Assim diz o SENHOR: O céu é o meu trono, e a terra o escabelo dos meus pés; que casa me edificaríeis vós? E qual seria o lugar do meu descanso? Porque a minha mão fez todas estas coisas, e assim todas elas foram feitas, diz o SENHOR; mas para esse olharei, para o pobre e abatido de espírito, e que treme da minha palavra. [Isaías 66: 1-2]
Aqui você acompanha automaticamente o dia atual da leitura da Bíblia, mas você pode navegar livremente entre os dias, versões e planos conforme sua necessidade. Esta página foi criada para ser seu ponto de partida diário — simples, direta e sempre ao seu alcance.
Bíblia Completa (365 dias)
Almeida Revista e Atualizada: 7 de 365 dias
| Gênesis: 8 |
|---|
| 1. Lembrou-se Deus de Noé e de todos os animais selváticos e de todos os animais domésticos que com ele estavam na arca; Deus fez soprar um vento sobre a terra, e baixaram as águas. |
| 2. Fecharam-se as fontes do abismo e também as comportas dos céus, e a copiosa chuva dos céus se deteve. |
| 3. As águas iam-se escoando continuamente de sobre a terra e minguaram ao cabo de cento e cinquenta dias. |
| 4. No dia dezessete do sétimo mês, a arca repousou sobre as montanhas de Ararate. |
| 5. E as águas foram minguando até ao décimo mês, em cujo primeiro dia apareceram os cimos dos montes. |
| 6. Ao cabo de quarenta dias, abriu Noé a janela que fizera na arca |
| 7. e soltou um corvo, o qual, tendo saído, ia e voltava, até que se secaram as águas de sobre a terra. |
| 8. Depois, soltou uma pomba para ver se as águas teriam já minguado da superfície da terra; |
| 9. mas a pomba, não achando onde pousar o pé, tornou a ele para a arca; porque as águas cobriam ainda a terra. Noé, estendendo a mão, tomou-a e a recolheu consigo na arca. |
| 10. Esperou ainda outros sete dias e de novo soltou a pomba fora da arca. |
| 11. À tarde, ela voltou a ele; trazia no bico uma folha nova de oliveira; assim entendeu Noé que as águas tinham minguado de sobre a terra. |
| 12. Então, esperou ainda mais sete dias e soltou a pomba; ela, porém, já não tornou a ele. |
| 13. Sucedeu que, no primeiro dia do primeiro mês, do ano seiscentos e um, as águas se secaram de sobre a terra. Então, Noé removeu a cobertura da arca e olhou, e eis que o solo estava enxuto. |
| 14. E, aos vinte e sete dias do segundo mês, a terra estava seca. |
| 15. Então, disse Deus a Noé: |
| 16. Sai da arca, e, contigo, tua mulher, e teus filhos, e as mulheres de teus filhos. |
| 17. Os animais que estão contigo, de toda carne, tanto aves como gado, e todo réptil que rasteja sobre a terra, faze sair a todos, para que povoem a terra, sejam fecundos e nela se multipliquem. |
| 18. Saiu, pois, Noé, com seus filhos, sua mulher e as mulheres de seus filhos. |
| 19. E também saíram da arca todos os animais, todos os répteis, todas as aves e tudo o que se move sobre a terra, segundo as suas famílias. |
| 20. Levantou Noé um altar ao SENHOR e, tomando de animais limpos e de aves limpas, ofereceu holocaustos sobre o altar. |
| 21. E o SENHOR aspirou o suave cheiro e disse consigo mesmo: Não tornarei a amaldiçoar a terra por causa do homem, porque é mau o desígnio íntimo do homem desde a sua mocidade; nem tornarei a ferir todo vivente, como fiz. |
| 22. Enquanto durar a terra, não deixará de haver sementeira e ceifa, frio e calor, verão e inverno, dia e noite. |
| Mateus: 7 |
| 1. Não julgueis, para que não sejais julgados. |
| 2. Pois, com o critério com que julgardes, sereis julgados; e, com a medida com que tiverdes medido, vos medirão também. |
| 3. Por que vês tu o argueiro no olho de teu irmão, porém não reparas na trave que está no teu próprio? |
