Assim diz o SENHOR: O céu é o meu trono, e a terra o escabelo dos meus pés; que casa me edificaríeis vós? E qual seria o lugar do meu descanso? Porque a minha mão fez todas estas coisas, e assim todas elas foram feitas, diz o SENHOR; mas para esse olharei, para o pobre e abatido de espírito, e que treme da minha palavra. [Isaías 66: 1-2]
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Bíblia Completa (365 dias)
Nova Versão Internacional: 111 de 365 dias
| Levítico: 25 |
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| 1. Então disse o SENHOR a Moisés no monte Sinai: |
| 2. “Diga o seguinte aos israelitas: Quando entrarem na terra que dou a vocês, a própria terra guardará um sábado para o SENHOR. |
| 3. Durante seis anos semeiem as suas lavouras, aparem as suas vinhas e façam a colheita de suas plantações. |
| 4. Mas no sétimo ano a terra terá um sábado de descanso, um sábado dedicado ao SENHOR. Não semeiem as suas lavouras nem aparem as suas vinhas. |
| 5. Não colham o que crescer por si, nem colham as uvas das suas vinhas, que não serão podadas. A terra terá um ano de descanso. |
| 6. Vocês se sustentarão do que a terra produzir no ano de descanso, você, o seu escravo, a sua escrava, o trabalhador contratado e o residente temporário que vive entre vocês, |
| 7. bem como os seus rebanhos e os animais selvagens de sua terra. Tudo o que a terra produzir poderá ser comido. |
| 8. “Contem sete semanas de anos, sete vezes sete anos; essas sete semanas de anos totalizam quarenta e nove anos. |
| 9. Então façam soar a trombeta no décimo dia do sétimo mês; no Dia da Expiação façam soar a trombeta por toda a terra de vocês. |
| 10. Consagrem o quinquagésimo ano e proclamem libertação por toda a terra a todos os seus moradores. Este será um ano de jubileu, quando cada um de vocês voltará para a propriedade da sua família e para o seu próprio clã. |
| 11. O quinquagésimo ano será jubileu; não semeiem e não ceifem o que cresce por si mesmo nem colham das vinhas não podadas. |
| 12. É jubileu e será santo a vocês; comam apenas o que a terra produzir. |
| 13. “Nesse ano do Jubileu cada um de vocês voltará para a sua propriedade. |
| 14. “Se vocês venderem alguma propriedade ao seu próximo ou se comprarem alguma propriedade dele, não explorem o seu irmão. |
| 15. O que comprarem do seu próximo será avaliado com base no número de anos desde o Jubileu. E ele fará a venda com base no número de anos que restam de colheitas. |
| 16. Quando os anos forem muitos, vocês deverão aumentar o preço, mas, quando forem poucos, deverão diminuir o preço, pois o que ele está lhes vendendo é o número de colheitas. |
| 17. Não explorem um ao outro, mas temam o Deus de vocês. Eu sou o SENHOR, o Deus de vocês. |
| 18. “Pratiquem os meus decretos e obedeçam às minhas ordenanças, e vocês viverão com segurança na terra. |
| 19. Então a terra dará o seu fruto, e vocês comerão até fartar-se e ali viverão em segurança. |
| 20. Vocês poderão perguntar: ‘Que iremos comer no sétimo ano, se não plantarmos nem fizermos a colheita?’ |
| 21. Saibam que enviarei a vocês minha bênção no sexto ano, e a terra produzirá o suficiente para três anos. |
| 22. Quando vocês estiverem plantando no oitavo ano, comerão ainda da colheita anterior e dela continuarão a comer até a colheita do nono ano. |
| 23. “A terra não poderá ser vendida definitivamente, porque ela é minha, e vocês são apenas estrangeiros e imigrantes. |
| 24. Em toda terra em que tiverem propriedade, concedam o direito de resgate da terra. |
| 25. “Se alguém do seu povo empobrecer e vender parte da sua propriedade, seu parente mais próximo virá e resgatará aquilo que o seu compatriota vendeu. |
| 26. Se, contudo, um homem não tiver quem lhe resgate a terra, mas ele mesmo prosperar e adquirir recursos para resgatá-la, |
| 27. calculará os anos desde que a vendeu e devolverá a diferença àquele a quem a vendeu; então poderá voltar para a sua propriedade. |
