Assim diz o SENHOR: O céu é o meu trono, e a terra o escabelo dos meus pés; que casa me edificaríeis vós? E qual seria o lugar do meu descanso? Porque a minha mão fez todas estas coisas, e assim todas elas foram feitas, diz o SENHOR; mas para esse olharei, para o pobre e abatido de espírito, e que treme da minha palavra. [Isaías 66: 1-2]
Aqui você acompanha automaticamente o dia atual da leitura da Bíblia, mas você pode navegar livremente entre os dias, versões e planos conforme sua necessidade. Esta página foi criada para ser seu ponto de partida diário — simples, direta e sempre ao seu alcance.
Bíblia Completa (365 dias)
Almeida Revista e Atualizada: 338 de 365 dias
| 2 Crônicas: 3 |
|---|
| 1. Começou Salomão a edificar a Casa do SENHOR em Jerusalém, no monte Moriá, onde o SENHOR aparecera a Davi, seu pai, lugar que Davi tinha designado na eira de Ornã, o jebuseu. |
| 2. Começou a edificar no segundo mês, no dia segundo, no ano quarto do seu reinado. |
| 3. Foram estas as medidas dos alicerces que Salomão lançou para edificar a Casa de Deus: o comprimento em côvados, segundo o primitivo padrão, sessenta côvados, e a largura, vinte. |
| 4. O pórtico diante da casa media vinte côvados no sentido da largura do Lugar Santo, e a altura, cento e vinte, o que, dentro, cobriu de ouro puro. |
| 5. Também fez forrar de madeira de cipreste a sala grande, e a cobriu de ouro puro, e gravou nela palmas e cadeias. |
| 6. Também adornou a sala de pedras preciosas; e o ouro era de Parvaim. |
| 7. Cobriu também de ouro a sala, as traves, os umbrais, as paredes e as portas; e lavrou querubins nas paredes. |
| 8. Fez mais o Santo dos Santos, cujo comprimento, segundo a largura da sala grande, era de vinte côvados, e também a largura, de vinte; cobriu-a de ouro puro do peso de seiscentos talentos. |
| 9. O peso dos pregos era de cinquenta siclos de ouro. Cobriu de ouro os cenáculos. |
| 10. No Santo dos Santos, fez dois querubins de madeira e os cobriu de ouro. |
| 11. As asas estendidas, juntas, dos querubins mediam o comprimento de vinte côvados; a asa de um deles, de cinco côvados, tocava na parede da casa; e a outra asa, de cinco côvados, tocava na asa do outro querubim. |
| 12. Também a asa do outro querubim era de cinco côvados e tocava na outra parede; era também a outra asa igualmente de cinco côvados e estava unida à asa do outro querubim. As asas destes querubins se estendiam por vinte côvados; |
| 13. eles estavam postos em pé, e o seu rosto, virado para o Santo Lugar. |
| 14. Também fez o véu de estofo azul, púrpura, carmesim e linho fino; e fez bordar nele querubins. |
| 15. Fez também diante da sala duas colunas de trinta e cinco côvados de altura; e o capitel, sobre cada uma, de cinco côvados. |
| 16. Também fez cadeias, como no Santo dos Santos, e as pôs sobre as cabeças das colunas; fez também cem romãs, as quais pôs nas cadeias. |
| 17. Levantou as colunas diante do templo, uma à direita, e outra à esquerda; a da direita, chamou-lhe Jaquim, a da esquerda, Boaz. |
| 2 Crônicas: 4 |
| 1. Também fez um altar de bronze de vinte côvados de comprimento, vinte de largura e dez de altura. |
| 2. Fez também o mar de fundição, redondo, de dez côvados de uma borda até a outra borda, e de cinco de altura; e um fio de trinta côvados era a medida de sua circunferência. |
| 3. Por baixo da sua borda, em redor, havia figuras de colocíntidas, dez em cada côvado; estavam em duas fileiras, fundidas quando se fundiu o mar. |
| 4. Assentava-se o mar sobre doze bois; três olhavam para o norte, três, para o ocidente, três, para o sul, e três, para o oriente; o mar apoiava-se sobre eles, cujas partes posteriores convergiam para dentro. |
