Assim diz o SENHOR: O céu é o meu trono, e a terra o escabelo dos meus pés; que casa me edificaríeis vós? E qual seria o lugar do meu descanso? Porque a minha mão fez todas estas coisas, e assim todas elas foram feitas, diz o SENHOR; mas para esse olharei, para o pobre e abatido de espírito, e que treme da minha palavra. [Isaías 66: 1-2]
Aqui você acompanha automaticamente o dia atual da leitura da Bíblia, mas você pode navegar livremente entre os dias, versões e planos conforme sua necessidade. Esta página foi criada para ser seu ponto de partida diário — simples, direta e sempre ao seu alcance.
Bíblia Completa (365 dias)
Almeida Revista e Atualizada: 99 de 365 dias
| Levítico: 13 |
|---|
| 1. Disse o SENHOR a Moisés e a Arão: |
| 2. O homem que tiver na sua pele inchação, ou pústula, ou mancha lustrosa, e isto nela se tornar como praga de lepra, será levado a Arão, o sacerdote, ou a um de seus filhos, sacerdotes. |
| 3. O sacerdote lhe examinará a praga na pele; se o pelo na praga se tornou branco, e a praga parecer mais profunda do que a pele da sua carne, é praga de lepra; o sacerdote o examinará e o declarará imundo. |
| 4. Se a mancha lustrosa na pele for branca e não parecer mais profunda do que a pele, e o pelo não se tornou branco, então, o sacerdote encerrará por sete dias o que tem a praga. |
| 5. Ao sétimo dia, o sacerdote o examinará; se, na sua opinião, a praga tiver parado e não se estendeu na sua pele, então, o sacerdote o encerrará por outros sete dias. |
| 6. O sacerdote, ao sétimo dia, o examinará outra vez; se a lepra se tornou baça e na pele se não estendeu, então, o sacerdote o declarará limpo; é pústula; o homem lavará as suas vestes e será limpo. |
| 7. Mas, se a pústula se estende muito na pele, depois de se ter mostrado ao sacerdote para a sua purificação, outra vez se mostrará ao sacerdote. |
| 8. Este o examinará, e se a pústula se tiver estendido na pele, o sacerdote o declarará imundo; é lepra. |
| 9. Quando no homem houver praga de lepra, será levado ao sacerdote. |
| 10. E o sacerdote o examinará; se há inchação branca na pele, a qual tornou o pelo branco, e houver carne viva na inchação, |
| 11. é lepra inveterada na pele; portanto, o sacerdote o declarará imundo; não o encerrará, porque é imundo. |
| 12. Se a lepra se espalhar de todo na pele e cobrir a pele do que tem a lepra, desde a cabeça até aos pés, quanto podem ver os olhos do sacerdote, |
| 13. então, este o examinará. Se a lepra cobriu toda a sua carne, declarará limpo o que tem a mancha; a lepra tornou-se branca; o homem está limpo. |
| 14. Mas, no dia em que aparecer nele carne viva, será imundo. |
| 15. Vendo, pois, o sacerdote a carne viva, declará-lo-á imundo; a carne viva é imunda; é lepra. |
| 16. Se a carne viva mudar e ficar de novo branca, então, virá ao sacerdote, |
| 17. e este o examinará. Se a lepra se tornou branca, então, o sacerdote declarará limpo o que tem a praga; está limpo. |
| 18. Quando sarar a carne em cuja pele houver uma úlcera, |
| 19. e no lugar da úlcera aparecer uma inchação branca ou mancha lustrosa, branca que tira a vermelho, mostrar-se-á ao sacerdote. |
| 20. O sacerdote a examinará; se ela parece mais funda do que a pele, e o seu pelo se tornou branco, o sacerdote o declarará imundo; praga de lepra é, que brotou da úlcera. |
| 21. Porém, se o sacerdote a examinar, e nela não houver pelo branco, e não estiver ela mais funda do que a pele, porém baça, então, o sacerdote o encerrará por sete dias. |
| 22. Se ela se estender na pele, o sacerdote declarará imundo o homem; é lepra. |
| 23. Mas, se a mancha lustrosa parar no seu lugar, não se estendendo, é cicatriz da úlcera; o sacerdote, pois, o declarará limpo. |
| 24. Quando, na pele, houver queimadura de fogo, e a carne viva da queimadura se tornar em mancha lustrosa, branca que tira a vermelho ou branco, |
| 25. o sacerdote a examinará. Se o pelo da mancha lustrosa se tornou branco, e ela parece mais funda do que a pele, é lepra que brotou na queimadura. O sacerdote declarará imundo o homem; é a praga de lepra. |
| 26. Porém, se o sacerdote a examinar, e não houver pelo branco na mancha lustrosa, e ela não estiver mais funda que a pele, mas for de cor baça, o sacerdote encerrará por sete dias o homem. |
| 27. Depois, o sacerdote o examinará ao sétimo dia; se ela se tiver estendido na pele, o sacerdote o declarará imundo; é praga de lepra. |