| 28. Mas, se não adquirir recursos para devolver-lhe o valor, a propriedade que vendeu permanecerá em posse do comprador até o ano do Jubileu. Será devolvida no Jubileu, e ele então poderá voltar para a sua propriedade. |
| 29. “Se um homem vender uma casa numa cidade murada, terá o direito de resgate até que se complete um ano após a venda. Nesse período poderá resgatá-la. |
| 30. Se não for resgatada antes de se completar um ano, a casa da cidade murada pertencerá definitivamente ao comprador e aos seus descendentes; não será devolvida no Jubileu. |
| 31. Mas as casas dos povoados sem muros ao redor serão consideradas campo aberto. Poderão ser resgatadas e serão devolvidas no Jubileu. |
| 32. “No caso das cidades dos levitas, eles sempre terão direito de resgatar suas casas nas cidades que lhes pertencem. |
| 33. Assim, a propriedade dos levitas, isto é, uma casa vendida em qualquer cidade deles, é resgatável e deverá ser devolvida no Jubileu, porque as casas das cidades dos levitas são propriedade deles entre os israelitas. |
| 34. Mas as pastagens pertencentes às suas cidades não serão vendidas; são propriedade permanente deles. |
| 35. “Se alguém do seu povo empobrecer e não puder sustentar-se, ajudem-no como se faz ao estrangeiro e ao residente temporário, para que possa continuar a viver entre vocês. |
| 36. Não cobrem dele juro algum, mas temam o seu Deus, para que o seu próximo continue a viver entre vocês. |
| 37. Vocês não poderão exigir dele juros nem emprestar-lhe mantimento visando a algum lucro. |
| 38. Eu sou o SENHOR, o Deus de vocês, que os tirou da terra do Egito para dar a vocês a terra de Canaã e para ser o seu Deus. |
| 39. “Se alguém do seu povo empobrecer e se vender a algum de vocês, não o façam trabalhar como escravo. |
| 40. Ele deverá ser tratado como trabalhador contratado ou como residente temporário; trabalhará para quem o comprou até o ano do Jubileu. |
| 41. Então ele e os seus filhos estarão livres, e ele poderá voltar para o seu próprio clã e para a propriedade dos seus antepassados. |
| 42. Pois os israelitas são meus servos, os quais tirei da terra do Egito; não poderão ser vendidos como escravos. |
| 43. Não dominem impiedosamente sobre eles, mas temam o seu Deus. |
| 44. “Os seus escravos e as suas escravas deverão vir dos povos que vivem ao redor de vocês; deles vocês poderão comprar escravos e escravas. |
| 45. Também poderão comprá-los entre os filhos dos residentes temporários que vivem entre vocês e entre os que pertencem aos clãs deles, ainda que nascidos na terra de vocês; eles se tornarão sua propriedade. |
| 46. Vocês poderão deixá-los como herança para os seus filhos e poderão fazê-los escravos para sempre, mas sobre os seus irmãos israelitas vocês não poderão dominar impiedosamente. |
| 47. “Se um estrangeiro ou um residente temporário entre vocês enriquecer e alguém do seu povo empobrecer e se vender a esse estrangeiro ou a alguém que pertence ao clã desse estrangeiro, |
| 48. manterá o direito de resgate mesmo depois de se vender. Um dos seus parentes poderá resgatá-lo: |
| 49. ou tio, ou primo, ou qualquer parente próximo poderá resgatá-lo. Se, todavia, prosperar, poderá resgatar a si mesmo. |
| 50. Ele e o seu comprador contarão o tempo desde o ano em que se vendeu até o ano do Jubileu. O preço do resgate se baseará no salário de um empregado contratado por aquele número de anos. |
| 51. Se restarem muitos anos, pagará o seu resgate proporcionalmente ao preço de compra. |
| 52. Se restarem apenas poucos anos até o ano do Jubileu, fará o cálculo e pagará o seu resgate proporcionalmente aos anos. |
| 53. Ele deverá ser tratado como um empregado contratado anualmente; não permitam que o seu senhor domine impiedosamente sobre ele. |
| 54. “Se não for resgatado por nenhuma dessas maneiras, ele e os seus filhos estarão livres no ano do Jubileu, |
| 55. porque os israelitas são meus servos, os quais tirei da terra do Egito. Eu sou o SENHOR, o Deus de vocês. |
| Salmos: 32 |
| 1. Como é feliz aquele que tem suas transgressões perdoadas e seus pecados apagados! |
