Leitura diária da Bíblia em 365 dias, o Novo Testamento em 260 dias e o Antigo Testamento em 324 dias. Tudo no automático!

Assim diz o SENHOR: O céu é o meu trono, e a terra o escabelo dos meus pés; que casa me edificaríeis vós? E qual seria o lugar do meu descanso? Porque a minha mão fez todas estas coisas, e assim todas elas foram feitas, diz o SENHOR; mas para esse olharei, para o pobre e abatido de espírito, e que treme da minha palavra. [Isaías 66: 1-2]

Leitura da Bíblia

Central de Leitura Bíblica

Aqui você acompanha automaticamente o dia atual da leitura da Bíblia, mas você pode navegar livremente entre os dias, versões e planos conforme sua necessidade. Esta página foi criada para ser seu ponto de partida diário — simples, direta e sempre ao seu alcance.

Bíblia Completa (365 dias)

Almeida Revista e Atualizada: 99 de 365 dias

Levítico: 13
1. Disse o SENHOR a Moisés e a Arão:
2. O homem que tiver na sua pele inchação, ou pústula, ou mancha lustrosa, e isto nela se tornar como praga de lepra, será levado a Arão, o sacerdote, ou a um de seus filhos, sacerdotes.
3. O sacerdote lhe examinará a praga na pele; se o pelo na praga se tornou branco, e a praga parecer mais profunda do que a pele da sua carne, é praga de lepra; o sacerdote o examinará e o declarará imundo.
4. Se a mancha lustrosa na pele for branca e não parecer mais profunda do que a pele, e o pelo não se tornou branco, então, o sacerdote encerrará por sete dias o que tem a praga.
5. Ao sétimo dia, o sacerdote o examinará; se, na sua opinião, a praga tiver parado e não se estendeu na sua pele, então, o sacerdote o encerrará por outros sete dias.
6. O sacerdote, ao sétimo dia, o examinará outra vez; se a lepra se tornou baça e na pele se não estendeu, então, o sacerdote o declarará limpo; é pústula; o homem lavará as suas vestes e será limpo.
7. Mas, se a pústula se estende muito na pele, depois de se ter mostrado ao sacerdote para a sua purificação, outra vez se mostrará ao sacerdote.
8. Este o examinará, e se a pústula se tiver estendido na pele, o sacerdote o declarará imundo; é lepra.
9. Quando no homem houver praga de lepra, será levado ao sacerdote.
10. E o sacerdote o examinará; se há inchação branca na pele, a qual tornou o pelo branco, e houver carne viva na inchação,
11. é lepra inveterada na pele; portanto, o sacerdote o declarará imundo; não o encerrará, porque é imundo.
12. Se a lepra se espalhar de todo na pele e cobrir a pele do que tem a lepra, desde a cabeça até aos pés, quanto podem ver os olhos do sacerdote,
13. então, este o examinará. Se a lepra cobriu toda a sua carne, declarará limpo o que tem a mancha; a lepra tornou-se branca; o homem está limpo.
14. Mas, no dia em que aparecer nele carne viva, será imundo.
15. Vendo, pois, o sacerdote a carne viva, declará-lo-á imundo; a carne viva é imunda; é lepra.
16. Se a carne viva mudar e ficar de novo branca, então, virá ao sacerdote,
17. e este o examinará. Se a lepra se tornou branca, então, o sacerdote declarará limpo o que tem a praga; está limpo.
18. Quando sarar a carne em cuja pele houver uma úlcera,
19. e no lugar da úlcera aparecer uma inchação branca ou mancha lustrosa, branca que tira a vermelho, mostrar-se-á ao sacerdote.
20. O sacerdote a examinará; se ela parece mais funda do que a pele, e o seu pelo se tornou branco, o sacerdote o declarará imundo; praga de lepra é, que brotou da úlcera.
21. Porém, se o sacerdote a examinar, e nela não houver pelo branco, e não estiver ela mais funda do que a pele, porém baça, então, o sacerdote o encerrará por sete dias.
22. Se ela se estender na pele, o sacerdote declarará imundo o homem; é lepra.
23. Mas, se a mancha lustrosa parar no seu lugar, não se estendendo, é cicatriz da úlcera; o sacerdote, pois, o declarará limpo.
24. Quando, na pele, houver queimadura de fogo, e a carne viva da queimadura se tornar em mancha lustrosa, branca que tira a vermelho ou branco,
25. o sacerdote a examinará. Se o pelo da mancha lustrosa se tornou branco, e ela parece mais funda do que a pele, é lepra que brotou na queimadura. O sacerdote declarará imundo o homem; é a praga de lepra.
26. Porém, se o sacerdote a examinar, e não houver pelo branco na mancha lustrosa, e ela não estiver mais funda que a pele, mas for de cor baça, o sacerdote encerrará por sete dias o homem.