| 5. A grossura dele era de quatro dedos, a sua borda, como borda de copo, como flor de lírios; comportava três mil batos. |
| 6. Também fez dez pias e pôs cinco à direita e cinco, à esquerda, para lavarem nelas o que pertencia ao holocausto; o mar, porém, era para que os sacerdotes se lavassem nele. |
| 7. Fez também dez candeeiros de ouro, segundo fora ordenado, e os pôs no templo, cinco à direita e cinco à esquerda. |
| 8. Também fez dez mesas e as pôs no templo, cinco à direita e cinco à esquerda; também fez cem bacias de ouro. |
| 9. Fez mais o pátio dos sacerdotes e o pátio grande, como também as portas deles, as quais cobriu de bronze. |
| 10. E o mar pôs ao lado direito, para o lado sudeste. |
| 11. Depois, fez Hirão as panelas, e as pás, e as bacias. Assim, terminou ele de fazer a obra para o rei Salomão, para a Casa de Deus: |
| 12. as duas colunas, os dois globos e os dois capitéis que estavam no alto das duas colunas; as duas redes, para cobrirem os dois globos dos capitéis que estavam no alto das colunas; |
| 13. as quatrocentas romãs para as duas redes, isto é, duas fileiras de romãs para cada rede, para cobrirem os dois globos dos capitéis que estavam no alto das colunas. |
| 14. Fez também os suportes e as pias sobre eles, |
| 15. o mar com os doze bois por baixo. |
| 16. Também as panelas, as pás, os garfos e todos os utensílios fez Hirão-Abi para o rei Salomão, para a Casa do SENHOR, de bronze purificado. |
| 17. Na planície do Jordão, o rei os fez fundir em terra barrenta, entre Sucote e Zereda. |
| 18. Fez Salomão todos estes objetos em grande abundância, não se verificando o peso do seu bronze. |
| 19. Também fez Salomão todos os utensílios do Santo Lugar de Deus: o altar de ouro e as mesas, sobre as quais estavam os pães da proposição; |
| 20. e os candeeiros com as suas lâmpadas de ouro puro, para as acenderem, segundo o costume, perante o Santo dos Santos. |
| 21. As flores, as lâmpadas e as tenazes eram do mais fino ouro, |
| 22. como também as espevitadeiras, as bacias, as taças e os incensários, de ouro finíssimo; quanto à entrada da casa, as suas portas de dentro do Santo dos Santos e as portas do Santo Lugar do templo eram de ouro. |
| 1 João: 3 |
| 1. Vede que grande amor nos tem concedido o Pai, a ponto de sermos chamados filhos de Deus; e, de fato, somos filhos de Deus. Por essa razão, o mundo não nos conhece, porquanto não o conheceu a ele mesmo. |
| 2. Amados, agora, somos filhos de Deus, e ainda não se manifestou o que haveremos de ser. Sabemos que, quando ele se manifestar, seremos semelhantes a ele, porque haveremos de vê-lo como ele é. |
| 3. E a si mesmo se purifica todo o que nele tem esta esperança, assim como ele é puro. |
| 4. Todo aquele que pratica o pecado também transgride a lei, porque o pecado é a transgressão da lei. |
| 5. Sabeis também que ele se manifestou para tirar os pecados, e nele não existe pecado. |
| 6. Todo aquele que permanece nele não vive pecando; todo aquele que vive pecando não o viu, nem o conheceu. |
| 7. Filhinhos, não vos deixeis enganar por ninguém; aquele que pratica a justiça é justo, assim como ele é justo. |
| 8. Aquele que pratica o pecado procede do diabo, porque o diabo vive pecando desde o princípio. Para isto se manifestou o Filho de Deus: para destruir as obras do diabo. |
| 9. Todo aquele que é nascido de Deus não vive na prática de pecado; pois o que permanece nele é a divina semente; ora, esse não pode viver pecando, porque é nascido de Deus. |