| 2. Como é feliz aquele a quem o SENHOR não atribui culpa e em quem não há hipocrisia! |
| 3. Enquanto eu mantinha escondidos os meus pecados, o meu corpo definhava de tanto gemer. |
| 4. Pois dia e noite a tua mão pesava sobre mim; minhas forças foram-se esgotando como em tempo de seca. [Pausa] |
| 5. Então reconheci diante de ti o meu pecado e não encobri as minhas culpas. Eu disse: “Confessarei as minhas transgressões”, ao SENHOR, e tu perdoaste a culpa do meu pecado. [Pausa] |
| 6. Portanto, que todos os que são fiéis orem a ti enquanto podes ser encontrado; quando as muitas águas se levantarem, elas não os atingirão. |
| 7. Tu és o meu abrigo; tu me preservarás das angústias e me cercarás de canções de livramento. [Pausa] |
| 8. Eu o instruirei e o ensinarei no caminho que você deve seguir; eu o aconselharei e cuidarei de você. |
| 9. Não sejam como o cavalo ou o burro, que não têm entendimento mas precisam ser controlados com freios e rédeas; caso contrário não obedecem. |
| 10. Muitas são as dores dos ímpios, mas a bondade do SENHOR protege quem nele confia. |
| 11. Alegrem-se no SENHOR e exultem, vocês que são justos! Cantem de alegria, todos vocês que são retos de coração! |
| Eclesiastes: 8 |
| 1. Quem é como o sábio? Quem sabe interpretar as coisas? A sabedoria de um homem alcança o favor do rei e muda o seu semblante carregado. |
| 2. Este é o meu conselho: obedeça às ordens do rei porque você fez um juramento diante de Deus. |
| 3. Não se apresse em deixar a presença do rei, nem se levante em favor de uma causa errada, visto que o rei faz o que bem entende. |
| 4. Pois a palavra do rei é soberana, e ninguém lhe pode perguntar: “O que estás fazendo?” |
| 5. Quem obedece às suas ordens não sofrerá mal algum, pois o coração sábio saberá a hora e a maneira certa de agir. |
| 6. Porquanto há uma hora certa e também uma maneira certa de agir para cada situação. O sofrimento de um homem, no entanto, pesa muito sobre ele, |
| 7. visto que ninguém conhece o futuro. Quem lhe poderá dizer o que vai acontecer? |
| 8. Ninguém tem o poder de dominar o próprio espírito ; tampouco tem poder sobre o dia da sua morte e de escapar dos efeitos da guerra ; nem mesmo a maldade livra aqueles que a praticam. |
| 9. Tudo isso vi quando me pus a refletir em tudo o que se faz debaixo do sol. Há ocasiões em que um homem domina sobre outros para a sua própria infelicidade. |
| 10. Nessas ocasiões, vi ímpios serem sepultados e gente indo e vindo do lugar onde eles foram enterrados. Todavia, os que haviam praticado o bem foram esquecidos na cidade. Isso também não faz sentido. |
| 11. Quando os crimes não são castigados logo, o coração do homem se enche de planos para fazer o mal. |
| 12. O ímpio pode cometer uma centena de crimes e, apesar disso, ter vida longa, mas sei muito bem que as coisas serão melhores para os que temem a Deus, para os que mostram respeito diante dele. |
| 13. Para os ímpios, no entanto, nada irá bem, porque não temem a Deus, e os seus dias, como sombras, serão poucos. |
| 14. Há mais uma coisa sem sentido na terra: justos que recebem o que os ímpios merecem, e ímpios que recebem o que os justos merecem. Isto também, penso eu, não faz sentido. |
| 15. Por isso recomendo que se desfrute a vida, porque debaixo do sol não há nada melhor para o homem do que comer, beber e alegrar-se. Sejam esses os seus companheiros no seu duro trabalho durante todos os dias da vida que Deus lhe der debaixo do sol! |
| 16. Quando voltei a mente para conhecer a sabedoria e observar as atividades do homem sobre a terra, daquele cujos olhos não veem sono nem de dia nem de noite, |
| 17. percebi tudo o que Deus tem feito. Ninguém é capaz de entender o que se faz debaixo do sol. Por mais que se esforce para descobrir o sentido das coisas, o homem não o encontrará. O sábio pode até afirmar que entende, mas, na realidade, não o consegue encontrar. |
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