| 4. Ou como dirás a teu irmão: Deixa-me tirar o argueiro do teu olho, quando tens a trave no teu? |
| 5. Hipócrita! Tira primeiro a trave do teu olho e, então, verás claramente para tirar o argueiro do olho de teu irmão. |
| 6. Não deis aos cães o que é santo, nem lanceis ante os porcos as vossas pérolas, para que não as pisem com os pés e, voltando-se, vos dilacerem. |
| 7. Pedi, e dar-se-vos-á; buscai e achareis; batei, e abrir-se-vos-á. |
| 8. Pois todo o que pede recebe; o que busca encontra; e, a quem bate, abrir-se-lhe-á. |
| 9. Ou qual dentre vós é o homem que, se porventura o filho lhe pedir pão, lhe dará pedra? |
| 10. Ou, se lhe pedir um peixe, lhe dará uma cobra? |
| 11. Ora, se vós, que sois maus, sabeis dar boas dádivas aos vossos filhos, quanto mais vosso Pai, que está nos céus, dará boas coisas aos que lhe pedirem? |
| 12. Tudo quanto, pois, quereis que os homens vos façam, assim fazei-o vós também a eles; porque esta é a Lei e os Profetas. |
| 13. Entrai pela porta estreita (larga é a porta, e espaçoso, o caminho que conduz para a perdição, e são muitos os que entram por ela), |
| 14. porque estreita é a porta, e apertado, o caminho que conduz para a vida, e são poucos os que acertam com ela. |
| 15. Acautelai-vos dos falsos profetas, que se vos apresentam disfarçados em ovelhas, mas por dentro são lobos roubadores. |
| 16. Pelos seus frutos os conhecereis. Colhem-se, porventura, uvas dos espinheiros ou figos dos abrolhos? |
| 17. Assim, toda árvore boa produz bons frutos, porém a árvore má produz frutos maus. |
| 18. Não pode a árvore boa produzir frutos maus, nem a árvore má produzir frutos bons. |
| 19. Toda árvore que não produz bom fruto é cortada e lançada ao fogo. |
| 20. Assim, pois, pelos seus frutos os conhecereis. |
| 21. Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus. |
| 22. Muitos, naquele dia, hão de dizer-me: Senhor, Senhor! Porventura, não temos nós profetizado em teu nome, e em teu nome não expelimos demônios, e em teu nome não fizemos muitos milagres? |
| 23. Então, lhes direi explicitamente: nunca vos conheci. Apartai-vos de mim, os que praticais a iniquidade. |
| 24. Todo aquele, pois, que ouve estas minhas palavras e as pratica será comparado a um homem prudente que edificou a sua casa sobre a rocha; |
| 25. e caiu a chuva, transbordaram os rios, sopraram os ventos e deram com ímpeto contra aquela casa, que não caiu, porque fora edificada sobre a rocha. |
| 26. E todo aquele que ouve estas minhas palavras e não as pratica será comparado a um homem insensato que edificou a sua casa sobre a areia; |
| 27. e caiu a chuva, transbordaram os rios, sopraram os ventos e deram com ímpeto contra aquela casa, e ela desabou, sendo grande a sua ruína. |
| 28. Quando Jesus acabou de proferir estas palavras, estavam as multidões maravilhadas da sua doutrina; |
| 29. porque ele as ensinava como quem tem autoridade e não como os escribas. |
| Esdras: 7 |
| 1. Passadas estas coisas, no reinado de Artaxerxes, rei da Pérsia, Esdras, filho de Seraías, filho de Azarias, filho de Hilquias, |
| 2. filho de Salum, filho de Zadoque, filho de Aitube, |
| 3. filho de Amarias, filho de Azarias, filho de Meraiote, |
| 4. filho de Zeraías, filho de Uzi, filho de Buqui, |
| 5. filho de Abisua, filho de Fineias, filho de Eleazar, filho de Arão, o sumo sacerdote, este Esdras subiu da Babilônia. |
| 6. Ele era escriba versado na Lei de Moisés, dada pelo SENHOR, Deus de Israel; e, segundo a boa mão do SENHOR, seu Deus, que estava sobre ele, o rei lhe concedeu tudo quanto lhe pedira. |