27. Depois, o sacerdote o examinará ao sétimo dia; se ela se tiver estendido na pele, o sacerdote o declarará imundo; é praga de lepra.
28. Mas, se a mancha lustrosa parar no seu lugar e na pele não se estender, mas se tornou baça, é inchação da queimadura; portanto, o sacerdote o declarará limpo, porque é cicatriz da queimadura.
29. Quando o homem (ou a mulher) tiver praga na cabeça ou na barba,
30. o sacerdote examinará a praga; se ela parece mais funda do que a pele, e pelo amarelo fino nela houver, o sacerdote o declarará imundo; é tinha, é lepra da cabeça ou da barba.
31. Mas, se o sacerdote, havendo examinado a praga da tinha, achar que ela não parece mais funda do que a pele, e, se nela não houver pelo preto, então, o sacerdote encerrará o que tem a praga da tinha por sete dias.
32. Ao sétimo dia, o sacerdote examinará a praga; se a tinha não se tiver espalhado, e nela não houver pelo amarelo, e a tinha não parecer mais funda do que a pele,
33. então, o homem será rapado; mas não se rapará a tinha. O sacerdote, por mais sete dias, encerrará o que tem a tinha.
34. Ao sétimo dia, o sacerdote examinará a tinha; se ela não se houver estendido na pele e não parecer mais funda do que a pele, o sacerdote declarará limpo o homem; este lavará as suas vestes e será limpo.
35. Mas, se a tinha, depois da sua purificação, se tiver espalhado muito na pele,
36. então, o sacerdote o examinará; se a tinha se tiver espalhado na pele, o sacerdote não procurará pelo amarelo; está imundo.
37. Mas, se a tinha, a seu ver, parou, e pelo preto cresceu nela, a tinha está sarada; ele está limpo, e o sacerdote o declarará limpo.
38. E, quando o homem (ou a mulher) tiver manchas lustrosas na pele,
39. então, o sacerdote o examinará; se na pele aparecerem manchas baças, brancas, é impigem branca que brotou na pele; está limpo.
40. Quando os cabelos do homem lhe caírem da cabeça, é calva; contudo, está limpo.
41. Se lhe caírem na frente da cabeça, é antecalva; contudo, está limpo.
42. Porém, se, na calva ou na antecalva, houver praga branca, que tira a vermelho, é lepra, brotando na calva ou na antecalva.
43. Havendo, pois, o sacerdote examinado, se a inchação da praga, na sua calva ou antecalva, está branca, que tira a vermelho, como parece a lepra na pele,
44. é leproso aquele homem, está imundo; o sacerdote o declarará imundo; a sua praga está na cabeça.
45. As vestes do leproso, em quem está a praga, serão rasgadas, e os seus cabelos serão desgrenhados; cobrirá o bigode e clamará: Imundo! Imundo!
46. Será imundo durante os dias em que a praga estiver nele; é imundo, habitará só; a sua habitação será fora do arraial.
47. Quando também em alguma veste houver praga de lepra, veste de lã ou de linho,
48. seja na urdidura, seja na trama, de linho ou de lã, em pele ou em qualquer obra de peles,
49. se a praga for esverdinhada ou avermelhada na veste, ou na pele, ou na urdidura, ou na trama, em qualquer coisa feita de pele, é a praga de lepra, e mostrar-se-á ao sacerdote.
50. O sacerdote examinará a praga e encerrará, por sete dias, aquilo que tem a praga.
51. Então, examinará a praga ao sétimo dia; se ela se houver estendido na veste, na urdidura ou na trama, seja na pele, seja qual for a obra em que se empregue, é lepra maligna; isso é imundo.
52. Pelo que se queimará aquela veste, seja a urdidura, seja a trama, de lã, ou de linho, ou qualquer coisa feita de pele, em que se acha a praga, pois é lepra maligna; tudo se queimará.
53. Mas, examinando o sacerdote, se a praga não se tiver espalhado na veste, nem na urdidura, nem na trama, nem em qualquer coisa feita de pele,
54. então, o sacerdote ordenará que se lave aquilo em que havia a praga e o encerrará por mais sete dias;
55. o sacerdote, examinando a coisa em que havia praga, depois de lavada aquela, se a praga não mudou a sua cor, nem se espalhou, está imunda; com fogo a queimarás; é lepra roedora, seja no avesso ou no direito.
56. Mas, se o sacerdote examinar a mancha, e esta se tornou baça depois de lavada, então, a rasgará da veste, ou da pele, ou da urdidura, ou da trama.
57. Se a praga ainda aparecer na veste, quer na urdidura, quer na trama, ou em qualquer coisa feita de pele, é lepra que se espalha; com fogo queimarás aquilo em que está a praga.
58. Mas a veste, quer na urdidura, quer na trama, ou qualquer coisa de peles, que lavares e de que a praga se retirar, se lavará segunda vez e será limpa.
