirigiu a palavra, dizendo:
2. “Não se case nem tenha filhos ou filhas neste lugar”;
3. porque assim diz o SENHOR a respeito dos filhos e filhas nascidos nesta terra e a respeito das mulheres que forem suas mães e dos homens que forem seus pais:
4. “Eles morrerão de doenças graves; ninguém pranteará por eles; não serão sepultados, mas servirão de esterco para o solo. Perecerão pela espada e pela fome, e os seus cadáveres serão o alimento das aves e dos animais”.
5. Porque assim diz o SENHOR: “Não entre numa casa onde há luto; não vá prantear nem apresentar condolências, porque retirei a minha paz, o meu amor leal e a minha compaixão deste povo”, declara o SENHOR.
6. “Tanto grandes como pequenos morrerão nesta terra; não serão sepultados nem se pranteará por eles; não se farão incisões nem se rapará a cabeça por causa deles.
7. Ninguém oferecerá comida para fortalecer os que pranteiam pelos mortos; ninguém dará de beber do cálice da consolação nem mesmo pelo pai ou pela mãe.
8. “Não entre numa casa em que há um banquete, para se assentar com eles a fim de comer e beber”.
9. Porque assim diz o SENHOR dos Exércitos, o Deus de Israel: “Farei cessar neste lugar, diante dos olhos de vocês e durante a vida de vocês, a voz de júbilo e a voz de alegria, a voz do noivo e a voz da noiva.
10. “Quando você falar todas essas coisas a este povo e eles perguntarem a você: ‘Por que o SENHOR determinou uma desgraça tão terrível contra nós? Que delito ou pecado cometemos contra o SENHOR, contra o nosso Deus?’,
11. diga-lhes: Foi porque os seus antepassados me abandonaram”, diz o SENHOR, “e seguiram outros deuses, aos quais prestaram culto e adoraram. Eles me abandonaram e não obedeceram à minha lei.
12. Mas vocês têm feito coisas piores do que os seus antepassados: cada um segue a rebeldia do seu coração mau, em vez de obedecer-me.
13. Por isso eu os lançarei fora desta terra, para uma terra que vocês e os seus antepassados desconhecem; lá vocês servirão a outros deuses dia e noite, pois não terei misericórdia de vocês.
14. “Contudo, vêm dias”, declara o SENHOR, “quando já não mais se dirá: ‘Juro pelo nome do SENHOR, que trouxe os israelitas do Egito’.
15. Antes dirão: ‘Juro pelo nome do SENHOR, que trouxe os israelitas do norte e de todos os países para onde ele os havia expulsado’. Eu os conduzirei de volta para a sua terra, terra que dei aos seus antepassados.
16. “Mas agora mandarei chamar muitos pescadores”, declara o SENHOR, “e eles os pescarão. Depois disso mandarei chamar muitos caçadores, e eles os caçarão em cada monte e colina e nas fendas das rochas.
17. Os meus olhos veem todos os seus caminhos; eles não estão escondidos de mim, nem a sua iniquidade está oculta aos meus olhos.
18. Eu lhes retribuirei em dobro pela sua impiedade e pelo seu pecado, porque contaminaram a minha terra com as carcaças de seus ídolos detestáveis e encheram a minha herança com as suas abominações”.
19. SENHOR, minha força e minha fortaleza, meu abrigo seguro na hora da adversidade, a ti virão as nações desde os confins da terra e dirão: “Nossos antepassados possuíam deuses falsos, ídolos inúteis, que não lhes fizeram bem algum.
20. Pode o homem mortal fazer os seus próprios deuses? Sim, mas estes não seriam deuses!”
21. “Portanto eu lhes ensinarei; desta vez eu lhes ensinarei sobre o meu poder e sobre a minha força. Então saberão que o meu nome é SENHOR.

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