| 7. Também subiram a Jerusalém alguns dos filhos de Israel, dos sacerdotes, dos levitas, dos cantores, dos porteiros e dos servidores do templo, no sétimo ano do rei Artaxerxes. |
| 8. Esdras chegou a Jerusalém no quinto mês, no sétimo ano deste rei; |
| 9. pois, no primeiro dia do primeiro mês, partiu da Babilônia e, no primeiro dia do quinto mês, chegou a Jerusalém, segundo a boa mão do seu Deus sobre ele. |
| 10. Porque Esdras tinha disposto o coração para buscar a Lei do SENHOR, e para a cumprir, e para ensinar em Israel os seus estatutos e os seus juízos. |
| 11. Esta é a cópia da carta que o rei Artaxerxes deu ao sacerdote Esdras, o escriba das palavras, dos mandamentos e dos estatutos do SENHOR sobre Israel: |
| 12. Artaxerxes, rei dos reis, ao sacerdote Esdras, escriba da Lei do Deus do céu: Paz perfeita! |
| 13. Por mim se decreta que, no meu reino, todo aquele do povo de Israel e dos seus sacerdotes e levitas que quiser ir contigo a Jerusalém, vá. |
| 14. Porquanto és mandado da parte do rei e dos seus sete conselheiros para fazeres inquirição a respeito de Judá e de Jerusalém, segundo a Lei do teu Deus, a qual está na tua mão; |
| 15. e para levares a prata e o ouro que o rei e os seus conselheiros, espontaneamente, ofereceram ao Deus de Israel, cuja habitação está em Jerusalém, |
| 16. bem assim a prata e o ouro que achares em toda a província da Babilônia, com as ofertas voluntárias do povo e dos sacerdotes, oferecidas, espontaneamente, para a casa de seu Deus, a qual está em Jerusalém. |
| 17. Portanto, diligentemente comprarás com este dinheiro novilhos, e carneiros, e cordeiros, e as suas ofertas de manjares, e as suas libações e as oferecerás sobre o altar da casa de teu Deus, a qual está em Jerusalém. |
| 18. Também o que a ti e a teus irmãos bem parecer fazerdes do resto da prata e do ouro, fazei-o, segundo a vontade do vosso Deus. |
| 19. E os utensílios que te foram dados para o serviço da casa de teu Deus, restitui-os perante o Deus de Jerusalém. |
| 20. E tudo mais que for necessário para a casa de teu Deus, que te convenha dar, dá-lo-ás da casa dos tesouros do rei. |
| 21. Eu mesmo, o rei Artaxerxes, decreto a todos os tesoureiros que estão dalém do Eufrates: tudo quanto vos pedir o sacerdote Esdras, escriba da Lei do Deus do céu, pontualmente se lhe faça; |
| 22. até cem talentos de prata, até cem coros de trigo, até cem batos de vinho, até cem batos de azeite e sal à vontade. |
| 23. Tudo quanto se ordenar, segundo o mandado do Deus do céu, exatamente se faça para a casa do Deus do céu; pois para que haveria grande ira sobre o reino do rei e de seus filhos? |
| 24. Também vos fazemos saber, acerca de todos os sacerdotes e levitas, cantores, porteiros, de todos os que servem nesta Casa de Deus, que não será lícito impor-lhes nem direitos, nem impostos, nem pedágios. |
| 25. Tu, Esdras, segundo a sabedoria do teu Deus, que possuis, nomeia magistrados e juízes que julguem a todo o povo que está dalém do Eufrates, a todos os que sabem as leis de teu Deus, e ao que não as sabe, que lhas façam saber. |
| 26. Todo aquele que não observar a lei do teu Deus e a lei do rei, seja condenado ou à morte, ou ao desterro, ou à confiscação de bens, ou à prisão. |
| 27. Bendito seja o SENHOR, Deus de nossos pais, que deste modo moveu o coração do rei para ornar a Casa do SENHOR, a qual está em Jerusalém; |
| 28. e que estendeu para mim a sua misericórdia perante o rei, os seus conselheiros e todos os seus príncipes poderosos. Assim, me animei, segundo a boa mão do SENHOR, meu Deus, sobre mim, e ajuntei de Israel alguns chefes para subirem comigo. |
Almeida Revista e Atualizada: 7 de 365 dias