| 28. Mas, se a mancha lustrosa parar no seu lugar e na pele não se estender, mas se tornou baça, é inchação da queimadura; portanto, o sacerdote o declarará limpo, porque é cicatriz da queimadura. |
| 29. Quando o homem (ou a mulher) tiver praga na cabeça ou na barba, |
| 30. o sacerdote examinará a praga; se ela parece mais funda do que a pele, e pelo amarelo fino nela houver, o sacerdote o declarará imundo; é tinha, é lepra da cabeça ou da barba. |
| 31. Mas, se o sacerdote, havendo examinado a praga da tinha, achar que ela não parece mais funda do que a pele, e, se nela não houver pelo preto, então, o sacerdote encerrará o que tem a praga da tinha por sete dias. |
| 32. Ao sétimo dia, o sacerdote examinará a praga; se a tinha não se tiver espalhado, e nela não houver pelo amarelo, e a tinha não parecer mais funda do que a pele, |
| 33. então, o homem será rapado; mas não se rapará a tinha. O sacerdote, por mais sete dias, encerrará o que tem a tinha. |
| 34. Ao sétimo dia, o sacerdote examinará a tinha; se ela não se houver estendido na pele e não parecer mais funda do que a pele, o sacerdote declarará limpo o homem; este lavará as suas vestes e será limpo. |
| 35. Mas, se a tinha, depois da sua purificação, se tiver espalhado muito na pele, |
| 36. então, o sacerdote o examinará; se a tinha se tiver espalhado na pele, o sacerdote não procurará pelo amarelo; está imundo. |
| 37. Mas, se a tinha, a seu ver, parou, e pelo preto cresceu nela, a tinha está sarada; ele está limpo, e o sacerdote o declarará limpo. |
| 38. E, quando o homem (ou a mulher) tiver manchas lustrosas na pele, |
| 39. então, o sacerdote o examinará; se na pele aparecerem manchas baças, brancas, é impigem branca que brotou na pele; está limpo. |
| 40. Quando os cabelos do homem lhe caírem da cabeça, é calva; contudo, está limpo. |
| 41. Se lhe caírem na frente da cabeça, é antecalva; contudo, está limpo. |
| 42. Porém, se, na calva ou na antecalva, houver praga branca, que tira a vermelho, é lepra, brotando na calva ou na antecalva. |
| 43. Havendo, pois, o sacerdote examinado, se a inchação da praga, na sua calva ou antecalva, está branca, que tira a vermelho, como parece a lepra na pele, |
| 44. é leproso aquele homem, está imundo; o sacerdote o declarará imundo; a sua praga está na cabeça. |
| 45. As vestes do leproso, em quem está a praga, serão rasgadas, e os seus cabelos serão desgrenhados; cobrirá o bigode e clamará: Imundo! Imundo! |
| 46. Será imundo durante os dias em que a praga estiver nele; é imundo, habitará só; a sua habitação será fora do arraial. |
| 47. Quando também em alguma veste houver praga de lepra, veste de lã ou de linho, |
| 48. seja na urdidura, seja na trama, de linho ou de lã, em pele ou em qualquer obra de peles, |
| 49. se a praga for esverdinhada ou avermelhada na veste, ou na pele, ou na urdidura, ou na trama, em qualquer coisa feita de pele, é a praga de lepra, e mostrar-se-á ao sacerdote. |
| 50. O sacerdote examinará a praga e encerrará, por sete dias, aquilo que tem a praga. |
| 51. Então, examinará a praga ao sétimo dia; se ela se houver estendido na veste, na urdidura ou na trama, seja na pele, seja qual for a obra em que se empregue, é lepra maligna; isso é imundo. |
| 52. Pelo que se queimará aquela veste, seja a urdidura, seja a trama, de lã, ou de linho, ou qualquer coisa feita de pele, em que se acha a praga, pois é lepra maligna; tudo se queimará. |
| 53. Mas, examinando o sacerdote, se a praga não se tiver espalhado na veste, nem na urdidura, nem na trama, nem em qualquer coisa feita de pele, |
| 54. então, o sacerdote ordenará que se lave aquilo em que havia a praga e o encerrará por mais sete dias; |
| 55. o sacerdote, examinando a coisa em que havia praga, depois de lavada aquela, se a praga não mudou a sua cor, nem se espalhou, está imunda; com fogo a queimarás; é lepra roedora, seja no avesso ou no direito. |
| 56. Mas, se o sacerdote examinar a mancha, e esta se tornou baça depois de lavada, então, a rasgará da veste, ou da pele, ou da urdidura, ou da trama. |
| 57. Se a praga ainda aparecer na veste, quer na urdidura, quer na trama, ou em qualquer coisa feita de pele, é lepra que se espalha; com fogo queimarás aquilo em que está a praga. |
| 58. Mas a veste, quer na urdidura, quer na trama, ou qualquer coisa de peles, que lavares e de que a praga se retirar, se lavará segunda vez e será limpa. |