59. Esta é a lei da praga da lepra da veste de lã ou de linho, quer na urdidura, quer na trama; ou de qualquer coisa de peles, para se poder declará-las limpas ou imundas.
Salmos: 15
1. Quem, SENHOR, habitará no teu tabernáculo? Quem há de morar no teu santo monte?
2. O que vive com integridade, e pratica a justiça, e, de coração, fala a verdade;
3. o que não difama com sua língua, não faz mal ao próximo, nem lança injúria contra o seu vizinho;
4. o que, a seus olhos, tem por desprezível ao réprobo, mas honra aos que temem ao SENHOR; o que jura com dano próprio e não se retrata;
5. o que não empresta o seu dinheiro com usura, nem aceita suborno contra o inocente. Quem deste modo procede não será jamais abalado.
Salmos: 16
1. Guarda-me, ó Deus, porque em ti me refugio.
2. Digo ao SENHOR: Tu és o meu Senhor; outro bem não possuo, senão a ti somente.
3. Quanto aos santos que há na terra, são eles os notáveis nos quais tenho todo o meu prazer.
4. Muitas serão as penas dos que trocam o SENHOR por outros deuses; não oferecerei as suas libações de sangue, e os meus lábios não pronunciarão o seu nome.
5. O SENHOR é a porção da minha herança e o meu cálice; tu és o arrimo da minha sorte.
6. Caem-me as divisas em lugares amenos, é mui linda a minha herança.
7. Bendigo o SENHOR, que me aconselha; pois até durante a noite o meu coração me ensina.
8. O SENHOR, tenho-o sempre à minha presença; estando ele à minha direita, não serei abalado.
9. Alegra-se, pois, o meu coração, e o meu espírito exulta; até o meu corpo repousará seguro.
10. Pois não deixarás a minha alma na morte, nem permitirás que o teu Santo veja corrupção.
11. Tu me farás ver os caminhos da vida; na tua presença há plenitude de alegria, na tua destra, delícias perpetuamente.
Provérbios: 27
1. Não te glories do dia de amanhã, porque não sabes o que trará à luz.
2. Seja outro o que te louve, e não a tua boca; o estrangeiro, e não os teus lábios.
3. Pesada é a pedra, e a areia é uma carga; mas a ira do insensato é mais pesada do que uma e outra.
4. Cruel é o furor, e impetuosa, a ira, mas quem pode resistir à inveja?
5. Melhor é a repreensão franca do que o amor encoberto.
6. Leais são as feridas feitas pelo que ama, porém os beijos de quem odeia são enganosos.
7. A alma farta pisa o favo de mel, mas à alma faminta todo amargo é doce.
8. Qual ave que vagueia longe do seu ninho, tal é o homem que anda vagueando longe do seu lar.
9. Como o óleo e o perfume alegram o coração, assim, o amigo encontra doçura no conselho cordial.
10. Não abandones o teu amigo, nem o amigo de teu pai, nem entres na casa de teu irmão no dia da tua adversidade. Mais vale o vizinho perto do que o irmão longe.
11. Sê sábio, filho meu, e alegra o meu coração, para que eu saiba responder àqueles que me afrontam.
12. O prudente vê o mal e esconde-se; mas os simples passam adiante e sofrem a pena.
13. Tome-se a roupa àquele que fica fiador por outrem; e, por penhor, àquele que se obriga por mulher estranha.
14. O que bendiz ao seu vizinho em alta voz, logo de manhã, por maldição lhe atribuem o que faz.
15. O gotejar contínuo no dia de grande chuva e a mulher rixosa são semelhantes;
16. contê-la seria conter o vento, seria pegar o óleo na mão.
17. Como o ferro com o ferro se afia, assim, o homem, ao seu amigo.
18. O que trata da figueira comerá do seu fruto; e o que cuida do seu senhor será honrado.
19. Como na água o rosto corresponde ao rosto, assim, o coração do homem, ao homem.
20. O inferno e o abismo nunca se fartam, e os olhos do homem nunca se satisfazem.
21. Como o crisol prova a prata, e o forno, o ouro, assim, o homem é provado pelos louvores que recebe.
22. Ainda que pises o insensato com mão de gral entre grãos pilados de cevada, não se vai dele a sua estultícia.
23. Procura conhecer o estado das tuas ovelhas e cuida dos teus rebanhos,
24. porque as riquezas não duram para sempre, nem a coroa, de geração em geração.
25. Quando, removido o feno, aparecerem os renovos e se recolherem as ervas dos montes,
26. então, os cordeiros te darão as vestes, os bodes, o preço do campo,
27. e as cabras, leite em abundância para teu alimento, para alimento da tua casa e para sustento das tuas servas.

Almeida Revista e Atualizada: 99 de 365 dias


... Igreja Jesus Cristo Brasil, 2008 © 2026