| 10. Nisto são manifestos os filhos de Deus e os filhos do diabo: todo aquele que não pratica justiça não procede de Deus, nem aquele que não ama a seu irmão. |
| 11. Porque a mensagem que ouvistes desde o princípio é esta: que nos amemos uns aos outros; |
| 12. não segundo Caim, que era do Maligno e assassinou a seu irmão; e por que o assassinou? Porque as suas obras eram más, e as de seu irmão, justas. |
| 13. Irmãos, não vos maravilheis se o mundo vos odeia. |
| 14. Nós sabemos que já passamos da morte para a vida, porque amamos os irmãos; aquele que não ama permanece na morte. |
| 15. Todo aquele que odeia a seu irmão é assassino; ora, vós sabeis que todo assassino não tem a vida eterna permanente em si. |
| 16. Nisto conhecemos o amor: que Cristo deu a sua vida por nós; e devemos dar nossa vida pelos irmãos. |
| 17. Ora, aquele que possuir recursos deste mundo, e vir a seu irmão padecer necessidade, e fechar-lhe o seu coração, como pode permanecer nele o amor de Deus? |
| 18. Filhinhos, não amemos de palavra, nem de língua, mas de fato e de verdade. |
| 19. E nisto conheceremos que somos da verdade, bem como, perante ele, tranquilizaremos o nosso coração; |
| 20. pois, se o nosso coração nos acusar, certamente, Deus é maior do que o nosso coração e conhece todas as coisas. |
| 21. Amados, se o coração não nos acusar, temos confiança diante de Deus; |
| 22. e aquilo que pedimos dele recebemos, porque guardamos os seus mandamentos e fazemos diante dele o que lhe é agradável. |
| 23. Ora, o seu mandamento é este: que creiamos em o nome de seu Filho, Jesus Cristo, e nos amemos uns aos outros, segundo o mandamento que nos ordenou. |
| 24. E aquele que guarda os seus mandamentos permanece em Deus, e Deus, nele. E nisto conhecemos que ele permanece em nós, pelo Espírito que nos deu. |
| Naum: 2 |
| 1. O destruidor sobe contra ti, ó Nínive! Guarda a fortaleza, vigia o caminho, fortalece os lombos, reúne todas as tuas forças! |
| 2. (Porque o SENHOR restaura a glória de Jacó, como a glória de Israel; porque saqueadores os saquearam e destruíram os seus sarmentos.) |
| 3. Os escudos dos seus heróis são vermelhos, os homens valentes vestem escarlata, cintila o aço dos carros no dia do seu aparelhamento, e vibram as lanças. |
| 4. Os carros passam furiosamente pelas ruas e se cruzam velozes pelas praças; parecem tochas, correm como relâmpago. |
| 5. Os nobres são chamados, mas tropeçam em seu caminho; apressam-se para chegar ao muro e já encontram o testudo inimigo armado. |
| 6. As comportas dos rios se abrem, e o palácio é destruído. |
| 7. Está decretado: a cidade-rainha está despida e levada em cativeiro, as suas servas gemem como pombas e batem no peito. |
| 8. Nínive, desde que existe, tem sido como um açude de águas; mas, agora, fogem. Parai! Parai! Clama-se; mas ninguém se volta. |
| 9. Saqueai a prata, saqueai o ouro, porque não se acabam os tesouros; há abastança de todo objeto desejável. |
| 10. Ah! Vacuidade, desolação, ruína! O coração se derrete, os joelhos tremem, em todos os lombos há angústia, e o rosto de todos eles empalidece. |
| 11. Onde está, agora, o covil dos leões e o lugar do pasto dos leõezinhos, onde passeavam o leão, a leoa e o filhote do leão, sem que ninguém os espantasse? |
| 12. O leão arrebatava o bastante para os seus filhotes, estrangulava a presa para as suas leoas, e enchia de vítimas as suas cavernas, e os seus covis, de rapina. |
| 13. Eis que eu estou contra ti, diz o SENHOR dos Exércitos; queimarei na fumaça os teus carros, a espada devorará os teus leõezinhos, arrancarei da terra a tua presa, e já não se ouvirá a voz dos teus embaixadores. |
Almeida Revista e Atualizada: 338 de 365 dias