| 59. Esta é a lei da praga da lepra da veste de lã ou de linho, quer na urdidura, quer na trama; ou de qualquer coisa de peles, para se poder declará-las limpas ou imundas. |
| Salmos: 15 |
| 1. Quem, SENHOR, habitará no teu tabernáculo? Quem há de morar no teu santo monte? |
| 2. O que vive com integridade, e pratica a justiça, e, de coração, fala a verdade; |
| 3. o que não difama com sua língua, não faz mal ao próximo, nem lança injúria contra o seu vizinho; |
| 4. o que, a seus olhos, tem por desprezível ao réprobo, mas honra aos que temem ao SENHOR; o que jura com dano próprio e não se retrata; |
| 5. o que não empresta o seu dinheiro com usura, nem aceita suborno contra o inocente. Quem deste modo procede não será jamais abalado. |
| Salmos: 16 |
| 1. Guarda-me, ó Deus, porque em ti me refugio. |
| 2. Digo ao SENHOR: Tu és o meu Senhor; outro bem não possuo, senão a ti somente. |
| 3. Quanto aos santos que há na terra, são eles os notáveis nos quais tenho todo o meu prazer. |
| 4. Muitas serão as penas dos que trocam o SENHOR por outros deuses; não oferecerei as suas libações de sangue, e os meus lábios não pronunciarão o seu nome. |
| 5. O SENHOR é a porção da minha herança e o meu cálice; tu és o arrimo da minha sorte. |
| 6. Caem-me as divisas em lugares amenos, é mui linda a minha herança. |
| 7. Bendigo o SENHOR, que me aconselha; pois até durante a noite o meu coração me ensina. |
| 8. O SENHOR, tenho-o sempre à minha presença; estando ele à minha direita, não serei abalado. |
| 9. Alegra-se, pois, o meu coração, e o meu espírito exulta; até o meu corpo repousará seguro. |
| 10. Pois não deixarás a minha alma na morte, nem permitirás que o teu Santo veja corrupção. |
| 11. Tu me farás ver os caminhos da vida; na tua presença há plenitude de alegria, na tua destra, delícias perpetuamente. |
| Provérbios: 27 |
| 1. Não te glories do dia de amanhã, porque não sabes o que trará à luz. |
| 2. Seja outro o que te louve, e não a tua boca; o estrangeiro, e não os teus lábios. |
| 3. Pesada é a pedra, e a areia é uma carga; mas a ira do insensato é mais pesada do que uma e outra. |
| 4. Cruel é o furor, e impetuosa, a ira, mas quem pode resistir à inveja? |
| 5. Melhor é a repreensão franca do que o amor encoberto. |
| 6. Leais são as feridas feitas pelo que ama, porém os beijos de quem odeia são enganosos. |
| 7. A alma farta pisa o favo de mel, mas à alma faminta todo amargo é doce. |
| 8. Qual ave que vagueia longe do seu ninho, tal é o homem que anda vagueando longe do seu lar. |
| 9. Como o óleo e o perfume alegram o coração, assim, o amigo encontra doçura no conselho cordial. |
| 10. Não abandones o teu amigo, nem o amigo de teu pai, nem entres na casa de teu irmão no dia da tua adversidade. Mais vale o vizinho perto do que o irmão longe. |
| 11. Sê sábio, filho meu, e alegra o meu coração, para que eu saiba responder àqueles que me afrontam. |
| 12. O prudente vê o mal e esconde-se; mas os simples passam adiante e sofrem a pena. |
| 13. Tome-se a roupa àquele que fica fiador por outrem; e, por penhor, àquele que se obriga por mulher estranha. |
| 14. O que bendiz ao seu vizinho em alta voz, logo de manhã, por maldição lhe atribuem o que faz. |
| 15. O gotejar contínuo no dia de grande chuva e a mulher rixosa são semelhantes; |
| 16. contê-la seria conter o vento, seria pegar o óleo na mão. |
| 17. Como o ferro com o ferro se afia, assim, o homem, ao seu amigo. |
| 18. O que trata da figueira comerá do seu fruto; e o que cuida do seu senhor será honrado. |
| 19. Como na água o rosto corresponde ao rosto, assim, o coração do homem, ao homem. |
| 20. O inferno e o abismo nunca se fartam, e os olhos do homem nunca se satisfazem. |
| 21. Como o crisol prova a prata, e o forno, o ouro, assim, o homem é provado pelos louvores que recebe. |
| 22. Ainda que pises o insensato com mão de gral entre grãos pilados de cevada, não se vai dele a sua estultícia. |
| 23. Procura conhecer o estado das tuas ovelhas e cuida dos teus rebanhos, |
| 24. porque as riquezas não duram para sempre, nem a coroa, de geração em geração. |
| 25. Quando, removido o feno, aparecerem os renovos e se recolherem as ervas dos montes, |
| 26. então, os cordeiros te darão as vestes, os bodes, o preço do campo, |
| 27. e as cabras, leite em abundância para teu alimento, para alimento da tua casa e para sustento das tuas servas. |
Almeida Revista e Atualizada: 99 de 365 dias